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Domingos Pellegrini lança dois livros infantis em Londrina

Convite Final

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dezembro 20, 2012 · 6:09 pm

Release: A história da gota d´água, de Domingos Pellegrini

gota

MEMÓRIAS DE UM MERGULHO

Cheio de poesia, com uma linguagem simples e lindas ilustrações, o livro A história da gota d’água narra as aventuras de uma gotinha de água

A história da gota d’água retrata, de forma poética, a trajetória de uma gota de água, a começar quando esta, tranquila na ponta de uma folha, avista uma poça d’água e gotas caindo nela e sumindo.

Depois de um tempo, vendo várias gotas caindo na poça, a “gota-protagonista” percebe que também cairá e sente medo. A partir daí, a história se desenvolve quando a gota finalmente cai na poça e confunde-se com ela, tornando-se parte de um todo, a própria água.

Domingos Pellegrini, autor da história, teve o cuidado de preparar um texto leve e acessível, ideal para crianças entre 6 e 8 anos. A partir do tema “natureza”, o autor criou um universo lúdico para falar sobre mudanças e tranformações com o público infantil.

Autor consagrado do gênero, Pellegrini ficou conhecido por criar histórias que têm como inevitável consequência a reflexão sobre o mundo, atitude imprescindível na formação da opinião crítica das crianças. O livro foi ricamente ilustrado por Rubem Filho.

Sobre o autor
O premiado romancista, contista, dramaturgo e autor de livros infantis Domingos Pellegrini talvez seja mais conhecido por romances como O Caso da Chácara Chão (2001) e O Homem Vermelho (1977), embora seja um autor bastante reconhecido na literatura infantojuvenil. Seu Mestres da Paixão (2007), por exemplo, obteve o terceiro lugar no Prêmio Jabuti, categoria livro juvenil. Autor profícuo, com mais de 50 títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos no Brasil e no exterior (em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França). Pela Geração, publicou também Terra Vermelha, e pela Geraçãozinha publicou No Hospital de Brinquedos.

Sobre o ilustrador
Rubem Filho nasceu e vive em Belo Horizonte. Ilustrador de livros infantojuvenis desde 1996, é formado em Artes Plásticas pela Escola Guignard (Universidade do Estado de Minas Gerais), tendo se especializado em gravura em metal e litografia. Tem publicado quase 80 livros como ilustrador e projetista gráfico, e dois como escritor

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história da gota d’água
Autor:  Domingos Pellegrini
Ilustrador: Rubem Filho
Gênero: Infantil
Formato: 20,5X27,5
Págs: 28
ISBN: 9788581301051
Preço: 29,90
Sinopse:
Uma gotinha, tranquila na ponta de uma folha, avista uma poça d’água, vê outras gotinhas caindo nela e sente medo. a partir daí, a história se desenvolve quando a gota finalmente cai na poça e se confunde com ela, tornando-se parte de um todo, a própria água. Um livro encantador, cheio de poesia e belíssimas ilustrações

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Release: A caneta e o anzol

caneta

Domingos Pellegrini, grande cronista da vida no campo, nos deleita com histórias de pescaria, um dos passatempos mais agradáveis e relaxantes praticados pelo homem

Poucos escritores brasileiros evocam com mais autenticidade os costumes, a maneira de viver e o modo coloquial de falar das pessoas do interior do que o consagrado autor paranaense Domingos Pellegrini, um dos grandes cronistas brasileiros da vida no campo.

Em dezesseis singelos contos ilustrados cujo tema predominante é a pescaria, um dos passatempos mais agradáveis e relaxantes praticados pelo Homem — sem nada de épico à semelhança de Moby Dick, de Herman Melville, mas com momentos de pura emoção que encontramos em O velho e o mar, de Hemingway —, Domingos nos convida, neste livro encantador, a descobrir os prazeres simples da vida no campo, do encontro com os amigos, das reuniões em família, das tranquilas excursões à cata de peixes, do inigualável espetáculo do pôr do sol sobre um rio, trazidos à superfície pelo seu talento literário e pela notável sensibilidade do artista Fernando Souza.

Uma garça que observa um pescador, um avô que ensina o neto a pescar, um rapaz que quer fazer uma tatuagem, amigos decidindo qual tipo de isca usar, uma bem-humorada discussão entre vegetarianos e comedores de carne, o embate entre um pescador e um dourado: essas e outras situações prosaicas deste livro nos apresentam a pescaria como uma metáfora para a vida, em que cada momento a ser procurado e desfrutado é como um peixe.

No fundo, pescamos por diversidade, é, diversidade. Sentimos essa atração pelos peixes, e essa paixão por tirar peixes da água, porque somos tão diferentes. Eles vivem na água e não têm pernas ou braços, nada agarram, nada pisam. Nós vivemos na terra e necessitamos vitalmente do ar, onde eles morrem asfixiados como nós na água. Então, quando tiramos um peixe da água, parece que vencemos estas nossas fraquezas, trazendo-os para mostrar as suas, depois de viverem tão escondidos de nós.

Sobre o autor

Domingos Pellegrini é um dos maiores escritores brasileiros vivos, e também um dos raros no Brasil a viver da sua produção literária. Ganhador do Prêmio Jabuti em 1977 e em 2001, publicou pela Geração o romance Terra Vermelha, e pela Geraçãozinha os infantis No hospital de brinquedos, A história da gota d’água e A conversa das Letras. Autor profícuo, com mais de cinquenta títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos, no Brasil e em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França.

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A caneta e o anzol
Autor:  Domingos Pellegrini
Ilustrador: Rubem Filho
Gênero: Contos
Formato: 15,6×23
Págs: 191
ISBN: 9788581301013
Preço: R$ 26,00

Sinopse:
OS PEQUENOS PRAZERES DA VIDA EM 16 HISTÓRIAS DE PESCARIA Poucos escritores evocam com mais autenticidade a vida, os costumes e o modo coloquial de falar das pessoas do interior do que o consagrado autor paranaense Domingos Pellegrini, vencedor do Jabuti e diversos outros prêmios. Em 16 singelos contos ilustrados cujo tema predominante é a pescaria – sem nada de épico à semelhança de Moby Dick, mas com momentos de pura emoção que encontramos em O velho e o mar, de Hemingway –, Domingos nos convida, neste livro encantador, a descobrir os prazeres simples da vida no campo, do encontro com os amigos, das reuniões em família, das tranquilas excursões à cata de peixes, do inigualável espetáculo do pôr do sol sobre um rio, trazidos à superfície pelo seu talento literário e pela notável sensibilidade do artista Fernando Souza.

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Lançamento de “No hospital de brinquedos”, de Domingos Pellegrini no Londrix 2012


SOBRE O LIVRO:

No Hospital de Brinquedos
Autor: Domingos Pellegrini
Gênero: Infantil
Formato: 20,5 x 27,5 cm.
Págs: 36
ISBN: 978-85-8130-043-6
Ilustrador: Cláudio Martins
Preço: 19,90
Sinopse
Quando um brinquedo se quebra, pode ir parar no Hospital de Brinquedos. Ninguém fi ca contente de estar lá. Cada um deles reclama de alguma coisa. O tanque de guerra quer paz. A pianola quer barulho. O palhaço quer ser jogado para lá e para cá. O cavalinho não quer ser esquecido. Todos eles têm medo: será que amanhã acabarão na lata do lixo? Então o dinossauro de pelúcia explica que os brinquedos quebrados estão ali por um motivo muito importante. Qual será?

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Pra onde vão os brinquedos quebrados?

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Lançamento do livro No Hospital dos Brinquedos de Domingos Pellegrini


SOBRE O LIVRO:

Quando um brinquedo se quebra, caso tenha a sorte de escapar do destino horrendo da lata de lixo, pode ir parar num hospital de brinquedos. E lá ficar à espera de conseguir estender, quem sabe, seu tempo de proporcionar alegrias a seu dono – ou ao irmãozinho do dono, a seu filho, a seu neto… Mesmo que haja essa perspectiva, acham que o brinquedo fica contente e se sente sortudo de estar num hospital? Claro que não! A maioria se ressente, fica emburrada, sente-se abandonada e diante do desconhecido – estarei eu aqui amanhã?

E não fazemos todos nós essa pergunta?

Principalmente quando o tempo já está mais avançado? “Estarei eu aqui amanhã?”

Com muita poesia e uma boa dose de bom humor, o premiado autor Domingos Pellegrini cria uma história cheia de candura que fala da velhice e da morte sem enfeites, melindres e desvios de assunto. Os brinquedos estão velhos e acabados: ponto. Sua vida (ao menos a vida útil) está quase no fim: ponto. Fato. Que não se evita e não se repara: voltar no tempo, voltar a ser novinho em folha? Isso está fora de questão. Porém, Pellegrini investe um tema que poderia remeter apenas a desespero e melancolia com esperança, alegria e a satisfação que vem de ter vivido uma vida boa.

Diz uma bola que chega tão destroçada que os brinquedos a dão por desenganada: “Joguei tanto!… Com crianças/ e com quem mais me quis!/ Agora vão me lavar,/ remendar aqui e ali/ para guardar de lembrança!/ E enfim vou descansar/ iluminada e feliz!” E, depois do seu depoimento, os brinquedos decidem que chega de tanto resmungo e que, já que estão ali, devem mais é brincar entre si e se divertir. E essa nota de amor pela vida, de respeito pela sua história pessoal, de gratidão por haver vivido e, acima de tudo, de desejo de viver ao máximo até o fim mais se evidencia quando, ao  fim do livro, diz otimista o narrador: “Fazer o quê? / Cantar!/Se der pra consertar/Você será consertado/ E se não der, fique bem/ Sabendo que mesmo assim/ Você será sempre amado/ E com amor e sem medo/ Brincadeiras não têm fim”.

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SOBRE O AUTOR

O premiado romancista, contista, dramaturgo e autor de livros infantis Domingos Pellegrini talvez seja mais conhecido por romances como O Caso da Chácara Chão (2001) e O Homem Vermelho (1977), embora seja um autor bastante reconhecido na literatura infantojuvenil. Seu Mestres da Paixão (2007), por exemplo, obteve o terceiro lugar no Prêmio Jabuti – categoria livro juvenil. Autor profícuo, com mais de 50 títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos no Brasil e no exterior (em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França). Na Geração, publicou também Terra Vermelha.

SOBRE O ILUSTRADOR

Olá! Estudei Desenho Industrial e durante muitos anos trabalhei em projetos de Tecnologia, Meio Ambiente, Cultura, além de rodar por jornais e revistas. Mas o mundo dos adultos é muito sem imaginação, sem fantasia, criatividade. Um dia resolvi cair de sola, de cara e coração na Literatura Infantil. Desenhei uma porção de histórias, uma montoeira de personagens, tudo o mais alegre e divertido que pude. Ser criança é muito mais que um estado de espírito, é um estado de inteligência. Um abraço!

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