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Lançamento “Lá sou amigo do rei” em Brasília

No última quarta-feira (7/11) teve o lançamento do livro Lá sou amigo do rei, do jornalista Carlos Marques, no Bar do Mercado, em Brasília. Confira as fotos:

Fotos: www.gago.com.br

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Release: Veneno nas veias – Memórias de Lucrécia Bórgia, de M.G. Scarsbrook

“VENENO NAS VEIAS” REVIVE A HISTÓRIA DA FAMÍLIA BÓRGIA ATRAVÉS DAS MEMÓRIAS DE LUCRÉCIA, COM MUITO SUSPENSE.

 “Veneno nas veias”, do autor canadense M.G Scarsbrook, que vive hoje em South Gloucestershire, Inglaterra, é um romance histórico, gênero em que o autor se especializou e pelo qual se tornou conhecido através do best-seller “A conspiração Marlowe”.

Desta feita, Scarsbrook decidiu explorar um assunto de tremenda relevância e de interesse permanente para gerações de estudiosos da História ou meros interessados na celebridade de uma família que se celebrizou pela fusão de poder em escala inimaginável (tendo como patriarca um Papa) e crime também em escala atroz: os Bórgia.

A história nasce a partir das memórias de Lucrécia Bórgia, provavelmente o membro mais famoso da família, associada para sempre aos métodos cruéis de assassinato (com veneno) e à lascívia, além da perfídia nos cálculos de ascensão ao poder. No entanto, Scarsbrook parece empenhado em revelar Lucrécia sob aspectos mais amenos, pois a sentimos desde o início mais como vítima das perfídias da família e de seu meio e submetida, numa época em que as mulheres não tinham vez ou voz, à influência esmagadora do Papa Alexandre VI, o Bórgia que é seu pai.

No carnaval romano de 1497, Lucrécia sofre tentativa de estupro por parte de um guarda de uma família rival dos Bórgia, os Orsini, e seu irmão César a defende, matando o guarda e aumentando a animosidade entre as famílias. O ato cruel faz que ela perceba que César é dominado por um temperamento arbitrário e violento. Quando um outro irmão, Juan, leviano e mulherengo, também é morto e atirado com pedras no rio Tibre, a suspeita recai sobre algum membro dos Orsini, mas Lucrécia começa a desconfiar de César. Mais tarde, casando-se por imposição do pai com um membro da Casa Real de Nápoles, um Aragon, Lucrécia terá razões de sobra para acreditar que está numa família onde o assassinato, as taras sexuais (seu pai mantém um grupo de cortesãs e isola a verdadeira mulher, Vanozza, dos filhos) e a sede de poder não têm limites.

São as memórias desta mulher, que a literatura e o cinema sempre mostrou como um símbolo de perversidade a avidez pelo poder, que fazem o interesse do livro, abrindo-o para novas leituras da família Bórgia e fazendo com que, à maneira de “A conspiração Marlowe”, “Veneno nas veias” nasça predestinado a agradar ao grande público que aprecia romances históricos que colocam personagens famosos sob novas luzes.

SOBRE O AUTOR

M.G SCARSBROOK – É o pseudônimo literário de Mathew Graham Scarsbrook, autor nascido em 1981 em Vancouver, no Canadá, que viveu no Canadá, Grã-Bretanha e EUA e escreveu o best-seller “A conspiração Marlowe”. Roteirista, editor também de vários livros de não-ficção e grande conhecedor da história inglesa, Scarsbrook ganhou o prêmio “Writers on The Storm Screenwriting Competition”. Ele reside atualmente em South Gloucestershire, Inglaterra.

Veneno nas Veias: Memórias de Lucrécia Bórgia
Autor:
M. G. Scarsbrook
Gênero: Romance Histórico
Formato: 15,6 x 22,4?
Páginas: 338
ISBN:  978-85-8130-008-30                                                                                             
Cód. De Barras:
978-85-8130-008-30
Sinopse:

QUEM FOI LUCRÉCIA BÓRGIA?
QUAL FOI SEU PAPEL NA FAMÍLIA MAIS CELEBRIZADA PELO CRIME E CORRUPÇÃO NA HISTÓRIA?

Ela se tornou uma lenda por sua beleza, sua sexualidade e seus crimes, nos quais utilizava fulminantes poções venenosas. Mas quem foi, de fato, Lucrécia, a filha do Papa Alexandre VI, o patriarca da corrupta e violenta família Bórgia, que na modernidade já rendeu romances, filmes e minisséries de TV?
Neste romance histórico eletrizante, a própria Lucrécia Bórgia narra sua história, revelando a vida, costumes, crimes e intrigas na Europa do século XV, período em que a Igreja Católica estava corrompida e os papas mandavam nos reis.
Personagens fascinantes, como o próprio Nicolau Maquiavel, autor do clássico “O Príncipe”, circulam no meio de reis, príncipes, cortesãs, cardeais, artistas, num painel rico e extraordinário muito parecido com os dias atuais, quando governantes corruptos e poderosos também usam todos os meios para garantir seu poder, riqueza e privilégios.

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Release: Arriscar é viver, de Jim Powell

Romance revela bastidores do fim do comunismo na Europa.

Nascido em 1949, o escritor inglês Jim Powell fez uma estréia madura e de rápido sucesso mundial. Seu primeiro romance foi publicado no Reino Unido e nos Estados Unidos em 2010 e logo ganhou traduções em cerca de quinze países. No Brasil, The breaking of eggs acaba de ser lançado pela Geração Editorial com o título de Arriscar é viver, em ótima tradução de Samuel Dirceu e bem cuidado projeto gráfico de Alan Maia. Com linguagem simples e cativante, o romance trata da II Guerra Mundial, do colapso do comunismo na Europa e das sequelas que Hitler e Stalin deixaram nos países e nas pessoas do Leste Europeu.

Powell escreve com simplicidade, elegância e contida emoção, mas é impossível ficar indiferente aos dramas que ele revela. Como todo bom escritor, ele sabe que um romance se sustenta no tripé enredo, personagens e idéias, ao lado de um espaço bem caracterizado. Feliks Zhukovski, o narrador de Arriscar é viver, é ex-comunista (apenas um “esquerdista”) polonês radicado na França e autor de um guia turístico sobre os países do Leste Europeu que assiste à transformação deles após o fim da União Soviética e mergulha no seu passado. Pouco antes da invasão da Polônia pela Alemanha, em 1939, aos nove anos, ele e o irmão mais velho foram despachados pela mãe para a casa de uma irmã dela na Suíça. Sem dinheiro para três passagens de trem, ela ficou e perdeu o contato com os filhos.

Arriscar é viver é um mergulho num “mundo sujo, de duas caras” – os bastidores da II Guerra, da Guerra Fria, do desmoronamento da União Soviética e do comunismo europeu. Mas não sob o ponto de vista de quem fez a guerra, mas de quem sofreu com ela. O romance discute política e relações familiares. Os grandes e pequenos eventos da História.

Feliks tem suas convicções políticas abaladas, viaja atrás do sonho, do passado ou futuro, às vezes do impossível, e deixa o leitor inquieto, apreensivo, curioso. Ele retorna à sua cidade Lódź, reencontra “as pegadas da infância” e faz um balanço da vida desde que se afastou da mãe e depois do irmão. Há reviravoltas nas suas posições ideológicas e pessoais, o que pensava ser não era mais, era o contrário. Percebe que o que imaginava sobre a família era falso, ilusão, da mesma forma que o que sentia em relação ao partido.

Ele e a Polônia sempre viveram pressionados – “vire para um lado e você é ludibriado pela Rússia. Vire para o outro lado e você é ludibriado pela Alemanha. Não vire para lugar nenhum e você é ludibriado por todo mundo”, como diz uma personagem. Mesmo com a crueldade da guerra, restam a esperança, o amor à família e a verdade da poesia.

Feliks descobre-se um conservador. “Eu não gostava de mudanças.” Numa viagem aos Estados Unidos, sente-se uma “estranha relíquia da velha Europa que tinha saído do quadro entalhado da família”. Ele acaba por aceitar a nova realidade e muda de vida, recupera sua história, se reencontra.

Jim Powell nasceu em Londres em 1949. É mestre em História pela Universidade de Cambridge. Antes de se tornar escritor, fez de tudo um pouco: teve uma empresa de cerâmica que produzia utensílios pintados à mão, participou de campanhas eleitorais, trabalhou como consultor de negócios. Na juventude, foi até office-boy dos Beatles. Powell não usa computador para escrever, escreve à mão, mas nunca com esferográfica. Faz questão da caneta-tinteiro.

 Entre os países que já publicaram seu romance estão África do Sul, Austrália, Croácia, Dinamarca, Itália, Noruega, Nova Zelândia, Polônia e Portugal. Jim Powell e seu parceiro, Kay Sayce, dividem seu tempo entre Northamptonshire, na Inglaterra, e uma propriedade no estado francês de Tarn, nos médios Pirineus.

SOBRE O AUTOR

Jim Powell nasceu em Londres em 1949. Fez de tudo um pouco, foi até office-boy dos Beatles. Escreve à mão, com caneta-tinteiro. Este livro (The breaking of eggs, no original) já foi publicado em quinze países.

Arriscar é Viver
Autor:
Jim Powell
Gênero:
Romance
Formato:
15,5×22,5
Páginas:
352
ISBN:
978 -85 -8130 -005-4
Cód de Barras:
978 -85 -8130 -005-4
Sinopse:
As Dores da Guerra
Histórias de amor, de enganos, traições, torturas, mortes atravessam este romance. Você vai conhecer, em detalhes, sequelas que Hitler e Stalin deixaram nas pessoas e nos países do Leste Europeu. Jim Powell nos faz mergulhar nos bastidores da II Guerra, da Guerra Fria, do colapso do comunismo na Europa. Um livro escrito com simplicidade, elegância e contida emoção. Impossível ficar indiferente aos dramas que o autor nos revela.

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Release: 2012 – Nas Cortes do Sol de Brian D’Amato

UMA NOVA VISÃO DO APOCALIPSE MAIA PARA 2012

“2012: Nas cortes do sol”, de Brian D´Amato, é baseado na previsão maia que indica o fim do mundo para 21 de dezembro de 2012. Mas, ao invés de investir no significado esotérico e no sensacionalismo em torno do chamado “Apocalipse Maia”, como muitos livros e filmes já fizeram, “2012: Nas cortes do sol” aposta no vigor ficcional para contar uma história capaz de seduzir tanto aos apaixonados pelos mistérios da cultura maia quanto aos apreciadores de jogos de estratégia e avanços tecnológicos e digitais.

Jed DeLanda, o herói dessa história, vive em 2012 como um gênio matemático que se especializou em jogos de estratégia e tem como arma secreta um ritual divinatório dos maias chamado “Jogo do Sacrifício”. Através desse ritual, os maias faziam predições sobre o nascimento e a morte das civilizações. Mas Jed vai se deparar com um mistério ainda mais amplo ao ser chamado por seu mentor, Taro Mora, para conhecer uma projetista de jogos chamada Marena Park, que lhe fala de uma predição ainda mais antiga registrada num códice recém-descoberto e que poderia ser detectada pelo uso do mesmo “Jogo do Sacrifício”.

Taro Mora reúne uma equipe de cientistas para que Jed viaje no tempo, de 2012 até 664 d.C., por meio de uma réplica de suas ondas mentais projetada numa fenda no contínuo espaço-tempo chamada desktop wormhole. Tudo vai bem até que, ao invés de penetrar na mente de um rei maia, Jed penetra na mente de um jogador de futebol maia que está prestes a sofrer um sacrifício num templo da antiga civilização.

Além de escapar por pouco de uma catástrofe radioativa e evitar uma ameaça de extinção que pesa sobre todos os povos, o autêntico herói Jed se debate com sua missão num mundo de enormes possibilidades.

O livro não se restringe à sua fantástica aventura, mas também apresenta detalhes impactantes sobre o modo de vida dos maias, seu código de comunicação, glossário com palavras utilizadas ao longo da narrativa, explicações de pronúncias e mapas indicando os nomes maias para acidentes geográficos e lugares registrados em espanhol, situados na América Central, Golfo do México, Golfo de Honduras e Oceano Pacífico. Além disso, especula sobre o caráter dos jogos eletrônicos e as possibilidades infindáveis da tecnologia sobre viagens impossíveis no tempo.


SOBRE O AUTOR

Não apenas um escritor, mas também um artista plástico, Brian D’Amato fez sucesso com seu primeiro romance, Beauty (Beleza), publicado em 1992.

Como artista plástico, ele se especializou em esculturas e instalações tridimensionais que têm sido vistas em todos os museus do mundo, e foi um dos responsáveis pela introdução da “realidade virtual” como um modo de expressão artística inteiramente novo no circuito das galerias e museus importantes do EUA.

Ele também lecionou arte e história da arte em universidades de Nova York, Ohio e Yale e seus artigos foram publicados em várias revistas americanas importantes como Harper´s Bazaar e Vogue.

2012: NAS CORTES DO SOL
Autor: Brian D’amato
Gênero: Romance
Formato: 15,6 x 22,4
Páginas: 800
ISBN: 978-85-8130-019-1
Cód. De Barras: 978-85-8130-019-1
Sinopse:
NO MUNDO DE 2012, UM MATEMÁTICO VIAJA NO TEMPO ATÉ A CIVILIZAÇÃO MAIA PARA IMPEDIR UMA CATÁSTROFE SEM PRECEDENTES

No ano de 2012, um matemático sofisticado, especializado em jogos de estratégia em computadores, conhecedor de artefatos divinatórios da civilização maia, investidor em ações on-line, está diante da maior missão de sua vida: impedir que uma antiga predição, num códice recém-descoberto, se cumpra. Para isso, uma equipe de cientistas fará com que ele viaje no tempo até o ano de 664 d.C., para a antiguidade maia, onde se deparará com inúmeros mistérios e uma aventura fantástica como poucas.
Este é o romance de Brian D´Amato, artista plástico, estudioso da civilização maia, que forjou uma narrativa de tirar o fôlego dos apreciadores de ficção científica e romances épicos envolvendo antigas civilizações misteriosas.

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Lançamento do livro Você, Presidente, de Mario Grieco

Com mais de 20 anos de liderança no setor farmacêutico, Mario Grieco aplica seu vasto conhecimento da vida empresarial para derrubar mitos, rever conceitos e traçar – por um viés humanístico, simples e objetivo – o caminho que deve ser seguido pelos empresários do presente e do futuro.

Muito mais que um livro sobre gestão de pessoas, Você, Presidente é um notável vade-mécum de como melhor utilizar o capital humano numa época em que a tecnologia está ao alcance de todos, e em que os seres humanos, com suas emoções, sentimentos, experiências e capacidade, é que fazem a diferença.

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Vídeo da confusão no lançamento de Honoráveis Bandidos em São Luís-MA

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

 

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Até a propaganda do livro Honoráveis Bandidos em São Luis do Maranhão é boicotada

As empresas contratadas para expor outdoors sobre o lançamento do livro “Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney”, que acontece hoje em São Luís do Maranhão, a partir das 19 horas no Sindicato dos Bancários, devolveram o dinheiro para os organizadores do evento.

Conforme a notícia divulgada pelo Jornal Pequeno, os proprietários das empresas Artcom e ARP não querem arrumar problemas com a família Sarney. Segundo os dois organizadores do evento, Celso Brandão e Pedro Anchieta –, as duas agências foram contratadas, por pouco mais de R$ 300, para exibir os cartazes durante 15 dias, em placas localizadas na curva do 90, no retorno do Olho d’Água e na Ponta d’Areia. Outras empresas de publicidade foram acionadas por Brandão e Anchieta, mas todas se recusaram pelo conteúdo da propaganda.

com tantos boicotes – existem livrarias em São Luis que não compraram o livro – a obra permanece no 5º lugar do “ranking” da revista Veja das obras de não-ficção.

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