Arquivo do mês: agosto 2011

Homenagem ao Dia Mundial da Fotografia

Fotógrafa revela “Mulheres de Cabul” durante e após o Taleban

A inglesa Harriet Logan ouviu e fotografou dezenas de mulheres do Afeganistão submetidas a leis que só faltavam proibir viver

Mulheres de Cabul, da premiada fotógrafa inglesa Harriet Logan, que visitou o Afeganistão para ouvir e fotografar dezenas de mulheres durante o regime obscurantista do Taleban e depois dele. É um livro impressionante sobre um mundo tão absurdo que parece pesadelo, algo difícil de imaginar em pleno século 20. Trata-se de uma reportagem viva, emocionante, quase inacreditável, que supera qualquer ficção. Mulheres de Cabul de certa forma amplia, de maneira mais realista e crua, o universo afegão mostrado no romance O caçador de pipas, de Khaled Hosseini, e no livro O livreiro de Cabul, de Asne Seierstad. Com mais uma vantagem: traz dezenas de belíssimas fotos. 

Durante o regime do Taleban, de setembro de 1996 a outubro de 2001, as mulheres do Afeganistão foram submetidas a absurdas leis repressoras. Se saíssem de casa, elas não deviam usar trajes elegantes, produtos de beleza nem atrair a atenção; só podiam lecionar para a família; não podiam trabalhar fora nem freqüentar escolas. As proibições atingiam a todos: não se podia rir em público; ouvir qualquer tipo de música, nem em festa de casamento; brincar com pássaros; empinar pipas, e fotografias eram consideradas formas de idolatria.  

Foi nesse mundo de trevas que Harriet Logan mergulhou em busca de histórias e imagens humanas e dolorosas, a convite da London Sunday Times Magazine, em dezembro de 1997, quinze meses depois que o Taleban havia assumido o controle do Afeganistão. Era uma missão perigosa, mas a polêmica fotógrafa, habituada a enfrentar situações de risco, aceitou. “Eu sempre quis visitar o Afeganistão”, diz. Do Paquistão até Cabul levou seis horas num percurso de 160 quilômetros. Ainda no caminho para a capital afegã, ela e o jornalista do Sunday Times que a acompanhava tiveram contato com o mundo que visitariam. “No decorrer da viagem, meu motorista e o intérprete foram espancados porque meu véu escorregara um pouco para trás, deixando entrever uma pequena mecha de cabelo quando eu saía do carro.” 

Em Cabul, cidade dominada pelo medo, o que Harriet Logan ouviu e registrou foram relatos de mulheres de personalidade forte, que não se deixavam abater pelo regime autoritário. Era um perigo para a visitante e as mulheres do país. Entre uma casa e outra, ela cobrir o rosto com a burkha, que só tirava quando entrava nas casas. Também usava sapatos emprestados pelas mulheres, para ninguém notar que ela não era afegã. O risco valeu a pena, como se pode ver nas páginas de Mulheres de Cabul. Algumas das mulheres ouvidas e fotografadas em 1997 foram novamente visitadas por Harriet após a queda do Taleban, em 2001. 

Logo que Harriet entrou no quarto frio da professora Zargoona, que lecionava física antes do regime do Taleban, a afegã começou a chorar. A profissão fora proibida para mulheres. “Nós, professoras, continuamos preparando testes e provas, que eu levava até a escola para entregar aos alunos. Mas os Talebans me descobriram e ameaçaram. ‘Se você voltar aqui, vamos cortar suas pernas para que não posa mais andar’.” Quando Harriet a reecontrou em 2001, Zargoona – magra e trêmula – voltou a chorar. Estava com câncer e não tinha dinheiro para o tratamento e remédios.

Foi um outro mundo o que Harriet encontrou em Cabul após a partida do Taleban. Objetos proibidos ressurgiam. Os mercados exibiam TVs, câmeras de vídeo e fitas cassete. As lojas tinham as paredes cheias de pôsteres e cartões-postais de cantores indianos e de Kate Winsler, “que parecia ser muito popular após o grande, apesar de clandestino, sucesso de Titanic no Afeganistão”. A fotógrafa encontrou um céu decorado por centenas de pipas, “muitas delas feitas de simples sacos plásticos com fotos do Rambo.”

Mas não foi somente isso que chegou a atenção da inglesa. As mulheres ainda usavam burkhas, ao contrário do que se esperava no Ocidente. “A mudança está acontecendo lentamente, em parte devido à reação dos homens ao ver mulheres descobertas em público, pela primeira vez em cinco anos.” 

Sanam, uma garota de nove anos, que sonha em ser médica, pôde comemorar os novos tempos de liberdade com sua boneca chamada Sadaf. “Agora posso passear com a minha boneca sem medo”, disse. “Quando os Talebans estavam aqui, eu precisava esconder minha boneca atrás de mim, porque se eles a encontrassem, teriam me batido.” 

A professora e supervisora das escolas de Cabul Nahed, de 32 anos, não quer que o Taleban exista mais. Um dia ela e outras mulheres apanharam porque estavam com os rostos descobertos [com as burkhas erguidas] num ônibus. “A polícia do Vício e Virtude nos avistou de alguma forma, apesar das cortinas, entrou no ônibus e bateu em todas nos com bastões.”  

O trabalho fotográficos de Harriet Logan circula pelo mundo inteiro, em revistas como London Sunday Times Magazine, Fortune, Marie-Claire e Elle. Harriet tem fotos expostas em vários países da Europa e nos Estados Unidos. E pode ser admirado agora também em Mulheres de Cabul.

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Piloto de Hitler entra na lista dos mais vendidos da Veja

Piloto de Hitler entra na lista dos mais vendidos da Veja

O livro O Piloto de Hitler, a vida e a época de Hans Baur, (R$ 39,90), do norte-americano C. G. Sweeting, publicado pela Geração Editorial, entrou na lista dos mais vendidos da revista Veja, nesta semana. A obra está na 15ª posição e já figura em outras classificações importantes, como da livraria Laselva, Livraria da Folha e Publishnews.

Em O Piloto de Hitler é possível enxergar por um novo ângulo a figura de Adolf Hitler. Quem conta os detalhes é o piloto Hans Baur, que conviveu com o Füher e esteve ao seu lado durante o fortalecimento do nazismo até a morte do carrasco nazista. Baur era a sombra do nazista no céu. Viveu os momentos infernais que incendiaram a Europa. Ele acima de tudo amava o Füher e os aviões.

Esse é um livro que faltava sobre as duas guerras mundiais e o inferno do nazismo. C. G. Sweeting resgata nas páginas deste O piloto de Hitler o testemunho privilegiado de um homem fiel ao ditador alemão mesmo depois dos dez anos de sofrimento em masmorras e campos de prisioneiros da União Soviética.

O piloto de Hitler- A vida e a época de Hans Baur
Autor: C. G. Sweeting
Formato: 15,5×22,5
Páginas: 440
Categoria: Biografia
ISBN: 978-85-63420-04-6
Código de barras: 978-85-63420-04-6
Preço: R$39,90

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MEU PAI, por Luiz Fernando Emediato

Há alguns anos, publiquei no Caderno 2 do Estadão uma crônica sobre meu pai aventureiro, um herói anônimo de nosso pais. Ele morreu em 2006, com 80 anos – muito jovem, para os padrões de nossa família, cujos membros começam a envelhecer aos 70 e morrem, geralmente de algum acidente, entre os 98 e 104 anos. Na véspera do Dia dos Pais, republico aqui aquela crônica.

Houve um tempo em que odiei meu pai. Eu era adolescente, um jovem triste com idéias suicidas e uma justificada revolta contra o mundo contraditório e injusto que só então começava a conhecer verdadeiramente. A descoberta da realidade foi sem dúvida um choque. E naquele tempo, por razões que só mais tarde pude compreender, eu odiei meu pai.

Meu pai era um homem gordo e aventureiro, desprendido da família, que gastou a melhor parte de sua vida correndo atrás de sonhos. Era um homem rude que arou a terra, plantou, colheu e perdeu. Escavou o solo atrás de ouro e diamantes e nada achou. Varou o mundo. Voltou de mãos vazias, mas sólido como um carvalho.

Em 1964, foi expulso de Brasília – para onde tínhamos ido, em busca da terra prometida – acusado de subversivo, janguista e comunista, ele que de política entendia tanto quanto a maior parte dos pobres e desinformados brasileiros. De desgraça em desgraça, meu pai acabou sem a família, separado da mulher e dos filhos, vendendo churrasquinho, doente e solitário numa rua do interior de Minas.

Foi então que aprendi a amar meu pai. O que teria acontecido entre nós?

Hoje, distanciado de tudo aquilo, e com marcas tão dolorosas quanto as que meu velho pai sem dúvida possuía em todo o corpo, penso que ser pai é uma atividade amarga e doce, com toda a sua carga de alegria e tristezas, mas de qualquer forma algo maravilhoso, se temos sorte ou não fechamos os olhos e o coração às duras verdades da vida.

Devo ter odiado meu pai porque ele nos amava de uma maneira especial, tão especial que poucos de nós, seus filhos, fomos capazes de compreender. Na infância, suas longas ausências e suas febris atividades o afastaram de nós, e sem dúvida tal carência marcou os pequeninos corações de seus filhos abandonados.

Acho que na adolescência tudo isso desaguou no ódio que sua grande ausência provocou. Mas, de repente, como numa iluminação, percebi que suas ausências não eram na verdade ausências: que, mesmo distante, ele, nosso pai, sempre estivera perto de nós, pois a presença dele era tão forte que não necessitava de seu corpo próximo de nós para que a sentíssemos.

Costumamos admirar os homens quando eles alcançam grandes sucessos na vida, tornam-se brilhantes, famosos, legendários, heróis. Aprendi a amar meu pai quando percebi que ele sempre fracassara em todos os seus projetos e que seria sempre um anônimo e sofrido cidadão brasileiro. Nenhuma de suas quedas o abateu, nem mesmo as mais terríveis, e quando vi a patética força humana que emanava daquele corpo descobri, entre lágrimas, que meu pai era um grande homem. Ele nada conseguira na vida, mas sua luta foi tão soberba que seria impossível não admirá-lo.

Assim como o Quixote, meu pai pertencia a essa classe de visionários sem os quais o mundo não anda. As pessoas comuns costumam considerar tais homens como loucos, ovelhas desgarradas, anormalidades. Pois eu digo que a História não se faz sem estes andarilhos anônimos, essas pequenas vidas que passam pelo mundo sem que ninguém perceba – mas é com seu anônimo esforço, multiplicado por um milhão, ou por um bilhão, que se faz a História de todos os homens.

Em 1984 eu escrevi um livro, “O Outro Lado do Paraíso”, e dediquei-o a meu pai. Foi o início da reconciliação. É o livro da vida dele, um livro escrito por um filho emocionado que se redimiu daquele ódio escrevendo não só sobre o que tinha sido, mas também sobre o que poderia ter sido se os homens fossem mais francos e se entre eles houvesse diálogo para acabar com toda a dor, toda a incompreensão, toda a injustiça.

Fui amigo de meu pai e ele foi meu amigo. Na solidão anônima de sua velhice apagada numa cidade de Minas Gerais, ele continuava, no entanto, grande, poderoso, correndo ainda atrás de sonhos, miragens, delírios. Ilusões. Mas o que mais nos mantém erguidos num mundo em que só a utopia, e mais nada, merece verdadeiramente nossa atenção?

Tenho três filhos adultos – Alexandre, Rodrigo e Fernanda – e um de seis anos, Antonio, e fico imaginando o que ele, Antonio, pensará de mim dentro de alguns anos, quando chegar à adolescência e começar a fazer perguntas mais profundas e intensas que as que já faz hoje, tão infantis, mas tão certeiras. Assim como meu pai, também eu persigo minhas miragens, meus sonhos – também eu me afasto inevitavelmente de meus filhos, subjugado pela força poderosa dos projetos quase irrealizáveis.

A carência humana é um poço sem fundo que jamais se completa.

Mas eu espero que, quando chegar o grande momento da verdade, meus filhos saibam compreender-me, e eu a eles, como compreendi meu pai, e como meu pai me compreendeu – mas também espero que eles me compreendam mais cedo (e eu a eles), para que não soframos, ou soframos menos.

Agora, quando mais uma vez o comércio – que pensa mais em lucros que propriamente em amor – explora esse Dia dos Pais, eu me pergunto se tal data não pode ser também um pretexto (mais um) para que meditemos a respeito de nós mesmos, nossos relacionamentos, nossos erros, nossa intolerância, e descubramos o difícil caminho do amor.

É com palavras que se constrói o diálogo capaz de aproximar e de unir as pessoas. Por timidez, covardia ou preguiça, muitas vezes hesitamos em abrir para o outro nossos duros corações. Mas nada é mais rico e gratificante do que a compreensão que vem daí – do diálogo amoroso – e nada torna o homem mais feliz e rico do que a sinceridade, a descoberta de que nem tudo aquilo que sentimos ao longo de tantos anos era verdadeiro.

Sim, houve um tempo em que odiei meu pai. Foi fascinante descobrir que sempre o amei.

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Autor de “Operação Hurricane” ministra palestra na PUC – SP

Livro-bomba e polêmico

O desembargador federal J.E. Carreira Alvim, autor do polêmico Operação Hurricane, um juiz no olho do furacão, ministrará palestra, na segunda-feira, (15/08), para os alunos do curso de Direito e interessados da Pontifícia Universidade Católica (PUC), no Campus Perdizes.

O evento está previsto para começar às 20h, no auditório 239, no 2° andar. O magistrado vai apresentar para os estudantes os bastidores da sua prisão (sem provas), da elaboração livro e sobre a sua carreira de juiz.

Sobre Carreira Alvim:

O desembargador Carreira Alvim não é somente um magistrado. Ele doutorou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, e, antes de ingressar na magistratura federal, no Rio de Janeiro, atuou no então Tribunal Federal de Recursos em Brasília, como procurador da República, no primeiro concurso público havido no País. Desde o início da sua vida forense, atuou como advogado, dedicando-se também ao magistério, lecionando Direito Processual Civil. Além disso, é autor de dezenas de obras jurídicas de grande aceitação pelos operadores do direito, como Teoria Geral do Processo, já na 14ª edição, e uma coleção em dezesseis volumes dos “Comentários ao Código de Processo Civil Brasileiro”.

SERVIÇO:

Palestra: Operação Hurricane, um juiz no olho do furacão

Quando: Segunda-feira (15/08)

Onde: PUC

Auditório 239

Rua Monte Alegre, 984, Perdizes

“Operação Hurricane”: um juiz no meio de um furacão cheio de perversidade, escândalo e mentiras

Neste livro impressionante, publicado pela Geração Editorial, o desembargador José Eduardo Carreira Alvim desmonta a farsa que o levou à prisão em 2007, revela os bastidores da Justiça brasileira, denuncia policiais, procuradores e juízes  poderosos e clamar por justiça

Quatro anos depois de ter sido preso e desmoralizado injustamente, com transmissão direta pela Rede Globo, apesar do “segredo de justiça” da operação, o desembargador José Eduardo Carreira Alvim publicou, pela Geração Editorial, o livro Operação Hurricane – um juiz no olho do furacão, em que desmonta o que chama de farsa montada pela Polícia Federal – farsa aceita pela Justiça e pela mídia, o que o impediu de ser eleito presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, e o levou à prisão e à aposentadoria antecipada.

Em relato claro, didático, detalhado e impressionante pelas revelações que desnudam os bastidores da Justiça brasileira, Carreira Alvim conta seu calvário, busca as razões de ter sido preso por crimes que não praticou, indaga por que seus direitos de magistrado não foram respeitados e denuncia ter sido vítima de uma conspiração odiosa, tramada por altas autoridades da justiça e da polícia. Estranhamente, seu processo está parado desde 2007 no Supremo Tribunal Federal – STF.

Ele foi preso sob a acusação – inverídica, segundo ele – de ter recebido pagamento para autorizar o funcionamento de casas de bingo no Rio de Janeiro e integrar uma quadrilha que beneficiava os donos das casas de jogo. Teve sua vida devassada pela Polícia Federal e pelo Fisco, mas nada contra ele foi encontrado. Apesar disso, foi afastado do Tribunal Regional Federal e aposentado.

Mais informações em www.geracaoeditorial.com.br

Contato Assessoria de Imprensa

Adriana Carvalho – Adriana@geracaoeditorial.com.br

Willian Novaes –  wnovaes@geracaoeditorial.com.br

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Qual é o livro que tem a cara do seu pai?

Selecionamos 22 livros e criamos um perfil dos possíveis pais que existem nas famílias brasileiras. Então qual é o livro que tem a cara do seu pai? Trace o perfil do seu pai a partir do título de um dos livros abaixo e concorra. As cinco melhores respostas vão levar um exemplar (do perfil escolhido) que poderá ser o presente do seu querido papai. O resultado sai na tarde de quinta-feira.


Pai Intelectual:
Schopenhauer, biografia. Ele provocou um   terremoto na  filosofia da consciência e antecipou-se em anos à psicanálise de Freud

Pai Escritor: Cartas Anônimas. Numa pequena e desimportante cidade chamada Todavia, os seus moradores ficam enviando cartas sem remetente.

Pai Historiador: Titília e o Demonão. Cartas do imperador Dom Pedro I à marquesa de Santos que se imaginavam desaparecidas foram encontradas.

Pai Militar: O Piloto de Hitler, a vida e a época de Hans Baur. Traz relatos do homem que foi o único piloto do Füher na 2ª Guerra Mundial.

Pai Clássico: A Fome. Knut Hamsun, premiado com o Nobel em 1920, descreve os tormentos de um escritor vagabundo e famélico q vaga pelas ruas.

Pai Polêmico: Operação Hurricane. Livro-bomba traz a versão do desembargador, Carreira Alvim, q acordou convertido em um marginal pela PF.

Pai Prestativo: Segredo Segredíssimo. Pioneiro e polêmico: uma história para crianças q as ensina a se protegerem contra o abuso sexual.

Pai Solteiro: Não Existe Mulher Difícil. Homem é mesmo tudo igual. Um bando de cafajestes. Eles só querem comer, de preferência todas.

Pai 171: Honoráveis Bandidos. Toda a insólita trajetória do ex-governador do Maranhão, ex-presidente da República e atual senador.

 Pai Emotivo: Um Amor Exclusivo. Autora relata passagens do passado e  presente e tenta remontar o último dia da vida de seus avós.

Pai Moderninho: O Legado Caça-Vampiro. Vitória é jovem e usa um piercing no umbigo. Ela vive na Inglaterra e herdou um legado: matar vampiros.

Pai Noveleiro: 40 anos de Gloria. Biografia autorizada de uma das atrizes mais competentes da TV brasileira, Gloria Pires.

Pai Revolucionário: Operação Araguaia. As Forças Armadas afirmam q os arquivos da Guerrilha do Araguaia foram queimados. Não é verdade.

Pai Pescador: Cock & Bull – Histórias para boi dormir. As pessoas acordam com um órgão sexual sobressalente do sexo oposto e agem numa boa.

Pai Informado: Vôo para Escuridão. As histórias de masmorras atravessam a literatura. Um relato sem piedade, em um mundo de pavor e sombras.

Pai Novo: Um Diário para Jordan. Sargento americano luta no Iraque e depois das missões, escreve um diário para o filho q acabou de nascer.

Pai Gay: Sarah. É uma história de uma criança graciosamente andrógina – o narrador – cuja mãe veste-o como mulher.

Pai Cinéfilo: Escolha de Sofia. Mostra o drama de uma mulher corroída pela culpa, que nenhuma felicidade consegue desviar do aniquilamento.

 Pai Saidinho: Eu Amei Victoria Blue. Davi, jovem estudante em NY, apaixona-se por sua vizinha. Gaúcha, encantadora, linda e q tem 1 segredo.

Pai Juvenil: Faca na Garganta. A história, que causa arrepios nos leitores, é narrada pelo anti-herói Cide, de 18 anos, que só pensa em sexo

Pai Músico. Como John Lennon pode mudar a sua vida. Uma análise da obra autorreferente do cantor e as lições contidas nos seus atos.

Pai Sarado: Obesus Insanus. A gula é tema principal de uma investigação e discussão sobre o seu papel ao longo da história.

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O piloto de Hitler decola e chega à lista dos mais vendidos

A Segunda Guerra Mundial e o Nazismo são temas que ainda despertam a curiosidade e sempre surgem novos livros que abordam a temática. A Geração Editorial conseguiu explorar com ineditismo este tema com o lançamento O Piloto de Hitler, a vida e a época de Hans Baur e trouxe novidades excepcionais, mesmo após décadas, para o público. Resultado: a obra já figura entre os mais vendidos de grandes redes de livrarias do país.

No livro é possível enxergar por um novo ângulo a figura de Adolf Hitler. Quem conta os detalhes é o piloto Hans Baur, que conviveu com o Füher e esteve ao seu lado durante 13 anos, durante o fortalecimento do nazismo até a morte do carrasco nazista. Esse livro tem como pano de fundo a aviação e resgata a história através de imagens inéditas de aviões usados na Segunda Guerra e do dia-a-dia de Hitler. Baur era a sombra do nazista no céu. Viveu os momentos infernais que incendiaram a Europa. Ele acima de tudo amava o Füher e os aviões.

O Piloto de Hitler estampa a lista dos mais vendidos do Publish News e de uma das maiores redes de livrarias do país a Laselva. Além do destaque na Livraria da Folha.

Não perca a chance de conhecer esse livro capaz de prender da primeira a última página. Numa leitura exclusiva sobre um dos períodos mais sangrentos e horripilantes da história mundial.

Mais informações em http://www.geracaoeditorial.com.br/

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TPM – Tendência para matar

  Título: TPM – Tendência para matar
Autora: Bruna Gasgon
Formato: 13,5×20,5
Páginas: 100
Categoria: Autoajuda
ISBN: 978-85-63420-07-7
Código de Barras: 978-85-63420-07-7
Preço: R$ 19,90
Sinopse:

TPM – TENDÊNCIA PARA MATAR veio para esclarecer aqueles dias em que toda mulher se torna um perigo para maridos, namorados, amigas e amigos que a cercam. A “tensão pré-menstrual”, com sua carga de nervosismo, ansiedade, angústia, pode levar algumas mulheres a realmente saírem correndo com uma arma atrás de quem as perturba.
Mas o perigo pode ser aliviado e combatido pelo esclarecimento. Numa prosa coloquial e bem-humorada, a palestrante Bruna Gasgon, especializada em cursos e workshops de motivação profissional e problemas interpessoais, deixa claro que o conhecimento é a salvação. Não só para as mulheres, mas para os homens que as amam e em geral não as compreendem. E para todos que têm que conviver com os efeitos do problema, direta ou indiretamente.
RELEASE:

TPM – “TENDÊNCIA PARA MATAR”: VISÃO BEM-HUMORADA DE UM PROBLEMA ANGUSTIANTE

 Ao cantar “mulher é um bicho esquisito/todo mês sangra”, a roqueira Rita Lee apenas falava de um modo engraçado e alegre de um problema feminino que sempre gerou grandes angústias na mulher e medo e superstição nos homens. A clássica TPM, ou tensão pré-menstrual, termo cercado de uma aura de desprazer e maldição entre homens e mulheres, é a responsável pela ideia de que a mulher, sangrando todo mês, traz consigo uma carga atávica de desespero e de loucura, traduzida no nervosismo e nas ansiedades que a TPM acarreta. No entanto, não há problema que não possa ser tratado seriamente, com objetividade, desde que a inteligência e o humor entrem em ação.

É o caso do livro TPM- Tendência Para Matar, de Bruna Gasgon (98 páginas) que a Geração Editorial está lançando.  Já nos subtítulos, Gasgon diz a quem está se dirigindo com seu tratado bem-humorado sobre o assunto tabu: “Para você, mulher, que sabe exatamente o que eu quero dizer com isso.”

Com um prefácio da própria autora, o livro conta com 11 capítulos sempre sucintos, bem escritos, em que o problema, seríssimo, pois pode gerar até ataques violentos e homicidas quando algumas mulheres mergulham em atitudes totalmente irracionais ao serem acometidas por ele, é analisado minuciosamente, revelando curiosidades, dicas, detalhes e costumes femininos aos quais os homens sempre dedicam pouca atenção, para maior desespero das mulheres, que precisam contar com a compreensão dos parceiros nessas horas bem difíceis e nem sempre a encontram. Por isso, em seu prefácio, Gasgon vai advertindo que seu livro trata de problemas femininos, mas que é fundamental que os homens também o leiam para saber como lidar com ele de modo lúcido e inteligente.

Exemplos do bom-humor com o qual o problema da TPM é tratado no livro se revelam já nos títulos dos capítulos, que fisgam o interesse do leitor pela engenhosidade e pela promessa de mexer em temas interessantes e nem sempre considerados: “Hormônios Assassinos”, “Você pode matar pelo menos uma pessoa”, “Quando os absorventes eram do tamanho de um Fusca”. Preocupada em divulgar corretamente as causas orgânicas do mal-estar e advertir as mulheres sobre o que pode ou não ser feito neste período, Bruna Gasgon também se preocupa com os efeitos psicológicos da TPM nas relações interpessoais, lembrando aquelas reuniões exclusivas de mulheres que podem se revelar tremendamente complicadas e agressivas devido aos efeitos imprevisíveis da TPM sobre os nervos, bem como esclarece costumes seculares, incorretos e obscurantistas relativos à menstruação, que só para gerações femininas recentes é um assunto abordado às claras. Fala, com humor e conhecimento, de mães que criavam outras tantas superstições na tentativa de ajudarem as filhas a enfrentarem o problema, da ineficácia e do desconforto dos velhos absorventes que, só com o tempo, foram se tornando mais folgados e racionais para as mulheres.

Cólicas, enxaquecas, fibromas, pólipos, altos e baixos de humor, displasia, vários males associados a esse mal cujas torturas psicológicas afetam a mulher e quem mais estiver ao seu redor, são esclarecidos sempre com atenção e consideração, atacando os preconceitos, numa visão generosa e cúmplice. Com sua experiência como palestrante, formada em Publicidade e Propaganda, coach, executiva e artista, organizadora de cursos e workshops sobre motivação em várias áreas, tendo participado dos programas de tevê de Hebe Camargo, Jô Soares e Marília Gabriela, entre outros, Bruna Gasgon sabe do que está falando, como mulher e como estudiosa do assunto, e quer dividir seu conhecimento com muitas leitoras para aliviar o sofrimento de uma verdadeira “praga” que assola a vida feminina.

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Quando fui morto em Cuba

  Título: Quando fui morto em Cuba
  Autor: Roberto Drummond
Formato: 14cmx21cm
Páginas: 208
Categoria: Romance
ISBN: 978-85-61501-68-6
  Código de Barras: 978-85-61501-68-6
Preço: R$ 24,90

Sinopse:
Um homem, uma mulher? Não importa: “Marta Rocha”, que um dia já foi jogador de futebol, vai a Cuba porque uma vidente previu que lá acontecerá uma transformação violenta em sua vida. A mesma história erótica deste travesti enlouquecido voltará em versão política. O início e o fim de uma colagem pop contínua, em forma de delírio e brincadeira com coisas muito sérias da história política e social brasileira. Cuba é um sonho e um pesadelo para os personagens do consagrado escritor mineiro Roberto Drummond. Neste livro de dezesseis histórias, organizado em dois tempos, como uma partida de futebol, e com um intervalo em que o assunto é a morte do craque Heleno de Freitas, ele trata de mortes reais e simbólicas, ressuscitando ícones do cinema como James Dean, Robert Taylor e Marilyn Monroe, e traduzindo agonias e desilusões, sempre com seu talento inegável para a construção de narrativas provocadoras que o marcaram como um dos maiores autores da literatura brasileira.

RELEASE:

Brincando com a morte nos campos da loucura e do desespero

Geração Editorial relança três décadas depois o livro mais pop e simbólico de Roberto Drummond, que vai do pop ao erudito de maneira carnavalesca e enlouquecida  

 Três décadas depois de seu lançamento, em 1982, sai pela Geração Editorial um dos mais enigmáticos livros do consagrado e polêmico escritor mineiro Roberto Drummond, autor do bestseller “Hilda Furacão”: a coletânea de 16 histórias “Quando fui morto em Cuba”. A obra, que faz parte do chamado “Ciclo de Coca-Cola”, é muito revelador do projeto literário do escritor mineiro, nascido em Ferros em 1933 e falecido em Belo Horizonte em 2002, pois toca muito de perto em seus gostos e obsessões e ilustra com muita precisão o espírito pop que presidiu a criação literária do autor.

Roberto Drummond teve um ataque cardíaco que começou durante um jogo entre Brasil e Inglaterra em junho de 2002. Obcecado com a morte a ponto de colocar a palavra nos títulos de vários de seus livros, estranhamente Drummond não procurou um médico quando avisado de que a “indesejada” finalmente se aproximava dele.

“Quando fui morto em Cuba” é abertamente organizado sob espírito do futebol. O livro se divide em duas partes, Primeiro e Segundo Tempo, cada uma contendo oito histórias. Entre elas há um Intervalo em que se narram os delirantes últimos instantes do lendário craque do Botafogo carioca Heleno de Freitas.  A descrição desta agonia é feita em tom de narração de partida feita por um locutor esportivo.

Além do futebol, “Quando fui morto em Cuba” traz outras referências muito caras à literatura de Roberto Drummond: a colagem pop de ícones do cinema, da televisão, da vida cultural urbana do Brasil dos anos 70 e 80, os mitos da esquerda revolucionária (Cuba, Fidel, Che Guevara, a luta armada) já vistos sob a ótica da desilusão e do romantismo fenecido dos anos finais da ditadura militar brasileira, e da própria morte, musa onipresente nos livros de Drummond.

As oito histórias têm uma construção circular. “Quando fui morto em Cuba”, por exemplo, comparece no início numa Versão Erótica e no final numa Versão Política – a mesma história sob dois pontos de vista diferentes que, no entanto, têm plena convergência. Convergir e recorrer, entre colagens pop, fragmentos, citações, referências, paráfrases, parece ser a nota dominante dessas histórias, em que signos como olhos verdes, Minas Gerais, presos políticos, torturados, mortos e agonizantes se unem numa espécie de balé macabro no qual, no entanto, o humor jamais está ausente.

Drummond parece ter prazer nas trocas simbólicas, nos sentidos invertidos ou travestidos, já de cara comprovado com o personagem de “Quando fui morto em Cuba” que, na primeira versão, a Erótica, é um travesti, um homem-mulher apelidado de Marta Rocha, o grande ícone da beleza brasileira, miss dos anos 50 que se perpetuou na memória coletiva do país. Com seus olhos verdes, “Marta Rocha” foi um dia jogador de futebol e isso já remete ao Heleno de Freitas do Botafogo, um dia batizado como “Gilda” pela torcida carioca. “

“Marta Rocha” vai a Cuba como um símbolo da futilidade brasileira, um símbolo que é todo mundo e ninguém, querido por facções políticas de esquerda e direita porque significa evasão, prazer e inconseqüência. Sendo um híbrido, pode acolher toda espécie de projeção e abrigar uma enorme quantidade de significados, e por isso, perdido em si mesmo, vai a Cuba em busca da definitiva transformação. Mas vai para morrer, segundo a previsão de uma vidente. O próprio título do livro remete ironicamente a uma canção, “Quando Sali de Cuba”, de Luis Aguile.

O livro transborda em citações, bem ao estilo de um caleidoscópio que vai do pop ao erudito, de maneira carnavalesca e enlouquecida, pois estas citações podem tanto remeter à canção de Paul Simon “Still crazy after all these years” quanto ao romance “Justine”, de Lawrence Durrell ou a um poema de T.S Eliot. Fora daí, há uma verdadeira obsessão de Roberto Drummond por atrizes e atores de cinema, e as citações se entrecruzam, trazendo Greta Garbo, Marilyn Monroe, Maria Félix, Randolph Scott, Robert Taylor, Brigitte Bardot, Rita Hayworth, entre outros (um dos contos, “Carta ao Santo Papa”, é escrito pela atriz Pier Angeli, que se suicidou, segundo a história de Hollywood, por amor a um ícone supremo do pop: o astro James Dean).

Mas engana-se quem pensar que os contos são presididos por um espírito de futilidade – ao contrário, narrativas como “Camarão grelhado” e “O rio é um deus castanho”, tocam em assuntos da maior gravidade – no primeiro, a tremenda indiferença da classe dominante brasileira por seus miseráveis e, no segundo, a agonia de um pai que um filho vive, desesperadamente dividido entre o dever do luto iminente e uma mulher que o atrai.

Trazendo de volta todo o talento de um escritor mineiro com pés firmes no mundo urbano e na contemporaneidade, esta reedição de “Quando fui morto em Cuba” abriga facetas da arte do escritor que só confirmam a perenidade e o espírito revolucionário de seu trabalho. Autor de livros populares e premiados como “A morte de D.J em Paris” e “Hilda Furacão”, Drummond foi autor de toda uma obra que pode até hoje provocar muitas polêmicas e outras tantas adesões apaixonadas.  Basta, para isso, conferir “Quando fui morto em Cuba”.

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Geração na 4ª Feira do Livro da PUC- SP

Começou hoje, segunda-feira (08/08), a 4ª edição da Feira do Livro da PUC – SP com a participação de diversas editoras do país e a Geração marca presença, com o estande mais bonito e polêmico do local. Não perca a chance de conhecer os nossos títulos e principalmente as promoções exclusivas para os estudantes e professores.

PROMOÇÃO IMPERDÍVEL

6 livros por R$84,00 (14 reais CADA)

5 livros por R$80,00 (16 reais CADA)

4 livros por R$72,00 (18 reais CADA)

3 livros por R$60,00 (20 reais CADA)

2 livros por R$44,00 (22 reais CADA)

1 livro por R$24,00

A feira ocorre entre os dias 8 e 20 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 9h às 22h e aos sábados, das 9h às 13h. *Obs: a feira não abre aos domingos.

 

Endereço:

PUC -SP. Edifício Reitor Bandeira de Mello, térreo.
Rua Monte Alegre, 984. Perdizes – São Paulo

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2ª Edição da PROMOÇÃO – O PILOTO DE HITLER

2º EDIÇÃO – PROMOÇÃO – O PILOTO DE HITLER – LANÇAMENTO

O que você faria se fosse o piloto de Hitler?

Após o sucesso a PROMOÇÃO voltou ao ar!

O comentário com o melhor destino para o ditador sanguinário vai ganhar a biografia de Hans Baur, o homem que pilotou para Adolf Hitler durante anos. Deixe a sua imaginação ir longe e escreva em nosso blog www.bloggeracaoeditorial.com

O Piloto de Hitler foi escrito pelo americano C.G. Sweeting. Esse é um livro que faltava sobre as duas guerras mundiais e o inferno do nazismo. O autor resgata nas páginas o testemunho privilegiado de um homem fiel ao ditador alemão mesmo depois de dez anos de sofrimento em masmorras e campos de prisioneiros da União Soviética. Hans Baur era a sombra de Hitler no ar. Amava o Führer e os aviões. Tudo sobre os horrores da guerra está aqui. Uma leitura eletrizante.

Participe até o dia 10/08 em nosso blog.  O resultado será publicado até as 17h no blog. O livro vai ser entregue em sua casa.

Divulgue no twitter:

Promoção: O que você faria se fosse o piloto de Hilter? Participe e concorra ao lançamento da @geracaobooks. http://wp.me/pC6mz-p0

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