Histórias da amante de Dom Pedro I

Na trilha aberta pelo livro “1808”, de Laurentino Gomes, a Geração Editorial relançou os romances históricos clássicos do escritor paulista Paulo Setúbal, que era muito popular nos anos 30 e 40,quando vendia milhares de exemplares.

O primeiro da série foi “1808-1834 – As Maluquices do Imperador”, no qual a TV Globo se inspirou para a minissérie “Nos Quintos do Inferno”. “As Maluquices” já vendeu 30.000 exemplares em pouco tempo.

“A Marquesa de Santos” vai na mesma linha, e com mais apelo popular, por se tratar de uma atrevida história de amor de nosso primeiro imperador. O livro é todo ilustrado com reproduções de gravuras e pinturas da época.

A aristocrata paulista Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, foi a amante e grande paixão de D.Pedro I, o primeiro Imperador do País. E mais: como escreve o autor do livro, “a única mulher, na História das Américas, que encheu um Império com o ruído do seu nome e o escândalo do seu amor”. 

O papel de coadjuvante, geralmente destinado às mulheres dos estadistas, Domitila de Castro deixou para a Imperatriz Leopoldina, única pessoa de toda a Corte a não saber do relacionamento entre o Imperador e a bela paulista. Com incrível capacidade de fazer o Monarca ceder a todos os seus caprichos, a Marquesa tomou para si a condição de protagonista, exercendo forte influência na política do Primeiro Reinado.

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