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Alceu Valença apresenta livro “Lá sou amigo do rei” durante show em São Paulo

No último domingo (06/01), Alceu Valença fez show acústico no Sesc Pompeia, em São Paulo. Na ocasião, Valença recomendou a leitura da obra Lá sou amigo do rei, autobiografia do jornalista Carlos Marques, lançada pela Geração Editorial. Amigo de infância de Valença, Carlos Marques foi um dos responsáveis por levar o cantor a Paris, quando agenciou diversos artistas brasileiros durante a sua estadia na capital francesa. Essa e muitas outras histórias com personalidades mundiais podem ser conferidas em seu livro de memórias.

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Crédito imagens: Erika Neves

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As memórias fantásticas de um jornalista, no Diário do Nordeste

 

Leia o artigo sobre o livro “Lá sou amigo do rei”, do jornalista Carlos Marques, no Caderno Ler, publicado pelo Diário do Nordeste.



Fonte: Diário do Nordeste

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Lançamento: Lá sou amigo do rei, de Carlos Marques


MEMÓRIAS DE UM FORREST GUMP ÀS AVESSAS

Geração lança as memórias do repórter Carlos Marques, que vivenciou alguns dos acontecimentos, e conheceu algumas das personalidades, mais marcantes do século XX

Você já ouviu falar em Carlos Marques? Pois você não é o único: quase ninguém ouviu falar dele. E, no entanto, ele esteve envolvido com alguns dos acontecimentos mais marcantes do século XX, no Brasil e no mundo, e foi amigo de celebridades como Salvador Dalí, Jean Genet, Pelé, Fidel Castro, Khrisnamurti, João Paulo II e Dilma Rousseff, entre muitas outras.

A vida de Carlos Marques lembra muito a de um personagem de romance picaresco. Depois de uma infância paupérrima em Jaboatão dos Guararapes, PE, onde brincava com os ossinhos dos irmãos mortos enterrados no jardim, Carlos torna-se repórter graças à influência do poeta Ascenso Ferreira, envolve-se com movimentos sociais e acaba discípulo do educador Paulo Freire. Quando sobrevém o Golpe de 64, Carlos é preso e torturado por causa de sua associação com Freire; posteriormente é obrigado a fugir do Brasil e exilar-se em Paris. De repórter da revista Manchete tornou-se cineasta, com um filme premiado no Festival de Veneza, e compositor. Este volume traz como brinde um CD com 17 das composições desse homem polivalente. Além de difundir o Santo Daime entre a classe artística brasileira, Carlos teve ainda fama de especialista em discos voadores, foi prisioneiro político também na Argentina e chegou a embaixador da Unesco por mero acidente. No entanto, ao contrário de Forrest Gump, um idiota que ficou milionário e famoso, Carlos Marques, um sujeito muito esperto, voltou ao país como partiu: desconhecido e sem um tostão.

“E aos que perguntarem se é verdade tudo o que contei, darei a resposta de Marco Polo, quando questionado se todas as coisas extraordinárias e maravilhosas escritas no seu livro As viagens ocorreram mesmo: ‘Eu não contei nem a metade de tudo o que vi’.”  Carlos Marques

O livro acompanha um CD com 17 músicas compostas por Carlos Marques, com voz de Veronique e arranjos e violões de Luiz de Aquino. Créditos de Discos Arlequim / Genesis Music.

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Lá sou amigo do rei
Autor: Carlos Marques
Gênero: Biografia
Formato: 15,6 x 23 cm
Págs: 264 + cad. de fotos
Peso: 573g
ISBN: 9788581300214
R$ 39,90
Sinopse:

As fantásticas histórias de um repórter aventureiro, que enfrentou a ditadura militar, foi torturado no Brasil e na Argentina, clandestino em Paris, amigo de celebridades como Salvador Dalí, Jean Genet, Pelé, Khrisnamurti e João Paulo II, cineasta, músico, especialista em discos voadores, apóstolo predestinado do Santo Daime, embaixador da Unesco por acidente, e voltou ao país como partiu: quase anônimo e sem um tostão.

Alguém muito importante, não direi quem, disse a Carlos que este seu livro devia ser adotado no Itamaraty, para que os diplomatas pudessem exercer com mais competência as suas funções. Eu digo mais: este livro tem que ser lido por qualquer um e por todos, pois trata-se de uma extraordinária lição de vida. A história de alguém que, por muito amar a vida, viveu-a plenamente, sem se dar conta do que fazia — história, simplesmente. E que história!  LUIZ FERNANDO EMEDIATO

Clara, para mim, era a sua qualidade de repórter-furão. Ele poderia ter sido um desses repórteres que fazem o folclore do gênero. Difratava-se, porém, que nem bolinha de mercúrio, garantido pela talentosa vocação de factotum, que reconhece como sua.  MUNIZ SODRÉ

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Morango e chocolate, o romance

Fonte: http://www.vermelho.org.br/pb/noticia.php?id_secao=11&id_noticia=185949

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Release: Getúlio Vargas – A esfinge dos pampas – Richard Bourne

UMA ESFINGE QUE ENCONTROU O SEU ÉDIPO

  “Só os países economicamente fortes são realmente livres”, disse Getúlio Vargas. “E é essa liberdade que desejo dar ao meu país.”

Antes dele, o Brasil era um país em estágio pré-industrial; em poucos anos, a era Vargas construiu uma indústria siderúrgica imensa, revolucionou a infraestrutura de transportes e energia, lançou as bases da indústria petrolífera e incorporou o proletariado na vida nacional. Houve, no entanto, um preço a pagar por isso, e os efeitos dessa dívida são sentidos até hoje.

Pela pouca clareza das suas convicções ideológicas e caráter reservado da sua vida pessoal, Getúlio Vargas, a figura dominante da política brasileira no século XX, vinha sendo considerado uma esfinge que ainda não encontrara o seu Édipo. Com este livro, isso mudou.

Nesta que pode ser considerada a biografia mais imparcial, bem escrita e profunda, tanto na análise política quanto na psicológica, do homem que governou o Brasil por mais tempo e mais o influenciou, para o bem e para o mal, o conceituado brasilianista inglês Richard Bourne decifrou o sorriso enigmático do presidente que chegou ao poder por meio de uma revolução mas esmagou várias revoluções, que fortaleceu a classe trabalhadora mas enfraqueceu a democracia, que lutou pelo bem-estar social mas atentou contra liberdades individuais, industrializou o país mas também dotou de poder quase ilimitado as forças armadas, assim criando, inadvertidamente, um monstro que acabou por devorá-lo em 1954, e ao Brasil, em 1964.

Sopesando a contribuição de Getúlio Vargas à nação brasileira, o professor Bourne conclui que o fiel da balança pende a favor desse gigante de 1,60 de altura.

“Fisicamente diminuto”, escreveu o jornal inglês Manchester Guardian sobre Getúlio, “a sua estatura moral o habilitou a governar um país tão grande quanto a Europa durante tantos anos. Suas reformas sociais e econômicas foram sem precedentes no Brasil. Até 1930 o Brasil tinha sido um país; Vargas transformou-o numa nação.”
SOBRE O AUTOR:

Richard Bourne é professor de estudos políticos na Universidade de Londres, e autor de diversas obras sobre a América Latina, como Assault on the Amazon e Political leaders of Latin America. Pela Geração Editorial, publicou a biografia de outro presidente brasileiro, Lula do Brasil, a história real.

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Getúlio Vargas – A esfinge dos pampas
Autor: Richard Bourne
Formato: 15,6×23
Páginas: 344
Categoria: Biografia
ISBN:978-85-81300-56-6
Cód. de Barras: 978-85-81300-56-6
Peso: 700g
Sinopse:
AS MUITAS FACES DO HOMEM DE SÃO BORJA
Getúlio Vargas tomou o poder em 1930, governou como ditador, suprimiu liberdades e exerceu a censura, porém defendeu os trabalhadores, modernizou o país e foi deposto por militares. Eleito presidente, governou como democrata, colocou o interesse público acima de tudo e desagradou reacionários, que o perseguiram até causar a sua morte trágica.
Revolucionário ou reacionário? Autocrata ou democrata? Fascista ou comunista? Progressista ou conservador? Opressor ou vítima? Quem foi realmente o homem que governou o Brasil por mais tempo que qualquer outro líder republicano? Qual foi de fato o seu legado à nação? Por que ele até hoje divide tanto as opiniões?

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Release: Hitler – Retrato de uma Tirania, de Fernando Jorge

Em 1963, na rua São Bento, em São Paulo, o então jovem escritor Fernando Jorge encontrou um amigo o também escritor e político, Israel Dias Novaes, diretor do Banespa e do jornal Correio Paulistano. Os dois foram juntos a um café de esquina, onde Israe, conhecedor da predileção de Fernando por História, recomendou-lhe certo livro que lera recentemente. Tratava-se de uma biografia de Adolf Hitler, recém-publicada no Brasil, escrita por um autor alemão chamado Herman Zumerman (não Hermann Zummerman, na grafia alemã correta. O título dessa obra era Hitler – Anatomia de uma tirania, e a nota do editor dizia o seguinte:

O crítico Alfred Belsen escreveu, a propósito deste livro: “Zumerman é, indiscutivelmente, um grande escritor. Seu estilo é excelente,muito agradável, saboroso. Consegue prender a atenção do leitor do começo ao fim. Hitler – Anatomia de uma tirania pode ser considerado, com justiça, o maior livro que apareceu, nestes últimos tempos, sobre o homem monstruoso que desencadeou, no mundo, a Segunda Grande Guerra”.

Animado, Novaes elogiou o livro, por sua clareza de estilo e abrangência da pesquisa realizada, mas, sobretudo, pela tradução ímpar, creditada a certo Raul Rodrigues. Ao ouvir isso, Fernando Jorge caiu na gargalhada, e, diante da perplexidade do amigo, soltou esta bomba: — Herman Zumerman sou eu!

O livro, na verdade, fora escrito em português pelo próprio Fernando, e publicado sob pseudônimo, por imposição de seu editor, o judeu búlgaro Eli Behar. No meio editorial brasileiro de então, autores estrangeiros vendiam mais que os nacionais, de modo que Herman Zumerman, o crítico Alfred Belsen e o tradutor Raul Rodrigues haviam sido todos inventados por Behar, numa época sem internet, em que tais imposturas passavam facilmente por verdades. O próprio Fernando Jorge conta, a respeito disso: “Eu não queria de modo algum publicar o livro com outro nome que não o meu, mas o editor me fez uma proposta boa demais, e como eu ganhava muito pouco na Assembleia, havia acabado de me casar e precisava desesperadamente do dinheiro, acabei aceitando.”

Esta é a nova edição corrigida e atualizada — inclusive no subtítulo — de uma das primeiras biografias de Hitler escritas por autor brasileiro. Fernando Jorge a produziu, em 1962, enquanto o mundo acompanhava o julgamento de Adolf Eichmann, um dos principais carrascos nazistas, e a lançou em 1963, dez anos antes da primeira grande biografia alemã do Führer, de autoria do historiador Joachim Fest.

Desde o seu suicídio em 1945, num abrigo subterrâneo localizado sob as ruínas de Berlim, cuja destruição (e a de boa parte da Europa) ele mesmo havia causado, o ditador alemão Adolf Hitler tem sido um enigma do mal. Seu maquiavelismo político, sua delirante obsessão pela superioridade racial, seu ódio excessivo — e até hoje inexplicável — pelos judeus, tudo isso aliado a um desprezo pela vida humana nunca antes visto, fazem dele o homem mais abominável que já comandou uma superpotência.

Após seduzir a nação alemã, ele causou a Segunda Guerra Mundial e promoveu o Holocausto, deixando um saldo de milhões de mortos e um legado sinistro aos populistas e demagogos das gerações seguintes. Sem nada diminuir da monstruosidade de Hitler, esta biografia equilibrada e imparcial tecida por Fernando Jorge procura preservar- -lhe a dimensão humana, buscando nas deformidades do seu caráter a verdadeira origem da selvageria nazista. Entre outros fatos pouco conhecidos da vida dele, somos informados de que Adolf se apaixonou quando adolescente, mas não se atreveu a cortejar a amada devido à sua timidez excessiva, anormal e até inviril. O que era Hitler, afinal de contas? Um psicopata? Um homossexual enrustido? Um neurastênico? Um mero oportunista ou um crente sincero na doutrina antissemita? Ou ambas as coisas? Uma das causas do seu monumental complexo de inferioridade poderia ter sido uma deficiência física? Qual?

Reconstituindo a trajetória do menino pobre maltratado pelo pai e mimado pela mãe, do artista frustrado, do vagabundo ressentido e morador de rua em Viena, passando por sua carreira de soldado destemido na Primeira Guerra Mundial, depois pela de orador popular, político demagogo, líder do Partido Nazista, até se tornar chanceler e, por fim, chefe supremo do estado alemão, perseguidor das minorias e flagelo de toda a Europa, Fernando Jorge mais uma vez nos deleita com a beleza de sua prosa e a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou este retrato fidedigno e irretocável da maior de todas as tiranias.

SOBRE O AUTOR

Fernando Jorge é autor de mais de 20 livros, a maioria deles biografias definitivas de vultos históricos, como Olavo Bilac, Aleijadinho (pela qual ganhou o Prêmio Jabuti), Santos Dumont e Paulo Setúbal, estas duas últimas lançadas pela Geração. Também por esta editora Fernando publicou suas obras mais incendiárias e polêmicas: Vida e obra do plagiário Paulo Francis, na qual desanca o pernóstico jornalista; A academia do fardão e da confusão, ataque impagável e bem-humorado à Academia Brasileira de Letras (“estéril como o útero de uma mula”, segundo ele), e o engraçadíssimo romance que satiriza a corrupta classe política brasileira, O grande líder.

Hitler: Retrato de uma tirania
Autor: Fernando Jorge
Formato: 15,5 x 22,5 cm.
Páginas: 328
ISBN:  978-85-61501-78-5
Código de barras:  978-85-61501-78-5
Sinopse:
O Artífice da Destruição: Nesta biografia equilibrada e imparcial de Adolf Hitler. Fernando Jorge, consagrado biógrafo de Aleijadinho, Santos Drumont e Paulo Setúbal, reconstitui a trajetória do Füher em toda a sua dimensão monstruosa e também humana, desde a pobreza na sua Áustria natal, a tentativa frustrada de se tornar pintor, seu relacionamento como o pangermanismo e o antissemitismo da época, até sua ascensão ao poder supremo na Alemanha, causando a Segunda Guerra Mundial, cujo saldo foi de milhões de mortos e uma destruição sem recendentes que só teve fim com o suicídio dele numa casamata sob as ruínas de Berlim. Buscando nas deformidades do caráter do ditador a verdadeira origem da selvageria nazista, o autor nos deleita com a beleza de sua prosa e com a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou  este retrato fidedigno e irretocável da pior tirania da História.

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