Arquivo do mês: julho 2012

Branca de Neve agora em versão gótica

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Mulher de fibra, por Paulo Rezzutti

Fonte: Revista de História da Biblioteca Nacional

Sobre o livro:

Titília e o Demonão – cartas inéditas de Dom Pedro I à Marquesa de Santos
Autor: Paulo Rezzutti – História do Brasil – Biografias
Formato 15,5×22,5 cm, 352 págs.
ISBN: 978-85-61501-62-4
Peso: 0.5 kg.
R$ 39,90
Sinopse:
Cartas do Imperador Dom Pedro I para a Marquesa de Santos que se imaginavam desaparecidas foram encontradas, quase dois séculos depois, pelo autor, num arquivo dos Estados Unidos, e revelam aspectos insuspeitados da vida sexual e política na corte imperial. Este livro vai ser um acontecimento na pesquisa histórica nacional. Transcritos e comentados com erudição ímpar, esses documentos profundamente humanos e de alto valor histórico nos mostram um jovem monarca impetuoso e apaixonado, bem humorado, que escreve coisas libidinosas à amante, tenta acalmar as crises de ciúme dela e tem também seus acessos emocionais. O livro revela um rico painel da vida cotidiana e política e dos costumes do Brasil durante o Primeiro Reinado.

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R7: Jornalista americano lança livro sobre o Brasil

Fonte: Portal R7

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Pra onde vão os brinquedos quebrados?

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Aqui, os livros viram arquitetura



Artista suíço cria instalações que complementam arquitetura de uma igreja com livros descartados. Tem colunas, vitrais e até uma porta em arco, preenchida com obras que parecem flutuar

Por Casa e Jardim Online



A feira anual de livros usados é um dos atrativos de um charmoso vilarejo chamado Romainmôtier, na Suíça. O evento, hospedado na antiga igreja da cidade, passou a se destacar ainda mais desde 2005, quando o artista local Jan Reymond passou a criar instalações com as obras que sobravam. Uma delas preenche um dos arcos da construção, que ainda guarda características do Império Romano, com livros que parecem suspensos no ar. Na verdade, eles estão presos por fios de náilon transparentes.



Outro exemplo dos trabalhos assinados por Reymond são as pilhas de publicações que imitam o formato de uma coluna de sustentação para as portas da igreja. Com o mesmo material, o artista também já simulou paredes inteiras, com direito a vitrais de mentirinha, formado por livros e negativos de fotos descartados. A feira acontece sempre no mês de setembro. Nas fotos, você confere algumas das instalações do artista, que também tem um ateliê onde os móveis são todos feitos de livros. As imagens foram divulgadas no Flickr do fotógrafo Tim Tom.

 

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Em livro, jornalista do ‘NYT’ diz o que pensa sobre o Brasil

No livro “Brasil em Alta”, Larry Rohter, jornalista norte-americano do “New York Times”, descreve como o país é visto pelo mundo. O volume apresenta um conteúdo enciclopédico sobre a cultura, política e economia brasileira.

Rohter, que Lula quis expulsar do país por criticá-lo, estuda o Brasil há quatro décadas e, por ser estrangeiro, é capaz de analisar as nossas mazelas e vantagens com relativa imparcialidade.

“Todo país, inclusive os Estados Unidos, vende uma imagem de si mesmo que não corresponde plenamente à realidade, isso porque a autoimagem é sempre diferente da visão do forasteiro”, explica.

A edição busca contextualizar as mudanças que transformaram um atrasado país agrícola, arruinado pela hiperinflação e pela ditadura militar em uma das maiores economias do mundo capaz de resistir à crise de 2008.

“É verdade que o Brasil conseguiu resistir à crise de 2008, graças a anos de políticas econômicas sensatas e responsáveis. Mas a sexta economia do mundo não tem como resistir uma crise geral que aflige as cinco primeiras economias mundiais”, diz o autor sobre os problemas na zona do Euro.

Larry Rohter foi correspondente da revista “Newsweek “e do jornal “The New York Times” no Brasil. O autor, que também assina “Deu no New York Times”, é reconhecido como especialista em assuntos brasileiros.

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Alemães criam perfume com aroma de livro

Olfatos bibliófilos são salvos por trio de alemães

PublishNews – 17/07/2012 – Carlo Carrenho

Perfume com cheiro de livro novo criado por um editor, um estilista e um perfumista já está à venda

 
Nas discussões sobre livros digitais sempre há alguém que lembra do cheiro do livro, de quão agradável é sentir o aroma de um livro novo e de como isto se perderá com o e-book. Bom, se depender do editor Gerhard Steidl, do estilista Karls Lagerfeld e do perfumista Geza Schoen, os olfatos bibliófilos não têm com o que se preocupar. Os três se juntaram e criaram o conceito de um perfume com cheiro de livro para a edição Handmade 2011 da revista de design Wallpaper. O que nasceu conceitualmente chega agora ao mercado e pode ser comprado por US$ 98,00. O editor entrou com a inspiração para uma essência de livro recém-impresso. O perfumista criou a fórmula. E o estilista fez nascer a embalagem absolutamente fantástica que traz o vidro de perfume em um espaço recortado dentro de um livro.
Segundo Schoen, foi difícil capturar a essência e descobrir quais seriam os ingredients necessários. “O cheiro de papel impresso é seco e oleoso; não são notas com as quais se trabalha frequentemente.” O perfumista ao final criou o perfume com apenas quarto ou cinco ingredients, enquanto a maioria dos perfumes leva entre 20 e 100 elementos em sua composição.
Agora só falta alguém se animar e lançar um perfume com cheiro de e-book…

Fonte: Publishnews

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Carlos Giannazi: Já selecionei trechos do Privataria Tucana que vou ler para o Serra



Carlos Giannazi: Já selecionei trechos do Privataria Tucana que vou ler para o Serra

publicado em 15 de julho de 2012 às 21:58

por Luiz Carlos Azenha

Carlos Giannazi, candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, pretende causar sensação nos debates apontando as contradições que envolvem seus adversários.

Professor, ele cumpriu dois mandatos de vereador e está no segundo mandato de deputado estadual, para o qual foi eleito em 2010 com cerca de 100 mil votos.

Por ter se dedicado especialmente às questões da educação pública, parece à vontade para debater com o candidato do PT, Fernando Haddad, ex-ministro da área nos governos Lula e Dilma, por seis anos.

“Ele [Haddad] se apresenta como um homem novo para um novo tempo, mas como ser novo com o Paulo Maluf, como ser novo com financiamento de campanha de empreiteiras, de construtoras, que tem provocado grande especulação imobiliária que o próprio PT critica”, diz.

Além disso, ele foca o que qualifica de “triste herança” deixada por Haddad dos tempos em que serviu como chefe de gabinete de João Sayad, secretário das Finanças no governo municipal petista de Marta Suplicy [2001-2005]. O candidato petista teria sido, segundo Giannazi, mentor intelectual do aumento de taxas e impostos, como a taxa do lixo, a taxa de luz, o ISS para pequenos profissionais liberais e a taxa de fiscalização que afetou pequenos comerciantes.

Gianazzi também critica Haddad pelo fato de que a educação pública “continua muito mal” depois da passagem do petista pelo Ministério da Educação.

Dentre outros pecados, Haddad teria dado continuidade a um processo de expansão da educação superior “precarizado”, envolvendo inclusive universidades privadas que, na avaliação de Gianazzi, prestam um péssimo serviço aos estudantes.

Mas, quando se trata do tucano José Serra, Giannazi diz que as contradições “são piores ainda”.

Ele acusa Serra de “destruir” o magistério estadual com a Lei 1093, que criou a quarentena dos professores contratados. Depois de um ano de contrato, a lei exige que eles passem pelo menos 200 dias afastados antes de voltar à sala de aula. A consequência disso, segundo Giannazi, é a falta de professores na rede, o que prejudica os estudantes. O candidato do PSOL quer perguntar a Serra se ele fará o mesmo com o magistério municipal, caso seja eleito.

Também pretende perguntar a Serra sobre “a farra dos pedágios”, a privatização da Nossa Caixa, os problemas no Metrô e na Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).

“Vou levar o livro da Privataria Tucana e vou ler trechos do livro que eu já selecionei, para que ele explique”, afirma o candidato.

Giannazi quer que Serra explique “o envolvimento da família dele” na abertura de contas bancárias em paraísos fiscais. “Ele vai ter de explicar, porque [o livro] tem cópias de documentos, de juntas comerciais, do Ministério Público, da Justiça. Até agora ele só falou que o livro é um lixo, mas não vou falar do livro, vou falar dos documentos”, declarou o candidato do PSOL.

Confira a entrevista no blog Via Mundo.

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Um livro esclarecedor sobre um dos conflitos mais sangrentos da humanidade


Por Jaime Spitzcovsky

O cientista político Jorge Zaverucha oferece neste livro uma oportunidade valiosa: enxergar o trágico conflito do Oriente Médio a partir de uma
perspectiva que foge do lugar comum e de clichês que rondam um dos mais complexos capítulos da História contemporânea. O autor, em texto conciso, didático e informativo, desafia análises superficiais sobre o tema e descortina cenários fundamentais para a compreensão das dificuldades em se atingir a paz.
Por exemplo, é imperioso lembrar a barragem de ameaças que pesa sobre Israel. O país enfrenta tentativas de aniquilação – verbais e reais – desde sua criação. Nos tempos do presidente egípcio Nasser, a promessa era “jogar os judeus ao mar”. Agora, os discursos do iraniano  Ahmadinejad falam em “varrer o inimigo do mapa”. Nas fronteiras, os fundamentalistas Hamas e Hezbollah proclamam o desejo de destruir uma nação integrante da ONU.
Parte significativa da comunidade internacional faz ouvidos moucos ao cerco a Israel. É como se o Estado judeu tivesse sempre de se comportar como se a vizinhança fosse formada apenas por regimes inequivocamente democráticos e seus inimigos representassem invariavelmente defensores de respeito aos direitos humanos.
Nas últimas décadas, a luta contra o Estado judeu abandonou as guerras simétricas, entre exércitos regulares, para apostar em ações a partir de áreas de população civil e em ofensivas de propaganda, na tentativa de derrotar Israel no campo político e diplomático, por meio da demonização e do isolamento da única democracia do Oriente Médio.
A estratégia produz alianças esquizofrênicas, soldadas pelo ódio a Israel e a seus aliados. Coloca, no mesmo barco, fundamentalistas muçulmanos e militantes de esquerda, que pisoteiam valores humanistas, como o respeito às liberdades individuais e de expressão, a minorias religiosas e sexuais.
Quando Israel comete um erro ou mesmo algo que possa ser interpretado como um equívoco, canhões da crítica disparam de forma intensa e  incessante. Nos momentos em que os palestinos são vítimas de outros países árabes, de suas disputas internas ou mesmo de seus próprios líderes, boa parte da comunidade internacional se cala.
O silêncio é um grave desserviço. Tanto palestinos como israelenses merecem, como qualquer nação, viver em segurança e em paz, com avanço econômico e tecnológico. E, sobretudo, com democracia. Afinal, a História desconhece confrontos armados entre duas democracias  consolidadas.

O livro traz com exclusividade a Carta de Princípios do Hamas traduzida do árabe.

PROMOÇÃO:

Siga a @geracaobooks, dê RT na frase e concorra a e exemplares do livro “Armadilha em Gaza – Fundamentalismo islâmico e guerra de propaganda contra Israel

#Promo da @geracaobooks. Dê RT e concorra ao livro “Armadilha em Gaza” +http://kingo.to/190K

Participe até 23/07 às 23h59. O resultado será divulgado dia 24/07.

RESULTADO:

Confira os sete sorteados da promoção:

@Doctor_Fritz / @ Senhor_H /  @hugones84 / @MarioSerg1o / @guimcesar ( todos pertencem ao mesmo dono)
@sweet_lemmon
@analucia_ss2

Correção: Foram sorteados 5 exemplares para perfis diferentes, mas que pertencem a mesma pessoa. Por isso vamos sortear novamente os outros 4 exemplares. Confira a relação final dos sorteados:

@Doctor_Fritz / @ Senhor_H /  @hugones84 / @MarioSerg1o / @guimcesar ( todos pertencem ao mesmo dono)
@sweet_lemmon
@analucia_ss2
@marciasonoita
@camilinhamlopes
@BrinaSophie
@Pryss_Caldeira

 Sorteio realizado em 24/07/2012 às 11h23. Sorteio (correção) realizado em 25/07/2012 às 15h55.

OBS: Os vencedores devem enviar um email com os dados para adriana@geracaoeditorial.com.br.

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Folha de S.Paulo: Hábitos de leitores ajudam livrarias a definir estratégias

LEONARDO LUÍS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Livrarias digitais estão definindo estratégias de mercado com base nos dados fornecidos pelos aplicativos que os leitores de e-books usam.

Para aprimorar seus serviços, as americanas Barnes & Noble e Amazon -que têm seus próprios equipamentos e aplicativos para e-books- aproveitam dados como a frequência de leitura e as marcações que os leitores fazem de páginas e trechos, segundo uma reportagem do “Wall Street Journal”. A Barnes & Noble compartilha algumas informações com editoras.

Com a coleta de dados sobre os leitores -que está prevista nos termos de uso das livrarias- é possível estabelecer novos rumos. A Barnes & Noble, por exemplo, decidiu lançar uma seção de livros curtos depois de ver que seus leitores costumavam abandonar obras longas de não ficção pelo meio.

No Brasil, grandes livrarias nacionais já acompanham a tendência de analisar hábitos dos leitores.

O Saraiva Digital Reader, aplicativo da livraria Saraiva para várias plataformas, coleta dados como o tempo de leitura e os dias da semana em que o usuário mais lê.

“As informações nos ajudam a entender o comportamento dos clientes em cada tipo de aparelho”, afirma Marcílio Pousada, diretor-presidente da Saraiva.

Segundo ele, a livraria pode, por exemplo, dar ênfase a livros digitais nas recomendações do site se o cliente for um leitor assíduo de e-books.

Joaquim Garcia, diretor de tecnologia da informação da Livraria Cultura, fala que a empresa já trabalha para ter um sistema parecido. Hoje, a plataforma deles registra as aquisições que o cliente faz e dá recomendações baseadas nisso, mas não recolhe dados sobre os hábitos de leitura.

Nos EUA, a Electronic Frontier Foundation, que defende o direito à privacidade na rede, luta para evitar que lojas de livros possam entregar dados de clientes a autoridades sem que uma corte aprove. “Há um ideal de sociedade em que o que você lê não é da conta de ninguém”, disse Cindy Cohn, diretora jurídica da EFF, ao “WSJ”.

MERCADO PEQUENO

Uma pesquisa do Instituto Pró-Livro feita em mais de 5.000 domicílios em todos os estados do Brasil, publicada em março, apontou que 70% dos brasileiros nunca tinham ouvido falar de e-books.

A Livraria Cultura diz que menos de 1% dos livros que vende são digitais. A americana Amazon -que planeja chegar ao Brasil ainda em 2012, segundo a Reuters- viu seus e-books superarem a venda de livros físicos em 2011, segundo a IHS iSuppli.

Ivan Pinheiro Machado, editor da L&PM, diz que registrar o comportamento dos leitores de e-books num mercado incipiente como o brasileiro ainda é irrelevante.

A escritora Martha Medeiros, cujo e-book “Noite em Claro” é sucesso na Cultura, diz que jamais levaria em conta dados sobre leitores. “Não estamos trabalhando com uma margarina”, afirma.

Fonte: Folha de S.Paulo/Tec

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