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Era uma vez um alfabeto

A conversa das letras, novo livro de Domingos Pellegrini, apresenta os sons e os formatos das letras de uma forma lúdica para crianças

Em um reino não muito distante, existe um grupo de letrinhas fazendo o maior alvoroço. São vogais dorminhocas que estão num sono profundo, repleto de roncos afinados. De repente, cai um ponto de um “i”, e logo outro pingo, mais outro, até que as vogais vão, bocejando, acordar.

Assim começa A conversa das letras, novo livro infantil do premiado escritor Domingos Pellegrini, inspirado nas histórias que o autor criava para os netos quando estavam indo dormir. Segundo Pellegrini, eles eram tão novinhos que ainda não entendiam as palavras, mas ficavam fascinados pelos sons das letras. A história é uma maneira de apresentar o alfabeto e também colaborar no processo de alfabetização dos pequenos.

O livro trata de questões de diversidade e diferenças de uma forma bastante lúdica. “Assim como a linguagem é formada de vogais e consoantes com seus sons diferentes, a humanidade é formada de pessoas e povos diferentes, com seus diversos costumes, idiomas, religiões e culturas. As diferenças são a maior semelhança. Se, por exemplo, todos os países fossem iguais, não haveria turismo… Se todas as pessoas fossem iguais, não seriam pessoas”, afirma Pellegrini.

A obra A conversa das letras foi ricamente ilustrada pelo mineiro Rubem Filho. O livro é lançado pelo selo infantil Geraçãozinha, da Geração Editorial.

SOBRE O AUTOR

O premiado romancista, contista, dramaturgo e autor de livros infantis Domingos Pellegrini talvez seja mais conhecido por romances como O Caso da Chácara Chão (2001) e O Homem Vermelho (1977), embora seja um autor bastante reconhecido na literatura infantojuvenil. Seu Mestres da Paixão (2007), por exemplo, obteve o terceiro lugar no Prêmio Jabuti, categoria livro juvenil. Autor profícuo, com mais de 50 títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos no Brasil e no exterior (em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França). Pela Geração, publicou também Terra Vermelha, e pela Geraçãozinha publicou No Hospital de Brinquedos.

SOBRE O ILUSTRADOR

Rubem Filho nasceu e vive em Belo Horizonte. Ilustrador de livros infantojuvenis desde 1996, é formado em Artes Plásticas pela Escola Guignard (Universidade do Estado de Minas Gerais), tendo se especializado em gravura em metal e litografia. Tem publicado quase 80 livros como ilustrador e projetista gráfico, e dois como escritor

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A conversa das letras
Autor:Domingos Pellegrini
Ilustrador: Rubem Filho
Formato:20,5X27,5
Páginas: 24
Categoria: Infantil
ISBN: 9788581301037
Peso: 133gr
Preço: R$ 24,90
Editora: Geração Editorial
Selo: Geraçãozinha
Sinopse:
Estão dormindo as vogais, cada uma com seu ronco: aaaaaaa… eeeeeeeeeee… IIIIIIIIIIIIIIIIII… OOOOOOOOO… UUUUU… de repente cai um ponto de um i, e logo outro mais, mais outr o, até que as vogais vão bocejando acordar: ã ã ã ã ã ã Ã Ã Ã ê ê ê ê ê ê Ê Ê Ê Ê i i i i i i i i I I I I I ó ó ó ó ó ó Ô Ô Ô Ô u u u u u u u U U U U U U U U U U U U U U… Com lindas ilustrações de Rubem Filho, este é um livro encantador e engraçado para estimular as crianças a terem familiaridade com as letras e com a leitura.”

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Release: A história da gota d´água, de Domingos Pellegrini

gota

MEMÓRIAS DE UM MERGULHO

Cheio de poesia, com uma linguagem simples e lindas ilustrações, o livro A história da gota d’água narra as aventuras de uma gotinha de água

A história da gota d’água retrata, de forma poética, a trajetória de uma gota de água, a começar quando esta, tranquila na ponta de uma folha, avista uma poça d’água e gotas caindo nela e sumindo.

Depois de um tempo, vendo várias gotas caindo na poça, a “gota-protagonista” percebe que também cairá e sente medo. A partir daí, a história se desenvolve quando a gota finalmente cai na poça e confunde-se com ela, tornando-se parte de um todo, a própria água.

Domingos Pellegrini, autor da história, teve o cuidado de preparar um texto leve e acessível, ideal para crianças entre 6 e 8 anos. A partir do tema “natureza”, o autor criou um universo lúdico para falar sobre mudanças e tranformações com o público infantil.

Autor consagrado do gênero, Pellegrini ficou conhecido por criar histórias que têm como inevitável consequência a reflexão sobre o mundo, atitude imprescindível na formação da opinião crítica das crianças. O livro foi ricamente ilustrado por Rubem Filho.

Sobre o autor
O premiado romancista, contista, dramaturgo e autor de livros infantis Domingos Pellegrini talvez seja mais conhecido por romances como O Caso da Chácara Chão (2001) e O Homem Vermelho (1977), embora seja um autor bastante reconhecido na literatura infantojuvenil. Seu Mestres da Paixão (2007), por exemplo, obteve o terceiro lugar no Prêmio Jabuti, categoria livro juvenil. Autor profícuo, com mais de 50 títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos no Brasil e no exterior (em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França). Pela Geração, publicou também Terra Vermelha, e pela Geraçãozinha publicou No Hospital de Brinquedos.

Sobre o ilustrador
Rubem Filho nasceu e vive em Belo Horizonte. Ilustrador de livros infantojuvenis desde 1996, é formado em Artes Plásticas pela Escola Guignard (Universidade do Estado de Minas Gerais), tendo se especializado em gravura em metal e litografia. Tem publicado quase 80 livros como ilustrador e projetista gráfico, e dois como escritor

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história da gota d’água
Autor:  Domingos Pellegrini
Ilustrador: Rubem Filho
Gênero: Infantil
Formato: 20,5X27,5
Págs: 28
ISBN: 9788581301051
Preço: 29,90
Sinopse:
Uma gotinha, tranquila na ponta de uma folha, avista uma poça d’água, vê outras gotinhas caindo nela e sente medo. a partir daí, a história se desenvolve quando a gota finalmente cai na poça e se confunde com ela, tornando-se parte de um todo, a própria água. Um livro encantador, cheio de poesia e belíssimas ilustrações

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Professoras escritoras: Marta Reis


Na semana passada publicamos a história da professora Erika Ribeiro, de Juazeiro (BA), que mantém um blog de poemas (veja o relato aqui).
Desta vez apresentamos a professora Marta Reis, de Betim (MG), contista premiada e que lançou em 2012 seu primeiro livro infantil, Uma viagem inesquecível.


Em relato que mistura história de vida e a formação como leitora e escritora, Marta fala da paixão pela literatura e pela profissão que abraçou, além das dificuldades de conseguir publicar um livro. Fala também da sua experiência de trabalho com a Olimpíada.
Veja na próxima semana o último relato da série, com o depoimento da professora que lançou livro com suas memórias depois de trabalhar com esse gênero na Olimpíada.

Tarefa de gente sonhadora
Marta Reis

Desde pequena gostei muito de histórias, tanto de ler, quanto de escrever. Eu morava em Martinho Campos, pequena cidade do interior de Minas e, naquela época, não tínhamos TV. Naquela casa antiga com quintal enorme, brinquei muito. Se a pobreza material era imensa, sobejava-nos afeto, amizade, brincadeiras. Naquele quintal, eu e os meninos da vizinhança vivemos mil aventuras: pique-esconde, passa-anel, boca-de-forno e tanta brincadeira gostosa que hoje virou folclore. Sem sombra de dúvida, foi uma infância rica, muito rica, apesar das dificuldades.

Meu pai cedo foi internado no hospício. Mal me lembro daqueles olhos azuis, tão azuis…! Eterna nuvem, turvando meu olhar… Sobrou para minha mãe toda responsabilidade de nos criar. Ela mal assinava o nome, mas sempre foi doçura em forma de gente. A pessoa mais solidária e generosa que já conheci. E com uma habilidade especial: excelente contadora de histórias. Sem a TV, em algumas noites ela nos contava deliciosas histórias à luz da lua, ou ao calor do fogão a lenha. Minha infância foi assim: histórias, brincadeiras, parque ou circo quando vinha à cidade… Minha mãe não tem muita consciência disto, mas foi ela que me fez a escritora e a professora que sou hoje. Porque só agora também me dou conta: aquele ambiente exalava poesia. Foi desde cedo que a poesia se infiltrou em meus poros… Apossou-se de mim.

Aos doze, treze anos de idade me mudei para Divinópolis e fui estudar na Escola Polivalente, onde Adélia Prado lecionava. Certo dia eu queria muito escrever; uma história me cutucava por dentro. Passei o dia todo com aquilo me martelando a cabeça. À noite, horário em que estudava, eu praticamente implorei à professora para dar uma redação. A professora disse-me que redação não estava em seu planejamento. Mas implorei tanto, tanto que ela deu a tal redação. E eu escrevi em prosa poética (nem sabia o que era isso na época) o texto: Deus. Então a professora organizou um concurso literário e meu texto foi vencedor. Eu ganhei medalha e um exemplar do livro Para Gostar de Ler. Ali estava a sementinha da escritora. Nesta mesma escola assisti a um evento do qual nunca me esqueci – Adélia Prado fez o lançamento de seu livro Bagagem. Aquilo foi um acontecimento de honra para todos nós. Eu era muito menina, mas ficaram marcas indeléveis para toda a vida.

Após cursar magistério no Ensino Médio, cursei Letras e antes de me formar, comecei a lecionar Língua Portuguesa e já leciono há mais de vinte anos. Especializei-me em Leitura e Literatura, Língua Portuguesa e Religião. Como professora, sempre priorizei a leitura e a escrita, fiz inúmeros projetos literários, reconhecidos e elogiados. E embora tenha recebido convites de alguns colégios particulares, foi na escola pública, com estudantes da periferia que encontrei minha identidade como professora. Hoje leciono nas redes públicas de Betim e Belo Horizonte, sempre procurando os melhores projetos para incentivar os educandos.

Por acreditar no Projeto Olimpíada de Língua Portuguesa, participei das edições de 2008, 2010 e agora, em 2012. Em 2008 participei com o gênero Poema, em 2010 e agora em 2012 com Memórias. São fantásticos o material e as oficinas. Tudo muito bem organizado, possibilitando que o professor realize um trabalho lúdico e dinâmico. Meu gosto pela leitura e escrita facilita meu trabalho e muito. Se eu amo ler e escrever, então consigo realizar alguns trabalhos de leitura e escrita que contagiam os aprendizes. A gente só pode tocar o outro quando fazemos aquilo de que gostamos. Enquanto vou ganhando meu espaço e reconhecimento como escritora, também incentivo meus alunos a gostar de ler e de escrever. E eles se surpreendem quando veem livros meus na biblioteca. E dizem: “nossa, a professora é escritora mesmo!”. Para eles escritor está lá longe, numa realidade distante.

É difícil ser escritor neste país onde se lê tão pouco. Publicar é um sonho, é mesmo muito difícil! Mesmo assim insisto. Comecei a publicar meus textos em 2009 em coletâneas com autores de todo país e alguns do exterior. Como contista recebi menção honrosa em 2009, 2010 e 2011 no disputado concurso da editora Guemanisse (RJ). E em 2010 recebi menção honrosa também no concurso internacional de contos curtos do Projeto Mulheres Emergentes. Hoje tenho dezesseis publicações em diversos projetos literários que circulam no Brasil e no exterior. Em 2012 lancei meu primeiro livro infantil, solo, pela Geração Editorial que foi ilustrado pela Thaís Linhares – uma das melhores ilustradoras do Brasil. O livro se chama Uma Viagem Inesquecível e nasceu de minha busca constante: o que posso fazer para mostrar ao pequeno leitor a importância da leitura? E a resposta foi este livro. E minha emoção maior é quando os pais relatam que seus filhos se encantaram com Pedro e Flora, personagens da história. O livro conta de um menino egoísta e ranzinza que vivia preso numa bolha escura – seu mundo interior. E ele se liberta quando Flora, uma linda menina negra aproxima-se de Pedro e começa a ler um livro para ele. Em contato com o livro, Pedro então se liberta daquela bolha e, encantado, vive com sua amiga uma aventura inesquecível, por mundos reais e imaginários. A linguagem é poética, lúdica e por isso seduz as crianças, despertando-lhes a imaginação. Nesse livro abordo temáticas como: amizade, incentivo à leitura, valorização da diversidade etnicorracial, dentre outros.

Ainda em 2012 lançarei em Portugal um e-book com meus contos premiados e outros inéditos, pela editora EMOOBY. Estou terminando a revisão. Chamar-se-á: Memórias de Sombras e Ipês. É que o ipê amarelo é a flor símbolo do Brasil. Por enquanto, escrevo poemas, contos, histórias infantis. Mas no futuro, ainda pretendo escrever alguns romances. Creio que tenho facilidade com a escrita literária. Escrever, para mim, é tão necessário assim como respirar. Sigo assim, ensinando e escrevendo. Sou uma sonhadora, sem dúvida, na árdua tarefa de formar um país cujos estudantes tenham domínio da leitura e da escrita. Porque ter este domínio é construir uma identidade que amplia horizontes e permite que se tenha nas mãos as rédeas da própria história.

Fonte: Olimpíada de Língua Portuguesa

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Lançamento de “No hospital de brinquedos”, de Domingos Pellegrini no Londrix 2012


SOBRE O LIVRO:

No Hospital de Brinquedos
Autor: Domingos Pellegrini
Gênero: Infantil
Formato: 20,5 x 27,5 cm.
Págs: 36
ISBN: 978-85-8130-043-6
Ilustrador: Cláudio Martins
Preço: 19,90
Sinopse
Quando um brinquedo se quebra, pode ir parar no Hospital de Brinquedos. Ninguém fi ca contente de estar lá. Cada um deles reclama de alguma coisa. O tanque de guerra quer paz. A pianola quer barulho. O palhaço quer ser jogado para lá e para cá. O cavalinho não quer ser esquecido. Todos eles têm medo: será que amanhã acabarão na lata do lixo? Então o dinossauro de pelúcia explica que os brinquedos quebrados estão ali por um motivo muito importante. Qual será?

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Pra onde vão os brinquedos quebrados?

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Folhinha: Milly, Molly – Amigas para toda hora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Sobre os livros:

Milly e Molly (Coleção com 8 livros)
Autor:
Gill Pittar
Gênero: Infantil
Formato: 17,5 x 24 cm.
Págs: 24
Tradutor: Tatiana Belinky e Ricardo Gouveia
Ilustrador: Cris Morrell
ISBN:

9788581300269 – Milly e Molly socorrem os animais
9788581300276 – Milly, Molly e amigos especiais
9788581300283 – Milly, Molly e as sementes de Jimmy
9788581300290 – Milly, Molly e eu amo você
9788581300306 – Milly, Molly e Meg
9788581300313 – Milly, Molly e Melasno
9788581300320 – Milly, Molly e chapéu de Sol
9788581300337 – Milly, Molly e papais diferentes

Sinopse:
Milly e Molly são duas amiguinhas de 8 anos de idade, uma loura e outra negra, que passam por diversas situações que lhes proporcionam aprendizados e exemplos de bom comportamento. Cada volume da coleção lida com uma determinada virtude, ou valor, como honestidade, generosidade, gentileza, respeito pelos animais, paciência, aceitação das diferenças, etc. São histórias que estimulam a imaginação das crianças, facilitam a discussão de temas delicados (um dos valores, por exemplo, é “Como lidar com o luto”) e incentivam os leitores-mirins a levar uma vida equilibrada e saudável.

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Lançamento do livro No Hospital dos Brinquedos de Domingos Pellegrini


SOBRE O LIVRO:

Quando um brinquedo se quebra, caso tenha a sorte de escapar do destino horrendo da lata de lixo, pode ir parar num hospital de brinquedos. E lá ficar à espera de conseguir estender, quem sabe, seu tempo de proporcionar alegrias a seu dono – ou ao irmãozinho do dono, a seu filho, a seu neto… Mesmo que haja essa perspectiva, acham que o brinquedo fica contente e se sente sortudo de estar num hospital? Claro que não! A maioria se ressente, fica emburrada, sente-se abandonada e diante do desconhecido – estarei eu aqui amanhã?

E não fazemos todos nós essa pergunta?

Principalmente quando o tempo já está mais avançado? “Estarei eu aqui amanhã?”

Com muita poesia e uma boa dose de bom humor, o premiado autor Domingos Pellegrini cria uma história cheia de candura que fala da velhice e da morte sem enfeites, melindres e desvios de assunto. Os brinquedos estão velhos e acabados: ponto. Sua vida (ao menos a vida útil) está quase no fim: ponto. Fato. Que não se evita e não se repara: voltar no tempo, voltar a ser novinho em folha? Isso está fora de questão. Porém, Pellegrini investe um tema que poderia remeter apenas a desespero e melancolia com esperança, alegria e a satisfação que vem de ter vivido uma vida boa.

Diz uma bola que chega tão destroçada que os brinquedos a dão por desenganada: “Joguei tanto!… Com crianças/ e com quem mais me quis!/ Agora vão me lavar,/ remendar aqui e ali/ para guardar de lembrança!/ E enfim vou descansar/ iluminada e feliz!” E, depois do seu depoimento, os brinquedos decidem que chega de tanto resmungo e que, já que estão ali, devem mais é brincar entre si e se divertir. E essa nota de amor pela vida, de respeito pela sua história pessoal, de gratidão por haver vivido e, acima de tudo, de desejo de viver ao máximo até o fim mais se evidencia quando, ao  fim do livro, diz otimista o narrador: “Fazer o quê? / Cantar!/Se der pra consertar/Você será consertado/ E se não der, fique bem/ Sabendo que mesmo assim/ Você será sempre amado/ E com amor e sem medo/ Brincadeiras não têm fim”.

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SOBRE O AUTOR

O premiado romancista, contista, dramaturgo e autor de livros infantis Domingos Pellegrini talvez seja mais conhecido por romances como O Caso da Chácara Chão (2001) e O Homem Vermelho (1977), embora seja um autor bastante reconhecido na literatura infantojuvenil. Seu Mestres da Paixão (2007), por exemplo, obteve o terceiro lugar no Prêmio Jabuti – categoria livro juvenil. Autor profícuo, com mais de 50 títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos no Brasil e no exterior (em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França). Na Geração, publicou também Terra Vermelha.

SOBRE O ILUSTRADOR

Olá! Estudei Desenho Industrial e durante muitos anos trabalhei em projetos de Tecnologia, Meio Ambiente, Cultura, além de rodar por jornais e revistas. Mas o mundo dos adultos é muito sem imaginação, sem fantasia, criatividade. Um dia resolvi cair de sola, de cara e coração na Literatura Infantil. Desenhei uma porção de histórias, uma montoeira de personagens, tudo o mais alegre e divertido que pude. Ser criança é muito mais que um estado de espírito, é um estado de inteligência. Um abraço!

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