Arquivo do mês: abril 2011

Lançamento dos Sonhos em BH no Estadão – JK, o presidente do clube da esquina

E o presidente bossa nova também era o presidente do Clube da Esquina. Em 1971, em sua cidade natal, Diamantina, Juscelino Kubitschek sentou na praça para ouvir um violãozinho de um cantor de voz macia a quem chamavam de Bituca. Esse raro registro do (legítimo) envolvimento artístico de um presidente com uma escola musical da MPB está registrada no livro Os Sonhos não Envelhecem – Histórias do Clube da Esquina, livro de luxo que será lançado hoje, às 19h, na Livraria Mineiriana (Rua Paraiba, 1.419, Savassi, 31, 3223 -8092), em Belo Horizonte, pela Geração Editorial (R$ 29,90).

Bituca, todos sabem, é Milton Nascimento. O livro vem acompanhado de um CD com músicas do Clube da Esquina. O autor Marcio Borges estará autografando. Algumas cópias das fotos, em papel especial de fibra de algodão, que fazem parte do livro, feitas pelo fotógrafo Juvenal Pereira, estarão à venda pela marchand Flávia Bizzoto.

Pereira relembra a história da foto de JK com o Clube da Esquina na rua. Ele conta que, no início dos anos 70, era free-lancer da revista O Cruzeiro e tinha ido a Diamantina a trabalho. Tinha ido de ônibus com Milton Nascimento e Lô Borges a partir da Rodoviária de Belo Horizonte. Viajaram em pé e à noite para encontrar os repórteres Fernando Brant (texto) e Luiz Alfredo (fotos), da revista O Cruzeiro. “Na procura de locações, encontramos o ex-presidente Juscelino Kubitschek com a equipe de reportagem da revista Manchete, que era concorrente de O Cruzeiro. A equipe da revista concorrente concordou em nos “emprestar” JK para algumas fotos.”

 

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Na próxima quarta-feira, lançamento da edição de luxo de “Os Sonhos Não Envelhecem” em BH

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Geração Editorial publicará livro digital de novos escritores

A Geração Editorial é polêmica, moderna e atual. Para justificar todos esses adjetivos vai produzir um e-book junto com o seu público. Como assim? A partir de um concurso de minicontos de até 140 caracteres.

Um comitê será formado para selecionar as melhores frases que irão compor o livro digital. Isso mesmo! Essa é uma forma de abrir as portas para novos escritores que terão a chance de mostrar o seu talento e, o melhor de tudo, ser publicado.

Como fazer? Mandar até o dia 30 de abril de 2011 um miniconto com até 140 caracteres (temática livre) para o e-mail todosnos@geracaoeditorial.com.br, com nome e endereço completo, telefone e título do texto (os 140 caracteres são exclusivos para o miniconto). A Geração Editorial se compromete a publicar a antologia em 2011. O título será definido no futuro.

Os textos devem ser inéditos e não há limite de contos por participantes, desde que sejam com temáticas distintas.

“Essa é uma maneira de aproximar e trazer para o mundo literário novos autores. A possibilidade do livro digital nos permite apostar em dezenas de escritores de uma vez só. Além do formato e-book ser uma realidade para a Geração Editorial, também não poderíamos deixar de ser inovadores e corajosos nesta área”, disse Fernanda Emediato, diretora editorial da Geração Editorial.

O livro digital não será comercializado em lojas virtuais ou pela própria editora. Para facilitar o acesso ao conteúdo, a Geração disponibilizará em seu site na internet, http://www.geracaoeditorial.com.br o arquivo para ser baixado gratuitamente, após breve cadastro.

REGULAMENTO
Cláusula 1ª – O (A) AUTOR (A) é o (a) legítimo (a) titular de direitos autorais sobre do texto enviado.

Cláusula 2ª – O (A) AUTOR (A) declara que sobre o texto objeto enviado não pairam quaisquer ônus ou contratos que impeçam a presente cessão, respondendo, ainda, pela originalidade de seu texto.

Parágrafo Único – O (A) AUTOR (A) será responsável frente à EDITORA e/ou a TERCEIROS por perdas e danos a que der causa, decorrentes do inadimplemento desta cláusula

Cláusula 3ª – Após a seleção, O (A) AUTOR (A) deverá assinar um termo de sessão de direito autoral.

Cláusula 4ª – A antologia, com título ainda a ser definido, não será comercializada, dessa forma os autores não terão direito a qualquer remuneração.

Cláusula 5ª – A Geração Editorial se compromete a arcar com todas as despesas de produção da antologia.

Cláusula 6ª – A antologia será disponibilizada gratuitamente no endereço eletrônico da Geração Editorial para downloads.

Cláusula 7ª – Os textos que participarão da seleção serão recebidos impreterivelmente até o dia 30 de Abril de 2011.

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UM ROMANCE HILARIANTE REPLETO DE INTRIGA, SEXO, IRREVERÊNCIA E HUMOR NEGRO

Os moradores de Todavia eram um povinho ensimesmado e fuxiqueiro, cujo passatempo predileto era escrever cartas anônimas uns para os outros. Em Todavia, uma pequena cidade baiana de uns cinco mil habitantes, cartas anônimas carregadas de humor, virulência e malícia circulam sem parar, desnudando segredos e destruindo reputações.

Os todavianos “sabiam tudo de todos, vez que as artes do leva e traz, da intriga e da futrica, da boataria bem urdida e da sordidez sem pecado ou culpa eram exercidas com exemplar competência, com invulgar mestria”. O tom deste divertidíssimo romance de humor negro remete ao mesmo realismo fantástico que regia Macondo, a cidade imaginária do romance Cem anos de solidão.

Embora igualmente surreal, o universo de Todavia é, todavia, bem mais irreverente e descaradamente erótico. Fernando Vita, autor do premiado Tire a doidinha da sala que vai começar a novela, volta à carga em Cartas anônimas com seu humor e talento inigualáveis; com seu brilhante estilo de parágrafos longos, claros e ritmados semelhantes aos de José Saramago; e com sua narrativa que evoca o realismo fantástico, gênero consagrado por Gabriel García Marques, mas neste caso totalmente brasileiro.

O que faz de Todavia a Macondo da Bahia são seus tipos impagáveis, como a bela Boneca (alvo da paixão do missivista anônimo “o
Sedutor”), o hipócrita monsenhor Galvani, o tabelião Francínio, “cachaceiro inveterado, libertino deslavado”, o priápico Teofinho, o metido a cantor Vardinho Rolete, Nadinho da Jega, o “líder da comilança de bichos”, os irmãos Didi do Vinagre e Dodô das Bicicletas, Alcebíades, o “homem que virava monstro”, as estagiárias de jornalismo Laudiceia e Roberta, e outros. Ao se recordar desses personagens com quem conviveu, o narrador atribui um sentido assombroso às situações corriqueiras, trazendo um sopro mítico que empresta uma dimensão universal aos seus vizinhos, à sua vila, à sua Todavia.

Cartas anônimas é uma história engraçadíssima, que faz rir até mesmo em seus momentos mais dramáticos, aqueles em que a morte, a mais indesejada das coisas da vida, vem e colhe, de maneira inesperada ou não, um todaviano qualquer. É que os de Todavia sãoesquisitos e fuxiqueiros até na hora de morrer. E até morrendo fazem rir.

Mais sobre o livro aqui.

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Resultado da Promoção: Noite passada um disco salvou minha vida

Eis aqui um livro absolutamente original. Trata-se de uma lista – uma lista de 70 discos que, em algum momento, transformaram a vida de muitas pessoas. No caso, pessoas que vão do escritor suíço Alain de Botton, um dos principais nomes da literatura européia, ao jornalista Maurício Kubrusly, do Fantástico, o cantor Lulu Santos, o comentarista esportivo Juca Kfouri ou o publicitário Washington Olivetto.

O autor da proeza – o sujeito que reuniu estas pessoas e as convenceu a escrever sobre os discos que mudaram a vida deles, eventualmente salvando a vida de um ou outro – foi o jornalista goiano Alexandre Petillo. O livro chama-se “Noite passada um disco salvou minha vida – 70 álbuns para a ilha deserta”, da Geração Editorial.

Como surgiu a idéia de tal livro? Com a palavra, o autor:
– Eu estava vendo o programa do David Letterman e ele falava da morte de um músico, o Warren Zevon. Letterman, além de grande amigo de Zevon, se disse um admirador da música que ele produzia e, se tivesse que levar um disco para a ilha deserta, levaria algum do Zevon. Eu fiquei surpreso com aquilo, já que Zevon não faz um tipo de música das mais animadas e Letterman é um comediante. Não consegui entender a relação entre os dois. Percebi que todo mundo tem uma trilha-sonora na cabeça, discos que representam um momento determinado da vida de alguém. Achei interessante reunir, em um livro, pessoas conhecidas falando sobre como um disco foi importante na vida delas.

Trata-se de um livro que não interessa apenas aos fãs de música. A música, na verdade, foi apenas o ponto de partida para que cada um refletisse sobre a… vida. Como afirma Petillo, “é um livro para quem gosta de boas histórias.” Porque é disso que o livro trata: de histórias de vida, da emoção partilhada ao som de um disco, de como a música pode levar alguém a se transformar.

Como diz a jornalista Gisella Vanessa Carvalho, que apresenta o livro, “Noite passada um disco salvou minha vida – 70 álbuns para a ilha deserta” “é um pouco de tudo isso: cotidiano e inusual, amor e desamor, noite e dia, sol e chuva, encontro e desencontro, descrença e esperança, sempre regados a uma canção dessas que a gente nunca canta sem razão”.

Os textos reunidos no livro, diz Petillo, “falam de redenção, de alegria, de tristeza, de bons momentos, de renascimento, de amor. De como amar, principalmente. Artistas, jornalistas, músicos, escritores falam sobre discos e, ao falar deles, falam da vida”.

Alguns dos depoimentos são terrivelmente dramáticos: o cantor Leo Jaime, por exemplo, escreveu sem piedade sobre sua espantosa experiência com as drogas,da King´s College, onde se reuniam umas 500 pessoas de várias classes sociais: “Tinha rico e pobre, jovem e velho. Quando a música começou, iniciou também um poderoso processo de alquimia social. A música expressou sentimentos escondidos, travados, mas que estavam gritando para sair, sentimentos e pensamentos ate então resguardados apenas aos seus donos. Meus olhos se encheram de lágrimas, lágrimas de alívio e de agradecimento ao compositor e aos músicos, que tornaram audíveis e perceptíveis, para mim e para os outros, os movimentos de nossas almas”.

É algo assim como se a vida de cada um tivesse uma trilha sonora a acompanhá-la. Como afirma Alexandre Petillo, “todos nós temos uma trilha sonora. Quando ouvimos uma canção no rádio, logo vêm imagens à nossa memória. A música traz lugares, amores, pais, amigos, situações engraçadas, outras tristes… O livro mostra quais foram essas músicas que salvaram a vida de vários ídolos brasileiros. Em alguns momentos, esses grandes nomes descem do patamar de celebridade em que se encontram para contar a dor e a alegria que uma canção pode proporcionar. E atestam: todos temos a nossa trilha-sonora e o mundo seria muito mais chato sem música.”

Mais informações aqui.

PROMOÇÃO:


Qual é a trilha sonora da sua vida?

Para participar é fácil! Responda a pergunta no espaço de comentário do blog da Geração Editorial. A resposta mais criativa ganha o livro Noite passada um disco salvou minha vida.

Promoção válida até terça-feira, 19 de abril.

Divulgue no twitter:

A trilha sonora da sua vida pode te render um livro. Participe da promoçãoda @geracaobooks. http://wp.me/pC6mz-lV

Resultado:

A vencedora foi a Juliana Poggi, confira a resposta:

Uma música que mudou minha vida sem dúvida foi Imagine – John Lennon, podem achar clichê mas a música não virou um hino por nada.
Essa música me devolveu a esperança na vida num momento que já tinha desistido de tudo e tenho certeza que isso já aconteceu com muita gente, John Lennon teve o talento de dizer através dessa música tudo aquilo que sentimos mas não sabemos como expressar.

Mas trilha sonora … Com certeza seria composta de músicas do The Magic Numbers, as músicas são perfeitas! Quando ouvi pela primeira vez fiquei maravilhada, descobri um novo mumdo dentro da música.
Mudou tudo! Me fez repensar o conceito que tinha de música e reviver momentos da infância através da memória. Se tivesse que escolher um album pra ser a trilha sonora da minha vida com certeza seria esse!

Nasceria durante Forever Lost.
Cresceria com Morning’s Eleven.
Dançaria durante Long Legs e Love is a game.
A primeira decepção amorosa seria durante Love me like you e The Mule, e então escutaria This love, até me recuperar.
Enquanto estivesse triste tocariam Wheels of fire e Try,
Me apaixonaria ao som de I see you, you see me e me despediria dessa vida ao som de Which way to be Happy e It won’t hurt.

The Magic Numbers for a Magic Life!

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Cirurgião tentou implantar coração de porco em paciente


Fonte: Livraria da Folha por Fabio Andrighetto

Mais que qualquer outro ramo da ciência, a história da medicina conta com personalidades inspiradoras e excêntricas e práticas assustadoras e engenhosas, dignas de dr. Frankenstein. Em 1969, Donald Longmore tentou implantar o coração e os pulmões de um porco em um paciente. Não estamos falando das cirurgias do século 19, isso aconteceu pouco tempo atrás. Reprodução Livro sobre história da medicina baseado no documentário homônimo da BBC Volume baseado no documentário homônimo produzido pela rede BBC Quem o condenaria? A anatomia do suíno é semelhante a do homem. Os porcos são usados como animais de experimentação para compreender a fisiologia humana. Se você pode comer bacon, existe algum motivo ético para não aproveitar outras partes para salvar uma vida? A insulina, usada pelos diabéticos, pode ser extraída de bovinos e suínos. A ideia poderia dar certo e revolucionar a ciência médica. Porém, o bicho corria mais que o cirurgião e seus ajudantes. Após uma longa perseguição, médico capturou o “doador”, mas o paciente não aguentou a espera. O lançamento “Sangue e Entranhas”, do jornalista científico Richard Hollinghan, reúne diversos episódios do gênero. O texto –baseado no documentário homônimo da BBC– é uma compilação de procedimentos estranhos que renderam alguns acertos heroicos e muitos erros desastrosos.

Mais sobre o livro: clique aqui

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Imperdível! Lançamento do livro “A bela adormecida” acordou de Bruna Gasgon

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Suicídio – um guia para quem ficou – SORTEIO

No dia dez de janeiro de 2005 eu acordei com um telefonema de minha irmã Renata dizendo que nosso pai acabara de se matar com um tiro na cabeça”. A frase é da jornalista Paula Fontenelle que, chocada com a morte voluntária do pai, mergulhou por três anos no enigmático mundo do suicídio. O empenho na busca por respostas resultou num livro cheio de surpreendentes casos reais – a começar pela história da própria autora – depoimentos de psicólogos, psiquiatras e especialistas em suicídio, além de uma extensa pesquisa bibliográfica.

Para escrever “Suicídio – o futuro interrompido”, Paula entrevistou pesquisadores de vários países, estudou a linguagem simbólica e os significados de cartas de despedida, participou de grupos de discussão na Internet, anotou relatos de quem tentou tirar a própria vida e conversou com pessoas que sofrem pela perda de um amigo ou familiar nessas condições. Entre os especialistas mais respeitados, está Edwin Schneidman, psicólogo norte-americano considerado o pai da suicidologia moderna,  responsável pela abertura do primeiro centro de prevenção ao suicídio nos Estados Unidos.

Sem medo de ousar ao tratar de um assunto tão polêmico, a autora mostra, com este livro lançado pela Geração Editorial, que não existe uma única resposta. Em vez de trilhar somente um caminho, a jornalista preferiu trazer uma abordagem mais séria e científica sobre o tema, mundialmente tratado como um problema de saúde pública. Só assim pode-se empreender um debate amplo e sem preconceitos.

A sensibilidade – impulso inicial devido ao suicídio do pai que, aos 68 anos, optou pela morte – está em cada página deste livro. A narrativa é uma mistura da voz da jornalista, quando conta a própria história familiar, seguida de depoimentos dos entrevistados. Além disso, Paula equilibra o conteúdo do trabalho com as pesquisas mais recentes a este respeito nos campos da psicologia, psiquiatra, educação e políticas públicas de saúde mental.

“A obra traz uma mensagem otimista e proativa. Relato histórias de superação, esclareço quais são os sinais de alerta emitidos por pessoas propensas ao suicídio, derrubo mitos acerca do assunto, trago a opinião de vários especialistas. Quero dividir com todos o que há de mais atual sobre este tema de forma clara, sem rodeios e, quem sabe, ajudar as pessoas que vivem situações de risco a prevenir a morte voluntária e a enxergar alternativas”, diz a autora.
A Organização Mundial da Saúde estima que em 2020 cerca de 1,53 milhão de pessoas morrerão desta forma, o que significa um caso de suicídio a cada 20 segundos. Este índice representa um crescimento de 74% em relação às 877 mil mortes voluntárias registradas em 2002. Dados como estes provam o quanto o tema deve ser levado a sério pela sociedade.

Durante a pesquisa, Paula se deparou com uma enorme escassez de dados e informações no Brasil. Ela lamenta a falta de políticas de prevenção no País. “Não conseguia encontrar obras voltadas para o público leigo, por isso decidi preencher esse vazio”, esclarece.

O livro traz um capítulo especialmente dedicado à mídia. Partindo de orientações adotadas internacionalmente, a autora levanta uma discussão de como a imprensa trata ou deveria lidar com o tema, trazendo inclusive exemplos de coberturas adequadas de veículos nacionais e estrangeiros.

No mínimo, intrigante

“Suicídio – o futuro interrompido” é o primeiro livro do Brasil que soma uma pesquisa exaustiva a relatos verídicos, escrito numa linguagem objetiva e clara. Longe de emitir julgamentos, a jornalista fala do próprio sofrimento, uma dor que está cada dia mais próxima às pessoas e que precisa conquistar um espaço de debate na sociedade.

Na memória, muitas lembranças. Ao longo de sua narrativa, Paula traça uma linha do tempo entre a infância do pai e a última vez que falou com ele – um dia antes de sua morte –, procurando identificar, nesta biografia, o que o levou a uma opção tão drástica e irreversível. Ela também mostra, por meio de relatos comoventes, exemplos de pessoas que encontraram razões para viver.

Neste livro, Paula Fontenelle não se propõe a dar respostas absolutas e sim a ajudar as pessoas a identificar os sinais, entender os fatores associados ao suicídio, saber como agir numa situação de risco, lidar com a dor da perda e enxergar alternativas. Além de tudo isso, a autora pretende quebrar o tabu que tem levado o tema ao perigoso espaço do silêncio.

SORTEIO:

Promoção Relâmpago da @geracaobooks – Suicídio – um guia para quem ficou. Dê RT nesta frase e concorra ao livro -> http://kingo.to/xZ8

RESULTADO:

A vencedora do Promoção Relâmpago – Suicídio –  foi @Teresa_Lumiar

Veja o link do sorteio: http://sorteie.me/1I5Zr7

 

RESULTADO:

A vencedora da promoção do livro Messalina – a imperatriz lasciva foi @natalygoncalves. Veja o link do sorteio.

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AMOR EXCLUSIVO: um romance emocionante

ELES JURARAM FICAR UNIDOS ATÉ QUE A MORTE OS SEPARASSE… MAS NEM A MORTE CONSEGUIU SEPARÁ-LOS
Geração lança no Brasil uma das grandes sensações da literatura alemã contemporânea, a história comovente e poderosa de duas pessoas extraordinárias que morreram da mesma forma que viveram: inseparáveis

Este livro é incomum já a partir das primeiras linhas:

No dia 13 de outubro de 1991, os meus avós cometeram suicídio. Era um domingo. Na verdade, esse não é o melhor dia da semana para se cometer suicídios. Aos domingos os parentes ligam, os conhecidos querem dar uma passada para ir juntos passear com os cachorros. Uma segunda-feira, por exemplo, me pareceria muito mais adequada. Pois bem, fazer o quê.

Vera tem 71 anos e goza de boa saúde; István tem 82 e sofre de uma doença terminal. Húngaros residentes na Dinamarca, estão casados há quase meio século e são incrivelmente bonitos e elegantes. Ambos suportaram os horrores do Holocausto e do regime comunista, mas não podem suportar a ideia de que a morte dele vai separá-los. Assim, naquele domingo de outubro de 1991, os dois cometem suicídio: morrem juntos na sua cama, de mãos dadas. E assim nasce um tabu de silêncio na chocada família que ficou para trás.

Dezesseis anos depois, a autora deste livro, neta do exótico casal, ignora a regra familiar de que “não falamos sobre esse assunto” e mergulha no passado proibido dos seus avós, aos quais mal chegou a conhecer, reconstruindo paulatinamente o último dia de vida deles. Enquanto procura solucionar o mistério em torno de suas trajetórias acidentadas, vai descobrindo como as experiências vividas por eles moldaram a sua família e fizeram da autora, Johanna Adorján, o que ela é hoje. Ao escrever sobre os avós, ela tenta reconciliar-se não só com a memória deles, mas também consigo mesma.

Muito mais que uma emocionante história de amor — amor “exclusivo” tanto no sentido de “único” quanto no sentido de “egoísta”, um amor que exclui todos os demais — esta pérola da moderna literatura alemã constitui uma jornada de autoconhecimento, empreendida com absoluto domínio da narrativa, num estilo impecavelmente claro.

Forte, pungente, engraçado e lírico sem sentimentalismo, Um amor exclusivo é um livro encantador, que estimula as emoções e a reflexão em igual medida, por resultar do encontro de uma inteligência altamente sofisticada com a mais profunda sensibilidade artística.

“Esta é uma história de amor intensa, complexa, otimista, apaixonada, dolorosa e muitas vezes cômica. É também uma história de busca por amor. E ainda a história de uma busca por uma história que é ao mesmo tempo pessoal e universal. Um passado que faz parte do presente.”

Lily Brett, escritora australiana, autora de Things could be worse

“Quando um suicídio ocorre, duas perguntas parecem inevitáveis: como e por quê? Um amor exclusivo responde a segunda por meio de especulação, como deve ser. No entanto, esta história sobre os avós da autora, cujas vidas foram tão repletas de grande pesar, mas também enriquecidas de alegria e elegância à moda antiga, soa absolutamente verdadeira. Um amor exclusivo é um livro de profundo impacto, lindamente escrito e traduzido. Sem ser sentimental e nem propenso a julgar, proporciona não apenas uma leitura envolvente, mas também uma boa razão para pensar e contemplar seriamente ao se terminar de ler. Ele oferece um prisma através do qual é possível examinar e talvez compreender um ato tão complexo, deixando de lado o sensacionalismo para poder enxergar a lógica e a profunda humanidade.”

Elizabeth Berg, escritora norte-americana, autora de The last time I saw you

“Uma história que é perturbadora em seu imediatismo, e que, por meio de uma sensibilidade intuitiva, capta uma verdade surpreendente… De maneira muito simples, sem páthos, sem artifícios, este relato pessoal está escrito com a infinita gentileza da tristeza que encontrou a paz.”

Le Monde (França)

“Um belo livro.”

L’Express (França)

“O estilo simples e direto dela transmite a história com uma claridade perfeita.”

Le Figaro (França)

“No processo de assimilar fatos desconexos para construir uma história pungente e elegante, Adorján expõe suas próprias esperanças e medos, o que é um bônus a mais.”

Kirkus Reviews (EUA)

“Adorján escreveu um livro do qual emana uma sensação de casualidade da comédia da vida humana… Trata-se com certeza da obra de uma escritora nata, graciosa e convincente… um dos livros de memórias mais impressionantes publicados em anos.”

The Australian


“Um relato arrebatador de tristeza e sofrimento profundo.”

Vogue (Austrália)

“Um livro muito pungente.”

Die Zeit (Alemanha)

“A frase de abertura mais impressionante desta temporada literária.”

Libération (França)

“Uma narrativa maravilhosa sobre um casal extraordinário — encantadora, afetuosa e consoladora.”

Buch Journal (Alemanha)

“Melhor descrito como obra de não-ficção, este livro de memórias levou-me ao riso e às lágrimas.”

Herald Sun (Austrália)

“Um livro formidável… as sequências fluem pelo tempo e espaço, e da voz de uma pessoa para outra, com tranquila segurança, como uma grande composição musical.”

Sunday Star Times (Nova Zelândia)

“O fato de que a autora não se cansa de investigar esse enigma, de que ela submete tudo a escrutínio repetidas vezes, com coragem e uma inteligência mordaz, faz com que o livro dela sobre um domingo sombrio se torne uma obra fulgurante.”

Frankfurter Allgemeine Zeitung (Alemanha)

“Exclusivo, ou seja, singular, em todos os aspectos: no seu projeto, na sua realização e na sua tradução. Um empolgante conto de fadas suicida.”

Irène Heidelberger-Leonard, Universidade Livre de Bruxelas, Bélgica

“Fiquei muito emocionada com Um amor exclusivo — tamanha clareza de pensamento e sentimento! Johanna Adorján escreve com precisão e maleabilidade soberbas. É realmente um livro memorável.”

Diana Athill, escritora inglesa, autora de Somewhere towards the end

“Um livro de memórias poderoso e impressionante, em que o real e o imaginário se fundem de maneira tão inconsútil, que ficamos completamente enfeitiçados. A corajosa investigação de Adorján sobre os seus avós, que sobreviveram tanto ao Holocausto quanto à invasão soviética da Hungria, ilustra a resiliência do espírito humano bem como o seu oposto, o modo como as injúrias do passado continuarão a ecoar pelas gerações vindouras.”

Philipp Meyer, escritor norte-americano, autor de American rust

“O que temos aqui é o casamento de uma inteligência sofisticada com a sensibilidade de uma artista, gerando uma narradora que conta uma história familiar, como se fosse pela primeira vez. Este livro constitui, de fato, memórias enquanto literatura.”

Vivian Gornick, crítica norte-americana, autora de The solitude of self

Mais informações: www.geracaoeditorial.com.br

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