Arquivo do mês: março 2012

Número de leitores cai 8%

Número de leitores cai 8%

Fonte: PublishNews – 29/03/2012 – Roberta Campassi

Média de livros lidos no ano também ficou menor: 4,1 contra 4,7 em 2007

Em 2007, quando entrevistados pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, 95,6 milhões de brasileiros eram considerados leitores, tendo lido pelo menos um livro nos três meses anteriores ao levantamento. Quatro anos depois, conforme os resultados de 2011 da terceira edição do estudo, o mais importante sobre o comportamento dos leitores no país, esse número caiu 8,4%, para 88,2 milhões. Em porcentagem, se antes 55% da população com mais de cinco anos era leitora, agora são 50%.
A nova pesquisa também aponta que, na média de toda a população (incluindo leitores e não leitores), o número de livros lidos em um ano foi de 4,1, contra 4,7 em 2007. E, desses quatro livros lidos, 2,1 foram inteiros, e 2 “em partes”. Na média anual, não foi divulgado quanto desse total foi lido por indicação da escola, e quanto por iniciativa própria. Em 2007, apenas 1,3 livro era lido por iniciativa individual.
A pesquisa deixa claro que há grande influência da escola nos índices de leitura. Na faixa de idade que vai dos 5 aos 24 anos, a maioria da população é leitora. Já na faixa de 25 até 70 anos ou mais, a maior parte é não-leitora. Quem é estudante lê uma média de 6,2 livros/ano (contra 7,2 em 2007), enquanto quem está fora da escola lê 2,3 (contra 3,4 na pesquisa anterior).
A Retratos da Leitura, realizada pelo Ibope, entrevistou 5.012 pessoas em 315 cidades brasileiras. Ela é encomendada pelo Instituto Pró-Livro, fundado e mantido por entidades e empresas do setor (Abrelivros, CBL, Snel e editoras). A margem de erro é de 1,4 ponto percentual, segundo o Ibope.
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, Helio Gastaldi, diretor do Ibope Inteligência, afirmou que a redução no número de leitores pode ter sido influenciada por alterações na metodologia da pesquisa, uma vez que a pergunta a esse respeito sobre passou a ser feita antes das demais, para diminuir distorções.
Na apresentação distribuída ontem, o Ibope também explica que, antes de todas as perguntas relacionadas a livros, foi definido o que é um “livro” (ressaltando que o conceito exclui, por exemplo, manuais, catálogos e gibis).
A pesquisa também mostra que a leitura caiu entre as atividades preferidas pelos brasileiros no seu tempo livre. Leia mais aqui.
O que a Retratos da Leitura de 2011 reafirma é a influência do nível de escolaridade e renda na formação de público leitor, além da importância do ambiente familiar e escolar.
Analisando os extremos, quem tem ensino superior lê a média de 7,7 livros por ano, enquanto quem tem até a quarta série lê 2,5. No âmbito da renda, quem ganha mais de dez salários mínimos registra média de 8,6 livros/ano, enquanto a população que ganha até um salário lê 2,7.

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Intimidades do casal “Brangelina”

Fonte: A tribuna – AT2


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Informe JB – Jornalista é demitido por comentar a “Privataria Tucana”

Clique aqui e confira a resenha.

Fonte: Jornal do Brasil – http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2012/03/29/jornalista-e-demitido-por-comentar-a-privataria-tucana/

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Lançamento do livro A Privataria Tucana em João Pessoa

Acontece hoje, 29/03 às 19h, no Sindicato dos Bancários da Paraíba o lançamento do livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr. O evento faz parte das comemorações pelos 70 anos de história do SEEB – PB.

Com cerca de 340 páginas, o livro “A Privataria Tucana” é o resultado de 12 anos de investigações do repórter Amaury Ribeiro Jr. sobre as privatizações de estatais brasileiras, entre elas a Companhia Vale do Rio Doce (empresa do setor de mineração e siderurgia), e a Telebrás (empresa de telecomunicações), ocorridas durante o governo Fernando Henrique Cardoso. O livro traz o resgate histórico desse período, evidenciando os bastidores de todo este processo.
O jornalista e autor do livro, Amaury Ribeiro conta com detalhes e comprova com vasta quantidade de documentos os crimes de tráfico de influências, evasão de divisas e favorecimento ocorridos durante o processo de privatização realizado nos governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no qual acusa o tesoureiro de campanha do PSDB, Ricardo Sérgio de Oliveira, de ter atuado como “artesão” da construção de consórcios de privatização em troca de propinas.
Serviço:
 Sede da SEEB/PB
Av. Beira Rio, 3.100
Tambauzinho
João Pessoa – PB

Mais informações:

http://www.bancariospb.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12917&Itemid=1

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Demitidos por resenhar A Privataria Tucana

Jornalista e editor foram demitidos por escrever e publicar sobre o livro A Privataria Tucana no site da revista História, você concorda com isso? O autor da Privataria, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. não concorda e coloca a boca no trombone.

“Isso mostra a verdadeira faceta de um partido que se diz democrático, é um absurdo essas atitudes vergonhosas e ultrapassadas. Porque eles não respondem as denuncias do livro? Falaram que me processariam, mas até agora nada disso aconteceu, como diz um velho jurista, ‘Contra fatos não há argumentos’. Pedir a cabeça de jornalista é um golpe contra a liberdade de imprensa, mas infelizmente isso está se tornando uma rotina no país, principalmente quando se produz matérias contra os tucanos, aí você inclui os mais bicudos”, desabafa Amaury.

Leia a coluna do jornalista Elio Gaspari da Folha de S. Paulo, publicada hoje (28/03):

PATRULHA E CENSURA

Diga qual foi a publicação onde aconteceu isso:

Tendo publicado em seu site uma resenha favorável a um livro, ela foi denunciada pela direção de um partido político e daí resultaram os seguintes acontecimentos:

1) A resenha foi expurgada.

2) O autor do texto foi dispensado.

3) Semanas depois o editor da revista foi demitido.

Isso aconteceu na revista “História”, o livro resenhado foi “A Privataria Tucana”, a denúncia partiu do doutor Sérgio Guerra, presidente do PSDB, o jornalista dispensado foi Celso de Castro Barbosa e o editor demitido foi o historiador Luciano Figueiredo.

Em nove anos de poder, não há registro de que o comissariado petista com suas teorias de intervenção na imprensa tenha conseguido desempenho semelhante.

A revista é editada pela Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional, que pouco tem a ver com a administração da veneranda instituição. No episódio, sua suposta amizade ofendeu a ideia de pluralidade essencial às bibliotecas.

Para quem quiser ler a resenha que foi expurgada da home da revista acesse aqui:

http://bloggeracaoeditorial.com/2012/01/30/o-jornalismo-nao-morreu/

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Dia Nacional do Circo

Homenagem da Geração Editorial ao Dia Nacional do Circo, 27/03.

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Homenagem da Geração ao Dia Mundial do Teatro

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Promoção #Dia Mundial do Teatro

No Dia Mundial do Teatro a Geração vai sortear o livro Madame Shakespeare.

Para participar basta seguir a @geracaobooks e retuitar a seguinte frase:

Quero conhecer os relatos íntimos de Madame Shakespeare com a @geracaobooks. #diamundialdoteatro #promo. Dê RT. http://kingo.to/12HS

Você pode participar até às 23h59 de hoje, 27/03. O sorteio acontece  no dia 29/03, pelo sorteie.me e será divulgado no blog e redes sociais.

Conheça a obra:

Madame Shakespeare
Autor: Robert Nye
Sinopse:
É abril de 1594. William Shakespeare, poeta e escritor de peças relativamente famoso, convida sua mulher, Anne Hathaway, que vive em Stratford-upon-Avon, para vir a Londres celebrar com ele o seu 30º aniversário. Sete anos depois de sua morte, Anne Hathaway decide anotar num caderno o que aconteceu entre ela e o marido famoso, naquela semana, na cama de um quarto sobre uma peixaria. Em parte erudita, em parte divertida, erótica, romântica, leve e travessa, essa narrativa do escritor, poeta e crítico inglês Robert Nye revela uma mulher que não lia a obra de seu marido, muito menos seus sonetos, mas acaba nos dando respostas para questões sobre os mistérios da obra de Shakespeare que até hoje perduram – em especial aquele ligado à tal “segunda melhor cama”, presente nos sonetos dedicados à sua Dark Lady, uma dama misteriosa que pode ter sido qualquer mulher dos tempos elisabetanos – menos aquela que havia deixado em Stratford-up-Avon. O livro cresce em ousadia e erotismo à medida em que Shakespeare vai revelando para a mulher o tipo de vida que levava em Londres, sua luta para sobreviver como poeta e dramaturgo e o tipo de relacionamento que era obrigado a ter com seus protetores. Uma leitura deliciosamente irreverente, num texto vibrante e muito original.

Nye revive com brilhantismo, pela voz de Anne, a Inglaterra elisabetana, com suas moralidades sociais e hábitos supersticiosos, o que acaba por conferir ao livro um ritmo envolvente e de suspense, à altura da própria relutância da narradora em chegar logo ao final. De desvio em desvio, a história nos pega de surpresa e é difícil parar a leitura. Até aonde nos levará?

Resultado do sorteio

Sorteio realizado em 29/03/2012 às 17:48 por @geracaobooks, através dos usuários que retuitaram o link http://kingo.to/12HS.

  1. @AmorinJess

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A política de uma geração

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Luiz Fernando Emediato não disfarça o cansaço. Dormiu pouco, está com sono e, mesmo assim, pouco antes de embarcar para Brasília, no final da tarde da segunda-feira, dia 12, concede alguns minutos para fotos e para resumir seu trabalho à frente da Geração Editorial, empresa que vem tocando desde 1992 e que tem dado espaço para que muitas histórias não sejam enterradas com seus personagens. Histórias não apenas contadas, mas vividas e sofridas por muita gente. Histórias que afetaram e afetam, de uma maneira ou de outra, todos os brasileiros e que privilegiam apenas alguns dentro das tramas e das trapaças.

 Emediato afirma que está nisso “quase que acidentalmente” e que o negócio tem muito de sua personalidade. Lembra que desde criança ninguém nunca mandou nele, e por isso não tem até hoje “muita noção do perigo”. Um exemplo foi o conto “De Como Estrangular um General”, escrito no início dos anos 70, quando o regime militar investia contra os opositores. Os contos e novelas escritos por Emediato, publicados em três livros, entre 1977 e 1978, voltam agora num único volume Trevas no Paraíso, organizado pelo escritor Luiz Ruffato.

Loucuras ou não, foi na Geração Editorial que o professor e jornalista João Carlos Teixeira Gomes pôde apresentar a obscura biografia de Antonio Carlos Magalhães e toda sorte de atitudes espúrias cometidas por um político beneficiário do regime militar, num reinado de mais de 40 anos de poder absoluto, que o converteu em uma espécie de dono da Bahia.

E foi a Geração quem aceitou o desafio de publicar Memórias das Trevas, obra recusada antes por cerca de 20 editoras que, apesar de reconhecerem o mérito e a alta qualidade do trabalho de Teixeira Gomes, tiveram receio de levá-la aos leitores e que vendeu 80 mil exemplares. Foi também com Emediato que Palmério Dória pôde contar, em Honoráveis Bandidos, toda a trama que levou a família Sarney a controlar o Maranhão, fazendo do estado uma extensão de sua casa, beneficiando parentes e amigos. E o controle que exerce também no Senado até hoje.

Mais recentemente, as luzes se voltaram para A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Júnior, que, durante anos, pesquisou sobre as privatizações promovidas pelo governo de Fernando Henrique Cardoso por intermédio do então ministro de Planejamento,  José Serra. Na apresentação, a obra é descrita como um resumo do que foi “a verdadeira pirataria praticada com o dinheiro público em benefício de fortunas privadas”.

A privataria de Ribeiro Júnior envolve Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-tesoureiro das campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, o próprio Serra e três de seus parentes: Verônica Serra, sua filha, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marín Preciado. Embora Serra e sua família sejam o assunto central do livro, os tentáculos vão muito além.

Sobre a obra, Serra foi conciso: “É um lixo”. Verônica Serra divulgou nota contestando toda a documentação apresentada. Ela chamou “os autores” das suspeitas de “caluniadores” e “difamadores” e avisou que eles serão processados judicialmente.

A executiva nacional do PSDB afirmou que os dados do livro “não provam nada” e também anunciou, em dezembro, que iria processar o autor do livro.

Agora os holofotes da Geração Editorial serão acesos para Sanguessugas, assinado pelo jornalista Lúcio Vaz. Com lançamento previsto para dentro de 15 dias, Emediato conta que o livro vai mostrar “como funcionam os bastidores da corrupção em Brasília e seus personagens, como deputados, senadores, ministros e servidores”. Segundo Emediato, trata-se de um livro “com muitos vilões, poucos heróis, muitos crimes e nenhuma punição”.

“E cada obra editada neste caminho nos revela que o grau de nossa cidadania ainda é baixo, muito baixo. Na Noruega, por exemplo, também há corrupção – mínima, mas há”, conta Emediato. “Então quando alguém é pego, tem direito até a tratamento psiquiátrico.” É que lá o nível de civilização é tão elevado e a renda tão bem distribuída que a sociedade quer saber o que leva um norueguês a se corromper. “Para eles, uma coisa de louco”, arremata Emediato. A seguir, os principais trechos da entrevista respondida por e-mail.

Diário do Comercio – O Brasil é isso: A Privataria Tucana, Honoráveis Bandidos, Sanguessugas ?

Luiz Fernando Emediato – O Brasil é mais do que isso. Para nós, da Geração Editorial, é também Operação Araguaia , no qual revelamos os documentos secretos das Forças Armadas, que elas diziam não existir e que estão disponíveis na internet para todo mundo ver. São as Memórias das Trevas , que derrubou Antonio Carlos Magalhães. É A lei da Selva , que tem o ponto de vista dos militares sobre a guerrilha do Araguaia, e por aí vai. Costumo dizer que somos uma “editora de verdade”. Nós corremos atrás da verdade ou das muitas verdades sobre muitos e variados fatos.

DC – Temas desse porte estão nos livros por que não têm espaço nas delegacias nem nos tribunais?

Emediato – A Justiça no Brasil não existe democraticamente. É sabido. Existe para quem pode pagar. A mulher que rouba um shampoo num supermercado é presa em flagrante, vai para a cadeia e a Justiça resiste em soltá-la. O jornalista endinheirado que mata a amante demora a ser preso. O empresário corruptor e o político ou servidor público corruptos, mesmo quando descobertos, não são presos. A Justiça demora demais, e os crimes prescrevem. Torna-se urgente uma reforma do Judiciário. E, desgraçadamente, sabemos desde recentemente que boa parte dos juízes também está corrompida. O problema é que a corrupção é uma espécie de praga ou vírus, que contamina todas as instituições, do Congresso e do Executivo à Igreja, ao Judiciário e às Forças Armadas. Se existisse justiça e punição, a corrupção diminuiria. Ela é menor na China, porque lá os corruptos, quando são encontrados, são fuzilados, e a família do morto ainda paga a bala.

DC – Tomando  A Privataria Tucana como exemplo, você acredita que vivemos num País singular? A pergunta é em função da Justiça. Ou o autor e os editores erraram e deveriam, por isso, ser punidos, ou a história contada, os fatos descritos são totalmente verídicos e, neste caso, todos os acusados deveriam ser punidos. E o que ocorre? Nada.

Emediato – Mesmo admitindo que o livro possa conter erros pontuais, parece que as denúncias são tão verdadeiras em sua essência que os denunciados preferiram se calar. Isso é bastante estranho. Eu, que fiz trabalho voluntário na presidência de um fundo social, fui “denunciado” por uma revista – injustamente, é claro –  e a processei. Quero, exijo reparação. Creio que a imprensa deve ser livre, totalmente livre, para investigar e denunciar, mas tem que responder por seus erros.

DC – Em sua opinião, por que os envolvidos não recorreram à Justiça? Por que o PSDB – e me refiro à cúpula nacional – esbravejou, esbravejou e nada?

Emediato – Não sei. Devem temer alguma coisa, você não acha? No caso do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, autor de A Privataria Tucana, um personagem de seu livro, Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, o processou no passado por causa de reportagem na imprensa, mas o Amaury provou na Justiça que havia escrito a verdade e Ricardo Sérgio perdeu a ação e teve de pagar as custas do processo e os honorários dos advogados. Podemos concluir disso que só processa alguém aquele que tem absoluta certeza de sua inocência? Talvez sim.

DC – Quando você dispõe para os brasileiros obras como  A Privataria Tucana, Honoráveis Bandidos, entre outras, o que você espera além de boas vendas?

Emediato – Eu nunca imagino que um livro de reportagem vai vender no Brasil mais de 10 mil exemplares. Honoráveis Bandidos ter vendido 100 mil exemplares até agora e Privataria Tucana ter vendido 120 mil exemplares em 60 dias é, para mim, uma surpresa. Quando publico livros como esses, eu não penso só nas vendas, eu penso no compromisso que uma editora de verdade tem não só com a arte e a literatura, mas também com a história. Se eu quisesse só vender livros eu publicaria manuais de autoajuda e romances de vampiros. É só ir ao mercado internacional, comprar, editar e vender para os incautos que consomem “autoajuda” e para adolescentes que se iniciam na leitura.

DC – Corrupção dá dinheiro para quem não participa dela?

Emediato– Não, corrupção dá dinheiro para quem é altamente corrupto e é bem sucedido nessa atividade indigna.

DC – Corrupção é um bom tema?

Emediato – Corrupção, violência, opressão, amor, política, filosofia, psicologia, tudo é tema.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/index.php/politica/sub-menu-politica/84874-a-politica-de-uma-geracao

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Geração Editorial anuncia novo livro com escândalos de corrupção

Por Livraria da Folha


Especialista em livros-polêmica com denúncias contra personagens públicas, a editora Geração Editorial promete levantar poeira no cenário político mais uma vez. Quem comanda as investigações é o jornalista especializado em coberturas políticas Lúcio Vaz, do “Correio Braziliense”, no livro “Sanguessugas do Brasil”.

O volume se propõe a revelar doze casos de corrupção e abuso de poder de políticos e empresários com todos os mecanismos usados para enganar a máquina pública. Entre outros acontecimentos escabrosos, a obra fala sobre desvio de dinheiro público, assassinato de testemunhas e ameaças sérias ao próprio jornalista.

“O autor nos leva a viajar com ele pelos confins do Brasil, para que possamos sentir na carne e na alma os riscos que se corre ao enfrentar os corruptos olho no olho, reunir provas, acuá-los, caçá-los.”, anuncia a orelha da publicação, assinada pelo também jornalista Jaime Pereira da Silva.

A obra tem previsão de lançamento para o dia 5 de abril e pode ser antecipada, de acordo com informações da editora. O título já se encontra disponível, em sistema de pré-venda, na Livraria da Folha.

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