Morre autor do livro “A lista de Schindler – a verdadeira história”

É com pesar que a Geração Editorial anuncia o falecimento do autor de   “A lista de Schindler – a verdadeira história”,  Mieczyslaw (Mietek) Pemper. Ele morreu, na terça-feira, aos 91 anos, mas a prefeitura da cidade alemã de Augsburgo, onde vivia, anunciou apenas nesta quinta-feira.

Após anos no anonimato, a história da lista que poupou a vida de 1.200 judeus ganhou as telas do cinema com Steven Spielberg e a Geração Editorial em 2010 trouxe com exclusividade para o Brasil, a versão contada pelo homem que redigiu a verdadeira lista das empresas de Oskar Schindler.

Saiba mais sobre o livro:

                                   A verdadeira história da Lista de Schindler

Livro traz os detalhes mais cruéis de quem sentiu na pele as atrocidades do nazismo

Sobrevivente do Holocausto e testemunha de como a Lista foi elaborada revela como viveu no inferno, serviu ao diabo e sobreviveu

Em seu célebre discurso aos trabalhadores judeus de suas empresas, após a libertação, em maio de 1945, Oskar Schindler – autor da famosa Lista que leva seu nome e deu origem ao filme de Steven Spielberg – declarou: “Não me agradeçam por terem sobrevivido. Agradeçam a seus compatriotas que se esforçaram dia e noite para livrá-los do extermínio. Agradeçam a seus intrépidos e destemidos companheiros Stern e Pemper, que, durante as tarefas que desempenharam a favor de vocês, contemplaram a morte diante de seus olhos a cada momento.”

Pemper é Mietek Pemper, o herói judeu que trabalhava, forçado, para o carrasco e assassino nazista Amon Göth. Arriscando a própria vida, ele seria o único, segundo o próprio Schindler, capaz de contar a emocionante história da Lista “de forma autêntica”. Pois ele, finalmente, contou, num livro que a Geração Editorial está lançando neste final de mês: “A Lista de Schindler – a verdadeira história” (280 páginas, R$ 34,90).

O livro traz as memórias de um sobrevivente que passou por todas as atrocidades possíveis do Holocausto, entre os anos de 1939 a 1945, e ainda conviveu por mais de 500 dias no “Epicentro do Mal”, servindo diariamente um dos mais sanguinários nazistas, o commandeur Amon Göth, chefe do Campo de Concentração de Krakau-Plaszów, onde mais de oito mil judeus foram assassinados.

No final da guerra, o judeu polonês Mietek Kemper, este sobrevivente, testemunhou contra os comandantes nazistas no Tribunal Internacional Militar de Nuremberg. Anos depois, em 1990, já bem velhinho, ele colaborou na produção do filme A Lista de Schindler, de Steven Spielberg. Faltava escrever seu próprio livro, que ele lançou em 2010, prestes a completar 90 anos de idade.

É com emoção extraordinária que Pemper relembra sua vida no campo de concentração, onde serviu o tal carrasco, e sua amizade com o empresário alemão Oskar Schindler, o homem que conseguiu resgatar, numa operação sem precedentes, mais de mil judeus condenados a morrer nos campos de concentração nazistas.

A obra tem uma narrativa fantástica, com depoimentos retirados da sua excelente memória e de anos de pesquisa nas mais diversas fontes. O autor conseguiu mais uma façanha para sua vida: imortalizar um fato histórico pela visão de quem viveu o terror do nazismo e que precisa ser lembrado constantemente para que o mundo não volte a cometer as mesmas barbáries do passado.

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4 Comentários

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4 Respostas para “Morre autor do livro “A lista de Schindler – a verdadeira história”

  1. edelvio coelho lindoso

    Pemper, descanse em paz, que Deus o acolha e que os que escaparam daquele inferno e partiram como você, já em liberdade, o encontre e o saudem.

    Que seus irmãos em Israel, rememorem aquelas angustias, e se recusem a replicá-las sobre os Palestinos hoje ainda não imolados. Esse povo e essas terras que estão sendo assolados há 62 anos, não merecem esse holocausto invertido.

  2. Paulo Roberto Barbosa

    A História contada segundo por ouvir dizer pelo Mietek Pemper judeu Polonês para o empresário Schindler. O judeu nunca trouxe prova material e concreta dos fatos contado por ele, única testemunha, nem tampouco evidências que nos levassem a acreditar na sua declaração para o Tribunal de exceção em Nuremberg, As testemunhas não podia ser interrogadas pelo advogado de defesa era proibído a ampla defesa dos acusados, nen tampouco poderiam serem condenados, pelo simples motivo de não existir léi anterior que defina como crime (principio da reserva legal). Pesquizem para saberem se aquelas declarações dos judeus são verdadeiras para que não sejamos levados a êrro pela astúcia de satanaz. O holocausto foi inverso, onde o bombardeio maçico sobre a população civil da Alemanha desencadeada pelas forcas aliadas, comandadas por Churchil o maçon druida e Roosevelt judeu Americano

    • Edson Ramos

      Meu caro Paulo Roberto,você nunca viu as fotos,os filmes originais,que esses covardes nazistas cometeram contra esse povo,sinto muito mas você não sabe nada da VERDADEIRA HISTÓRIA,

  3. HIstóriaNet

    Paulo, deixe de ser tosco! Estude história e aprenda a escrever!

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