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Leitura através da fotografia

Fonte: Revista Zupi

Já imaginou o que iria acontecer se as mocinhas dos romances saíssem de suas obras?

Série Get Back in Your Book produzida pela fotógrafa canadense Lissy Elle propõe que personagens de clássicos da literatura infantil saiam dos livros e voltem ao mundo imaginativo da leitura.

A proposta da artista é apresentar de forma fantasiosa, através de montagens lúdicas, características presentes nas obras que inspiraram a série.

Veja algumas imagens e reconheça quais os personagens retratados:


Conheça mais sobre a fotógrafa Lissy Elle.

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02/04 – Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil

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Número de leitores cai 8%

Número de leitores cai 8%

Fonte: PublishNews – 29/03/2012 – Roberta Campassi

Média de livros lidos no ano também ficou menor: 4,1 contra 4,7 em 2007

Em 2007, quando entrevistados pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, 95,6 milhões de brasileiros eram considerados leitores, tendo lido pelo menos um livro nos três meses anteriores ao levantamento. Quatro anos depois, conforme os resultados de 2011 da terceira edição do estudo, o mais importante sobre o comportamento dos leitores no país, esse número caiu 8,4%, para 88,2 milhões. Em porcentagem, se antes 55% da população com mais de cinco anos era leitora, agora são 50%.
A nova pesquisa também aponta que, na média de toda a população (incluindo leitores e não leitores), o número de livros lidos em um ano foi de 4,1, contra 4,7 em 2007. E, desses quatro livros lidos, 2,1 foram inteiros, e 2 “em partes”. Na média anual, não foi divulgado quanto desse total foi lido por indicação da escola, e quanto por iniciativa própria. Em 2007, apenas 1,3 livro era lido por iniciativa individual.
A pesquisa deixa claro que há grande influência da escola nos índices de leitura. Na faixa de idade que vai dos 5 aos 24 anos, a maioria da população é leitora. Já na faixa de 25 até 70 anos ou mais, a maior parte é não-leitora. Quem é estudante lê uma média de 6,2 livros/ano (contra 7,2 em 2007), enquanto quem está fora da escola lê 2,3 (contra 3,4 na pesquisa anterior).
A Retratos da Leitura, realizada pelo Ibope, entrevistou 5.012 pessoas em 315 cidades brasileiras. Ela é encomendada pelo Instituto Pró-Livro, fundado e mantido por entidades e empresas do setor (Abrelivros, CBL, Snel e editoras). A margem de erro é de 1,4 ponto percentual, segundo o Ibope.
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, Helio Gastaldi, diretor do Ibope Inteligência, afirmou que a redução no número de leitores pode ter sido influenciada por alterações na metodologia da pesquisa, uma vez que a pergunta a esse respeito sobre passou a ser feita antes das demais, para diminuir distorções.
Na apresentação distribuída ontem, o Ibope também explica que, antes de todas as perguntas relacionadas a livros, foi definido o que é um “livro” (ressaltando que o conceito exclui, por exemplo, manuais, catálogos e gibis).
A pesquisa também mostra que a leitura caiu entre as atividades preferidas pelos brasileiros no seu tempo livre. Leia mais aqui.
O que a Retratos da Leitura de 2011 reafirma é a influência do nível de escolaridade e renda na formação de público leitor, além da importância do ambiente familiar e escolar.
Analisando os extremos, quem tem ensino superior lê a média de 7,7 livros por ano, enquanto quem tem até a quarta série lê 2,5. No âmbito da renda, quem ganha mais de dez salários mínimos registra média de 8,6 livros/ano, enquanto a população que ganha até um salário lê 2,7.

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Geração doa livros para Campanha da OAB-SP

A Geração Editorial está participando da II Campanha de Doação de Livros “DOE UM MUNDO”, promovida pela secção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil.

Foram doados cerca de 40 livros, de diferentes títulos e gêneros, que serão distribuídos para instituições assistenciais carentes registradas no banco de dados da OAB-SP.

O objetivo é estimular a prática da leitura entre crianças, adolescentes carentes e idosos e, assim, criar elementos para uma análise crítica da realidade.

Para quem quiser contribuir com a campanha – não são apenas editoras que podem participar -, a Ordem dos Advogados recolherá livros novos ou usados até o dia 29 de outubro.

Clique aqui para mais informações.

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A amante do Imperador

Uma das mulheres mais célebres e intrigantes da história do Brasil é a protagonista de um dos novos lançamentos da Geração Editorial. Trata-se de Domitila de Castro Canto e Melo. Sim, ela mesma: A Marquesa de Santos.

O livro A Marquesa de Santos foi publicado em 1925 por Paulo Setúbal, autor também de “As maluquices do Imperador”, entre outros romances históricos. Foi um dos escritores mais lidos de sua época, ao lado de Monteiro Lobato e, para quem está conhecendo esse sobrenome, ele é pai de Olavo Setúbal, fundador do Banco Itaú.

Em A Marquesa de Santos, Paulo Setúbal mostra sua incrível capacidade de prender a atenção do leitor ao narrar a história da amante de D.Pedro I. Aquele que, segundo o autor, foi “a única mulher, na História das Américas, que encheu um Império com o ruído do seu nome e o escândalo do seu amor”.

Leia algumas curiosidades sobre a Marquesa de Santos.

  • Domitila de Castro Canto e Melo nasceu no dia 27 de dezembro de 1797 em São Paulo. De tradicional família paulista, é filha de D. Escolática Bonifácia e do coronel João de Castro Canto e Melo, bastante retratado na obra de Paulo Setúbal. Era chamada pelos familiares de Titília.
  • No ano de 1813, aos 16 anos de idade, nove anos antes de “enfeitiçar” D.Pedro I, Domitila casou-se com o Alferes Felício Pinto Coelho de Mendonça. No livro, a festa matrimonial é relatada como um “acontecimento alvoroçante” que parou a ainda pequena São Paulo. No entanto, devido às constantes brigas, a união desfez-se pouco tempo depois. Titília chegou a levar duas facadas na coxa do marido, do qual se separou logo em seguida.
  • Ainda no início do romance com D.Pedro I, Domitila, querendo conhecer mais de perto a Corte, foi assistir a um espetáculo no Teatro da Constituição, frequentado somente pela nobreza. Na porta do Teatro, Titília, confundida com uma prostituta, foi barrada. Ao saber do acontecido, o Imperador mandou descer as cortinas e encerrar a apresentação imediatamente.
  • Apaixonado por Titília, D.Pedro I intercedeu junto à Igreja para que ela se divorciasse do Alferes Felício. Logo que soube do divórcio, Felício escreveu uma carta com “duas páginas de insultos” à ex-mulher. Ao tomar conhecimento da carta, o Imperador saiu no meio da noite, de cavalo e vestindo sua capa preta, em direção à casa do rival. Lá, não disse palavra alguma, apenas deu uma “bofetada” em que ofendera sua amada.
  • Antes de ser Marquesa, Domitila foi nomeada pelo Imperador a primeira Viscondessa de Santos. Foi escolhido Santos porque a cidade era conhecida como a “Pátria dos Andradas”, em relação à família de José Bonifácio, o grande inimigo de Titília e, assim, também de D.Pedro.

Mais sobre o livro A Marquesa de Santos:

Release da obra

Sobre o autor Paulo Setúbal

Veja as ricas imagens do livro

Leia o Capítulo 1

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