Arquivo do dia: março 12, 2012

Programação Feira de Troca de Livros e Gibis 2012

Com o objetivo de oferecer ao público a oportunidade de renovar suas bibliotecas pessoais sem custo, a Feira de Troca de Livros e Gibis define sua programação para 2012.

Confira a programação
Das 10h às 15H

15 de abril – Lydia Natalízio
Rua João Pedro Lecor, s/n (ao lado do SENAI) – Vila Prudente;

6 de maio – Parque Esportivo dos Trabalhadores (antigo CERET)
Rua Canuto Abreu, s/n – Tatuapé;

10 de junho – Piqueri (Ponto de Leitura)
Rua Tuiuti, 515 – Tatuapé;

5 de agosto – Trote
Rua Nadir Dias de Figueiredo, s/n – Vila Guilherme;

16 de setembro – Independência
Rua Nazareth, s/n, próximo à Casa do Grito – Ipiranga;

21 de outubro – Carmo
Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951 – Itaquera;

11 de novembro – Ibirapuera
Av. República do Líbano, 1151 – portão 7 – próximo ao Viveiro Manequinho Lopes, ao lado do Bosque da Leitura, na antiga serraria.

Mais informações: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/programas_projetos/index.php?p=9481

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Escritora tibetana diz que China a impede de receber prêmio

Fonte: The New York Times / Uol Notícias
Edward Wong
Em Pequim (China)

 

 

 

 

 

 

 

 

Poetisa tibetana Woeser participa de videoconferência na China. Imagem de 01.03.2012

Escritora tibetana que mora em Pequim disse na quinta-feira (1°) que a polícia havia a colocado em prisão domiciliar para impedir que ela recebesse um prêmio cultural da embaixada holandesa.

A escritora, Woeser, disse numa entrevista por telefone  que havia policiais no andar térreo de seu prédio, onde ela mora no 20º andar. Ela conta que não tinha certeza de quantos policiais, mas percebeu pelo menos dois homens num carro do lado de fora da porta principal e outros esperando por perto.

Woeser afirma que os policiais de Pequim foram até seu apartamento na noite de quarta-feira (29) e disseram que ela não poderia ir receber o prêmio. “Eu disse à embaixada na noite passada que provavelmente não conseguiria comparecer”, disse Woeser, que assim como muitos tibetanos tem apenas um nome.

A embaixada concedeu a Woeser um prêmio do Fundo Prince Claus. O site do fundo diz que o prêmio é dado anualmente para indivíduos e organizações na África, Ásia, Caribe e Ámerica Latina, “por suas conquistas notáveis no campo da cultura e desenvolvimento.”

Woeser, que escreveu criticamente sobre as políticas do governo chinês no Tibete, disse que planejava ir à casa do embaixador holandês na quinta-feira às 18h para jantar e receber o prêmio. A cerimônia deveria acontecer originalmente na embaixada, mas foi recentemente transferida para a residência.

Christa Meindersma, diretora do Fundo Prince Claus, declarou que o fato de “Woeser não estar livre para sair de sua casa e se expressar livremente demonstra mais uma vez a importância de sua voz.”

Woeser disse que a polícia pode ficar em seu prédio por algumas semanas ou até um mês. “Eu perguntei quanto tempo eles ficariam lá, e eles disseram que não sabiam”, disse ela.

A segurança em Pequim foi aumentada antes da abertura, na segunda-feira, das reuniões anuais do Congresso Nacional do Povo e da Conferência de Consulta Política do Povo Chinês, conhecidos como lianghui, ou “duas reuniões”.

Durante este tempo, as pessoas consideradas possíveis agitadoras são mantidas sob vigilância pela polícia. Além disso, muitos críticos do Partido Comunista foram perturbados no ano passado, à medida que oficiais sênior, especialmente os do aparato de segurança, vêm assistindo com uma preocupação crescente as revoluções que derrubaram ditadores de longa data no Oriente Médio.

Tradutor: Eloise De Vylder

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2012/03/05/escritora-tibetana-diz-que-a-china-a-impede-de-receber-premio.htm

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Acontece na Biblioteca Nacional

Desenhar para sonhar: quadrinhos brasileiros

Até o dia 19 de março acontece na Biblioteca Nacional a mostra Desenhar para Sonhar: histórias em quadrinhos brasileiros. Composto por 45 itens, o acervo selecionado apresenta, de uma maneira leve e divertida, um breve panorama da cultura das histórias em quadrinhos no país, gênero que fascina crianças e adultos há décadas. Além de expor exemplares da Revista Tico-Tico, editada em 1905, a mostra apresenta diversas publicações nacionais e homenageia grandes nomes do gênero, como Maurício de Souza e Ziraldo.

Serviço:
Até 19/03/2012
Horário: seg a sex das 9h às 20h. sab e dom das 12h às 17h
Local: Fundação Biblioteca Nacional

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Memória da vida literária do Rio de Janeiro

No segundo encontro da série, a Biblioteca Nacional promove o debate “A Livraria Camões e a cultura letrada portuguesa no Brasil”. Dedicada ao registro memorialístico de instituições e personagens do mundo do livro na capital fluminense, o encontro traz o depoimento do livreiro José Estrela e tem com debatedores as Doutoras Cleonice Berardinelli e Gilda Santos.

Serviço:
Data: 19/03/2012
Horário: 16h
Local: Fundação Biblioteca Nacional
Auditório Machado de Assis

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Ao Pio Leitor…a Virtude!

Série de sete exposições sobre as Virtudes, em complemento às exposições realizadas sobre os Pecados Capitais. Se cada um dos Pecados está muito bem representado no acervo da casa, em obras de múltiplos conteúdos, a busca pelas Virtudes é bem mais complexa, posto que o tema é, em grande parte, restrito ao universo da literatura religiosa e moralizante. Em sequência livre, a Divisão de Obras Raras abrirá a série com a Virtude da Caridade – interpretada como o Amor – de uma lista de sete virtudes organizada em oposição aos sete pecados capitais.

Serviço:
Até 01/05/2012
Horário: seg a sex das 10h às 17h
Local: Fundação Biblioteca Nacional
Setor de Obras Raras

Mais informações no site: http://www.bn.br/portal/

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Museu da Língua Portuguesa recebe exposição sobre Jorge Amado

Fonte: Guia da Folha

Em comemoração ao centenário de Jorge Amado, a partir de 17 de abril, o Museu da Língua Portuguesa recebe a exposição “Jorge, Amado e Universal”.

Diversos escritores foram homenageados entre eles: Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Gilberto Freyre e Oswald de Andrade.

Os acervos da Fundação Casa de Jorge Amado e da família do autor forneceram fotografias, objetos, filmes, entre outras peças, sendo que parte do material nunca foi vista pelo público. Elementos como cacau, grades de ferro e azeite de dendê tornam-se parte construtiva da expografia, assinada por Daniela Thomas e Felipe Tassara.

A exposição fica em São Paulo até o mês de julho e depois segue para o Museu de Arte Moderna da Bahia.

Serviço:
Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/ nº
Centro – São Paulo – SP
Tel.: 11-3326-077

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