Fenômeno nacional: A Privataria Tucana


Como explicar o fenômeno chamado “A Privataria Tucana”?

O livro A Privataria Tucana foi lançado há um mês e alcançou o posto de mais vendido nas maiores listas neste fim de semana, como das revistas Veja e Época, nos jornais Folha de S. Paulo, O Globo e nas redes Saraiva, Cultura, Laselva e Fnac, o fenômeno continua deixando vendedores de queixo caído.

Esse resultado foi devido ao trabalho das redes sociais, blogs e afins. Já que a chamada “Grande Mídia” ignorou ou simplesmente criticou A Privataria Tucana. Nestes últimos 30 dias foram 120 mil exemplares impressos, o boca a boca fez com o livro alcançasse  o topo e desbancou grandes best-sellers, como a biografia de Steve Jobs e o novo romance do Jô Soares e provocou o pedido de abertura da CPI da Privataria, requerida pelo deputado federal Protógenes Queiroz. Além de um silêncio ensurdecedor dos envolvidos na história, caso do ex-governador José Serra, a sua filha, o seu genro e o primo, mais o seu ex-tesoureiro, entre outros. José Serra se limitou em falar mal do livro e os outros apenas emitiram notas.

Em tempos de informatização, acessibilidade, internet e mídias sociais a imprensa alternativa conseguiu mostrar sua força e mobilizou em cadeia nacional milhares de pessoas que esperavam por um livro como este. Uma obra que exibe 140 páginas de documentos oficiais e 200 de textos que mostram a promíscua relação entre o público e o privado, especialmente durante as privatizações realizadas durante os governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e as relações dos familiares do ex-ministro José Serra.

Diversas questões podem ser levantadas em Privataria, principalmente, sobre o interesse dos bastidores sujos da política nacional e até a briga interna dos integrantes do Partido dos Trabalhadores por poder durante a última eleição presidencial.

Outro fator bastante intrigante nessa explosiva investigação de mais de 10 anos realizada pelo reconhecido jornalista Amaury Ribeiro Jr., foi a omissão dos grandes veículos de comunicação, que não divulgaram ou se quer questionaram as provas levantadas nas páginas do livro. A grande imprensa não possibilitou o conhecimento por um maior número de pessoas, mas as redes sociais cumpriram esse papel.

O livro encabeça os mais vendidos da Veja, Época e Publishnews. E, nas maiores livrarias do país como Cultura, Saraiva, Fnac, Livraria da Folha e Laselva.

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