Arquivo do mês: fevereiro 2012

Prêmio OFF FLIP de Literatura 2012


O PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA foi criado em 2006 como parte da programação literária da OFF FLIP e contempla dois gêneros literários: CONTO e POESIA. Poderão participar autores de qualquer nacionalidade residentes no Brasil, bem como autores de países lusófonos (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste) e brasileiros residentes no exterior
As inscrições serão realizadas até o dia 30 de abril de 2012.

Veja o regulamento completo no site: http://www.premio-offflip.net/regulamento.pdf

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Release: Angelina e Brad – O Casal Brangelina

Angelina Jolie e Brad Pitt se tornam um em biografia exclusiva.

Antes mesmo de despontar como uma das atrizes mais famosas do mundo, a vida de Angelina Jolie já era um drama, uma comédia, uma aventura e até um filme de terror em determinados momentos. E não havia dublê – ela corria todos os riscos por conta própria.

É o que conta o jornalista investigativo Ian Halperin, autor de Angelina & Brad, uma biografia da atriz com o de seu atual marido, Brad Pitt, cuja vida também é rebobinada nesse livro quase-filme. A vida de Pitt, no entanto, não chama tanto a atenção no quesito escândalo. Talvez o seu maior mérito, além de ser um ator igualmente talentoso, seja conviver com alguém de temperamento forte, ou, então, por ter “domado” uma mulher selvagem.

Na trajetória de Jolie não falta nada: relacionamentos amorosos tumultuados, roubos de maridos, tentativas de suicídio, sadomasoquismo, homossexualidade, obsessão por facas e canivetes, automutilação, tatuagens, cicatrizes etc. E põe et cetera nisso. Momentos excêntricos, como o dia em que ela saltou na piscina de um hotel trajando um vestido de três mil dólares para comemorar a conquista do Globo de Ouro, sem contar o seu sonho adolescente de ser uma diretora funerária.

Contudo, a força de Angelina & Brad não se resume às excentricidades da atriz. É interessante entender como ela se preparou “até os dentes” para expandir o seu talento incontestável. Filha do também ator Jon Voight, desde criança Jolie já interpretava pequenos papéis dentro de casa, sempre com seriedade e sob a supervisão do pai e da mãe, a atriz Marcheline Bertrand, já falecida. Mas Jolie também recorreu a cursos e profissionais experientes, procurando se especializar em personagens complexos, desajustados. Interessante constatar, também, como ela conquistava seus papéis, sua audácia, sua presença marcante, arrebatadora. Com ela era na base do “tudo ou nada”, “caso de vida ou morte”. Um furacão-mulher.

Ganhadora de um Oscar e de dois Globos de Ouro, entre outros prêmios, ela divide com Brad Pitt, ator também premiado, uma vida que envolve cinema e muitas viagens internacionais em prol de órfãos dos países subdesenvolvidos.

Pitt, por sua vez, fundou a On Our Watch, uma organização que combate genocídios. Além de três filhos biológicos, o casal tem três filhos adotivos.

O fato é que todos ainda veem Jolie como um vulcão aparentemente extinto, que pode entrar em erupção a qualquer momento. Angelina & Brad mostra que ainda há brasas debaixo das cinzas. O livro é um mergulho profundo no mundo hollywoodiano, ao mesmo tempo em que transforma estrelas em gente de carne e osso. Ambos os mundos apaixonantes. Dizem que somos feitos de poeira de estrelas, e Angelina Jolie foi feita para brilhar.

Angelina & Brad: a história que não foi contada sobre Brad Pitt e Angelina Jolie. O Casal “Brangelina”.
Autor: Ian Halperin
Gênero: Biografia
Formato: 16 x 23
Páginas: 332
ISBN: 978-85-63420-16-9
Cód. De Barras: 978-85-63420-16-9
Sinopse:
Este livro é um excelente “filme”. Nele, Angelina Jolie aparece como mulher extravagante e, também, como a celebridade mais poderosa do planeta, ao lado do marido Brad Pitt; daí o neologismo Brangelina. Mas é ela quem rouba a cena na vida real, a começar pela sua adolescência conturbada, roupas e comportamentos extravagantes, obsessão por facas e canivetes, tentativas de suicídio, internação em hospital psiquiátrico, uso de drogas, sadomasoquismo, automutilação, relação homossexual, tatuagens, cicatrizes…
Mas a obra também revela como ela forjou o seu talento, as suas grandes interpretações, a sua audácia em encarnar papéis difíceis, sem contar a sua presença marcante, que, dizem, abre um clarão por onde passa. Hoje, além de continuar atuando e ganhando milhões de dólares por filme, ela se tornou uma agente humanitária, cuidando também de várias crianças órfãs, além de seus filhos biológicos. Igualmente talentoso, Brad Pitt trabalhou em prol da prevenção da AIDS, atuou em benefício das vítimas do Furacão Katrina, em Nova Orleans, e fundou a Not On Our Watch, um organismo que combate genocídios. Pelo que se vê, eles são muito mais que um casal de pombinhos superstar. Mas até chegar lá, muitas aventuras rolaram. E não houve dublês nas cenas mais fortes, como Angelina & Brad nos revela. A vida supera a ficção.

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Release: Veneno nas veias – Memórias de Lucrécia Bórgia, de M.G. Scarsbrook

“VENENO NAS VEIAS” REVIVE A HISTÓRIA DA FAMÍLIA BÓRGIA ATRAVÉS DAS MEMÓRIAS DE LUCRÉCIA, COM MUITO SUSPENSE.

 “Veneno nas veias”, do autor canadense M.G Scarsbrook, que vive hoje em South Gloucestershire, Inglaterra, é um romance histórico, gênero em que o autor se especializou e pelo qual se tornou conhecido através do best-seller “A conspiração Marlowe”.

Desta feita, Scarsbrook decidiu explorar um assunto de tremenda relevância e de interesse permanente para gerações de estudiosos da História ou meros interessados na celebridade de uma família que se celebrizou pela fusão de poder em escala inimaginável (tendo como patriarca um Papa) e crime também em escala atroz: os Bórgia.

A história nasce a partir das memórias de Lucrécia Bórgia, provavelmente o membro mais famoso da família, associada para sempre aos métodos cruéis de assassinato (com veneno) e à lascívia, além da perfídia nos cálculos de ascensão ao poder. No entanto, Scarsbrook parece empenhado em revelar Lucrécia sob aspectos mais amenos, pois a sentimos desde o início mais como vítima das perfídias da família e de seu meio e submetida, numa época em que as mulheres não tinham vez ou voz, à influência esmagadora do Papa Alexandre VI, o Bórgia que é seu pai.

No carnaval romano de 1497, Lucrécia sofre tentativa de estupro por parte de um guarda de uma família rival dos Bórgia, os Orsini, e seu irmão César a defende, matando o guarda e aumentando a animosidade entre as famílias. O ato cruel faz que ela perceba que César é dominado por um temperamento arbitrário e violento. Quando um outro irmão, Juan, leviano e mulherengo, também é morto e atirado com pedras no rio Tibre, a suspeita recai sobre algum membro dos Orsini, mas Lucrécia começa a desconfiar de César. Mais tarde, casando-se por imposição do pai com um membro da Casa Real de Nápoles, um Aragon, Lucrécia terá razões de sobra para acreditar que está numa família onde o assassinato, as taras sexuais (seu pai mantém um grupo de cortesãs e isola a verdadeira mulher, Vanozza, dos filhos) e a sede de poder não têm limites.

São as memórias desta mulher, que a literatura e o cinema sempre mostrou como um símbolo de perversidade a avidez pelo poder, que fazem o interesse do livro, abrindo-o para novas leituras da família Bórgia e fazendo com que, à maneira de “A conspiração Marlowe”, “Veneno nas veias” nasça predestinado a agradar ao grande público que aprecia romances históricos que colocam personagens famosos sob novas luzes.

SOBRE O AUTOR

M.G SCARSBROOK – É o pseudônimo literário de Mathew Graham Scarsbrook, autor nascido em 1981 em Vancouver, no Canadá, que viveu no Canadá, Grã-Bretanha e EUA e escreveu o best-seller “A conspiração Marlowe”. Roteirista, editor também de vários livros de não-ficção e grande conhecedor da história inglesa, Scarsbrook ganhou o prêmio “Writers on The Storm Screenwriting Competition”. Ele reside atualmente em South Gloucestershire, Inglaterra.

Veneno nas Veias: Memórias de Lucrécia Bórgia
Autor:
M. G. Scarsbrook
Gênero: Romance Histórico
Formato: 15,6 x 22,4?
Páginas: 338
ISBN:  978-85-8130-008-30                                                                                             
Cód. De Barras:
978-85-8130-008-30
Sinopse:

QUEM FOI LUCRÉCIA BÓRGIA?
QUAL FOI SEU PAPEL NA FAMÍLIA MAIS CELEBRIZADA PELO CRIME E CORRUPÇÃO NA HISTÓRIA?

Ela se tornou uma lenda por sua beleza, sua sexualidade e seus crimes, nos quais utilizava fulminantes poções venenosas. Mas quem foi, de fato, Lucrécia, a filha do Papa Alexandre VI, o patriarca da corrupta e violenta família Bórgia, que na modernidade já rendeu romances, filmes e minisséries de TV?
Neste romance histórico eletrizante, a própria Lucrécia Bórgia narra sua história, revelando a vida, costumes, crimes e intrigas na Europa do século XV, período em que a Igreja Católica estava corrompida e os papas mandavam nos reis.
Personagens fascinantes, como o próprio Nicolau Maquiavel, autor do clássico “O Príncipe”, circulam no meio de reis, príncipes, cortesãs, cardeais, artistas, num painel rico e extraordinário muito parecido com os dias atuais, quando governantes corruptos e poderosos também usam todos os meios para garantir seu poder, riqueza e privilégios.

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Release: Arriscar é viver, de Jim Powell

Romance revela bastidores do fim do comunismo na Europa.

Nascido em 1949, o escritor inglês Jim Powell fez uma estréia madura e de rápido sucesso mundial. Seu primeiro romance foi publicado no Reino Unido e nos Estados Unidos em 2010 e logo ganhou traduções em cerca de quinze países. No Brasil, The breaking of eggs acaba de ser lançado pela Geração Editorial com o título de Arriscar é viver, em ótima tradução de Samuel Dirceu e bem cuidado projeto gráfico de Alan Maia. Com linguagem simples e cativante, o romance trata da II Guerra Mundial, do colapso do comunismo na Europa e das sequelas que Hitler e Stalin deixaram nos países e nas pessoas do Leste Europeu.

Powell escreve com simplicidade, elegância e contida emoção, mas é impossível ficar indiferente aos dramas que ele revela. Como todo bom escritor, ele sabe que um romance se sustenta no tripé enredo, personagens e idéias, ao lado de um espaço bem caracterizado. Feliks Zhukovski, o narrador de Arriscar é viver, é ex-comunista (apenas um “esquerdista”) polonês radicado na França e autor de um guia turístico sobre os países do Leste Europeu que assiste à transformação deles após o fim da União Soviética e mergulha no seu passado. Pouco antes da invasão da Polônia pela Alemanha, em 1939, aos nove anos, ele e o irmão mais velho foram despachados pela mãe para a casa de uma irmã dela na Suíça. Sem dinheiro para três passagens de trem, ela ficou e perdeu o contato com os filhos.

Arriscar é viver é um mergulho num “mundo sujo, de duas caras” – os bastidores da II Guerra, da Guerra Fria, do desmoronamento da União Soviética e do comunismo europeu. Mas não sob o ponto de vista de quem fez a guerra, mas de quem sofreu com ela. O romance discute política e relações familiares. Os grandes e pequenos eventos da História.

Feliks tem suas convicções políticas abaladas, viaja atrás do sonho, do passado ou futuro, às vezes do impossível, e deixa o leitor inquieto, apreensivo, curioso. Ele retorna à sua cidade Lódź, reencontra “as pegadas da infância” e faz um balanço da vida desde que se afastou da mãe e depois do irmão. Há reviravoltas nas suas posições ideológicas e pessoais, o que pensava ser não era mais, era o contrário. Percebe que o que imaginava sobre a família era falso, ilusão, da mesma forma que o que sentia em relação ao partido.

Ele e a Polônia sempre viveram pressionados – “vire para um lado e você é ludibriado pela Rússia. Vire para o outro lado e você é ludibriado pela Alemanha. Não vire para lugar nenhum e você é ludibriado por todo mundo”, como diz uma personagem. Mesmo com a crueldade da guerra, restam a esperança, o amor à família e a verdade da poesia.

Feliks descobre-se um conservador. “Eu não gostava de mudanças.” Numa viagem aos Estados Unidos, sente-se uma “estranha relíquia da velha Europa que tinha saído do quadro entalhado da família”. Ele acaba por aceitar a nova realidade e muda de vida, recupera sua história, se reencontra.

Jim Powell nasceu em Londres em 1949. É mestre em História pela Universidade de Cambridge. Antes de se tornar escritor, fez de tudo um pouco: teve uma empresa de cerâmica que produzia utensílios pintados à mão, participou de campanhas eleitorais, trabalhou como consultor de negócios. Na juventude, foi até office-boy dos Beatles. Powell não usa computador para escrever, escreve à mão, mas nunca com esferográfica. Faz questão da caneta-tinteiro.

 Entre os países que já publicaram seu romance estão África do Sul, Austrália, Croácia, Dinamarca, Itália, Noruega, Nova Zelândia, Polônia e Portugal. Jim Powell e seu parceiro, Kay Sayce, dividem seu tempo entre Northamptonshire, na Inglaterra, e uma propriedade no estado francês de Tarn, nos médios Pirineus.

SOBRE O AUTOR

Jim Powell nasceu em Londres em 1949. Fez de tudo um pouco, foi até office-boy dos Beatles. Escreve à mão, com caneta-tinteiro. Este livro (The breaking of eggs, no original) já foi publicado em quinze países.

Arriscar é Viver
Autor:
Jim Powell
Gênero:
Romance
Formato:
15,5×22,5
Páginas:
352
ISBN:
978 -85 -8130 -005-4
Cód de Barras:
978 -85 -8130 -005-4
Sinopse:
As Dores da Guerra
Histórias de amor, de enganos, traições, torturas, mortes atravessam este romance. Você vai conhecer, em detalhes, sequelas que Hitler e Stalin deixaram nas pessoas e nos países do Leste Europeu. Jim Powell nos faz mergulhar nos bastidores da II Guerra, da Guerra Fria, do colapso do comunismo na Europa. Um livro escrito com simplicidade, elegância e contida emoção. Impossível ficar indiferente aos dramas que o autor nos revela.

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Release: Hitler – Retrato de uma Tirania, de Fernando Jorge

Em 1963, na rua São Bento, em São Paulo, o então jovem escritor Fernando Jorge encontrou um amigo o também escritor e político, Israel Dias Novaes, diretor do Banespa e do jornal Correio Paulistano. Os dois foram juntos a um café de esquina, onde Israe, conhecedor da predileção de Fernando por História, recomendou-lhe certo livro que lera recentemente. Tratava-se de uma biografia de Adolf Hitler, recém-publicada no Brasil, escrita por um autor alemão chamado Herman Zumerman (não Hermann Zummerman, na grafia alemã correta. O título dessa obra era Hitler – Anatomia de uma tirania, e a nota do editor dizia o seguinte:

O crítico Alfred Belsen escreveu, a propósito deste livro: “Zumerman é, indiscutivelmente, um grande escritor. Seu estilo é excelente,muito agradável, saboroso. Consegue prender a atenção do leitor do começo ao fim. Hitler – Anatomia de uma tirania pode ser considerado, com justiça, o maior livro que apareceu, nestes últimos tempos, sobre o homem monstruoso que desencadeou, no mundo, a Segunda Grande Guerra”.

Animado, Novaes elogiou o livro, por sua clareza de estilo e abrangência da pesquisa realizada, mas, sobretudo, pela tradução ímpar, creditada a certo Raul Rodrigues. Ao ouvir isso, Fernando Jorge caiu na gargalhada, e, diante da perplexidade do amigo, soltou esta bomba: — Herman Zumerman sou eu!

O livro, na verdade, fora escrito em português pelo próprio Fernando, e publicado sob pseudônimo, por imposição de seu editor, o judeu búlgaro Eli Behar. No meio editorial brasileiro de então, autores estrangeiros vendiam mais que os nacionais, de modo que Herman Zumerman, o crítico Alfred Belsen e o tradutor Raul Rodrigues haviam sido todos inventados por Behar, numa época sem internet, em que tais imposturas passavam facilmente por verdades. O próprio Fernando Jorge conta, a respeito disso: “Eu não queria de modo algum publicar o livro com outro nome que não o meu, mas o editor me fez uma proposta boa demais, e como eu ganhava muito pouco na Assembleia, havia acabado de me casar e precisava desesperadamente do dinheiro, acabei aceitando.”

Esta é a nova edição corrigida e atualizada — inclusive no subtítulo — de uma das primeiras biografias de Hitler escritas por autor brasileiro. Fernando Jorge a produziu, em 1962, enquanto o mundo acompanhava o julgamento de Adolf Eichmann, um dos principais carrascos nazistas, e a lançou em 1963, dez anos antes da primeira grande biografia alemã do Führer, de autoria do historiador Joachim Fest.

Desde o seu suicídio em 1945, num abrigo subterrâneo localizado sob as ruínas de Berlim, cuja destruição (e a de boa parte da Europa) ele mesmo havia causado, o ditador alemão Adolf Hitler tem sido um enigma do mal. Seu maquiavelismo político, sua delirante obsessão pela superioridade racial, seu ódio excessivo — e até hoje inexplicável — pelos judeus, tudo isso aliado a um desprezo pela vida humana nunca antes visto, fazem dele o homem mais abominável que já comandou uma superpotência.

Após seduzir a nação alemã, ele causou a Segunda Guerra Mundial e promoveu o Holocausto, deixando um saldo de milhões de mortos e um legado sinistro aos populistas e demagogos das gerações seguintes. Sem nada diminuir da monstruosidade de Hitler, esta biografia equilibrada e imparcial tecida por Fernando Jorge procura preservar- -lhe a dimensão humana, buscando nas deformidades do seu caráter a verdadeira origem da selvageria nazista. Entre outros fatos pouco conhecidos da vida dele, somos informados de que Adolf se apaixonou quando adolescente, mas não se atreveu a cortejar a amada devido à sua timidez excessiva, anormal e até inviril. O que era Hitler, afinal de contas? Um psicopata? Um homossexual enrustido? Um neurastênico? Um mero oportunista ou um crente sincero na doutrina antissemita? Ou ambas as coisas? Uma das causas do seu monumental complexo de inferioridade poderia ter sido uma deficiência física? Qual?

Reconstituindo a trajetória do menino pobre maltratado pelo pai e mimado pela mãe, do artista frustrado, do vagabundo ressentido e morador de rua em Viena, passando por sua carreira de soldado destemido na Primeira Guerra Mundial, depois pela de orador popular, político demagogo, líder do Partido Nazista, até se tornar chanceler e, por fim, chefe supremo do estado alemão, perseguidor das minorias e flagelo de toda a Europa, Fernando Jorge mais uma vez nos deleita com a beleza de sua prosa e a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou este retrato fidedigno e irretocável da maior de todas as tiranias.

SOBRE O AUTOR

Fernando Jorge é autor de mais de 20 livros, a maioria deles biografias definitivas de vultos históricos, como Olavo Bilac, Aleijadinho (pela qual ganhou o Prêmio Jabuti), Santos Dumont e Paulo Setúbal, estas duas últimas lançadas pela Geração. Também por esta editora Fernando publicou suas obras mais incendiárias e polêmicas: Vida e obra do plagiário Paulo Francis, na qual desanca o pernóstico jornalista; A academia do fardão e da confusão, ataque impagável e bem-humorado à Academia Brasileira de Letras (“estéril como o útero de uma mula”, segundo ele), e o engraçadíssimo romance que satiriza a corrupta classe política brasileira, O grande líder.

Hitler: Retrato de uma tirania
Autor: Fernando Jorge
Formato: 15,5 x 22,5 cm.
Páginas: 328
ISBN:  978-85-61501-78-5
Código de barras:  978-85-61501-78-5
Sinopse:
O Artífice da Destruição: Nesta biografia equilibrada e imparcial de Adolf Hitler. Fernando Jorge, consagrado biógrafo de Aleijadinho, Santos Drumont e Paulo Setúbal, reconstitui a trajetória do Füher em toda a sua dimensão monstruosa e também humana, desde a pobreza na sua Áustria natal, a tentativa frustrada de se tornar pintor, seu relacionamento como o pangermanismo e o antissemitismo da época, até sua ascensão ao poder supremo na Alemanha, causando a Segunda Guerra Mundial, cujo saldo foi de milhões de mortos e uma destruição sem recendentes que só teve fim com o suicídio dele numa casamata sob as ruínas de Berlim. Buscando nas deformidades do caráter do ditador a verdadeira origem da selvageria nazista, o autor nos deleita com a beleza de sua prosa e com a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou  este retrato fidedigno e irretocável da pior tirania da História.

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Release: E por que não?, de Maria Elisa Alves e ilustrado por Cláudio Martins

Ilustradas com delicadeza por Cláudio Martins, as histórias em versos de Maria Elisa Alves opõem e aproximam dois mundos: o feminino, doméstico; e o masculino, externo. Três meninas e suas três bonecas brincam de casinha, preparam o chá em chaleirinha acompanhado de bolachinhas. Juntas, as “faladeiras” se divertem a tarde inteira. Do outro lado do muro, no campinho da escola, os garotos, é claro, jogam bola. Competem, xingam, gritam gol, brigam pela vitória.
Em vez de uma, o livro tem duas capas, cada história começa de um lado e ao terminar elas se encontram no meio do volume. Com seu traço suave e arredondado, o premiado autor e ilustrador de livros infantis e juvenis Cláudio Martins oferece ao leitor de E por que não? cenas com ângulos inusitados. São desenhos a partir de um olhar cinematográfico. “Meninos de um lado, meninas de outro… Mas podem descobrir que compartilhar brincadeiras deixa tudo mais divertido”, diz a escritora. “Meninos e meninas. Juntos? E por que não?”

A parceria autora- ilustrador, já presente em outras histórias de Maria Elisa publicadas pela Geração Editorial, como Vitor, O gato Neno e Fuzuê, garante um livro de alta qualidade que agrada a crianças e adultos. Coordenadora pedagógica do Colégio Oswaldo Cruz, a escritora trabalha há mais de 30 anos como professora, alfabetizando crianças do 1º ao 5º ano. Nesse tempo, desenvolveu um método de ensino lúdico que sensibiliza a criança para a realidade que a cerca. Cláudio Martins já participou de Feiras Internacionais de Livros Infantis em Bolonha, na Itália e Cataluña, na Espanha.

PALAVRAS DA AUTORA

Falar de mim?

 Bem, nasci em Botucatu, interior de São Paulo e lá vivi até meus quinze anos. Tive uma infância simples, cercada da mais pura poesia: casas singelas, com grandes quintais, onde habitavam árvores frutíferas, ora “casa” do “mocinho” e “bandido” ora “casinha”. Muita flor no mato, terra vermelha, roupas alvejando na grama e dançando nos varais. Aprendi a ler ainda muito pequenina, sentada no colo do meu tio. Sempre gostei de desenhar; num caderno especial, eu e a Dorinha, companheiras inseparáveis, criávamos histórias em quadrinhos e, ah…cuidados extremos com aquele tão especial, o de poesias, com flores secas entre as páginas.

O tempo passou. Professora, já em São Paulo, dediquei-me à alfabetização, permeando meu trabalho com o poético e a alfabetização com poesia conquistou, definitivamente, seu lugar na sala de aula. Criatividade, emoções e sentimentos transbordavam, formando elos que ainda permanecem.

Na convivência com as crianças, volto a ser aquela menina do Interior, de pés descalços, livre e feliz, que imaginava e escrevia suas histórias lá do alto da laranjeira.

Neste meu coração de poeta vive a minha infância e faço um convite a você: ame ler e guarde em seu coração, para sempre, esse tempo de ser criança, esse tempo de ser feliz!

Maria Elisa


PALAVRAS DO ILUSTRADOR

Olá!

Estudei Desenho Industrial e durante muitos anos trabalhei em projetos de Tecnologia, Meio Ambiente,Cultura, além de rodar por jornais e revistas. Mas o mundo dos adultos é muito sem imaginação, sem fantasia e criatividade.
Um dia resolvi cair de sola, de cara e coração na Literatura Infantil.
Desenhei uma porção de histórias, uma montoeira de personagens, tudo o mais alegre e divertido que pude.
Ser criança é muito mais que um estado de espírito, é um estado de inteligência.

Um abraço,

Cláudio Martins

E por que não?
Autora: Maria Elisa Alves
Ilustrador: Cláudio Martins
Gênero: Infantil
Formato: 20,5 x 27,5 cm.
Páginas: 12
ISBN: 978-85-8130-014-6
Código de barras: 978-85-8130-014-6
Sinopse:
“E por que não?” aproxima universos de meninos e meninas

Em seu novo livro lançado pela Geração Editorial, E por que não?, a escritora e pedagoga Maria Elisa Alves mais uma vez ousa no conteúdo e na forma. Ao tratar dos modelos consagrados pela sociedade como masculino e feminino, a autora aproveita sua larga experiência pedagógica para sugerir com sutileza que meninos e meninas podem experimentar e se deleitar com atividades consideradas exclusivas de cada gênero.

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Release: 2012 – Nas Cortes do Sol de Brian D’Amato

UMA NOVA VISÃO DO APOCALIPSE MAIA PARA 2012

“2012: Nas cortes do sol”, de Brian D´Amato, é baseado na previsão maia que indica o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012. Mas, ao invés de investir no significado esotérico e no sensacionalismo em torno do chamado “Apocalipse Maia”, como muitos livros e filmes já fizeram, “2012: Nas cortes do sol” aposta no vigor ficcional para contar uma história capaz de seduzir tanto aos apaixonados pelos mistérios da cultura maia quanto aos apreciadores de jogos de estratégia e avanços tecnológicos e digitais.

Jed DeLanda, o herói dessa história, vive em 2012 como um gênio matemático que se especializou em jogos de estratégia e tem como arma secreta um ritual divinatório dos maias chamado “Jogo do Sacrifício”. Através desse ritual, os maias faziam predições sobre o nascimento e a morte das civilizações. Mas Jed vai se deparar com um mistério ainda mais amplo ao ser chamado por seu mentor, Taro Mora, para conhecer uma projetista de jogos chamada Marena Park, que lhe fala de uma predição ainda mais antiga registrada num códice recém-descoberto e que poderia ser detectada pelo uso do mesmo “Jogo do Sacrifício”.

Taro Mora reúne uma equipe de cientistas para que Jed viaje no tempo, de 2012 até 664 d.C., por meio de uma réplica de suas ondas mentais projetada numa fenda no contínuo espaço-tempo chamada desktop wormhole. Tudo vai bem até que, ao invés de penetrar na mente de um rei maia, Jed penetra na mente de um jogador de futebol maia que está prestes a sofrer um sacrifício num templo da antiga civilização.

Além de escapar por pouco de uma catástrofe radioativa e evitar uma ameaça de extinção que pesa sobre todos os povos, o autêntico herói Jed se debate com sua missão num mundo de enormes possibilidades.

O livro não se restringe à sua fantástica aventura, mas também apresenta detalhes impactantes sobre o modo de vida dos maias, seu código de comunicação, glossário com palavras utilizadas ao longo da narrativa, explicações de pronúncias e mapas indicando os nomes maias para acidentes geográficos e lugares registrados em espanhol, situados na América Central, Golfo do México, Golfo de Honduras e Oceano Pacífico. Além disso, especula sobre o caráter dos jogos eletrônicos e as possibilidades infindáveis da tecnologia sobre viagens impossíveis no tempo.


SOBRE O AUTOR

Não apenas um escritor, mas também um artista plástico, Brian D’Amato fez sucesso com seu primeiro romance, Beauty (Beleza), publicado em 1992.

Como artista plástico, ele se especializou em esculturas e instalações tridimensionais que têm sido vistas em todos os museus do mundo, e foi um dos responsáveis pela introdução da “realidade virtual” como um modo de expressão artística inteiramente novo no circuito das galerias e museus importantes do EUA.

Ele também lecionou arte e história da arte em universidades de Nova York, Ohio e Yale e seus artigos foram publicados em várias revistas americanas importantes como Harper´s Bazaar e Vogue.

2012: NAS CORTES DO SOL
Autor: Brian D’amato
Gênero: Romance
Formato: 15,6 x 22,4
Páginas: 800
ISBN: 978-85-8130-019-1
Cód. De Barras: 978-85-8130-019-1
Sinopse:
NO MUNDO DE 2012, UM MATEMÁTICO VIAJA NO TEMPO ATÉ A CIVILIZAÇÃO MAIA PARA IMPEDIR UMA CATÁSTROFE SEM PRECEDENTES

No ano de 2012, um matemático sofisticado, especializado em jogos de estratégia em computadores, conhecedor de artefatos divinatórios da civilização maia, investidor em ações on-line, está diante da maior missão de sua vida: impedir que uma antiga predição, num códice recém-descoberto, se cumpra. Para isso, uma equipe de cientistas fará com que ele viaje no tempo até o ano de 664 d.C., para a antiguidade maia, onde se deparará com inúmeros mistérios e uma aventura fantástica como poucas.
Este é o romance de Brian D´Amato, artista plástico, estudioso da civilização maia, que forjou uma narrativa de tirar o fôlego dos apreciadores de ficção científica e romances épicos envolvendo antigas civilizações misteriosas.

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Dad Squarisi publica manual multimídia

 

Fonte: Jornal Meio Norte – Teresina

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Lançamentos e novidades da Geração Editorial

Arriscar é viver
Autor: Jim Powell
Tradutor: Samuel Dirceu
Gênero: Romance
Formato: 15,5 x 22,5
Páginas: 352
ISBN: 978-85-8130-005-4
Cod de barras: 978-85-8130-005-4
Peso: à confirmar
Sinopse:  
As Dores da Guerra
Histórias de amor, de enganos, traições, torturas, mortes atravessam este romance. Você vai conhecer, em detalhes, sequelas que Hitler e Stalin deixaram nas pessoas e nos países do Leste Europeu. Jim Powell nos faz mergulhar nos bastidores da II Guerra, da Guerra Fria, do colapso do comunismo na Europa. Um livro escrito com simplicidade, elegância e contida emoção. Impossível ficar indiferente aos dramas que o autor nos revela.

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E por que não?
Autor: Maria Elisa Alves
Gênero: Infantil
Formato: 20,5 x 27,5
Páginas: 16
ISBN: 978-85-8130-014-6
Cod de barras: 978-85-8130-014-6
Peso: à confirmar
Sinopse:    
“E por que não?” aproxima universos de meninos e meninas
Em seu novo livro lançado pela Geração Editorial, E por que não?, a escritora e pedagoga Maria Elisa Alves mais uma vez ousa no conteúdo e na forma. Ao tratar dos modelos consagrados pela sociedade como masculino e feminino, a autora aproveita sua larga experiência pedagógica para sugerir com sutileza que meninos e meninas podem experimentar e se deleitar com atividades consideradas exclusivas de cada gênero.

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Hitler – Retrato de uma tirania
Autor: Fernando Jorge
Gênero: Biografia
Formato: 15,5 x 22,5
Páginas: 328
ISBN: 978-85-61501-78-5
Cod de barras: 978-85-61501-78-5
Peso: à confirmar
Sinopse:    
O Artífice da Destruição: Nesta biografia equilibrada e imparcial de Adolf Hitler. Fernando Jorge, consagrado biógrafo de Aleijadinho, Santos Drumont e Paulo Setúbal, reconstitui a trajetória do Füher em toda a sua dimensão monstruosa e também humana, desde a pobreza na sua Áustria natal, a tentativa frustrada de se tornar pintor, seu relacionamento como o pangermanismo e o antissemitismo da época, até sua ascensão ao poder supremo na Alemanha, causando a Segunda Guerra Mundial, cujo saldo foi de milhões de mortos e uma destruição sem recendentes que só teve fim com o suicídio dele numa casamata sob as ruínas de Berlim. Buscando nas deformidades do caráter do ditador a verdadeira origem da selvageria nazista, o autor nos deleita com a beleza de sua prosa e com a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou  este retrato fidedigno e irretocável da pior tirania da História.

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2012 – Nas cortes do Sol
Autor: Brian D’amato
Tradutor: William Lagos
Gênero: Romance
Formato: 15,6 x 22,4
Páginas: 800
ISBN:978-85-8130-019-1
Cod de barras: 978-85-8130-019-1
Peso: à confirmar
Sinopse:
NO MUNDO DE 2012, UM MATEMÁTICO VIAJA NO TEMPO ATÉ A CIVILIZAÇÃO MAIA PARA IMPEDIR UMA CATÁSTROFE SEM PRECEDENTES

No ano de 2012, um matemático sofisticado, especializado em jogos de estratégia em computadores, conhecedor de artefatos divinatórios da civilização maia, investidor em ações on-line, está diante da maior missão de sua vida: impedir que uma antiga predição, num códice recém-descoberto, se cumpra. Para isso, uma equipe de cientistas fará com que ele viaje no tempo até o ano de 664 d.C., para a antiguidade maia, onde se deparará com inúmeros mistérios e uma aventura fantástica como poucas.
Este é o romance de Brian D´Amato, artista plástico, estudioso da civilização maia, que forjou uma narrativa de tirar o fôlego dos apreciadores de ficção científica e romances épicos envolvendo antigas civilizações misteriosas.

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Veneno nas veias
Autor: M. G. Scarsbrook
Tradutor: Eliana Sabino
Gênero: Romance Histórico
Formato: 15,6 x 22,4
Páginas: 338
ISBN: 978-85-8130-008-5
Cod de barras: 978-85-8130-008-5
Peso: à confirmar
Sinopse:  

QUEM FOI LUCRÉCIA BÓRGIA?
QUAL FOI SEU PAPEL NA FAMÍLIA MAIS CELEBRIZADA PELO CRIME E CORRUPÇÃO NA HISTÓRIA?

Ela se tornou uma lenda por sua beleza, sua sexualidade e seus crimes, nos quais utilizava fulminantes poções venenosas. Mas quem foi, de fato, Lucrécia, a filha do Papa Alexandre VI, o patriarca da corrupta e violenta família Bórgia, que na modernidade já rendeu romances, filmes e minisséries de TV?
Neste romance histórico eletrizante, a própria Lucrécia Bórgia narra sua história, revelando a vida, costumes, crimes e intrigas na Europa do século XV, período em que a Igreja Católica estava corrompida e os papas mandavam nos reis.
Personagens fascinantes, como o próprio Nicolau Maquiavel, autor do clássico “O Príncipe”, circulam no meio de reis, príncipes, cortesãs, cardeais, artistas, num painel rico e extraordinário muito parecido com os dias atuais, quando governantes corruptos e poderosos também usam todos os meios para garantir seu poder, riqueza e privilégios.

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Carnaval 2012: Vai-Vai homenageará as mulheres brasileiras

A escola de samba Vai-Vai, campeã do carnaval de 2011, aposta no universo feminino e no apoio que as mulheres deram para a evolução do Brasil para conquistar o bicampeonato com o enredo Mulheres que Brilham – a força feminina no progresso social e cultural do país.

O desfile promete resgatar personalidades de diversas classes sociais e que marcaram o país e mostrar como elas foram vistas em diferentes momentos históricos, desde a Idade da Pedra até os dias atuais. Para retratar esse universo tão amplo, as alegorias irão destacar diferentes perfis e características das mulheres homenageadas, como as políticas, as guerreiras, as artistas e as mulheres comuns.

Além das mulheres comuns, ícones da história e diversas personalidades serão representadas: Tarsila do Amaral, Princesa Isabel, Maria Quitéria, Xica da Silva, Zélia Gatai, Elis Regina, Clarice Lispector, Zilda Arns, Paraguaçu, Dilma Roussef, Lígia Fagundes Telles, Chiquinha Gonzaga, entre outras.

Dentre as várias homenagens vale destacar a Imperatriz Leopoldina, mulher de Dom Pedro I, e a Marquesa de Santos, a famosa amante do monarca. Em entrevista ao Portal Terra o carnavalesco Alexandre Louzada afirma que as performances das alas são as que ele mais espera. “Haverá uma dança entre a Princesa Leopoldina e a Marquesa de Santos, que influenciaram a proclamação da independência. Será uma encenação que retratará com sutileza a rivalidade entre elas. O público vai se surpreender”.

Fundada em 1930, a escola foi campeã 14 vezes do carnaval paulista. Em 2011, conquistou o último título com o enredo “A Música Venceu”. Neste ano, a escola desfila com 31 alas, cinco carros alegóricos e 4mil componentes.

Conheça um pouco mais da história de Domitila de Castro, popularmente conhecida como marquesa de Santos

Titília e o Demonão:

Amor e paixão na maior descoberta de documentos da história do Brasil

Cartas do Imperador Dom Pedro I para a Marquesa de Santos que se imaginavam desaparecidas foram encontradas, quase dois séculos depois, pelo autor, num arquivo dos Estados Unidos, e revelam aspectos insuspeitados da vida sexual e política na corte imperial. Este livro vai ser um acontecimento na pesquisa histórica nacional. Transcritos e comentados com erudição ímpar, esses documentos profundamente humanos e de alto valor histórico nos mostram um jovem monarca impetuoso e apaixonado, bem humorado, que escreve coisas libidinosas à amante, tenta acalmar as crises de ciúme dela e tem também seus acessos emocionais. O livro revela um rico painel da vida cotidiana e política e dos costumes do Brasil durante o Primeiro Reinado.

O lirismo não está ausente nessas confissões tão íntimas:

Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor por devoção. (carta 9)

Quase todas as cartas são assinadas pelo “fiel, desvelado, constante e agradecido amante”, mas o vocativo e a assinatura variam conforme a temperatura da paixão. Quando esta se encontra no auge, ela é “Titília” e “Meu amor”, ele é “O Demonão” ou “Fogo Foguinho”; à medida que vai esfriando, ele passa a ser “O Imperador” e “Pedro”, enquanto ela se torna “Filha” e “Querida Marquesa”.

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