Arquivo da tag: imprensa

Dad Squarisi, autora do 1º manual de redação multimídia, no Programa do Jô


Assista a entrevista:

Sobre o livro:

Manual de Redação e Estilo – para Mídias Convergentes
Autor:
 Dad Squarisi
Formato: 15,5 x 22,5 cm.
Páginas: 404
Categoria: Jornalismo
ISBN: 978-85-61501-69-3
Código de barras: 978-85-61501-69-3
Sinopse: Os meios de comunicação de massa e individuais se entrelaçam cada vez mais. Jornais, revistas, rádio, televisão, internet, blogues, sites de relacionamentos, e-books, iPhone, iPad, iPod… Pode uma coisa dessas? Sim, pode, é a Torre de Babel subindo em direção aos céus. Mas antes que a balbúrdia se instale, convém colocar ordem na casa. Assim nasceu este manual, um pronto-socorro da língua portuguesa, pau pra toda obra na hora do sufoco, de redigir, desde uma reportagem, até um texto profissional ou escolar. Destina-se a ajudar profissionais de comunicação e todos que queiram se expressar com mais clareza, eficácia e sedução tanto na escrita quanto na fala. Em vez de regras gramaticais, a autora prefere dar exemplos que falam muito mais alto, com humor, pitadas de ironia e leveza. Que tratamento dar na hora de escrever? Dad Squarisi responde: “O rádio exige coloquialismo. A tevê, agilidade. A web, síntese. O jornal, tudo isso e algo mais. O editorial pede terno e gravata. Nunca smoking. Reportagens, entrevistas, perfis vão bem de blazer e calça jeans. Nunca de bermuda e camiseta. Colunas, crônicas e blogues podem aparecer de sunga e sandália ou traje de baile”. Assim fica fácil aprender. Este manual tem tudo para ser o livro mais manuseado da língua portuguesa. Quem tiver dúvidas que lance a primeira palavra.

Fonte: Programa do Jô

Anúncios

1 comentário

Arquivado em Uncategorized

Informe JB – Jornalista é demitido por comentar a “Privataria Tucana”

Clique aqui e confira a resenha.

Fonte: Jornal do Brasil – http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2012/03/29/jornalista-e-demitido-por-comentar-a-privataria-tucana/

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Nas profundezas da mente Kafkiana

O Digestivo Cultural, um dos principais portais de cultura do país, entrevistou nesta semana Jeanette Rozsas, autora de Kafka e a Marca do Corvo, lançado neste ano pela Geração Editorial.

No bate-papo, Jeanette fala sobre sua carreira literária, o processo de produção do livro, a vida interior e as idiossincrasias de Franz Kafka, entre outros assuntos.

Abaixo, algumas frases de Jeanette Rozsas ao Digestivo Cultural.

“A vida pacata e burguesa de Kafka estava só no exterior… E que imenso mundo dentro de sua cabeça! Algo que o torturava e que ele só extravasava por meio da literatura. Sua vida interior era tão densa e criativa que gerou incontáveis estudos.

(…) Kafka foi uma experiência única: um mergulho na angústia, na depressão, na culpa, nas frustrações, na doença e, principalmente, na obra de um dos maiores escritores de todos os tempos. Ninguém passa impunemente três anos estudando, e escrevendo, sobre Kafka.”

(…) Se um escritor hoje não se dispuser a participar de eventos de divulgação de sua obra, morrerá desconhecido — junto com todo o trabalho e a frustração de ver naufragar um projeto de vida…

(…)Kafka, por exemplo, ficava frustradíssimo quando não conseguia publicar um livro! E só teve a sexta parte de sua obra editada em vida…”

Clique aqui para ler a entrevista na íntegra

Mais

Conheça melhor o livro Kafka e a Marca do Corvo

Veja e baixe imagens da obra

Deixe um comentário

Arquivado em Autores, livros, Mídia

Honoráveis Bandidos está na lista de mais vendidos da Veja

Há apenas uma semana nas livrarias, o livro “Honoráveis Bandidos – Um Retrato do Brasil na Era Sarney”, de Palmério Dória, já está na lista dos mais vendidos da Revista Veja.

Clique aqui e veja a lista estendida no site da revista. A obra lançada pela Geração Editorial está na 18ª colocação entre os gêneros de não-ficção.

Confira abaixo:

Deixe um comentário

Arquivado em Lançamentos, livros, Mídia

Fome e Kafka estão no Guia da Folha desta sexta

O Guia da Folha – Livros Discos Filmes deu destaque nesta sexta-feira a dois livros da Geração Editorial: Fome e Kafka e a Marca do Corvo.

Fome, de Knut Hamsun e com tradução de Carlos Drummond de Andrade, aparece na seção de clássicos do Guia e é avaliado como ótimo.

Esta edição do Guia é aberta com uma reportagem intitulada “Kafkianos”, de Carlos Eduardo Ortolan, que analisa duas obras que contam, de forma diferente, a trajetória e os pensamentos do autor de “A Metamorfose”.

Uma dessas obras é Kafka e a Marca do Corvo, de Jeanette Rozsas, lançado recentemente pela Geração Editorial.

Diz o texto: “Despido dos rigores da exatidão acadêmica, trata-se de uma biografia romanceada de Franz Kafka, no qual, como seria de esperar, o conturbado noivado com Felice Bauer, a amizade com o escritor Max Brod, que receberia o espólio literário do autor, e a figura opressiva do pai tirânico ocupam papel central”.

Em outro trecho: “A pesquisa merece destaque, e o dado curioso é a polissemia do nome próprio ‘Kafka’, que significaria, em tcheco, ‘corvo’, ou também ‘castigo’, ‘tuberculose’, ou, ainda, ‘denúncia’.”

Leia entrevista com a autora de Kafka e A Marca do Corvo

Baixe imagens da obra

Conheça Jeanette Rozsas

Deixe um comentário

Arquivado em livros, Mídia

Papisa Joana – Resenha do livro e Trailer do filme

O Paulo Rezzutti, do site e-Zone Online, publicou recentemente uma resenha bem interessante do livro Papisa Joana, de Donna Woolfolk Cross. A obra foi publicada neste ano no Brasil pela Geração Editorial.

Aproveite para ver ainda, abaixo da resenha, o trailer do filme inspirado na obra Papisa Joana, que chegará ao Brasil em dezembro deste ano.

Papisa Joana: Uma Mulher Papa?!?!

De Paulo Rezzutti

“Não vou ficar, como diversos jornalistas fizeram, dando como notícia o fato de ter existido uma mulher Papa. O fato de ter havido, segundo alguns parcos registros sobreviventes, uma mulher que teria ocupado o trono de São Pedro, é material de livros há anos, inclusive com versões em português. Vide A Papisa, de Peter Stanford, publicado pela Gryphus em 2000.

Porém, como diz a escritora Ruth Guimarães, todas as histórias já foram contadas, o importante é como recontá-las, e isso a escritora Donna Woolfolk Cross sabe fazer muito bem.

O livro Papisa Joana, publicado pela Geração Editorial, com tradução do escritor Paulo Schmidt, é uma excelente ficção histórica, que nada fica a dever às histórias do escritor britânico Bernard Cornwell, incluindo-se nessa comparação algumas cenas de batalha. Outra característica comum entre ambos está no profundo estudo feito para tornar o mais fiel possível a ambientação de suas narrativas, como a sociedade, hábitos e costumes da época em que a história se passa.

Se as mulheres hoje se queixam de ganharem menos do que os homens e ainda terem que cuidar da casa quando chegam do trabalho, acreditem, isso não é nada comparado com a situação delas na Alta Idade Média, quando eram consideradas pouco mais do que crianças sem direitos, apenas com deveres de servir ao seu homem e senhor, praticamente escravas.

No mais, a mulher não precisava ler nem escrever, mil anos antes de uma frase que ficou famosa no Brasil durante a virada do século passado: “Uma mulher só precisa saber ler e escrever o suficiente para fazer suas orações e anotar receitas de compotas”. Machismos à parte, que belo golpe deve ter sido para a Santa Madre Igreja ter descoberto que uma mulher estava fazendo o trabalho de um homem! O que, aliás, não era coisa tão inimaginável naquela época. As mulheres que se recusavam a ser tratadas como meros objetos e queriam mais, pois sentiam necessidade de estudar, de aprender, invariavelmente lançavam mão do recurso de se travestir de homens para conseguir seus objetivos. Algumas acabavam sendo descobertas, como no caso de Joana, que, grávida, teria parido no meio de uma procissão, em plena Via Sacra, em Roma (hoje Via de S. Giovanni). Outro caso é o de Eugênia de Alexandria: disfarçada de homem, chegou à posição de Abade em um monastério, identidade que abandonou ao mostrar o seu sexo como último recurso para refutar a acusação de ter deflorado uma virgem. Outras, porém, tiveram mais sorte, e acabaram seus dias como homens, sem que ninguém se apercebesse da fraude. Se Joana tivesse tido a mesma sorte destas, provavelmente nunca conheceríamos sua história.

O livro Papisa Joana foi transformado em filme, pela produtora Constantin Films, a mesma de O Nome da Rosa. O filme, com externas na Alemanha, na Bulgária e em Marrocos, estreia em outubro na Europa e chega em dezembro ao Brasil.”

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

3 Comentários

Arquivado em livros, Mídia

Coluna de Mônica Bergamo retrata o lançamento de O Enigma de Compostela

No último dia 24, a coluna da jornalista Mônica Bergamo, do caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, publicou uma foto do lançamento do livro O Enigma de Compostela, de A.J. Barros. O evento ocorreu no dia 19 de Agosto na Saraiva MegaStore do Shopping Pátio Higienópolis. Veja a imagem do jornal scaneada.

Deixe um comentário

Arquivado em Lançamentos