A Privataria Tucana será tema de debate no Sindicato dos Bancários do RJ

O debate vai acontecer na próxima quarta-feira (18/01) e será mais um lançamento da caravana da A Privataria Tucana, no Rio de Janeiro. Esse é mais um ato para divulgar o livro que teve pouca repercussão ou quase nenhuma nos grandes veículos de comunicação. Mesmo assim é o mais vendido no Brasil, com 120 mil exemplares impressos em 30 dias.

No dia 21 de dezembro, mais de 500 pessoas comparecem ao ato no Sindicato dos Bancários de São Paulo, a expectativa é que ocorra a mesma procura.

Sobre o livro que é mais vendido no país:

Com 200 páginas, 16 capítulos e 120 mil exemplares impressos que jamais deixam cair seu contundente interesse, PRIVATARIA TUCANA é o resultado final de anos de investigações do repórter Amaury Ribeiro Jr. na senda da chamada Era das Privatizações, promovida pelo governo Fernando Henrique Cardoso, por intermédio de seu ministro do Planejamento, ex-governador de São Paulo, José Serra. A expressão “privataria”, cunhada pelo jornalista Elio Gaspari e utilizada por Ribeiro Jr., faz um resumo feliz e engenhoso do que foi a verdadeira pirataria praticada com o dinheiro público em benefício de fortunas privadas, por meio das chamadas “offshores”, empresas de fachada do Caribe, região tradicional e historicamente dominada pela pirataria.

Essa “privataria” toda foi descoberta num vasto novelo cujo fio inicial foi puxado pelo repórter quando ele esteve a serviço de uma reportagem investigativa, encomendada pelo jornal “Estado de Minas”, sobre uma rede de espionagem estimulada pelo ex-governador paulista José Serra para levantar um dossiê contra o ex-governador mineiro Aécio Neves, que estaria tendo romances discretos no Rio de Janeiro. O dossiê teria a finalidade de desacreditar o ex-governador mineiro na disputa interna do PSDB pela indicação ao candidato à Presidência da República, e levou Ribeiro Jr. a uma série de investigações muito mais amplas, envolvendo RicardoSérgio de Oliveira, ex-tesoureiro das campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, o próprio Serra e três de seus parentes: Verônica Serra, sua filha, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marín Preciado. Serra e seu clã são o assunto central do livro, mas as ramificações e consequências sociais e políticas das práticas que eles adotam são vastas e fazem com que o leitor comum fique, no mínimo, estupefato.

Mais informações em: http://migre.me/7tMg0

SERVIÇO:
Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

Horário: a partir das 18h30
AV. Presidente Vargas, 502

Centro – Rio de Janeiro – CEP 20071-000

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