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As memórias fantásticas de um jornalista, no Diário do Nordeste

 

Leia o artigo sobre o livro “Lá sou amigo do rei”, do jornalista Carlos Marques, no Caderno Ler, publicado pelo Diário do Nordeste.



Fonte: Diário do Nordeste

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“Lá sou amigo do rei” é destaque na coluna de Cláudio Humberto

 

O lançamento de “Lá sou amigo do rei”, do jornalista Carlos Marques, é destaque na programação deste sábado, 18/08, da 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Um dos mais respeitados colunistas do Brasil apontou o  livro como “um dos melhores lançamentos editoriais do ano”.

 

Confira na íntegra:



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Lá sou amigo do rei
Autor
: Carlos Marques
Gênero: Biografia
Formato: 15,6 x 23 cm
Págs: 264 + cad. de fotos
Peso: 573g
ISBN: 9788581300214
R$ 39,90
Sinopse:

As fantásticas histórias de um repórter aventureiro, que enfrentou a ditadura militar, foi torturado no Brasil e na Argentina, clandestino em Paris, amigo de celebridades como Salvador Dalí, Jean Genet, Pelé, Khrisnamurti e João Paulo II, cineasta, músico, especialista em discos voadores, apóstolo predestinado do Santo Daime, embaixador da Unesco por acidente, e voltou ao país como partiu: quase anônimo e sem um tostão.

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Lançamento: Lá sou amigo do rei, de Carlos Marques


MEMÓRIAS DE UM FORREST GUMP ÀS AVESSAS

Geração lança as memórias do repórter Carlos Marques, que vivenciou alguns dos acontecimentos, e conheceu algumas das personalidades, mais marcantes do século XX

Você já ouviu falar em Carlos Marques? Pois você não é o único: quase ninguém ouviu falar dele. E, no entanto, ele esteve envolvido com alguns dos acontecimentos mais marcantes do século XX, no Brasil e no mundo, e foi amigo de celebridades como Salvador Dalí, Jean Genet, Pelé, Fidel Castro, Khrisnamurti, João Paulo II e Dilma Rousseff, entre muitas outras.

A vida de Carlos Marques lembra muito a de um personagem de romance picaresco. Depois de uma infância paupérrima em Jaboatão dos Guararapes, PE, onde brincava com os ossinhos dos irmãos mortos enterrados no jardim, Carlos torna-se repórter graças à influência do poeta Ascenso Ferreira, envolve-se com movimentos sociais e acaba discípulo do educador Paulo Freire. Quando sobrevém o Golpe de 64, Carlos é preso e torturado por causa de sua associação com Freire; posteriormente é obrigado a fugir do Brasil e exilar-se em Paris. De repórter da revista Manchete tornou-se cineasta, com um filme premiado no Festival de Veneza, e compositor. Este volume traz como brinde um CD com 17 das composições desse homem polivalente. Além de difundir o Santo Daime entre a classe artística brasileira, Carlos teve ainda fama de especialista em discos voadores, foi prisioneiro político também na Argentina e chegou a embaixador da Unesco por mero acidente. No entanto, ao contrário de Forrest Gump, um idiota que ficou milionário e famoso, Carlos Marques, um sujeito muito esperto, voltou ao país como partiu: desconhecido e sem um tostão.

“E aos que perguntarem se é verdade tudo o que contei, darei a resposta de Marco Polo, quando questionado se todas as coisas extraordinárias e maravilhosas escritas no seu livro As viagens ocorreram mesmo: ‘Eu não contei nem a metade de tudo o que vi’.”  Carlos Marques

O livro acompanha um CD com 17 músicas compostas por Carlos Marques, com voz de Veronique e arranjos e violões de Luiz de Aquino. Créditos de Discos Arlequim / Genesis Music.

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Lá sou amigo do rei
Autor: Carlos Marques
Gênero: Biografia
Formato: 15,6 x 23 cm
Págs: 264 + cad. de fotos
Peso: 573g
ISBN: 9788581300214
R$ 39,90
Sinopse:

As fantásticas histórias de um repórter aventureiro, que enfrentou a ditadura militar, foi torturado no Brasil e na Argentina, clandestino em Paris, amigo de celebridades como Salvador Dalí, Jean Genet, Pelé, Khrisnamurti e João Paulo II, cineasta, músico, especialista em discos voadores, apóstolo predestinado do Santo Daime, embaixador da Unesco por acidente, e voltou ao país como partiu: quase anônimo e sem um tostão.

Alguém muito importante, não direi quem, disse a Carlos que este seu livro devia ser adotado no Itamaraty, para que os diplomatas pudessem exercer com mais competência as suas funções. Eu digo mais: este livro tem que ser lido por qualquer um e por todos, pois trata-se de uma extraordinária lição de vida. A história de alguém que, por muito amar a vida, viveu-a plenamente, sem se dar conta do que fazia — história, simplesmente. E que história!  LUIZ FERNANDO EMEDIATO

Clara, para mim, era a sua qualidade de repórter-furão. Ele poderia ter sido um desses repórteres que fazem o folclore do gênero. Difratava-se, porém, que nem bolinha de mercúrio, garantido pela talentosa vocação de factotum, que reconhece como sua.  MUNIZ SODRÉ

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R7: Jornalista americano lança livro sobre o Brasil

Fonte: Portal R7

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Em livro, jornalista do ‘NYT’ diz o que pensa sobre o Brasil

No livro “Brasil em Alta”, Larry Rohter, jornalista norte-americano do “New York Times”, descreve como o país é visto pelo mundo. O volume apresenta um conteúdo enciclopédico sobre a cultura, política e economia brasileira.

Rohter, que Lula quis expulsar do país por criticá-lo, estuda o Brasil há quatro décadas e, por ser estrangeiro, é capaz de analisar as nossas mazelas e vantagens com relativa imparcialidade.

“Todo país, inclusive os Estados Unidos, vende uma imagem de si mesmo que não corresponde plenamente à realidade, isso porque a autoimagem é sempre diferente da visão do forasteiro”, explica.

A edição busca contextualizar as mudanças que transformaram um atrasado país agrícola, arruinado pela hiperinflação e pela ditadura militar em uma das maiores economias do mundo capaz de resistir à crise de 2008.

“É verdade que o Brasil conseguiu resistir à crise de 2008, graças a anos de políticas econômicas sensatas e responsáveis. Mas a sexta economia do mundo não tem como resistir uma crise geral que aflige as cinco primeiras economias mundiais”, diz o autor sobre os problemas na zona do Euro.

Larry Rohter foi correspondente da revista “Newsweek “e do jornal “The New York Times” no Brasil. O autor, que também assina “Deu no New York Times”, é reconhecido como especialista em assuntos brasileiros.

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Release: Brasil em alta – A história de um país transformado, de Larry Rohter


RETRATO SEM RETOQUES DE UM BRASIL RENASCIDO


Jornalista norte-americano do
New York Times, que Lula quis expulsar do Brasil por criticá-lo, lança livro esclarecedor e altamente informativo sobre a moderna nação brasileira

Escrito com a bagagem cultural de quem estuda o Brasil há cerca de 40 anos, mas também com a imparcialidade e isenção de que só um estrangeiro é capaz, o livro Brasil em alta ­– a história de um país transformado, do conceituado jornalista norte-americano Larry Rohter, pode ser considerado uma enciclopédia em um volume sobre o Brasil moderno.

 Conhecedor do Brasil como poucos brasileiros, demonstrando uma notável familiaridade com a psique da sua sociedade e com o funcionamento de suas instituições, Larry Rohter discorre, neste livro extraordinário e ricamente informativo, sobre a história, os costumes, a economia, o povo, a terra, os recursos naturais, a cultura e a política do Brasil, com especial destaque para as mudanças que, nos últimos 20 anos, transformaram um atrasado país agrícola, arruinado pela hiperinflação e pela ditadura militar, numa emergente potência industrial e oitava economia do mundo, escolhida para sediar a Copa e os Jogos Olímpicos, em 2014 e 2016, respectivamente.

 Com incomparável profundidade de análise, o jornalista também explica por que, apesar de todos esses avanços, esta terra de grandes contrastes e contradições ainda permanece enfraquecida por mazelas sociais que remontam aos tempos da colonização, como clientelismo, fisiologismo e corrupção, forças retrógradas de diversos aspectos da vida brasileira que não só não morreram, como continuam dirigindo os rumos da nação.

Uma dessas contradições foi sentida pelo autor na própria pele ao protagonizar, em 2004, um episódio que demonstrou como, apesar da consolidação da democracia no Brasil, ainda existem políticos brasileiros que atentam contra a liberdade de imprensa. Correspondente do New York Times no Brasil durante muitos anos, Larry Rohter, em um artigo para o seu jornal, criticou o então presidente Lula pelo seu consumo excessivo de bebidas alcoólicas, ao que este, em represália, ordenou que o jornalista fosse expulso do país, utilizando a mesma lei da época da ditadura outrora usada para silenciar o próprio Lula. O presidente acabou tendo de suspender essa ordem, depois que o Superior Tribunal de Justiça emitiu uma liminar, criticando-o severamente por se exceder em sua autoridade. “No Estado democrático de direito não se pode submeter a liberdade às razões de conveniência ou oportunidade da Administração”, estabelecia a liminar. “E aos estrangeiros residentes no país, como aos brasileiros, são assegurados direitos e garantias fundamentais pela Constituição Federal.”

Brasil em alta é composto pelos seguintes capítulos:

1 – Uma história de altos e baixos

2 – Pecado e salvação ao sul do Equador

3 – O mito do paraíso racial

4 – O estilo de vida tropical

5 – Criatividade, cultura e “canibalismo”

6 – Gigante industrial, superpotência agrícola

7 – Energia para queimar: petróleo, etanol e hidreletricidade

8 – Amazônia: nacionalismo e paranoia na selva

9 – Virando um “país sério”

10 – Política depois de Lula e FHC

Na introdução, o autor escreve:

 À medida que o Brasil se torna mais próspero, poderoso e capaz de exercer liderança, seu engajamento com o resto do mundo cresce, bem como o número de razões para que os demais países se importem com o que os brasileiros pensam e fazem. Porém, há muitos aspectos do comportamento brasileiro que são incompreensíveis para os estrangeiros. Por que o Brasil permite a devastação em grande escala da Amazônia, cuja riqueza como ecossistema em funcionamento é vital para todos nós se quisermos evitar o aquecimento global? Por que se ressente tanto diante de sugestões sobre como reduzir essa destruição, especialmente quando vindas dos Estados Unidos? Por que existe tanta violência em suas cidades grandes? Por que uma sociedade construída sobre noções de cordialidade parece fazer vista grossa às terríveis desigualdades baseadas em classe econômica e raça? Por que procurou frustrar os esforços do Conselho de Segurança da ONU no sentido de reprimir o programa nuclear do Irã?

Outras questões cruciais para que o Brasil prossiga em sua rota ascendente são discutidas, e respondidas, neste livro. Entre elas, podemos mencionar as seguintes:

  •   Até onde é verdadeira a imagem que o Brasil tem, no resto do mundo, de terra do Carnaval, do samba, do futebol e da permissividade sexual?
  •  Será verdade que o povo brasileiro não é racista, como asseguram vários sociólogos?
  •  Por que no Brasil é tão difícil afastar políticos corruptos e impedir que continuem a exercer cargos de poder?
  •  De que maneira o famoso “jeitinho” brasileiro acaba sendo mais daninho do que vantajoso ao país?
  •  Por que, apesar do conceito de igualdade ser tão caro aos brasileiros, a sociedade brasileira ainda é uma das mais desiguais do mundo, com distâncias gigantescas entre as classes, as raças e os gêneros?

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Brasil em alta – a história de um país transformado
Autor: Larry Rohter
Tradutor: Paulo Schmidt e Wladir Dupont
Gênero:
Reportagem
Formato: 15,6 x 23cm
Peso: 350g
Págs: 392
ISBN: 9788581300467
Preço: R$ 39,90
Sinopse:
O PAÍS DO FUTURO TORNA-SE O PAÍS DO PRESENTE

 “Ninguém enxerga o Brasil com maior profundidade de análise do que Larry Rohter. Sua compreensão e profundo conhecimento do país fornecem uma visão muito precisa da sua dinâmica e cultura vibrante, bem como da rápida ascensão da sua economia e da sua transição de ditadura para democracia. Qualquer um que deseje conhecer o lugar do Brasil no mundo de hoje, precisa primeiro ler esse livro.”

Paulo Coelho

Reconhecido mundialmente como um dos maiores especialistas em assuntos brasileiros, o conceituado jornalista norte-americano Larry Rohter discorre, neste livro surpreendente e informativo como uma enciclopédia, sobre a história, a economia, o povo, os costumes, a terra, os recursos naturais, a cultura e a política do Brasil, com especial destaque para as mudanças que, nos últimos 20 anos, transformaram um atrasado país agrícola, arruinado pela hiperinflação e pela ditadura militar, numa moderna potência industrial e oitava economia do mundo, mas também explicando por que, apesar desses avanços, a nação continua vitimada pela desigualdade, o clientelismo, o fisiologismo e a corrupção, mazelas sociais que não só não morreram, como ainda dirigem os rumos do país.

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Honoráveis Bandidos entre os mais vendidos da Livraria da Folha

Entenda porque após 3 anos de lançamento o livro “Honoráveis Bandidos – um retrato do Brasil na era Sarney”, do jornalista Palmério Dória, ainda  estampa a lista dos mais vendidos da Livraria da Folha.

UM LIVRO NECESSÁRIO


No centro de São Luís, dois do povo conversam:

“Qual a pior coisa do Maranhão?”
–  “A família  Sarney.”

“Qual a melhor coisa do Maranhão?”
– “Ser da família Sarney.”

O diálogo faz parte do anedotário maranhense e ganhou sabor nacional quando José Sarney ocupou pela terceira vez a presidência do Senado, em 2 de fevereiro de 2009. Todas as conexões da famiglia, assim mesmo, no sentido mafioso, vieram a público. Um escândalo atrás de outro se revelava.

Com 50 anos de vida pública, o político mais antigo em atividade no país começava sua descida ao inferno. É a partir dali que este livro puxa o fio da meada. E compõe, com as ferramentas do melhor jornalismo, mas sem perder o bom humor, um retrato do Brasil na era Sarney. O  Sarney velho de guerra, especialista em urna viciada, cria de coronel, cevado na ditadura, o Sarney da UDN, da Arena, do PDS, do PFL, da desastrada “Nova República”, do estelionato do Plano Cruzado, da cumplicidade no sequestro da poupança promovida por Collor em 1990, do loteamento do setor elétrico. O coronel eletrônico fechado com qualquer governo, enquadrado em formação de famiglia.

Não se forma uma famiglia sem grandes aliados do mesmo naipe. Ele se  cercou de gente da pior estirpe, como Edison Lobão, um dos Três Porquinhos – quem se lembra desse episódio grotesco da história recente do Brasil?

Honoráveis figuras como Edemar Cid Ferreira, do liquidado Banco Santos; Renan Calheiros, Gim Argello, Agaciel Maia, Michel Temer, Wellington Salgado, Silas Rondeau, uma turma enrolada em tudo quanto é tipo de rolo. Toda a parentalha de sangue e suas histórias inacreditáveis, filho, irmão, neto procurados ou investigados pela Polícia Federal.

Este é um livro necessário. O historiador do futuro contemplará, como num painel, a época em que poucas vezes neste país se constituiu, à margem do poder legal, o verdadeiro e podre poder baseado na corrupção, em todos os seus sentidos. E o brasileiro de bem dos dias que correm entenderá por que às vezes lhe vem a tentação de desistir, por nojo, da política e dos políticos.

Contudo, leitura salutar. Conheceras causas da náusea ajuda a encontrar o remédio.

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“Antes do Sarney, um clã notório por formação de família, digo, formação de quadrilha, foi o dos irmãos Frank e Jesse James, no velho oeste americano.”  RUY CASTRO, na “Folha de S. Paulo”

“O presidente Lula tem razão. Sarney não é igual à maioria dos brasileiros. Ainda bem. Quem é Sarney? Ele é o símbolo maior do atraso.” MARCO ANTONIO VILLA, historiador

“Sarney, salafrário, está roubando o meu salário!”  “Sarney, ladrão, Pinochet do Maranhão!” Multidão enfurecida atacando o veículo que conduzia o então presidente da República, na Praça XV, Rio de Janeiro, em junho de 1987

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