Arquivo do dia: abril 10, 2012

Caminhadas Temáticas pelo Centro de SP – Titília e o Demonão


Conheça a obra de Paulo Rezzutti:
Titília e o Demonão – cartas inéditas de Dom Pedro I à Marquesa de Santos
História do Brasil – Biografias
Formato 15,5×22 – 352 págs.
ISBN: 978-85-61501-62-4
Cód. barra: 978-85-61501-62-4
Peso: 0.5 kg.
Sinopse:
Cartas do Imperador Dom Pedro I para a Marquesa de Santos que se imaginavam desaparecidas foram encontradas, quase dois séculos depois, pelo autor, num arquivo dos Estados Unidos, e revelam aspectos insuspeitados da vida sexual e política na corte imperial. Este livro vai ser um acontecimento na pesquisa histórica nacional. Transcritos e comentados com erudição ímpar, esses documentos profundamente humanos e de alto valor histórico nos mostram um jovem monarca impetuoso e apaixonado, bem humorado, que escreve coisas libidinosas à amante, tenta acalmar as crises de ciúme dela e tem também seus acessos emocionais. O livro revela um rico painel da vida cotidiana e política e dos costumes do Brasil durante o Primeiro Reinado.

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Release: Getúlio Vargas – A esfinge dos pampas – Richard Bourne

UMA ESFINGE QUE ENCONTROU O SEU ÉDIPO

  “Só os países economicamente fortes são realmente livres”, disse Getúlio Vargas. “E é essa liberdade que desejo dar ao meu país.”

Antes dele, o Brasil era um país em estágio pré-industrial; em poucos anos, a era Vargas construiu uma indústria siderúrgica imensa, revolucionou a infraestrutura de transportes e energia, lançou as bases da indústria petrolífera e incorporou o proletariado na vida nacional. Houve, no entanto, um preço a pagar por isso, e os efeitos dessa dívida são sentidos até hoje.

Pela pouca clareza das suas convicções ideológicas e caráter reservado da sua vida pessoal, Getúlio Vargas, a figura dominante da política brasileira no século XX, vinha sendo considerado uma esfinge que ainda não encontrara o seu Édipo. Com este livro, isso mudou.

Nesta que pode ser considerada a biografia mais imparcial, bem escrita e profunda, tanto na análise política quanto na psicológica, do homem que governou o Brasil por mais tempo e mais o influenciou, para o bem e para o mal, o conceituado brasilianista inglês Richard Bourne decifrou o sorriso enigmático do presidente que chegou ao poder por meio de uma revolução mas esmagou várias revoluções, que fortaleceu a classe trabalhadora mas enfraqueceu a democracia, que lutou pelo bem-estar social mas atentou contra liberdades individuais, industrializou o país mas também dotou de poder quase ilimitado as forças armadas, assim criando, inadvertidamente, um monstro que acabou por devorá-lo em 1954, e ao Brasil, em 1964.

Sopesando a contribuição de Getúlio Vargas à nação brasileira, o professor Bourne conclui que o fiel da balança pende a favor desse gigante de 1,60 de altura.

“Fisicamente diminuto”, escreveu o jornal inglês Manchester Guardian sobre Getúlio, “a sua estatura moral o habilitou a governar um país tão grande quanto a Europa durante tantos anos. Suas reformas sociais e econômicas foram sem precedentes no Brasil. Até 1930 o Brasil tinha sido um país; Vargas transformou-o numa nação.”
SOBRE O AUTOR:

Richard Bourne é professor de estudos políticos na Universidade de Londres, e autor de diversas obras sobre a América Latina, como Assault on the Amazon e Political leaders of Latin America. Pela Geração Editorial, publicou a biografia de outro presidente brasileiro, Lula do Brasil, a história real.

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Getúlio Vargas – A esfinge dos pampas
Autor: Richard Bourne
Formato: 15,6×23
Páginas: 344
Categoria: Biografia
ISBN:978-85-81300-56-6
Cód. de Barras: 978-85-81300-56-6
Peso: 700g
Sinopse:
AS MUITAS FACES DO HOMEM DE SÃO BORJA
Getúlio Vargas tomou o poder em 1930, governou como ditador, suprimiu liberdades e exerceu a censura, porém defendeu os trabalhadores, modernizou o país e foi deposto por militares. Eleito presidente, governou como democrata, colocou o interesse público acima de tudo e desagradou reacionários, que o perseguiram até causar a sua morte trágica.
Revolucionário ou reacionário? Autocrata ou democrata? Fascista ou comunista? Progressista ou conservador? Opressor ou vítima? Quem foi realmente o homem que governou o Brasil por mais tempo que qualquer outro líder republicano? Qual foi de fato o seu legado à nação? Por que ele até hoje divide tanto as opiniões?

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Release: Morango e Chocolate – Senel Paz

Os personagens libertários de Morango e chocolate

Um é bom, quatro, melhor ainda. É o que se pode dizer de Morango e chocolate, livro de contos do cubano Senel Paz.  O conto que dá título à obra fez grande sucesso no cinema, na década de 90. Agora ele vem acompanhado de outros três de mesma qualidade. São histórias marcantes, personagens idem. Um garoto sensível que recebe a visita do pai pela primeira vez, tendo-o visto apenas em fotografia; a primeira noite de um casal com os nervos à flor da pele; o relacionamento proibido entre um revolucionário e um contrarrevolucionário homossexual (Morango e chocolate), e, por fim, um conto dentro de outro sobre pessoas que vivem na marginalidade, aplicando golpes para sobreviver.

Senel Paz está à frente do seu tempo e sabe que a vida é curta para esperar um regime paternalista abrir a cabeça totalmente. Por isso, seus personagens dizem o que pensam agora, agem como devem agir agora. E fazem isso sem criar provocações ostensivas, de uma maneira natural.

Os quatro contos têm o dom de grudar facilmente em nossas mentes, pois o escritor ora nos caça pela emoção, ora pelo riso, pelas próprias fraquezas humanas. E isso não é simples num mundo de informações altamente deletáveis. Fixar-se no coração ou na mente das pessoas é o sonho de qualquer artista, incluindo os grandes escritores. Depois de ler esta obra, fica fácil lembrar-se de cada uma das histórias e recontá-las aos amigos.

Tudo é fruto de muito inconformismo. A geração de Senel Paz viveu os momentos mais críticos da revolução cubana. Por isso, esses contos traduzem a visão e a voz de uma geração que luta por um país renovado e mais aberto. Ao se referir especificamente à Morango e chocolate, o tradutor Eric Nepomuceno diz que os cubanos, “ao custo de muitos equívocos e muita dor, começam a compreender a necessidade de se defender a dignidade individual, o direito de ser o outro de maneira singular e não apenas plural”.  O próprio papa Bento 16, ao visitar Cuba no dia 27 de março deste 2012, defendeu uma “sociedade renovada, aberta e digna”. E isso sem falar dos que estão presos por defender outro ideal político.

A vida coletiva não pode se sobrepor às peculiaridades humanas. É nesta direção que caminha Senel Paz, abrindo brechas sensitivas para rebater o totalitarismo político. A vida é o grande partido. O Partidão ao qual devemos nos filiar hoje e sempre.

SOBRE O AUTOR:

SENEL PAZ nasceu em Cuba, em 1950. Cresceu no campo, numa família de camponeses semianalfabetos, mas pôde educar -se graças à revolução. Foi o primeiro membro da família que conseguiu terminar o ensino fundamental. Escritor e roteirista de cinema, é autor de contos, romances e peças teatrais traduzidos para 11 idiomas e publicados em 20 países. É também professor de dramaturgia e roteiro cinematográfico, dentro e fora de Cuba. Morango e Chocolate, além de fi lmado, teve 19 versões teatrais.
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Morango e Chocolate
Autor: Senel Paz
Formato: 15,6×23
Páginas: 128
Categoria: Literatura Estrangeira
ISBN: 978-85-81300-36-8
Cód. de Barras: 978-85-81300-36-8
Peso: 270g
Sinopse:
Morango e chocolate ficou famoso na década de 90, quando transformou -se em filme de sucesso mundial, indicado para o Oscar. David, jovem revolucionário, conhece Diego, homossexual assumido, patriota e nacionalista. Surge então o dilema: o dever “patriótico” da denúncia ou a aceitação de uma amizade inesperada, que vai abrindo os olhos dos dois para outras concepções de vida e outros valores humanos, como o direito de ser plural e de manifestar -se livremente. A história, que transcorre numa Havana histórica e bela, é um canto à amizade e à tolerância, humanamente calorosa e cheia de espírito. Nesta e nas outras três histórias deste livro comovente, Senel Paz pega o leitor pelo coração, com seus personagens ora cômicos, ora líricos, daqueles que marcam para sempre as nossas vidas.

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Release: Luna Caliente – Mempo Giardinelli

LUNA CALIENTE ENFEITIÇA COM PRAZER E LOUCURA

Sexo selvagem , crimes e violência política na ditadura argentina, em romance que foi filmado na Europa
e transformado em minissérie pela RV Globo

 Se apenas um segundo pode pôr tudo a perder na vida de qualquer pessoa, o que dizer, então, de três noites de tórrido calor e entremeadas de sexo e violência?  Uma violência que não era para acontecer, mas que, por linhas tortas, acaba acontecendo? Esta é a história de Ramiro, um argentino recém-chegado da França, onde acabara de cursar Direito. Tudo começa quando ele vai visitar um velho amigo do pai e fica enfeitiçado pela filha dele, Araceli. Um detalhe: a garota tem apenas 13 anos; ele, 32. Há uma explosão de sexualidade e a partir daí as coisas começam a sair de controle.

Este é o enredo de Luna caliente, do consagrado escritor argentino Mempo Giardinelli. Em dezembro de 1999, a Rede Globo transformou o romance em três capítulos de 53 minutos cada, com direção do premiado Jorge Furtado e  Paulo Betti como ator principal. O pano de fundo é a repressão ao comunismo na Argentina, como de resto na América Latina. Algumas vidas estão se desagregando, enquanto a sociedade sofre violência ainda maior – toda a moral havia desmoronado e isso era pior do que ser um assassino.

Ramiro é “um homem de bem” enveredando por caminhos obscuros, o que torna suas atitudes ainda mais dramáticas. O personagem tenta entender como conseguira arruinar a própria vida em três noites de tórrido calor. Um calor que vem de dentro dele mesmo, vem do Sol, vem da Luna caliente e tropical, do sexo selvagem. De repente, ele se sente perdido, num caminho sem volta. Atire a primeira pedra quem acha que não pode vir a se meter numa encrenca das grossas. Principalmente quando a sociedade está doente. Muitos homens moram dentro de cada homem e é muito fácil se perder. Orai e vigia, diz a religião. Para não cair em tentação.

O contraponto político torna o drama de Ramiro ainda mais contundente. E ele não sabia que estava preparado para enfrentar o que der e vier, chegando ao ponto de pensar: “Jamais imaginara que um homem, ao tornar-se involuntariamente um assassino, pudesse, de repente, vencer tantas dificuldades e ser tão frio e inescrupuloso”. Um homem no limite é capaz de tudo, diz o escritor, e Ramiro havia chegado ao limite.

E o prazer eclode entre vida e morte, num clima intempestivo: “Seu púbis estava molhado. Abriu as pernas e Ramiro a penetrou com um ronco animal, dizendo seu nome, Araceli, Araceli, meu Deus, vais me enlouquecer. Abraçados, fundidos como cobre e níquel, golpearam-se bestialmente e com carícias brutais”.

Calor intenso de dezembro de 1977, verão sufocante, repressão, explosão de emoções. A Lua manda lá de cima seus raios “abrasadores”, transformando Ramiro num lobisomem de terno e gravata. Individual e coletivo se fundem. A situação fica tão caótica que o leitor sente vontade de interferir e colocar ordem na casa. Mas não se espante o desavisado, porque cada um de nós corre o mesmo perigo – somos muitos dentro de um só e é fácil se perder no calor da vida.

Sobre o autor

O escritor e jornalista Mempo Giardinelli nasceu na cidade de Resistencia em 1947, província de Chaco, Argentina. Viveu em Buenos Aires entre 1969 e 1976, exilando-se no México entre 1976 e 1984, durante a ditadura Argentina. Ao regressar, fundou e dirigiu a revista Puro Cuento (1986-1992). Entre 1993 e 2000 radicou-se em Paso de La Pátria, na província de Corrientes. Desde 2001, reside em sua cidade natal.

Em 1993, Mempo ganhou o Premio Rômulo Gallegos. Em 2007, conquistou o Pregonero de Honor. Também recebeu o título Doutor Honoris Causa pela Universidade de Poitiers, na França, em 2007, e outras importantes distinções literárias na América Latina e Europa, mas nenhum prêmio na Argentina. Por que será? Basta ler os seus livros para saber.

Publicou, entre outras obras, El castigo de Dios; O céu em minhas mãos e Impossível equilíbrio. É autor de mais de trinta livros, entre romances, contos, ensaios e literatura infanto-juvenil, além de organizar várias antologias. Escreve regularmente em jornais e revistas da Argentina e de outros países. Sua obra já foi traduzida para mais de vinte idiomas.

Em 1996, Mempo doou a sua biblioteca pessoal de dez mil volumes à criação de uma fundação com sede em Chaco. Hoje a fundação sustenta diversos programas culturais, educativos e solidários (www.fundamgiardinelli.org.ar).

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Luna Caliente – Três noites de paixão
Autor: Mempo Giardinelli
Formato: 15,6×23
Páginas: 136
Categoria: Literatura Argentina
ISBN: 978-85-81300-39-9
Cód. de Barras: 978-85-81300-39-9
Peso: 290g
Sinopse:
Sexo e insanidade na ditadura argentina
Neste romance magistral e eletrizante, transformado em minissérie pela TV Globo e filmada na Europa, um homem – Ramiro, 32 anos – enreda-se numa paixão avassaladora por uma adolescente de 13, Araceli, em plena ditadura militar argentina. Sexo selvagem, loucura, violência, numa atmosfera insana de um verão sufocante em que o personagem transforma-se numa espécie de lobisomem de terno e gravata. A situação fica tão caótica que o leitor sente vontade de interferir e colocar ordem na casa. Impossível deixar a leitura desse romance fantástico de um dos maiores escritores latino-americanos da atualidade.

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Release: Coleção Milly e Molly – Gill Pittar


“Podemos parecer diferentes, mas nos sentimos iguais”

A série de livros Milly e Molly, da neozelandesa Gill Pittar foi criada para promover a aceitação da diversidade cultural e racial, bem como valores sadios para a educação do caráter. É uma encantadora coleção de livros para crianças de 3 a 7, e de 3 a 8 anos.

Milly e Molly são duas amiguinhas de 8 anos de idade, uma loura e outra negra, que passam por diversas situações que lhes proporcionam aprendizados e exemplos de bom comportamento. Cada volume da coleção lida com uma determinada virtude, ou valor, como honestidade, generosidade, gentileza, respeito pelos animais, paciência, aceitação das diferenças, etc. São histórias que estimulam a imaginação das crianças, facilitam a discussão de temas delicados (um dos valores, por exemplo, é “Como lidar com o luto”) e incentivam os leitores-mirins a levar uma vida equilibrada e saudável.

“Sentimentos de dor, perda de identidade e baixa autoestima são elementos que transcendem as barreiras de raça, crença e cor. Temas como amizade, generosidade, alegria e sucesso também fazem parte de Milly e Molly. As histórias mostram como tudo isso pode ser incorporado no dia a dia da vida da criança”, explica a autora Gill Pittar, que escreveu 78 livros e duas séries para a televisão. Os livros da coleção Milly, Molly foram lançados em mais de 100 países e traduzidos para 21 línguas.

 “Milly e Molly é uma maravilhosa coleção de livros. Um verdadeiro achado.”
Robert Munsch – Conhecido autor de livros infantis campeões de vendas.

 “As morais subjacentes, inerentes aos textos, são importantes para que as crianças do século XXI as assumam como suas (…) a linguagem e o estilo usados para transmitir as histórias são vigorosos e empolgantes para os jovens leitores (…) a linguagem e o estilo são simplesmente literatura de qualidade (…) apropriada como textos didáticos em estudos sociais ou programas de saúde em qualquer lugar do mundo onde a diferença é componente integral de uma comunidade”
Professor Dr. Sigrid Markmann  – Reitor da Faculdade de Literatura e Linguística – Universidade de Osnabrück, Alemanha.

A coleção Milly e Molly inspirou também uma série de desenhos animados produzidos e exibidos pelo canal Discovery Kids. Nos EUA a série estreou em 4 de Dezembro de 2009, e no Brasil em 4 de Janeiro de 2010.

A escritora neozelandesa Gill Pittar será uma das figuras de destaque da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília, onde lançará oito livros da série, editados no Brasil pela Geração Editorial.

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Milly e Molly (Coleção com 8 livros)
Autor:
Gill Pittar
Gênero: Infantil
Formato: 17,5 x 24 cm.
Págs: 24
Tradutor: Tatiana Belinky e Ricardo Gouveia
Ilustrador: Cris Morrell
ISBN:

9788581300269 – Milly e Molly socorrem os animais
9788581300276 – Milly, Molly e amigos especiais
9788581300283 – Milly, Molly e as sementes de Jimmy
9788581300290 – Milly, Molly e eu amo você
9788581300306 – Milly, Molly e Meg
9788581300313 – Milly, Molly e Melasno
9788581300320 – Milly, Molly e chapéu de Sol
9788581300337 – Milly, Molly e papais diferentes

Sinopse:
Milly e Molly são duas amiguinhas de 8 anos de idade, uma loura e outra negra, que passam por diversas situações que lhes proporcionam aprendizados e exemplos de bom comportamento. Cada volume da coleção lida com uma determinada virtude, ou valor, como honestidade, generosidade, gentileza, respeito pelos animais, paciência, aceitação das diferenças, etc. São histórias que estimulam a imaginação das crianças, facilitam a discussão de temas delicados (um dos valores, por exemplo, é “Como lidar com o luto”) e incentivam os leitores-mirins a levar uma vida equilibrada e saudável.

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Release: Sanguessugas do Brasil – Lúcio Vaz

Sanguessugas denuncia os vampiros brasileiros

O jornalismo investigativo nunca esteve tão em alta no Brasil. Vide a recente queda em cascata de ministros do governo Dilma Rousseff, sem contar os grandes escândalos desmascarados nas últimas duas décadas, entre os quais o chamado mensalão. Já era hora de registrar os principais casos num livro, um suporte mais duradouro, antes que tudo caia no esquecimento total. Assim surgiu Sanguessugas, publicado pela Geração Editorial.

O jornalista gaúcho Lucio Vaz, 54 anos, sendo 34 de profissão, atualmente na Folha de S.Paulo, reúne casos notórios de corrupção e alguns de abuso econômico, que redundaram em exploração desenfreada dos nossos recursos naturais por empresas brasileiras e multinacionais. São reportagens próprias, ocorridas nas últimas duas décadas. A obra começa pelo mensalão e volta ao passado recente para expor as vísceras da Máfia dos Sanguessugas, que dá título ao livro, prosseguindo com uma radiografia dos lobistas em Brasília, desvios de verbas de infraestrutura, fraudes na distribuição de remédios, obras inacabadas, crimes ambientais praticados por indústrias papeleiras, fraudes na Ferrovia Norte-Sul e até – quem diria? – a apropriação escandalosa de bolsas de estudos destinadas aos índígenas.

Mas não se trata de uma denúncia feita a partir das redações dos jornais, no conforto do ar-condicionado. Lucio Vaz deixa o lar e a família para passar dias, semanas, em busca de provas, enfrentando viagens cansativas, comendo poeira, arriscando a vida. Numa narração envolvente, ele leva o leitor às cidades mais remotas do país, onde passa as noites em hotéis simples, toma um chimarrão (bom gaúcho que é) nos poucos momentos de sossego, um lanche rápido numa birosca qualquer e segue em frente, nos transmitindo a tensão de quem está cada vez mais perto da presa, dos corruptos que não titubeariam em mandá–lo matar. Não estamos apenas diante de um texto-denúncia, mas na linha de frente de uma batalha, como um detetive atrás das pistas.

Costumamos nos horrorizar com crimes de sangue, esquecendo que os crimes de terno e gravata, sapatos lustrosos, camisas engomadas, perfume discreto, causam, direta ou indiretamente, a morte e o sofrimento de milhares, milhões de pessoas. Sanguessugas mostra como o sangue do brasileiro é chupado, ora de canudinho, ora por transfusão completa.

Por todas as suas reportagens corajosas, Lucio Vaz conquistou a credibilidade de um grande jornalista. Em seu primeiro livro, A ética da malandragem, também publicado pela Geração Editorial, abordando as maracutaias do Congresso, ele já mostrou a que veio. Muitos devem estar torcendo pela sua  aposentadoria precoce. Ele vem fazendo a sua parte e pode fazer muito mais.

SOBRE O AUTOR

A Ética da Malandragem

Em julho de 2005, o jornalista Lúcio Vaz lançou o seu primeiro livro-reportagem: “A Ética da Malandragem – no submundo do Congresso Nacional”. A obra retrata o lado marginal e obscuro do parlamento. São histórias de compra de voto, aluguel de mandato, aluguel de partido, nepotismo, privilégios, mordomias e até venda de cocaína. As reportagens são revistas seguindo a cronologia da apuração, passo a passo, e a apresentação dos métodos de investigação.
O jornalista Lúcio Vaz, 54 anos, nasceu em São Gabriel (RS) e cursou jornalismo na Universidade Católica de Pelotas, onde começou a trabalhar. Foi fotógrafo e cinegrafista, até estrear como repórter do Diário da Manhã, em 1979. Ainda em Pelotas, atuou na sucursal do Correio do Povo, de Porto Alegre. Naquele período, foi líder estudantil e sindical, como membro do Partido Comunista do Brasil. Transferiu-se para Brasília em 1985, no início da Nova República. No mesmo ano, iniciou a cobertura do Congresso como correspondente do Jornal do Comércio de Porto Alegre. Paralelamente, integrava a equipe de esportes do Correio Braziliense. Contratado pelo jornal O Globo em 1987, cobriu toda a elaboraçãoda Constituinte. Dois anos mais tarde, ingressou na Folha de S. Paulo para cobrir as primeiras eleições diretas para presidente. Acompanhou o comitê de Fernando Collor no segundo turno.

Nos anos seguintes, especializou-se na cobertura do chamado “baixo clero” do Congresso – parlamentares de pouca expressão política ávidos por cargos e verbas federais, além de mordomias, privilégios. Fez reportagens de repercussão sobre nepotismo, compra de votos, aluguel de mandato. Em 2000, foi coordenador de política da sucursal de O Globo, mas retornou à Folha no ano seguinte. Após uma passagem rápida pelo Estado de Minas, em 2003, chegou ao Correio Braziliense.
Na nova casa, publicou a reportagem sobre a Máfia das Ambulâncias em dezembro de 2005. Seis meses mais tarde, o caso seria desvendado pela Polícia Federal na Operação Sanguessuga. Em 2006, a série de reportagens ganharia o prêmio Barbosa Lima Sobrinho, oferecido pela Embratel, e o 1º lugar no Prêmio Latino Americano de Reportagem Investigativa, do Instituto Prensa y Sociedad, do Peru, com apoio da Transparência Internacional.  Em novembro de 2011, Lucio Vaz voltou a trabalhar no jornal Folha de S. Paulo, na sucursal de Brasília.

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Sanguessugas do Brasil
Autor:
Lúcio Vaz
Gênero: Reportagem – Denúncia
Formato: 16 x 23 cm
Págs: 272
ISBN: 9788581300351
Sinopse:

Veneno para os ratos

Você quer saber como os ratos roem o queijo enquanto você dorme após um dia exaustivo de trabalho honesto? Acorde no meio da noite para surpreendê-los no Celeiro Brasil. Em Sanguessugas do Brasil, o escritor e jornalista Lúcio Vaz sai a campo para mostrar os bastidores da corrupção que vem envergonhando o país nas últimas décadas. Não só envergonhando, mas empobrecendo a nação em todos os sentidos. Se já é difícil criticar alguém por um deslize qualquer, imagine, então, colher provas para desmascarar corruptos que até mandam matar os denunciantes. O repórter sai a campo de peito aberto, embora munido das cautelas da profissão.

Nesta obra, Lúcio Vaz nos surpreende ao esmiuçar 12 escândalos nacionais com uma linguagem rápida e leve, entremeada por passagens pitorescas que humanizam o que poderia nos deixar simplesmente revoltados. Depois de ler as 12 denúncias que compõem este livro, só nos resta pressionar para que a impunidade esteja com os dias contados. Cada vez mais, a população vem saindo às ruas para protestar e mostrar a sua indignação. Guerrilheiro da palavra, Lúcio Vaz abre caminho ao nosso lado. Cada um luta como pode. Este livro é um veneno para os ratos.

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Release: O leão e a joia – Wole Soyinka

BELA, A FERA E O PROGRESSO

O Leão e a Joia é uma fábula contemporânea que tem como cenário a pequena aldeia de Ilujinle, no país iorubá, onde a bela Sidi, a joia, é assediada por um jovem professor primário, Lakunle, treinado nos saberes ocidentais, disposto a erradicar a tradição em nome de uma europeização dos costumes, e por Baroka, o bale da aldeia, chefe tradicional e poderoso, que   pretende, através do casamento com a jovem, manter o seu prestígio e poder, bem como perenizar a sua linhagem de leão da mata.

O autor explora com fino humor as situações de conflito, dentro das referências da cultura aldeã iorubá. O jovem professor modernizador tenta convencer sua amada das vantagens da ruptura com a tradição, ao passo que o velho Baroka, aos 62 anos, joga toda uma sabedoria ancestral para seduzir Sidi. Ele mesmo faz circular a falsa notícia de sua impotência sexual para depois convencer sua pretendida que o casamento com ela era uma prova para toda a aldeia da virilidade do velho leão, condição fundamental para a manutenção do seu poder e da continuidade da cultura tradicional.

Esta peça pode ser lida como uma busca de alternativas para as sociedades africanas no pós-colonialismo. A mera substituição de brancos por negros nas mesmas estruturas de poder colonial fracassou. A simples manutenção das culturas tradicionais não responde mais aos desafios da África contemporânea.

A escolha de Sidi pode ser a saída para a incorporação de novos personagens sociais (a mulher, por exemplo) em processos de modernização que respeitem as identidades tradicionais. Talvez este seja o verdadeiro sentido do “renascimento africano”.

O Leão e a Joia marca a estreia de Wole Soyinka no mercado editorial brasileiro; coube à Geração o privilégio de publicar este Prêmio Nobel de Literatura pela primeira vez no Brasil, país tão influenciado pela cultura africana. Este precioso volume é ainda valorizado pelo prefácio de um dos maiores especialistas em cultura afro-brasileira, o dr. Ubiratan Castro de Araújo, professor na UFBA e diretor da Fundação Pedro Calmon.

SOBRE O AUTOR

Wole Soyinka nasceu em 13 de julho de 1934 em Abeokuta, próximo a Ibadan, no oeste da Nigéria. É autor de peças teatrais, romances e poemas, cuja qualidade lhe valeu o Nobel de Literatura em 1986: o primeiro africano a receber esse prêmio. Crítico incansável das ditaduras militares da Nigéria, teve de fugir algumas vezes do seu país; desde 1994, tem residido quase que exclusivamente nos Estados Unidos. Até hoje, continua a escrever e a criticar veementemente a corrupção e a opressão em cada canto de sua idolatrada África.

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O Leão e a Joia
Autor:
Wole Soyinka
Gênero: Teatro
Formato: 15,6 x 23 cm.
Págs: 152 + cad. de fotos (16 págs.)
ISBN: 978-85-8130-059-7
Tradutor: William Lagos
Sinopse
:

TRIÂNGULO AMOROSO À AFRICANA

No pequeno povoado de Ilujinle, Baroka, o sexagenário chefe da aldeia, conhecido como “o Leão”, e Lakunle, o jovem professor de ideias  avançadas e ocidentais, disputam o amor de Sidi, a Joia do vilarejo. Pequena obra-prima do Prêmio Nobel de Literatura de 1986, O Leão e a Joia é uma fábula divertida e irreverente sobre os confl itos entre valores africanos e costumes europeus, entre o desejo das mulheres de serem livres e o seu apego a tradições que as desvalorizam, entre o progresso e o conservadorismo.

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Release: Cidade das Sombras: O Guardião – Daniel Polansky

CRIME, DROGAS E MAGIA EM ROMANCE “NOIR” DO ESTREANTE DANIEL POLANSKY

O Guardião é o livro de estreia e também o primeiro da série “Cidade das Sombras” do romancista Daniel Polansky, nascido em Baltimore, Maryland, EUA. Os críticos o classificam como “fantasia noir”, um híbrido de fantasias do tipo “YA” (Young Adults), envolvendo dons paranormais e feitiçaria, e policial “noir”, gênero de livro de novelas com detetives “hard boiled” (durões) que proliferou nos EUA nos anos 1940 e teve grande eco popular através do cinema, revelando autores como Raymond Chandler, Dashiel Hammett e James Ellroy, entre outros. Um crítico chegou a dizer que neste livro “Tarantino se encontra com Tolkien”, para ilustrar com clareza a fusão dos gêneros.

A mescla de história policial “noir” e fantasia e magia, com toques apocalípticos pelo grau de corrupção e destruição moral de uma sociedade, é seguida fielmente por Polansky. Ele escreve seu livro na primeira pessoa, do ponto de vista do Guardião, um ex-combatente de uma Grande Guerra e sobrevivente de uma peste que matou muitas pessoas na cidade de Rigus. O Guardião vive na Cidade Baixa, parte infernalmente imunda e corrompida de Rigus, e é um traficante independente, que usa drogas também para suportar seu cotidiano sórdido, e vive em meio a uma fauna criminosa num mundo onde a vida vale pouco e os crimes não são realmente apurados se as vítimas fizerem partes de extratos sociais desprezados. Ele foi parte da polícia oficial, da Casa Negra, e só lhe restou o recurso de ser narcotraficante com uma filosofia realista, anti-sentimental e solitária. O recurso de uma voz masculina desiludida, cínica e cética na primeira pessoa é o mesmo utilizado pela maioria dos livros “noir”, quando os detetives assumem missões difíceis e nelas vão tropeçando em vigaristas e criminosos do submundo, e aprendem que ninguém presta, a começar por eles, que trabalham quase sempre exclusivamente por dinheiro.

 A missão difícil a que o Guardião se submete envolve o assassinato e estupro de uma garotinha, a pequena Tara, que ele encontra num beco sem saída. Crianças estão desaparecendo e morrendo em Rigus, e ele mergulha na investigação para saber quem as está matando ou sequestrando, mas sem abrir mão de seguir sua vida na disputa do mercado de drogas com bandidos de toda espécie, especialmente o sinistro Tancredo, o Lábio Leporino. Aos poucos, ele vai se meter no meio de um jogo entre chefes de gangues diferentes e o chefe de polícia da Casa Negra, e passará a ser perseguido e visado por seu interesse em apurar o crime. Enquanto isso, conviverá com muitos personagens de uma fauna multi-étnica com nomes fantasiosos como Kirens e Islanders, que evocam diretamente a raça asiática e a raça negra. Na verdade, embora o livro tenha feiticeiros e outras realidades mágicas, a ficção tem a verossimilhança de uma aventura em Chinatown e a cidade de Rigus parece uma mescla de Londres do final do século XIX com a Los Angeles multi-étnica e violenta dos dias atuais. Há gírias, neologismos e uma onomástica criativa envolvendo tipos, situações e locais. O bar freqüentado pelo Guardião, com o “bartender” grandalhão chamado Adolphus, parece um estabelecimento decadente, mas cheio de neon e prostitutas, à maneira dos filmes como Blade Runner – Caçador de Andróides. A fusão de “noir” e ficção científica foi usada nesta produção, que visivelmente também influencia a ficção de Daniel Polansky.

A estreia de Polansky foi considerada muito talentosa e promissora e seu livro é uma sequência de 49 capítulos que nunca perdem o interesse no desenvolvimento do suspense, da criação e das frases cínicas que saem da boca do Guardião, com interesse garantido para os leitores.

SOBRE O AUTOR

Daniel Polansky nasceu em Baltimore,Maryland. Ele vive atualmente fora dos Estados Unidos. O Guardião é seu primeiro romance.

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Cidade das Sombras: O Guardião
Autor: Daniel Polansky
Gênero: Literatura Norte-Americana
Formato: 15,7 x 23 cm.
Págs: 448
ISBN:
9788581300603
Cód. de Barras: 9788581300603
Tradutor: Ricardo Gozzi
SINOPSE:

ANTI-HERÓI  DESENCANTADO COMBATE O CRIME NUM MUNDO ASSOMBROSO. PODERÁ SE REDIMIR AO INVESTIGAR O ESTUPRO E ASSASSINATO DE UMA GAROTINHA?

Imagine um policial noir como os de Raymond Chandler e James Ellroy com o ritmo sanguinolento dos filmes de Quentin Tarantino e a fantasia de “O Senhor dos Anéis”, num cenário como a Los Angeles de “Blade Runner”, onde os policiais não querem ver nada que não convenha e convivem com gangues multiétnicas de assassinos, prostitutas, contrabandistas, drogados e traficantes.

Pelas ruas imundas desse mundo devastado, em meio a uma fauna corrupta de que é prudente desconfiar a todo momento, vaga o “Guardião”, um tipo solitário e desiludido que viveu como combatente numa grande guerra, sobreviveu a uma peste e leva a vida como narcotraficante. Ele se droga para suportar seu cotidiano sórdido e investiga o cruel assassinato e estupro de uma garotinha.

“Cidade das Sombras” é uma trilogia fantástica, cujo primeiro volume é este alucinante romance de estreia  que inaugura um novo gênero: a “fantasia noir”.
Tenso, com um suspense crescente, “O Guardião” surpreende pela ousadia, assusta com a previsão de um futuro sombrio para a humanidade e garante uma leitura de impacto do começo ao fim.

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Palestra: Como escrever para as novas mídias

Sobre o livro:

Manual de Redação e Estilo para mídias convergentes
Autor: : Dad Squarisi
Formato: 15,5 x 22,5 cm.
Páginas: 404
Categoria: Jornalismo
ISBN: 978-85-61501-69-3
Código de barras: 978-85-61501-69-3
Sinopse: Os meios de comunicação de massa e individuais se entrelaçam cada vez mais. Jornais, revistas, rádio, televisão, internet, blogues, sites de relacionamentos, e-books, iPhone, iPad, iPod… Pode uma coisa dessas? Sim, pode, é a Torre de Babel subindo em direção aos céus. Mas antes que a balbúrdia se instale, convém colocar ordem na casa. Assim nasceu este manual, um pronto-socorro da língua portuguesa, pau pra toda obra na hora do sufoco, de redigir, desde uma reportagem, até um texto profissional ou escolar. Destina-se a ajudar profissionais de comunicação e todos que queiram se expressar com mais clareza, eficácia e sedução tanto na escrita quanto na fala. Em vez de regras gramaticais, a autora prefere dar exemplos que falam muito mais alto, com humor, pitadas de ironia e leveza. Que tratamento dar na hora de escrever? Dad Squarisi responde: “O rádio exige coloquialismo. A tevê, agilidade. A web, síntese. O jornal, tudo isso e algo mais. O editorial pede terno e gravata. Nunca smoking. Reportagens, entrevistas, perfis vão bem de blazer e calça jeans. Nunca de bermuda e camiseta. Colunas, crônicas e blogues podem aparecer de sunga e sandália ou traje de baile”.Assim fica fácil aprender. Este manual tem tudo para ser o livro mais manuseado da língua portuguesa. Quem tiver dúvidas que lance a primeira palavra.

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Release: As Equilibristas – Bruna Gasgon

TODOS PRECISAM SABER O QUE É SER EQUILIBRISTA

Foi-se o tempo em que a mulher era somente dona de casa e suas preocupações limitavam-se a cuidar do marido, dos filhos, das refeições e da arrumação da casa. Essas tarefas tradicionalmente femininas, que tanto exigem em termos de energia e tempo, nunca foram e ainda hoje não são reconhecidas nem valorizadas. Pelo contrário.

Demorou muito, mas a partir dos anos 80 a mulher desejou trabalhar fora, desejou cargos melhores, desejou salários mais altos, desejou ser competitiva e ter os mesmos direitos profissionais, salariais, sexuais e caseiros que os homens. Esse maravilhoso desejo juntou-se às tarefas domésticas, ao casamento, aos cuidados com os filhos, com o marido, com a aparência, e então surgiu a chamada Tripla Jornada feminina. Com ela iniciaram-se também os conflitos conjugais e familiares, pois nem sempre a mulher estava à espera do marido em casa com o jantar na mesa ou com a libido em alta, e nem sempre os filhos recebiam a atenção que queriam e precisavam. Isso gerou na mulher uma angustiante sensação de estar devendo alguma coisa, de não estar cumprindo seu “papel” e nem fazendo o que se espera dela.

As equilibristas tem como objetivos principais livrar as mulheres desse fardo e fazer uma homenagem às que vivem se equilibrando em várias jornadas. Com uma abordagem moderníssima e picante, este livro desvenda também o mistério da prisão de ventre da mulher.

SOBRE A AUTORA:

Bruna Gasgon é consultora em comunicação, palestrante, publicitária, atriz, diretora de teatro e tem vários trabalhos teatrais e empresariais especialmente direcionados ao público feminino. As Equilibristas é um dos cinco livros da Coleção Mulheres no Comando, os quais escreveu a partir de sua observação e estudos sobre o comportamento da mulher ao longo do século XX até os dias de hoje. Ela tem tratado desse tema sempre com um olhar crítico, bem humorado e polêmico, propondo discussões definitivas sobre assuntos tabus que envolvem a mulher.

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As equilibristas
Autora: Bruna Gasgon
Formato: 13,5×20,5
Categoria: Desenvolvimento Pessoal
Páginas: 168
ISBN: 978-85- 63420-14-5
Cód. de Barras: 978-85- 63420-14-5
Peso: 220g
Sinopse:
É IMPOSSÍVEL SE EQUILIBRAR O TEMPO TODO
Casar, ter filhos e trabalhar fora é uma escolha da mulher, a chamada Tripla Jornada. Ela exige muito esforço, dedicação, organização, altruísmo, generosidade, paciência, disposição física e energia.
No entanto, é impossível ser uma excelente dona de casa, esposa dedicada, amante esfuziante, mãe exemplar, profissional brilhante, ótima aluna e ainda ter uma aparência jovem, descansada e bem cuidada. Nem sempre a mulher está disposta a fazer sexo com o marido quando chega cansada do trabalho, nem sempre pode ficar com o filho doente, a casa nem sempre está arrumada e nem o jantar pronto na hora em que a família quer comer.
Coisas assim são normais, porém inúmeras mulheres não se perdoam por elas, e os homens menos ainda. Chega disso! Perfeição não existe e o mundo, que ainda é muito masculino, precisa parar de ser tão exigente com as mulheres. Mas sobretudo você, Mulher Equilibrista, precisa parar de se cobrar tanto e jogar fora as correntes que a impedem de caminhar tranquila sobre a corda bamba

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