Arquivo do mês: outubro 2011

Índice de livros eletrônicos continua baixo

A sombra da pirataria na indústria musical motivou diversos debates entre editores na Feira do Livro de Frankfurt, que termina amanhã. Apesar de o mercado digital ainda ser incipiente em termos mundiais, concluiu-se que a pirataria já praticada é considerável. “Cerca de 60% dos livros baixados pela internet na Alemanha são ilegais”, afirmou Gottfried Honnefelder, diretor da Federação Alemã do Comércio do Livro, em declaração divulgada pela agência noticiosa EFE. “E as autoridades responsáveis não fazem nada a respeito.”

A cifra foi conseguida a partir de um estudo realizado pela federação, que aponta ainda uma reduzida faixa do mercado alemão ocupada pelo livro digital: 0,7%. Alguns números, no entanto, foram contestados. “A quantidade de pirateados parece ser muito improvável”, rebateu Thomas Mosch, membro da direção da Bitkom, federação de empresas tecnológicas alemãs. Segundo ele, o usuário habitual do livro eletrônico em média tem formação universitária e idade madura, contradizendo o perfil tradicional do pirata da internet.

Curiosamente, tal informação foi em parte desmentida por Claire Holloway, diretora da empresa americana de serviços editoriais Bookmasters. Segundo ela, os livros digitais nos EUA, que ocupam 20% do mercado, estão protegidos em sua maioria, mas a pirataria acontece principalmente nas publicações universitárias. “A preferência recai sobre obras de referências, que são mais caras e que serão utilizadas apenas uma vez pelos estudantes”, explica.

A ação ilegal de baixar um livro sem pagar não atrai os leitores britânicos – segundo Richard Mollet, diretor da Associação de Editores da Grã-Bretanha, depois que um site foi aberto para que as pessoas denunciassem sites com programas irregulares, cerca de 86% dos usuários que apontaram os piratas o fizeram logo na primeira visita.

Outro assunto de segurança marcou a Feira de Frankfurt, esse mais grave. O PEN Club, organização internacional de escritores, divulgou que, em 2011, ao menos 54 escritores ou jornalistas foram assassinados no mundo – estima-se que a cifra possa ser maior – e que 111 estão sequestrados ou desaparecidos. O país onde ocorreram mais mortes até o momento foi o México. E o Irã lidera a lista dos que realizaram mais prisões.

Não foi surpresa, portanto, quando a Associação dos Livreiros Alemães escolheu o escritor argelino Boualem Sansal para receber, amanhã, o Prêmio da Paz. Concedida anualmente durante a Feira de Frankfurt, a honraria privilegia autores que lutam pelos direitos humanos. Proscrito em seu país depois de publicar O Juramento dos Bárbaros, em 1999, Sansal acredita que os intelectuais árabes podem ser símbolos da resistência contra a opressão, mesmo que suas obras sejam pouco conhecidas. “É importante que nossos povos saibam que há quem lute pela democracia.”

Fonte: O estado de S.Paulo

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Caetano Veloso participa da Balada Literária 2011

Caetano Veloso confirmou presença na edição de 2011 da Balada Literária, que será realizada entre os dias 16 e 20 de novembro,em São Paulo. Em2011, o poeta Augusto de Campos, que comemora 80 anos, será o homenageado do evento. A entrada é gratuita.

Cantor e compositor participará de um bate-papo com o poeta Augusto de Campos

O cantor e compositor participará de um bate-papo marcado para dia 17, às 17h30, no Centro Cultural b_arco. Mediado por Claudynei Ferreira, o encontro tem como objetivo promover uma conversa informal entre Augusto e Caetano Veloso.

Grandes nomes da literatura já passaram pelo evento, que chega ao seu sexto ano. Antonio Cândido, Adélia Prado, João Ubaldo Ribeiro, Lygia Fagundes Telles,Luis Fernando Verissimo, Mário Prata e Paulo Lins são alguns dos principais nomes.

Em 2011, além das presenças de Caetano Veloso e do homenageado Augusto de Campos, o evento contará com as participações de João Gilberto Noll, Fabricio Carpinejar, Jorge Mautner, Walter Franco e Tom Zé.

SERVIÇO

Balada Literária 2011
De 16 a 20 de novembro
Entrada franca
Centro Cultural b_arco

Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – Pinheiros
Tel.: (11) 3081-6986

Confira a programação completa da Balada Literária no site: www.baladaliteraria.zip.net

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Príncipe de Histórias: Os Vários Mundos de Neil Gaiman


Príncipe de Histórias: Os Vários Mundos de Neil Gaiman
Autores: Hank Wagner, Christopher Golden e Stephen R. Bissette.
Formato: 15,5 x 22,5
ISBN: 978-85-61501-71-6
Cód. De Barras: 978-85-61501-71-6
Gênero: Biografia
Preço: 69,90
Sinopse:

Quem é o criador de “Sandman”, sucesso absoluto das HQs que em 1989 revolucionou o mundo do gênero e criou uma nova denominação, “Graphic Novels”, transpondo as fronteiras acadêmicas e colhendo elogios da crítica literária?
Neil Gaiman. Mistério, vertigem, desafio. Um gênio criativo de múltiplas faces, que transita das HQs para o cinema, do jornalismo de entretenimento para o romance, o conto e a fábula, a história de terror, a televisão e o cinema. Um agitador cultural que seduz multidões. Um dos dez maiores escritores pós-modernos.
Este livro monumental se propõe a revelar as muitas faces de Gaiman, sua vida, sua obra, seu processo criativo, do homem ao criador, do adolescente leitor de romances de fantasia e mistério ao mito das HQs consagrado em todo o mundo. Fundamental, do início ao fim, para quem lê Gaiman e para quem, não tendo lido, não vai escapar de ler, um dia.

RELEASE:

O fenômeno Neil Gaiman, uma lenda das graphic novels

Fenômeno da cultura pop, amado por leitores sofisticados, mas principalmente por jovens que curtem ou não literatura em geral. Um dos 10 maiores escritores pós-modernos, ao lado de Thomas Pynchon e William Burroughs. Um cofre de histórias que rivalizam com J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis. Autor de histórias em quadrinhos para intelectuais. Cineasta, escritor de ficção fantástica, autor de HQs, roteirista de cinema e TV — um fenômeno multifacetado mundial que realizou a façanha de fazer com que histórias em quadrinhos fossem reconhecidas no mundo acadêmico.

O nome dele é Neil Gaiman, um inglês radicado nos Estados Unidos, realmente um fenômeno. Por onde anda — e veio várias vezes ao Brasil — provoca filas quilométricas nas noites de autógrafos, lota auditórios e fascina fãs de ambos os sexos. É este fenômeno que Hank Wagner, Christopher Golden e Stephen R. Bissette tentam decifrar nas 661 páginas do monumental “Príncipe de Histórias: Os Vários Mundos de Neil Gaiman”, lançado pela Geração Editorial, com prefácio de Terry Prachett, para quem Gaiman “não é um gênio como os outros”, mas um trabalhador incansável de sua arte e alguém que sabe lidar com truques únicos, não como um mágico, e sim como um ilusionista que se esforça sempre por fazer o melhor.

A arte de Neil Gaiman quebrou tabus e transpôs fronteiras tidas como invioláveis no mundo da crítica literária, que sempre torceu o nariz para o artigo de bancas chamado HQ. Com “Sandman”, as HQs foram das bancas para as livrarias nobres, cunhando uma denominação mais abrangente, “graphic novel”, atingiu leitores e consumidores refinados e insuspeitados e inaugurou importantes rupturas estéticas a partir da publicação de seu trabalho mais famoso em 1989.

Trata-se de um livro para quem conhece ou quer conhecer a vida e a obra desse gênio da cultura pop, endeusado por seu editor William Morrow e elogiado por gente tão díspar quanto Stephen King, o mago das histórias de terror; e Norman Mailler, um dos maiores escritores americanos de todos os tempos.

Nascido em 1960 em Portchester, Inglaterra, desde jovem Gaiman foi um leitor ávido de literatura de fantasia, de nomes como J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis, e começou sua carreira como jornalista em várias áreas do entretenimento, incluindo a crítica de cinema e música, o que prova o seu primeiro livro publicado, sobre o conjunto pop Duran Duran. Na trívia divertida, que bebe de muitas fontes, de “Príncipe de Histórias: Os Vários Mundos de Neil Gaiman”, ficamos, sabendo que, como crítico de cinema, Gaiman se entusiasmou muito pelo primeiro filme da série de vampiros “A hora do espanto”, famosa nos anos 1980, e que mais tarde se arrependeu de seu entusiasmo. Com “Orquídea Negra” e “Monstro do Pântano”, personagens que ressuscitou com talento, Gaiman foi trabalhar na DC Comics. E chegando à publicação de “Sandman”, tornou-se um sucesso absoluto do gênero. Por ele, Gaiman teve amplo reconhecimento e ganhou o ambicionado World Fantasy Award. Gaiman também chegou ao cinema com sua história “Beowulf” e, além de “Sandman”, fez muito sucesso com “Coraline” e outras histórias, justificando plenamente o título de príncipe que lhe dá este volume.

Príncipe de Histórias: Os Vários Mundos de Neil Gaiman” é uma hábil compilação de muitos artigos, perfis de personagens, entrevistas e dados históricos e biográficos sobre Gaiman, célebre “jack of all trades” (pau para toda obra ou multimídia, em português) por Hank Wagner, Christopher Golden e Stephen R. Bissete. No prefácio, Terry Pratchett refere-se a Gaiman como um homem que dividiu a história das HQs, tendo sobre elas um efeito comparável ao que J.R.R. Tolkien teve sobre o mundo dos romances de fantasia: algo que depois precisou mudar, uma influência decisiva que só fez se prolongar e ramificar ao longo dos anos sobre o gênero e seus novos autores.

Dividido em doze partes, o livro mostra com meticulosidade os muitos Gaiman existentes, desde o apreciador fanático de sushi, sempre vestido de preto, ao criador do corporativo e necessário Fundo de Defesa Legal dos Quadrinhos (Comic Book Legal Defense Fund). Um retrato caleidoscópico do mestre das HQs, o livro satisfará plenamente tanto o fã do gênero, que tem Gaiman na conta de mestre, quanto o leitor comum, em contato com um personagem extraordinário, um artista de vários mundos e atordoantes talentos.

Os autores deste livro, à altura do talento do biografado e analisado, venceram o desafio de poder contar tudo o que é possível saber, tudo (e talvez mais um pouco) sobre o que Gaiman fez, quem ele foi e é, o que pensa de seus personagens, como os cria e tudo que haverá de fisgar o fã e cativar o leitor comum. O estilo caleidoscópico e vertiginoso tem tudo a ver com o universo estético do próprio Gaiman.

Depois da leitura de “Príncipe de Histórias: Os Vários Mundos de Neil Gaiman”, mesmo o fã mais informado e inveterado do escritor saberá sobre ele muito mais do que julgava saber. E o leitor comum sairá fascinado, disposto a procurar “Sandman”, “Coraline” e outros sucessos de Gaiman na livraria mais próxima.

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20 anos de luta – A história da Força Sindical

 
20 anos de luta – A História da Força Sindical
Páginas: 144
Categoria: Sindicalismo brasileiro
ISBN: 978-85-8130-003-0
Código de barras: 9788581300030
Preço: R$29,90

Sinopse: Fundada em 1991, pelo sindicalista Luiz Antonio de Medeiros, que reuniu em torno de seu projeto 441 entidades, entre sindicatos e federações, com a ambiciosa proposta de transformar o País em uma nação moderna, capaz de competir com o mundo desenvolvido, a Força Sindical chega aos 20 anos, sob liderança de Paulo Pereira da Silva, com 2675 entidades sindicais filiadas, representando 10 milhões de trabalhadores. Se a Força cresceu, o Brasil também mudou: está perto, como previa a central, de se transformar numa potência desenvolvida, respeitada em todo o mundo. Neste livro, a história da Força Sindical, suas lutas, suas conquistas, seu avanço e seu projeto são analisados pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, assim com por lideranças da sociedade, fundadores e personalidades. A central que nasceu com a proposta de conduzir “a bandeira que vai mudar este país” cumpriu com sua promessa em bem menos tempo do que se poderia imaginar.

RELEASE:

20 anos de luta pelo trabalhador

 O sindicalismo brasileiro sofreu significativas mudanças nos últimos 20 anos. Uma das principais transformações foi o pluralismo sindical e o surgimento de novas centrais sindicais, entre elas está a Força Sindical que nasceu em 8 de março de 1991, com o propósito de criar mais liberdade e novos ideais para os trabalhadores brasileiros, além de uma visão pluripartidária, atitude inexistente na época.

Para fazer um balanço e mostrar os resultados dessas duas décadas de atuação foi produzido o livro A História da Força Sindical – 20 anos e luta (Geração Editorial, 144 páginas, R$ 29,90), com prefácios dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.

Na obra é contada em detalhes a fundação em 1991, pelo então sindicalista Luiz Antonio de Medeiros, que de início reuniu em torno de seu projeto 441 entidades, entre sindicatos e federações, que estavam insatisfeitas pelo então modelo sindical e acreditaram na ambiciosa proposta de transformar o País em uma nação moderna, capaz de competir com o mundo desenvolvido. As páginas contam com dezenas de imagens que exibem a trajetória de crescimento da Força Sindical.

Os números atuais da FS são expressivos: 2.675 entidades sindicais filiadas, representando 10 milhões de trabalhadores. As manifestações de 1º de Maio chegam a reunir aproximadamente 2 milhões de pessoas na Zona Norte da cidade de São Paulo. Se a Força cresceu, o Brasil também mudou: está perto, como previa a central, de se transformar numa potência desenvolvida, respeitada em todo o mundo.

Nas 144 páginas são lembradas histórias de lutas, conquistas e avanços na maneira de negociar os direitos de milhares de trabalhadores. Os dois últimos ex-presidentes fizeram análises do papel exercido nas últimas duas décadas pela Força Sindical – tanto FHC quanto Lula escreveram que a atuação da FS foi extremamente necessária para o desenvolvimento do país e das garantias dos trabalhadores.

Outras lideranças da sociedade e fundadores, como o atual presidente da central, o sindicalista e deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, o secretário-geral João Carlos Gonçalves, o Juruna, e o primeiro presidente da entidade, o sindicalista Luiz Antonio de Medeiros fizeram análises construtivas e relevantes sobre o novo modelo de sindicalismo criado.

“A Força Sindical deu uma contribuição fundamental na luta da sociedade pela soberania, pela democracia e pela liberdade de expressão e de imprensa” Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical

“A Força Sindical participou com entusiasmo e criatividade, zelando pelos direitos dos assalariados e ajudando o País a inaugurar uma nova e promissora página de sua história” Luiz Inácio Lula da Silva é ex-presidente do Brasil

“Eu estava presente no Memorial da América Latina naquele histórico 8 de março de 1991, ao lado das importantes lideranças sindicais que criaram a Força Sindical, a nova central de trabalhadores que trazia teses inovadoras para o mundo representativo do trabalho.” Fernando Henrique Cardoso é ex-presidente do Brasil

A produção da obra de memórias foi tarefa do Centro de Cultura e Memória Sindical, presidido pelo sindicalista Milton Cavalo. Segundo ele essa foi uma forma de mostrar os resultados e ser um material histórico.

“Não pretendemos esgotar o debate acerca da história da Força Sindical. Pretendemos nos apropriar da nossa história, não deixando que ela se perca em discursos difamatórios, que apontam para visões distorcidas de alguns fatos”, conclui Cavalo.

A obra apresenta depoimentos de sindicalistas e fundadores da FS, como José Ibrahim, Melquíades Araújo, Cláudio Magrão de Camargo Crê, José Gaspar Ferraz de Campos, Nair Goulart, Miguel Torres e Luiz Carlos Motta e Nilton Souza da Silva, o Neco.

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Homenagem ao dia do poeta

20 de outubro – Dia do Poeta


Última página

Mais uma vez o tempo me assusta.
Passa afobado pelo meu dia,
atropela minha hora,
despreza minha agenda.
Corre prepotente
a disputar lugar com a ventania.
O tempo envelhece e não se emenda.

Deveria haver algum decreto
que obrigasse o tempo a desacelerar
e a respeitar meu projeto.
Só assim, eu daria conta
dos livros que vão se empilhando,
das melodias que estão me aguardando,
das saudades que venho sentindo,
das verdade que eu ando mentindo,
das promessas que venho esquecendo,
dos impulsos que sigo contendo,
dos prazeres que chegam partindo,
dos receios que partem, voltando.
Agora, que redijo a página final,
percebo o tanto de caminho percorrido
ao impulso da hora que vi acelerando.
Apesar do tempo e sua pressa desleal,
agradeço a Deus por ter vivido,
amanhecer e continuar teimando.

Flora Figueiredo

 Chão de Vento é o sexto livro de poesias e prova mais uma vez que Flora Figueiredo é assim mesmo: romântica, doce, picante, apaixonada, contestadora, cúmplice, sedutora, sensual e irreverente. Flora explica que, assim como nos livros anteriores, Chão de Vento traz o imprevisível movimento da vida. Nele, encantamentos, desapontos, perplexidades, seduções se sucedem sem programação. “São como folhas ao sabor do vento a deliciar e confundir meu chão”, conta.

Ninguém precisa procurar aqui aquela poesia cerebral, seca, ou experimentalismos que alguns consideram estéreis, embora haja lugar para isso na literatura. Essa é a maravilha da democracia: nela, ao contrário do que acontecia na República de Platão, há lugar não só para os poetas, mas para todos os poetas. Assim, seus poemas almejam sempre um encontro com o leitor independentemente de idade ou sexo.”É como estender a mão e alcançá-lo do outro lado do livro”, explica.

Mais: http://www.geracaoeditorial.com.br

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Prêmios Literários da Biblioteca Nacional – Inscrições abertas até 24/10

Prêmios Literários da Biblioteca Nacional – Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Literário Fundação Biblioteca Nacional 2011. Até o dia 24 de outubro, os escritores interessados registram suas obras de acordo com a sua categoria, divididas em oito opções: Poesia, Romance, Conto, Ensaio Literário, Ensaio Social, Tradução, Projeto Gráfico e Literatura Infantil e Juvenil (segue abaixo as descrições das categorias). Cada autor só pode concorrer em uma categoria e no máximo com três títulos. Caso a obra tenha mais de um autor apenas um deles poderá fazer a inscrição.

O prêmio, realizado desde 1997 pela Fundação Biblioteca Nacional, é uma forma de reconhecer e apoiar não apenas os melhores livros brasileiros, mas sim aqueles que motivam e engrandecem a literatura nacional. Além das placas comemorativas, cada categoria premia a obra vencedora em 12.500 reais.

Para concorrer, o livro deve ser inédito (1ª edição), publicado em português e no Brasil entre 1º de setembro de 2010 e 31 de agosto de 2011. É obrigatório estar em dia com a Lei do Depósito Legal (Lei nº 10.994, de 14 de dezembro de 2004) e possuir número de ISBN (International Standard Book Number). Não existe nenhuma taxa de inscrição.

Clique aqui para acessar o edital
Retificação dos itens 2.3.1 e 2.9 do Edital

Baixe aqui a ficha de inscrição

Informações também pelo telefone (21) 2220-2057 e/ou pelo e-mail cgll@bn.br.

Descrição das Categorias

Romance: Narrativa ficcional longa.
Conto: Narrativa ficcional curta.
Poesia: Expressão textual lírica que utiliza efeitos linguísticos sonoros, rítmicos e harmônicos, escritos em prosa ou verso. Atividade criativa da linguagem, com base em recursos sintáticos, vocabulares e gramaticais.
Ensaio literário: Textos que apresentam ideias e reflexões a respeito de teoria, interpretação e crítica literária.
Ensaio social: Textos que apresentam ideias e reflexões a respeito de um tema, como História, Filosofia, Ciências Sociais, Política, Sociologia e Antropologia.
Tradução: Obras literárias (romance, conto, poesia, crônicas) traduzidas de outros idiomas para o português do Brasil.
Projeto gráfico: Conjunto da criação e disposição de elementos gráficos e textuais no livro – capa, tipologia, arte, fotos, imagens, cores, formas, texto, diagramação, papel e impressão.
Literatura Infantil e Juvenil: Obras de conteúdo ficcional, podendo ou não conter elementos de não-ficção, que abordam temas e assuntos destinados ao público infantil e juvenil.

Fonte: FBN – http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&nu_item_conteudo=1963&nu_pagina=1

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Palestra com o desembargador J.E. Carreira Alvim em Campo Grande – MS

Sinopse: Certa manhã, depois de um sono intranquilo o desembargador federal  José Eduardo Carreira Alvim, renomado jurista, vice-presidente do tribunal regional federal da 2ª região, acordou convertido em perigoso marginal e por sito enfiado, como preso comum, sob a mira de metralhadoras, numa cela da polícia federal, com tudo filmado pela maior rede de tv do País.

 

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RESULTADO: Promoção O terceiro irmão



O Terceiro Irmão tem como personagem central o jovem Mike, estagiário de jornalismo enviado à Tailândia para ajudar um colega sênior numa reportagem sobre mochileiros drogados. Em Bangcoc, envolve-se com pessoas um tanto esquisitas e esquece que está lá a serviço de um jornal. Com sentimento de culpa, volta às pressas de Bangcoc porque aconteceu uma tragédia  na família. Passa então a conviver com um sério problema, o irmão Lyle, que parece ter alucinações.

O romance cresce em densidade, linguagem e tensão. E fica ainda mais forte quando aborda o ataque terrorista ao World Trade Center. O personagem imagina os instantes que precedem a colisão dos aviões com as torres. Para Mike, o grande horror da tragédia foi vivido pelos que pularam porque “logo cedo descobriram não haver esperança”.

Este é o segundo romance de Nick McDonell, o autor do sucesso internacional Doze, escrito aos 17 anos, também lançado pela Geração. O Terceiro Irmão amplia aquele mundo de jovens ricos, violentos e drogados. Agora temos um universo ainda mais sombrio, com o horror do ataque às torres gêmeas em 11 de setembro de 2001 e uma família trágica. O jornal The New York Times considerou este livro “um conto de assombração do amor fraterno”.
PROMOÇÃO TERCEIRO IRMÃO

Para participar basta seguir a Geração no twitter e dar RT na frase:

Promoção: dê RT e concorra ao livro #oterceiroirmao da @geracaobooks. Um conto de assombração do amor fraterno. + http://kingo.to/RpY

O sorteio será realizado na tarde de sexta-feira e divulgado no blog.

Resultado do sorteio

Vencedora: Érica Santana – RJ

Sorteio realizado em 21/10/2011 às 18:00:46 por @geracaobooks, através dos usuários que retuitaram http://kingo.to/RpY

@erica__santana

http://sorteie.me/1Y193a

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Prêmio Jabuti seleciona os melhores livros do ano

Prêmio Jabuti seleciona os melhores livros do ano em 29 categorias; veja a lista
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, nesta segunda-feira (17), os livros do ano nas 29 categorias laureadas pelo 53º Prêmio Jabuti. A última etapa do prêmio acontece no dia 30 de novembro, durante a cerimônia de premiação dos vencedores, quando serão conhecidos o Livro do Ano Ficção e o Livro do Ano Não Ficção, prêmios máximos do Jabuti.

A edição 2011 do Jabuti tem 8 categorias a mais do que em 2010 e passou por mudanças no regulamento, após a polêmica em torno do prêmio concedido a Chico Buarque. O romance do escritor e compositor, “Leite Derramado”, segundo lugar na categoria romance, levou o grande prêmio de ficção do Prêmio Jabuti em 2010, gerando reclamações e até uma petição on-line para que Chico devolvesse o prêmio. Nesta edição, cada categoria teve apenas um vencedor – antes, as três publicações mais bem votadas podiam ser premiadas.

Concorrem a melhor ficção do ano de 2011 os livros: “Ribamar”, de José Castello (vencedor na categoria Romance);  “Desgracida”, de Dalton Trevisan (na categoria Contos e Crônicas);  “Em alguma parte alguma”, de Ferreira Gullar (na categoria poesia); “Obax”, de André Neves (na categoria infantil) e “Antes de virar gigante e outras histórias”, de Marina Colasanti (na categoria juvenil).
 
Para o Livro do Ano Não Ficção, participam os vencedores nas categorias: “Teoria/Crítica Literária” (Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944); “Reportagem” (1822); “Ciências Exatas” (Teoria Quântica: estudos históricos e implicações culturais); “Tecnologia e Informática” (Aprendizagem à distância); “Economia, Administração e Negócios” (Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global); “Direito” (Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro); “Biografia” (De menino a homem – de mais de trinta e de quarenta, de sessenta e mais anos); “Ciências Naturais” (Bioetanol de cana-de-açucar – P&D para produtividade e sustentabilidade); “Ciências da Saúde” (Atlas de endoscopia digestiva da SOBED); “Ciências Humanas” (Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro);“Didático e Paradidático” (Coleção Pessoinhas); “Educação” (Impactos da violência na escola: um diálogo com professores); “Psicologia ePsicanálise” (Coração… É emoção: a influência das emoções sobre o coração); “Arquitetura e Urbanismo” (Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo – Grandes obras e urbanização); “Fotografia” (Fotografia de Natureza); “Comunicação” (Impresso no Brasil); “Artes” (Os Satyros); “Turismo e Hotelaria” (Hospitalidade – A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços) e “Gastronomia” (Machado de Assis: Relíquias Culinárias).
 
Veja a relação completa por categoria, abaixo:
 
Capa – “Invisível ” (João Baptista da Costa Aguiar) – Companhia das Letras
 
Ilustração – “O Corvo” (Manu Maltez) – Editora Scipione
 
Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil – “Gildo” (Silvana Rando) – Brinque-Book Editora
 
Arquitetura e Urbanismo – “Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo – Grandes obras e urbanização VL 1,2 e3” (Nestor Goulart Reis e Monica Silveira Brito (colaboração) – Imprensa Oficial do Estado de São Paulo/ Edusp
 
Artes – “Os Satyros” (Germano Pereira) – Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
 
Biografia – “Alceu Penna e as garotas do Brasil: moda e imprensa 1933 a 1975” (Gonçalo Júnior) – Editora Amarilys
 
In Memoriam – “De menino a homem – de mais de trinta e de quarenta, de sessenta e mais anos” (Gilberto Freyre) – Global Editora
 
Ciências Exatas – “Teoria Quântica: estudos históricos eimplicações culturais” (Olival Freire Jr., Osvaldo Pessoa Jr., Joan Lisa Bromberg (orgs) – Editora Livraria da Física e EDUEPB
 
Ciências Humanas – “Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro” (Aloisio Cabalzar) – Instituto Socioambiental
 
Ciências Naturais – “Bioetanol de cana-de-açucar – P&D para produtividade e sustentabilidade” (Luís Augusto Barbosa Cortez (coord.) – Editora Edgard Blücher e Fapesp
 
Ciências da Saúde – “Atlas de endoscopia digestiva da SOBED” – Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva – Marcelo Averbach – Editora Revinter
 
Contos e Crônicas – “Desgracida” (Dalton Trevisan) – Record
 
Comunicação – “Impresso no Brasil” (Anibal Bragança e Marcia Abreu (orgs) – Editora Unesp e Fundação Biblioteca Nacional
 
Didático e Paradidático – “Coleção Pessoinhas” (Ruth Rocha e Anna Flora) – Editora FTD
 
Direito – “Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro” (Norma Sueli Padilha) – Editora Elsevier
 
Economia, Administração e Negócios – “Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global” (Moacir de Miranda Oliveira Junior e Colaboradores) – Bookman
 
Educação – “Impactos da violência na escola: um diálogo com professores” (Simone Gonçalves de Assis, Patrícia Constantino e Joviana Quintes Avanci (orgs) – Editora Fiocruz
 
Fotografia – “Fotografia de Natureza” (Luiz Claudio Marigo) – Editora Europa
 
Gastronomia – “Machado de Assis: Relíquias Culinárias” (Rsa Belluzzo) – Editora UNESP
 
Infantil – “Obax” (André Neves) – Brinque-Book Editora
 
Juvenil – “Antes de virar gigante e outras histórias” (Marina Colasanti) – Editora Ática
 
Poesia – “Em alguma parte alguma” (Ferreira Gullar) – José Olympio
 
Psicologia e Psicanálise – “Coração… É emoção: a influência das emoções sobre o coração” (Elias Knobel, Ana Lúcia Martins da Silva, Paola Bruno de Araújo Andreoli) – Editora Atheneu
 
Reportagem – “1822” (Laurentino Gomes) – Editora Nova Fronteira
 
Romance – “Ribamar” (José Castello) – Bertrand Brasil
 
Tecnologia e Informática – “Aprendizagem à distância” (Fredric M. Litto) – Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
 
Teoria / Crítica – “Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944” (Marcos Antonio de Moraes (org) – Global Editora
 
Turismo e Hotelaria – “Hospitalidade – A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços” (Geraldo Castelli) – Editora Saraiva
 
Projeto Gráfico – “Theodoro Sampaio – Nos sertões e nas cidades” (Karyn Mathuiy) – Versal Editores
 
Tradução – “O livro de Dede Korkut” (Marcos Syrayama de Pinto) – Editora Globo

Fonte: Uol Notícias
http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2011/10/17/premio-jabuti-seleciona-os-melhores-livros-do-ano-em-29-categorias-veja-a-lista.jhtm

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Ex-presidente do Grupo Silvio Santos fala sobre sua saída da holding e critica Record

Ex-presidente do Grupo Silvio Santos fala sobre sua saída da holding e critica Record

Luiz Sebastião Sandoval abdicou do cargo após o escândalo gerado pela fraude que levou o banco Panamericano à falência. Ao Administradores, ele conta que não concordou com a solução adotada por Silvio para resolver a crise no grupo, fala dos erros do SBT na disputa pela audiência e critica a Record pelo que classificou como “concorrência desleal”

Por Simão Mairins. Portal Administradores

Presidente do Grupo Silvio Santos por 28 anos, ele entrou para a holding há mais de 40, quando ela ainda era apenas uma única empresa, bem menor que o império em que se transformou. Seu nome: Luiz Sebastião Sandoval, o homem que ajudou a fundar a famosa rede Baú da Felicidade, o SBT e mais uma série de companhias, das quais abdicou de presidir após a descoberta da ainda não muito bem esclarecida fraude que levou o banco Panamericano – uma das empresas do grupo – à falência.

Em fase de divulgação do seu livro “Aprendi Fazendo”, que revela os bastidores da sua história no Grupo Silvio Santos, Sandoval aceitou conversar com o Administradores.com.br. Mas, de cara, sua assessoria já deixou o recado: “o Dr. Sandoval pode falar sobre qualquer assunto, exceto o caso do Panamericano”.

Aceitamos a condição, seguimos em frente e o resultado foi uma grande entrevista em que ele falou sobre o início do grupo com o Baú da Felicidade, a criação do SBT, a quase candidatura de Silvio Santos à presidência da República, a concorrência da Record – que ele classificou como “desleal” – e ainda conseguimos algumas breves considerações sobre sua saída da holding. Confira abaixo:

Como surgiu a ideia de lançar o livro?

A história eu já tinha na cabeça e a intenção de lançar o livro já era antiga, apenas não tinha tempo. Quando sai do grupo, sentei e escrevi.

Qual o grande momento da sua carreira que você relata no livro?

Não há um grande momento. Ele conta minha trajetória de vida e a minha trajetória no Grupo Silvio Santos. Quando eu entrei no grupo, éramos apenas a empresa Baú da Felicidade. E lá fui trabalhando, na área jurídica. Mas como sou um homem de negócios, junto ao presidente da época, nós fomos criando empresas. Depois assumi a presidência do grupo – isso há 28 anos atrás – e continuei esse processo. Criamos uma rede de televisão, um banco e várias outras empresas.

Sua participação no grupo é anterior ao SBT. Você poderia falar um pouco sobre como foi a construção da emissora, que se tornou uma das principais do Brasil?

Tão logo houve a falência da Tupi, os canais ficaram disponíveis e o governo os colocou em licitação. E aí nós entramos na disputa e ganhamos, criando a rede – inicialmente – com quatro canais: São Paulo, Rio, Belém e Porto Alegre. Depois, com esses canais instalados, formamos a rede, com 108 emissoras afiliadas no país.

Num exercício de autocrítica, como o senhor avalia sua importância para o sucesso do Grupo Silvio Santos?

Como presidente, eu colocava em prática as decisões tomadas pelo Conselho de Administração da holding, que eram referendadas pelo sócio majoritário, o Silvio Santos.

Silvio Santos sempre foi visto como uma figura um tanto quanto egocêntrica. No trabalho de executivo, como foi dividir com ele a responsabilidade sobre a tomada de algumas decisões, estando no comando de um negócio dele?

O Silvio é um grande empresário, um homem de muita visão. Ele sempre foi de apoiar novas ideias, a criação de novas empresas, novos negócios.

Como foi, para o grupo, quando Silvio Santos resolveu se candidatar à presidência?

Eu fui contra a candidatura, porque ele seria cobrado como um homem capaz de levar a felicidade a todos – na época ele tinha o programa As Portas da Esperança – e nós sabemos que num país como o nosso não se faz as coisas assim tão fácil, em quatro ou cinco anos. Além do mais, ele teria dificuldades em lidar com o Congresso. O Silvio não é de transigir, de fazer acordos, não é de ceder. Então ele ficaria muito frustrado. Mas ele só não se candidatou porque o partido ao qual se filiou não estava legalizado, e a candidatura foi impugnada, naquela eleição em que Collor disparou e venceu. Mas ele era favorito e ia ganhar.

E se caso ele tivesse vencido?

A imagem dele teria ficado muito machucada perante o povo.

Você já conversou com Silvio Santos sobre o livro? O que ele achou?

Sim. Ele leu o livro e ligou para me cumprimentar. Elogiou o trabalho e disse que gostou muito. Eu fui sincero e coloquei de forma elegante toda a trajetória dele, do grupo, minha e dos demais companheiros, porque para construir aquele grupo houve o trabalho de uma equipe toda. Eu apenas tive a honra de coordenar essas equipes por um longo tempo. Mas, sem ele, nós não teríamos chegado aonde chegamos.

Nos últimos anos, o SBT tem perdido espaço para a principal concorrente na luta pelo 2º lugar, a Record. A que o senhor atribui isso e qual o impacto dessa queda para todo o grupo?

Primeiro, nós temos que entender que a Record foi beneficiada pelo dinheiro da Igreja Universal, e com esse dinheiro ela pôde montar a rede, comprar canais de televisão, conquistar afiliadas que eram do SBT, assim como artistas, diretores, produtores. Esse é o primeiro fato: passamos a ter um concorrente com muito dinheiro, que errou muito por muito tempo, mas acertou a mão para fazer televisão. Agora nós não reagimos na programação como deveríamos.

Então o senhor acredita que foi uma concorrência desleal?

Sim. Há uma ilegalidade nisso, porque toda e qualquer igreja tem uma imunidade fiscal prevista na Constituição. Mas o Código Tributário expõe que a arrecadação de uma igreja tem que ter um fim específico, ela pode construir templos, remunerar seus pastores, mas nada de atividade comercial.

O que o senhor vai fazer agora, que deixou a presidência do grupo?

Agora vou fazer o que eu quero, que é escrever. Também vou trabalhar na consultoria de projetos. Trabalho desde os oito anos de idade e não pretendo mais ser empregado. Enfim, é uma meia aposentadoria.

Como foi deixar o cargo que ocupou por tanto tempo?

Foi triste, pelas condições em que aconteceu. O Silvio desanimado face à fraude que aconteceu no Panamericano, me chamou e disse que pretendia acabar com as empresas, como está sendo feito. E eu não aceitei isso. Eu não saberia destruir aquilo que eu ajudei a construir.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/entrevistas/negocios-economia/ex-presidente-do-grupo-silvio-santos-fala-sobre-sua-saida-da-holding-e-critica-record/62/

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