Editor da Geração Editorial no Observatório da Imprensa de hoje

O jornalista e editor da Geração Editorial, Luiz Fernando Emediato, é o convidado especial desta noite no Observatório da Imprensa, exibido a partir das 23 horas.

Emediato entrará no programa ao vivo de Brasília para falar sobre a nova forma de consumir livros, da atual situação do mercado editorial e da iniciativa da Geração em oferecer livros gratuitos para download no site http://www.geracaobooks.com.br/e_books.

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Uma resposta para “Editor da Geração Editorial no Observatório da Imprensa de hoje

  1. ROBERTO ESCRITOR

    Viagens no Espaço-Tempo e
    Paradoxo dos Gêmeos:A RESPOSTA
    O paradoxo dos gêmeos proposto por Paul Langevin é basicamente o seguinte: A teoria da relatividade restrita prevê que os objetos em movimento sofram o efeito de dilatação do tempo que pode ser maior ou menor de acordo com a velocidade. Para um astronauta que viajasse a uma velocidade de 98% da velocidade da luz, cada ano percorrido por ele corresponderia a cinco anos passados no tempo da Terra. Caso essa viagem durasse 20 anos, ele teria viajado 20 anos em direção ao futuro, envelhecendo apenas quatro anos. A dilatação do tempo, na teoria da relatividade restrita, é um efeito puramente cinemático. O atraso nos relógios dos observadores deve-se única e exclusivamente ao seu estado de movimento.
    Todavia, nesse artigo a seguir, Paulo Crawford, Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa- Campo Grande, Ed. C8; 1749-016 Lisboa Portugal, que está no seguinte endereço:
    http://cosmo.fis.fc.ul.pt/~crawford/artigos/Paradoxo_gemeos.pdf
    o Tempo Relativo é demonstrado como sendo possível, alternativa essa defendida pela maioria dos físicos esparramados pelo mundo e contaminando outras ciências e ao senso comum.

    A nossa resposta será tão hipotética quanto a proposta do paradoxo original:

    O conceito de tempo que vale para a Física foi estabelecido a partir do movimento. Por exemplo, uma pessoa se encontra em um ponto A e irá se deslocar até um ponto B. A duração desse deslocamento é intuído como sendo o Tempo. Por esse princípio foram construídos os relógios. Por exemplo, ao movimento de rotação da Terra ou um dia completo foi designado uma divisão em 24 partes (horas), que por sua vez foram divididas em sessenta partes (minutos), novamente outras 60 partes (segundos) e em seguida novas divisões decimais. Dessa forma foram construídos os relógios (desde os relógios de Sol até os atômicos) sempre aferidos por movimentos espaciais (rotação/translação/outros). Uma vez inventado e aferido o Tempo passou a ser considerado enquanto grandeza absoluta (Física Clássica), e mais tarde relativa (Física Moderna). Mas tanto na primeira condição (absoluta) quanto na segunda (relativa) os relógios considerados são os mesmos inspirados na cinemática.

    HÁ AQUI JÁ O PRIMEIRO ABSURDO. O MODELO DE RELÓGIO UTILIZADO PARA A FÍSICA MODERNA NA TEORIA DA RELATIVIDADE RESTRITA, EM PARTICULAR PARA QUANTIFICAR A DILATAÇÃO DO TEMPO, É UM RELÓGIO CRIADO A PARTIR DO MOVIMENTO SEGUNDO AS LEIS DA CINEMÁTICA DA FÍSICA CLÁSSICA, E PORTANTO UM RELÓGIO INADEQUADO PARA QUANTIFICAR ESSE TIPO DE MOVIMENTO.
    Ainda assim, admitido o conceito de Tempo e Relógio vamos à HIPÓTESE-RESPOSTA:
    Imagine uma situação de Universo completamente estático, sem nenhum movimento, e as demais condições mantidas. Por alguns instantes, como se através de uma combinação coletiva, todas as pessoas irão cessar os movimentos, mantendo-se nesse estado, à semelhança do Universo estático.
    Em física, movimento é a variação de posição espacial de um objeto ou ponto material no decorrer do tempo
    Se o conceito de Tempo é obtido em função do Movimento, e o Movimento (no caso um Movimento Uniforme) é realizado a certa Velocidade, temos a seguinte equação (da Física Clássica):

    Velocidade Média(Vm)= delta S / delta T

    Ou então

    DeltaTempo T = Delta Espaço S / Velocidade Média Vm

    No caso, sendo a Velocidade nula (em razão do Universo hipoteticamente estático)
    teremos uma solução impossível.

    Delta T = Delta S / zero

    Viu como é simples. Nem precisa recorrer à Física Moderna.

    Se na cinemática se utiliza um conceito de Tempo enquanto função do Movimento no Espaço, não seria possível identificar qualquer medida de Tempo no repouso.

    Portanto o conceito de Tempo empregado na Física Clássica ou Moderna, inclusive a Quântica serve tão somente ao Movimento.

    Pressupor que um gêmeo viaje em velocidades altas (próximas a c-velocidade da luz) e com isso envelheça menos é um assunto que diz respeito à Biologia e Psicologia do Desenvolvimento, ciências essas que não se enquadram na categoria da Cinemática puramente, e portanto a conclusão prevista no Postulado de Langevin não passa de uma piada de mau gosto da Física.

    Um conceito de Tempo obtido a partir do Movimento aplica-se tão somente ao Movimento. Isso diz respeito tanto á Física Clássica quanto a Física Moderna, inclusive a Física Quântica.

    Não pense que só pessoas comuns são enganadas pela Física. O próprio Einstein se deixou enganar.
    Grande Abraço.

    ROBERTO ESCRITOR
    robertoescritor@gmail.com

    ROBERTO ESCRITOR é autor do livro TEORIA DO TEMPO DA ETERNIDADE – O FIM DO MISTÉRIO NO TEMPO a ser lançado em breve.

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