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Mario Grieco, escritor de “Você, Presidente”, da Geração Editorial, doa seus direitos autorais para ONG

O autor do livro “Você, presidente”, Mario Grieco, que discute como as empresas podem utilizar melhor o capital humano numa época em que as pessoas é que fazem a diferença, doou a renda oriunda dos direitos autorais de sua obra para a ONG “Gotas de Flor com Amor”. A entidade, localizada na capital paulista, tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social de crianças, adolescentes e suas famílias em situação de risco, por meio de ações nas áreas sócio-educacional, cultural, ambiental, de geração de renda e saúde tradicional e alternativa.

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Vídeo da confusão no lançamento de Honoráveis Bandidos em São Luís-MA

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

 

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Carta de Palmério Dória e Mylton Severiano enviada à ABI e Fenaj

Os jornalistas abaixo-assinados, Palmério Dória e Mylton Severiano, denunciam aqui a ação fascistoide de um grupo de jovens, a mando do grupo ligado a José Sarney, em São Luís do Maranhão.

1.    Antecedentes. Palmério, autor do livro Honoráveis Bandidos, da Geração Editorial, e Mylton, co-autor, a convite de jornalistas de São Luís, aceitaram lançar o livro na capital maranhense, ontem, dia 4 de novembro de 2009, às 19 horas. Para começar, nenhuma grande livraria local, ou entidade, aceitou promover o evento, além do que nem sequer aceitam o livro em suas prateleiras. Até que, lembrado o Sindicato dos Bancários, suas portas se nos abriram e para ali ficou marcado o lanç amento. Na antevéspera, mais um ato que lembra métodos fascistas: a empresa responsável pelos outdoors que anunciavam o evento devolveu o dinheiro aos promotores e mandou “raspar” as peças.

2.    O clima à nossa chegada, na terça, véspera do ato, começou a ficar “esquisito”, quando na coletiva à imprensa, numa sala do Sindicato, alguns colegas nos perguntaram se a gente não tinha “medo”. Falou-se em “corte de energia” durante o evento, brincou-se com a possibilidade de cada um levar uma vela, e alguns dos colegas não descartaram até atos de violência. À noite, em programa ao vivo na rádio Capital, vários ouvintes nos alertaram para aquelas possibilidades – “ele são capazes de tudo”, “cuidado”.

3.    Ontem, quarta, no fim da manhã, uma colega, Jane Lobo, mais realista, aconselhou – e acatamos – a pedir proteção.

4.    Veio a noite. O auditório do Sindicato dos Bancários, na Rua do Sol, estava superlotado, havia muita gente em pé Um ambiente familiar – gestantes, gente idosa, crianças pequenas e grandes, estudantes. Por ali passaram mil pessoas.

5.    Iniciada a sessão pelo coordenador Marcos Nogueira, quando Palmerio passa a falar sobre o conteúdo do livro, eis que do nosso lado direito uma vintena de jovens, na maioria rapazes e umas poucas moças, prorrompem em berros, aos poucos distinguimos “Jackson ladrão, envergonha o Maranhão”, “mentira”, “viva Sarney”. As pessoas mais próximas se levantam e se afastam, abrindo um claro. Os baderneiros abriram suas camisas, pondo à mostra uma camiseta em que se lia Navalhada de Bandidos e atrás de grades Jackson Lago, o governador que a família Sarney derrubou num golpe do judiciário. Dentre os baderneiros, um rapaz, possesso, ergueu uma das pesadas cadeiras e a arremessou na direção do palco onde estávamos. Imediatamente uma chuva de objetos voou sobre a mesa – bolas de papel molhado, ovos e até pedras – junto com xingamentos e outros impropérios.

6    Seguiu-se um quebra-quebra, pancadaria, promovida pelos baderneiros.

7.    Passada a estupefação, os presentes mais os seguranças providenciados pelo Sindicato passaram a expulsar os baderneiros do local aos tapas e empurrões. Boa parte do público se retirou, preocupada, “eles vão voltar”.

8.    Reiniciado o ato, os presentes cantaram Oração Latina, puxada ao violão pelo cantor e compositor Cesar Teixeira. A platéia e políticos, das mais diversas extrações, se deram as mãos durante o canto.

9.    Felizmente nenhuma criança se feriu. Uma pessoa das relações de Jackson Lago foi buscar seu carro na rua de trás do Sindicato, Rua dos Afogados, e testemunha: ali havia cinco viaturas da PM, esperando o quê, não se sabe E, praticamente no mesmo instante, menos de cinco minutos depois, Décio Sá, jornalista “guerrilheiro” dos Sarney, que se encontrava em Fortaleza, já postava em seu blog notícia em que os baderneiros viraram estudantes que protestavam contra o lançamento do l ivro e “foram atingidos por cadeiras, pedras, socos e pontapés e revidavam como podiam”.

10.                      Enquanto os autores retomavam a sessão, um grupo foi à delegacia de polícia mais próxima registrar B.O., Boletim de Ocorrência. Dissemos que os baderneiros vieram a mando do grupo ligado a José Sarney e eles próprios, desastrados, se encarregaram de deixar prova cabal: uma moça, Ana Paula Ribeiro, tida nos meios estudantis como “estudante profissional”, ao sair correndo deixou cair a bolsa, com sua identidade dentro. A moça trabalha simples mente com Roberto Costa, secretário de Esporte e Juventude da governadora Roseana Sarney.

11.                      Toda a confusão armada pelos baderneiros foi fotografada e filmada por profissionais contratados pelo evento.

12.                      Mesmo com este ataque fascistoide, Palmerio e Mylton assinaram mais de 500 livros, o que demonstra a sede de informação sobre a família que há meio século governa o Maranhão.

Palmerio Dória e Mylton Severiano

São Luís, 5 de novembro de 2009

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Estudantes jogam ovos e até uma torta para atingir os autores do livro Honoráveis Bandidos em lançamento em São Luís

Comandados pela presidente da Federação dos Estudantes do Maranhão, Ana Paula Ferreira Ribeira, mais de 15 estudantes foram para o evento do lançamento do livro “Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney”, que aconteceu no Sindicato dos Bancários em São Luís, para causar tumulto e agredir os autores e jornalistas Palmério Doria e Mylton Severiano. Hoje vários jornais da capital maranhaense divulgaram as cenas desta confusão.

O estardalhaço foi parar depois na delegacia. A representante do grupo, nomeada por Roberto Costa da Secretaria de Esportes e Juventude da governadora Roseana, foi quem liderou a quebradeira das cadeiras e uma porta de vidro. Os estudantes ainda foram numa viatura da Polícia Militar como supostos reféns para apresentarem suas queixas. O caso agora será investigado pela 1º DP, pois os organizadores do lançamento também foram registrar a outra versão.

O quebra-quebra que atingiu os jornalistas escritores, políticos, e o ex-governador Jackson Lago, provou que o manifesto dos estudantes só tinha um intuito: tumultuar o lançamento.

Com o boicote de algumas livrarias, propaganda em outdoors retirada, e agora esta manifestação sem sentido no lançamento, fica cada vez mais explícito que muitos não estão gostando da veracidade da obra. Mas os leitores, pelo jeito, estão adorando e recomendando muito bem o livro que revela toda a história secreta do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional e nacional da família Sarney.

“Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney” está em 5º lugar na lista da Veja entre as obras mais vendidas de não-ficção do País.

O livro será lançado amanhã em Macapá. A Assembléia Legislativa do Amapá propõe “desomenagear” o autor.

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Até a propaganda do livro Honoráveis Bandidos em São Luis do Maranhão é boicotada

As empresas contratadas para expor outdoors sobre o lançamento do livro “Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney”, que acontece hoje em São Luís do Maranhão, a partir das 19 horas no Sindicato dos Bancários, devolveram o dinheiro para os organizadores do evento.

Conforme a notícia divulgada pelo Jornal Pequeno, os proprietários das empresas Artcom e ARP não querem arrumar problemas com a família Sarney. Segundo os dois organizadores do evento, Celso Brandão e Pedro Anchieta –, as duas agências foram contratadas, por pouco mais de R$ 300, para exibir os cartazes durante 15 dias, em placas localizadas na curva do 90, no retorno do Olho d’Água e na Ponta d’Areia. Outras empresas de publicidade foram acionadas por Brandão e Anchieta, mas todas se recusaram pelo conteúdo da propaganda.

com tantos boicotes – existem livrarias em São Luis que não compraram o livro – a obra permanece no 5º lugar do “ranking” da revista Veja das obras de não-ficção.

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Honoráveis Bandidos na mídia: Coluna de Sônia Racy + Palmério Dória ao vivo na TV

Saiu hoje na Coluna de Sônia Racy, do Estadão.

Medo ou temor?

“Palmério Dória reclama: nenhuma livraria do Maranhão aceitou fazer o lançamento do seu livro.

“Honoráveis Bandidos, um Retrato do Brasil na Era Sarney”, será lançado no dia 4, no Sindicato dos Bancários na cidade de São Luís.”

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Palmério Dória na TV ao vivo

Palmério Dória é o convidado especial do Rede Brasil Notícias, apresentado pelo jornalista Ney Gonçalves Dias. O autor vai falar das polêmicas revelações do seu livro “Honoráveis Bandidos – Um Retrato do Brasil na Era Sarney”. O programa começa às 19 horas, sintonizado pelo canal 59 UHF ou pelo site www.rbtv.com.br

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Nas profundezas da mente Kafkiana

O Digestivo Cultural, um dos principais portais de cultura do país, entrevistou nesta semana Jeanette Rozsas, autora de Kafka e a Marca do Corvo, lançado neste ano pela Geração Editorial.

No bate-papo, Jeanette fala sobre sua carreira literária, o processo de produção do livro, a vida interior e as idiossincrasias de Franz Kafka, entre outros assuntos.

Abaixo, algumas frases de Jeanette Rozsas ao Digestivo Cultural.

“A vida pacata e burguesa de Kafka estava só no exterior… E que imenso mundo dentro de sua cabeça! Algo que o torturava e que ele só extravasava por meio da literatura. Sua vida interior era tão densa e criativa que gerou incontáveis estudos.

(…) Kafka foi uma experiência única: um mergulho na angústia, na depressão, na culpa, nas frustrações, na doença e, principalmente, na obra de um dos maiores escritores de todos os tempos. Ninguém passa impunemente três anos estudando, e escrevendo, sobre Kafka.”

(…) Se um escritor hoje não se dispuser a participar de eventos de divulgação de sua obra, morrerá desconhecido — junto com todo o trabalho e a frustração de ver naufragar um projeto de vida…

(…)Kafka, por exemplo, ficava frustradíssimo quando não conseguia publicar um livro! E só teve a sexta parte de sua obra editada em vida…”

Clique aqui para ler a entrevista na íntegra

Mais

Conheça melhor o livro Kafka e a Marca do Corvo

Veja e baixe imagens da obra

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