Arquivo do mês: maio 2011

Segredo segredíssimo conquista novos espaços

A semana passada foi agitada para Odívia Barros, a autora do recomendado livro-infantil Segredo Segredíssimo, lançado pela Geração Editorial, no último mês de março.

Ela participou do evento mais importante do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes em Brasília e fez o lançamento em Salvador.

Na Capital Federal, as atividades foram realizadas na quarta-feira (18/05) em plena Esplanada dos Ministérios. No local, Odívia foi recebida e cumprimentada pela ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário e por diversos representantes da sociedade civil e do congresso, além de personalidades, como o cantor Sérgio Reis.

Ministra Mária do Rosário

Odívia Barros e Sérgio Reis

Segredo Segredíssimo ganhou destaque na mídia nacional por ser o primeiro livro-infantil publicado no Brasil, com a proposta de ensinar as crianças a se protegerem do abuso sexual. A obra tem uma linguagem lúdica e foi recomendada por vários psicólogos e educadores.

No sábado, já em Salvador foi realizado o lançamento para os amigos e familiares na tradicional Livraria Cultura. Dezenas de pessoas compareceram e levaram para casa um exemplar de Segredo Segredíssimo.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Lançamento do livro Segredo segredísso de Odívia Barros em Salvador

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescente

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Segredo Segredíssimo é destaque no G1

Vítima de abuso sexual diz que tema deveria ser abordado nas escolas

Odívia Barros, de 33 anos, é autora do livro ‘Segredo Segredíssimo.’
História de abuso sexual na infância foi vivida pela escritora.

Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo

Assim como a menina Adriana, personagem do livro “Segredo Segredíssimo”, sua criadora, a autora Odívia Barros, de 33 anos, sofreu abuso sexual na infância. A obra, lançada neste mês, é destinada a crianças e conta a história de uma menina triste e medrosa que tinha um segredo: era abusada por um “tio”. Para Odívia, é essencial que o tema seja abordados nas escolas, logo nos anos iniciais do ensino fundamental. Especialistas na área de políticas públicas na infância e adolescência defendem que o tema precisa ser discutido no ambiente escolar, mas requer uma formação dos educadores.

A escritora argumenta que especialistas avaliam que a partir dos 5 anos já é possível orientar as crianças sobre a abordagem sexual imprópria por parte dos adultos. “Eles apontam que, após o convívio familiar, a escola mostra-se como situação ideal para detecção e intervenção junto aos casos de abuso sexual, justamente pelo tempo considerável em que a instituição, a criança e seus familiares interagem. É imprescindível discutir o tema. Ou fazemos isso ou os abusadores continuarão chegando primeiro.”

A obra mostra a dificuldade que as vítimas têm de denunciar a situação. Na história, Adriana só contou sobre o abuso à mãe porque foi incentivada pela amiga Alice.

Odívia foi motivada a escrever o livro, pois queria evitar que a filha, de 5 anos, passasse pela mesma situação. “Mas como falar de um assunto tão difícil com uma criança? Pensei que deveria existir um livro que orientasse sobre o tema, sem assustá-las. Então resolvi escrevê-lo. Esse é o meu livro de estréia. Outros virão.”

Para ela, a escola tem o compromisso ético e legal de notificar às autoridades casos suspeitos ou confirmados de maus-tratos, que incluem a violência sexual. “O ambiente escolar é um excelente lugar para que as discussões sobre abuso sexual aconteçam, sempre respeitando a faixa etária e o nível de conhecimento da criança.”

Capa do livro de Odívia Barros (Foto: Divulgação)

Formação de professores
Na opinião de especialistas ouvidos pelo G1, o falar de abuso sexual na escola requer, sobretudo, uma formação especializada dos educadores.

“É necessário adequar a discussão para as pessoas que podem contribuir. Refletir com formadores de opinião, professores e educadores. A escola é um espaço apropriado, mas é necessário tratar com ressalva o público infantil”, diz a socióloga Graça Gadelha.

Para Graça, publicações como “Segredo Segredíssimo” necessitam de orientação e diálogo porque a “criança não tem capacidade de refletir e entender a mensagem.”

Itamar Gonçalves, coordenador de programa da Childhood Brasil, concorda que tais livros exigem “mediação.” “É um material adequado, mas exige orientação de um adulto, da família ou da escola. Hoje não dá mais para a escola ficar ausente desta conversa. A comunidade escolar tem papel fundamental na prevenção, identificação, bem como na notificação dos casos de violência sexual.”

Para Gonçalves, o tema sexo ainda é tabu na sociedade, muitas vezes os educadores são conservadores. Porém, segundo ele, é necessário discutir questões como desejo e afetividade, que vão muito além do conceito do início da década de 90 que tratava o sexo apenas como reprodução.

A Chidlhood Brasil, organização que defende os direitos das crianças e adolescentes contra abuso e explora sexual, possui um projeto de formação de educadores que já foi levado para os municípios de São Paulo e do Grande ABC. Atualmente, o trabalho é desenvolvido em nove cidades pernambucanas. O objeto é capacitar os educadores para que saibam prevenir, identificar e notificar os casos de violência sexual.

O Ministério da Educação também realizou um projeto de formação de 500 profissionais, sendo 430 da educação e 70 da rede de proteção de direitos de crianças e adolescentes, entre eles, conselheiros tutelares, profissionais de saúde e do desenvolvimento social. Além disso, o MEC possui três publicações que contemplam o tema destinadas aos educadores. São elas: “Guia Escolar: Métodos para Identificação de Sinais de Abuso e  Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”,  “Escola que Protege” e “Impactos da Violência nas Escolas”.

Mais em http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/03/vitima-de-abuso-sexual-diz-que-tema-deveria-ser-abordado-nas-escolas.html

http://www.geracaobooks.com.br/loja/thumb.php?caminho=img/capa/segredissimo_loja.jpg 

Segredo segredíssimo
Autor: Odívia Barros – Conto
Formato 20,5×27,5 cm, 32 págs.
ISBN: 978-85-61501-58-7
Cód. barra: 978-85-61501-58-7
Peso: 0.1 kg.
R$ 22,00

Descrição:
Adriana é uma menina triste que tem um segredo segredíssimo. A sorte dela é que sua amiga Alice é muito esperta, e ao saber do segredo dá a Adriana um conselho conselhíssimo. Adriana segue o conselho e sua vida muda para melhor. Livro infantil polêmico e inovador, já avaliado por educadores, e que vai dar o que falar. A autora toca delicadamente – mas com firmeza – na questão do abuso infantil. Destinado à educação infantil nas escolas públicas e privadas.

1 comentário

Arquivado em Uncategorized

Na Folha de S.Paulo – Cirurgia a frio

Por GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO

No século 19, se alguém procurasse um hospital para tratar um problema no joelho, seria amarrado a uma mesa, e dois ou três enfermeiros segurariam seus ombros e braços enquanto o cirurgião, com as mãos ainda sujas por ter feito a autópsia em um cadáver, serraria seu osso para amputar o membro.
Tudo isso sem anestesia.
Descrições como essa, de um tempo em que o necrotério ficava bem ao lado da sala de operações, estão nas páginas de “Sangue e Entranhas”, livro que conta a história das cirurgias.
O autor, Richard Holligham, jornalista de ciência e apresentador da BBC, recua aos tempos de Galeno, e suas operações em gladiadores feridos nas arenas do Império Romano, e chega às técnicas recentes, como implantes de eletrodos no cérebro.
Nessa trajetória, Hollingham não poupou detalhes: fala de sanguessugas famintas, transplantes desastrados, lobotomias e máquinas futuristas que faziam as vezes dos órgãos do corpo.
“Muitos dos relatos parecem cena de filme de terror, mas ser operado antigamente era exatamente assim”, disse ele à Folha, por telefone, de sua casa, em Londres.
“As necessidades dos cirurgiões eram extremas. Só se operava quando não havia outra saída.”

MÉDICOS E MONSTROS
Hollingham escolheu cinco eixos para contar a evolução das operações: as cirurgias cardíacas, neurológicas, plásticas, a traumatologia e os transplantes.
Em todos, a figura do cirurgião evolui de um barbeiro ou outro membro das classes mais baixas até o profissional altamente especializado.
“Os médicos tinham boa reputação na sociedade, haviam estudado. Mas quem salvava as vidas eram os cirurgiões, menos letrados, mas habilidosos”, afirma.
Para salvar a vida valia tudo, até derramar óleo fervente sobre as feridas à bala, para neutralizar os efeitos “venenosos” da pólvora.
“Imagine o que era operar sem anestesia. As possibilidades eram limitadas”, diz André Mota, professor de história das práticas médicas e coordenador do Museu Histórico da Faculdade de Medicina da USP.
“Dizia-se que o cirurgião tinha que ter olhos de lince, mãos de mulher e a rapidez de uma lebre”, afirma.
Mesmo após a chegada da anestesia, os pacientes continuaram morrendo aos montes. “Com as mesmas mãos que o cirurgião fazia uma autópsia, ele comandava um parto”, diz Mota.
Para Hollingham, o período entre o surgimento da anestesia e a descoberta da importância da assepsia é o mais sombrio da história das cirurgias. “Muita gente morreu nessa época, porque graças à anestesia as operações puderam ser mais longas e profundas, sem que houvesse cuidado com limpeza.”

ENTRAR NA FACA
Apesar dos avanços, da medicina computadorizada e das cirurgias minimamente invasivas, o medo de deitar na maca ainda persiste.
“Nos primeiros anos dos transplantes de coração no Hospital das Clínicas, tinha paciente que fugia, com medo de ser usado como cobaia”, conta André Mota.
Em novembro do ano passado, foi a vez do próprio Hollingham passar pela faca, como muitos dos personagens que descreve no livro.
Deitado numa maca à espera de uma operação na articulação do joelho, ele diz ter parado para pensar que uma cirurgia como essa, há 200 anos, teria resultado numa amputação.
Indagado sobre se sentiu medo enquanto esperava a sua hora de ser operado, ele responde: “Eu tinha razões para isso. Sei muito sobre cirurgias”.

SANGUE E ENTRANHAS
AUTOR Richard Hollingham
EDITORA Geração Editorial
QUANTO R$ 42 (360 págs.)

 

ANÁLISE

Há feridas abertas entre clínica e cirurgia

Por HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA

Os médicos não gostam muito de admiti-lo, mas é forte até hoje a rivalidade entre clínicos e cirurgiões.
O antagonismo tem origens no final da Idade Média. Mais ou menos até o século 12, clínica e cirurgia eram indissociáveis e praticadas, em geral, por clérigos.
A uma dada altura, a Igreja Católica ficou incomodada com o fato de padres e monges se ausentarem de suas obrigações para praticar medicina, de modo que baixou normas para afastá-los da profissão, que as autoridades eclesiásticas viam como uma atividade secular não compatível com a missão divina.
As restrições mais fortes vieram em 1215, no 4º Concílio de Latrão, e atingiram especialmente a cirurgia: “subdiáconos, diáconos e padres” foram proibidos de “exercer qualquer arte médica que envolva cortar ou queimar”.
A ideia era evitar que membros da Igreja se metessem com homicídios, ainda que involuntários.
Como alguém precisava “cortar e queimar”, chamaram os barbeiros, que, ao menos, estavam habituados às lâminas. O divórcio entre clínica e cirurgia estava selado.
Clínicos eram da elite e tinham grau universitário, ainda que a medicina da época não servisse para muita coisa. Já os cirurgiões eram barbeiros, cuja função era meter a mão na massa.
Só a partir do século 18 as carreiras se reconciliaram, embora algumas feridas não tenham cicatrizado até hoje.

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/915789-historia-das-tecnicas-de-operacao-mostra-tentativa-e-muito-erro.shtml

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Direto das profundezas do inferno: Você venderia sua alma ao diabo? O que pediria em troca? Participe

No último fim de semana tivemos inúmeros acessos nesse post do blog e resolvemos reacender essa divertida chama malígna e retomar essa diabólica promoção.

Não deixe de participar e concorrer a um exemplar do “Diário do Diabo”.

VOCÊ VENDERIA SUA ALMA AO DIABO?

Você tem até sexta-feira, 20/05, para participar.

98 Comentários

Arquivado em Editora, livros, Prêmios

Uma história comovente de um menino doente que conta os seus dias finais

Há alguns dias acompanhamos algumas matérias nos jornais e na televisão de um menino americano de 5 anos que paga o seu tratamento de câncer vendendo desenhos de monstros na internet. Se você gosta de lições de vida, de refletir seus atos e de sair do seu mundo pessoal, a Geração Editorial te convida a conhecer a história de Sam, em Como Viver Eternamente, romance de Sally Nicholls. O garoto tem 11 anos, vive a inconstância dor de uma doença, o câncer. Em seu diário, ele relata as suas dúvidas, momentos, desabafos, medo e alegrias.

Sam, apesar de ser um menino, tinha consciência de que a vida não pode ser desperdiçada e por isso traçou o caminho de Como viver eternamente. Ele também mostra que não há limites para a imaginação e que a felicidade pode ser conquistada através de atos simples.

Você já parou para pensar em como tem levado seus dias? Em quantas vezes tem deixado de sorrir? Nos abraços que não tem dado? Nas vezes que esqueceu de dizer o quanto ama as pessoas que te rodeiam? Nos momentos que tem deixado de viver?

Então se permita envolver nessa encantadora história de um menino como outro qualquer que descobriu na dor a melhor forma de viver seus poucos dias. Só para vocês saberem o Sam morreu, mas deixou alguns questionamentos. A escritora Sally Nicholls já vendeu milhões de exemplares pelo mundo com esse maravilhosa fábula sobre a perda.

1 comentário

Arquivado em Uncategorized

Entrevista com Paula Fontenelle autora do livro “Suicídio” na Rádio USP


No dia dez de janeiro de 2005 eu acordei com um telefonema de minha irmã Renata dizendo que nosso pai acabara de se matar com um tiro na cabeça”.
A frase é da jornalista Paula Fontenelle que, chocada com a morte voluntária do pai, mergulhou por três anos no enigmático mundo do suicídio. O empenho na busca por respostas resultou num livro cheio de surpreendentes casos reais – a começar pela história da própria autora – depoimentos de psicólogos, psiquiatras e especialistas em suicídio, além de uma extensa pesquisa bibliográfica.

Para escrever “Suicídio – o futuro interrompido”, Paula entrevistou pesquisadores de vários países, estudou a linguagem simbólica e os significados de cartas de despedida, participou de grupos de discussão na Internet, anotou relatos de quem tentou tirar a própria vida e conversou com pessoas que sofrem pela perda de um amigo ou familiar nessas condições. Entre os especialistas mais respeitados, está Edwin Schneidman, psicólogo norte-americano considerado o pai da suicidologia moderna,  responsável pela abertura do primeiro centro de prevenção ao suicídio nos Estados Unidos.

Sem medo de ousar ao tratar de um assunto tão polêmico, a autora mostra, com este livro lançado pela Geração Editorial, que não existe uma única resposta. Em vez de trilhar somente um caminho, a jornalista preferiu trazer uma abordagem mais séria e científica sobre o tema, mundialmente tratado como um problema de saúde pública. Só assim pode-se empreender um debate amplo e sem preconceitos.

A sensibilidade – impulso inicial devido ao suicídio do pai que, aos 68 anos, optou pela morte – está em cada página deste livro. A narrativa é uma mistura da voz da jornalista, quando conta a própria história familiar, seguida de depoimentos dos entrevistados. Além disso, Paula equilibra o conteúdo do trabalho com as pesquisas mais recentes a este respeito nos campos da psicologia, psiquiatra, educação e políticas públicas de saúde mental.

“A obra traz uma mensagem otimista e proativa. Relato histórias de superação, esclareço quais são os sinais de alerta emitidos por pessoas propensas ao suicídio, derrubo mitos acerca do assunto, trago a opinião de vários especialistas. Quero dividir com todos o que há de mais atual sobre este tema de forma clara, sem rodeios e, quem sabe, ajudar as pessoas que vivem situações de risco a prevenir a morte voluntária e a enxergar alternativas”, diz a autora.

A Organização Mundial da Saúde estima que em 2020 cerca de 1,53 milhão de pessoas morrerão desta forma, o que significa um caso de suicídio a cada 20 segundos. Este índice representa um crescimento de 74% em relação às 877 mil mortes voluntárias registradas em 2002. Dados como estes provam o quanto o tema deve ser levado a sério pela sociedade.

Durante a pesquisa, Paula se deparou com uma enorme escassez de dados e informações no Brasil. Ela lamenta a falta de políticas de prevenção no País. “Não conseguia encontrar obras voltadas para o público leigo, por isso decidi preencher esse vazio”, esclarece.

O livro traz um capítulo especialmente dedicado à mídia. Partindo de orientações adotadas internacionalmente, a autora levanta uma discussão de como a imprensa trata ou deveria lidar com o tema, trazendo inclusive exemplos de coberturas adequadas de veículos nacionais e estrangeiros.

No mínimo, intrigante

“Suicídio – o futuro interrompido” é o primeiro livro do Brasil que soma uma pesquisa exaustiva a relatos verídicos, escrito numa linguagem objetiva e clara. Longe de emitir julgamentos, a jornalista fala do próprio sofrimento, uma dor que está cada dia mais próxima às pessoas e que precisa conquistar um espaço de debate na sociedade.

Na memória, muitas lembranças. Ao longo de sua narrativa, Paula traça uma linha do tempo entre a infância do pai e a última vez que falou com ele – um dia antes de sua morte –, procurando identificar, nesta biografia, o que o levou a uma opção tão drástica e irreversível. Ela também mostra, por meio de relatos comoventes, exemplos de pessoas que encontraram razões para viver.

Neste livro, Paula Fontenelle não se propõe a dar respostas absolutas e sim a ajudar as pessoas a identificar os sinais, entender os fatores associados ao suicídio, saber como agir numa situação de risco, lidar com a dor da perda e enxergar alternativas. Além de tudo isso, a autora pretende quebrar o tabu que tem levado o tema ao perigoso espaço do silêncio.

Confira a entrevista que a autora concedeu para a rádio USP:

Entrevista com Paula Fontenelle

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Na Galileu deste mês: O lado obscuro da cirurgia

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

No Estadão: História singela para um tema difícil


Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized