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Alceu Valença apresenta livro “Lá sou amigo do rei” durante show em São Paulo

No último domingo (06/01), Alceu Valença fez show acústico no Sesc Pompeia, em São Paulo. Na ocasião, Valença recomendou a leitura da obra Lá sou amigo do rei, autobiografia do jornalista Carlos Marques, lançada pela Geração Editorial. Amigo de infância de Valença, Carlos Marques foi um dos responsáveis por levar o cantor a Paris, quando agenciou diversos artistas brasileiros durante a sua estadia na capital francesa. Essa e muitas outras histórias com personalidades mundiais podem ser conferidas em seu livro de memórias.

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Crédito imagens: Erika Neves

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O livro “O Arlequim da Pauliceia” é destaque no Memória paulistana, da Veja São Paulo

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Sobre o livro:

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 O Arlequim da Pauliceia
Autor: Aleilton Fonseca
Acabamento: Brochura
Formato: 18,5×23
Páginas: 298
Categoria: Poesia
ISBN:  9788581300993
Peso: 596gr
Preço: R$ 29,90
Sinopse:

ESQUEÇA O METRÔ E PEGUE O BONDE
Esqueça a pressa. Pegue o bonde e viaje lentamente pela São Paulo do início do século passado em companhia de Mário de Andrade e de fragmentos de sua poesia. Este livro, de autoria de Aleilton Fonseca, é um túnel do tempo, um passeio pelo centro velho de Sampa, lembrando, de certa forma, o filme Meia noite em Paris, em que Woody Allen promove o encontro do protagonista com grandes escritores e pintores da belle époque.
Textos e fotos se encaixam com perfeição para nos fazer voltar ao passado, mergulhando-nos na obra do modernista, que amou São Paulo como ninguém. Vista uma capa para se proteger da garoa que caía insistentemente sobre a cidade, tornando-a londrina e melancólica. E sinta como Mário de Andrade amou a maior megalópole do Brasil. Boa viagem. Você está em ótima companhia. “Prazer em conhecê-lo, meu caro Aleilton”, diria o modernista.

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Domingos Pellegrini lança dois livros infantis em Londrina

Convite Final

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dezembro 20, 2012 · 6:09 pm

Release: A história da gota d´água, de Domingos Pellegrini

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MEMÓRIAS DE UM MERGULHO

Cheio de poesia, com uma linguagem simples e lindas ilustrações, o livro A história da gota d’água narra as aventuras de uma gotinha de água

A história da gota d’água retrata, de forma poética, a trajetória de uma gota de água, a começar quando esta, tranquila na ponta de uma folha, avista uma poça d’água e gotas caindo nela e sumindo.

Depois de um tempo, vendo várias gotas caindo na poça, a “gota-protagonista” percebe que também cairá e sente medo. A partir daí, a história se desenvolve quando a gota finalmente cai na poça e confunde-se com ela, tornando-se parte de um todo, a própria água.

Domingos Pellegrini, autor da história, teve o cuidado de preparar um texto leve e acessível, ideal para crianças entre 6 e 8 anos. A partir do tema “natureza”, o autor criou um universo lúdico para falar sobre mudanças e tranformações com o público infantil.

Autor consagrado do gênero, Pellegrini ficou conhecido por criar histórias que têm como inevitável consequência a reflexão sobre o mundo, atitude imprescindível na formação da opinião crítica das crianças. O livro foi ricamente ilustrado por Rubem Filho.

Sobre o autor
O premiado romancista, contista, dramaturgo e autor de livros infantis Domingos Pellegrini talvez seja mais conhecido por romances como O Caso da Chácara Chão (2001) e O Homem Vermelho (1977), embora seja um autor bastante reconhecido na literatura infantojuvenil. Seu Mestres da Paixão (2007), por exemplo, obteve o terceiro lugar no Prêmio Jabuti, categoria livro juvenil. Autor profícuo, com mais de 50 títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos no Brasil e no exterior (em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França). Pela Geração, publicou também Terra Vermelha, e pela Geraçãozinha publicou No Hospital de Brinquedos.

Sobre o ilustrador
Rubem Filho nasceu e vive em Belo Horizonte. Ilustrador de livros infantojuvenis desde 1996, é formado em Artes Plásticas pela Escola Guignard (Universidade do Estado de Minas Gerais), tendo se especializado em gravura em metal e litografia. Tem publicado quase 80 livros como ilustrador e projetista gráfico, e dois como escritor

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história da gota d’água
Autor:  Domingos Pellegrini
Ilustrador: Rubem Filho
Gênero: Infantil
Formato: 20,5X27,5
Págs: 28
ISBN: 9788581301051
Preço: 29,90
Sinopse:
Uma gotinha, tranquila na ponta de uma folha, avista uma poça d’água, vê outras gotinhas caindo nela e sente medo. a partir daí, a história se desenvolve quando a gota finalmente cai na poça e se confunde com ela, tornando-se parte de um todo, a própria água. Um livro encantador, cheio de poesia e belíssimas ilustrações

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Release: A caneta e o anzol

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Domingos Pellegrini, grande cronista da vida no campo, nos deleita com histórias de pescaria, um dos passatempos mais agradáveis e relaxantes praticados pelo homem

Poucos escritores brasileiros evocam com mais autenticidade os costumes, a maneira de viver e o modo coloquial de falar das pessoas do interior do que o consagrado autor paranaense Domingos Pellegrini, um dos grandes cronistas brasileiros da vida no campo.

Em dezesseis singelos contos ilustrados cujo tema predominante é a pescaria, um dos passatempos mais agradáveis e relaxantes praticados pelo Homem — sem nada de épico à semelhança de Moby Dick, de Herman Melville, mas com momentos de pura emoção que encontramos em O velho e o mar, de Hemingway —, Domingos nos convida, neste livro encantador, a descobrir os prazeres simples da vida no campo, do encontro com os amigos, das reuniões em família, das tranquilas excursões à cata de peixes, do inigualável espetáculo do pôr do sol sobre um rio, trazidos à superfície pelo seu talento literário e pela notável sensibilidade do artista Fernando Souza.

Uma garça que observa um pescador, um avô que ensina o neto a pescar, um rapaz que quer fazer uma tatuagem, amigos decidindo qual tipo de isca usar, uma bem-humorada discussão entre vegetarianos e comedores de carne, o embate entre um pescador e um dourado: essas e outras situações prosaicas deste livro nos apresentam a pescaria como uma metáfora para a vida, em que cada momento a ser procurado e desfrutado é como um peixe.

No fundo, pescamos por diversidade, é, diversidade. Sentimos essa atração pelos peixes, e essa paixão por tirar peixes da água, porque somos tão diferentes. Eles vivem na água e não têm pernas ou braços, nada agarram, nada pisam. Nós vivemos na terra e necessitamos vitalmente do ar, onde eles morrem asfixiados como nós na água. Então, quando tiramos um peixe da água, parece que vencemos estas nossas fraquezas, trazendo-os para mostrar as suas, depois de viverem tão escondidos de nós.

Sobre o autor

Domingos Pellegrini é um dos maiores escritores brasileiros vivos, e também um dos raros no Brasil a viver da sua produção literária. Ganhador do Prêmio Jabuti em 1977 e em 2001, publicou pela Geração o romance Terra Vermelha, e pela Geraçãozinha os infantis No hospital de brinquedos, A história da gota d’água e A conversa das Letras. Autor profícuo, com mais de cinquenta títulos publicados, também participa de muitas coletâneas e antologias de contos, no Brasil e em países como Estados Unidos, México, Cuba, Alemanha, Itália, Chile, Dinamarca e França.

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A caneta e o anzol
Autor:  Domingos Pellegrini
Ilustrador: Rubem Filho
Gênero: Contos
Formato: 15,6×23
Págs: 191
ISBN: 9788581301013
Preço: R$ 26,00

Sinopse:
OS PEQUENOS PRAZERES DA VIDA EM 16 HISTÓRIAS DE PESCARIA Poucos escritores evocam com mais autenticidade a vida, os costumes e o modo coloquial de falar das pessoas do interior do que o consagrado autor paranaense Domingos Pellegrini, vencedor do Jabuti e diversos outros prêmios. Em 16 singelos contos ilustrados cujo tema predominante é a pescaria – sem nada de épico à semelhança de Moby Dick, mas com momentos de pura emoção que encontramos em O velho e o mar, de Hemingway –, Domingos nos convida, neste livro encantador, a descobrir os prazeres simples da vida no campo, do encontro com os amigos, das reuniões em família, das tranquilas excursões à cata de peixes, do inigualável espetáculo do pôr do sol sobre um rio, trazidos à superfície pelo seu talento literário e pela notável sensibilidade do artista Fernando Souza.

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Release: 50 versões de amor e prazer – Erotismo feminino à brasileira

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Geração Editorial lança coletânea com 50 histórias de alta voltagem erótica e qualidade literária por 13 autoras nacionais

Erotismo e qualidade literária nem sempre andam juntos. Ao reunir 13 autoras brasileiras de alto nível – algumas delas já veteranas, como Márcia Denser e Cecília Prada, e outras, como Luísa Geisler, de 21 anos, extremamente jovens – esta coletânea fascina por unir esses dois atributos: erotismo e qualidade artística, tornando o livro uma alternativa aos livros eróticos publicados na onda inaugurada pelo best-seller Cinquenta tons de cinza.

O erotismo reunido e o organizado pelo professor de literatura e escritor Rinaldo de Fernandes é ora romântico, refinado, implícito, ora obsceno, pervertido, explícito e até bizarro. Reflete de algum modo, e criticamente, nos momentos mais crus, a cultura da pornografia, a indústria do sexo e seus incontáveis produtos.

As 13 escritoras que integram o livro são todas importantes e premiadas no cenário da literatura brasileira atual. São elas: Ana Miranda, Ana Paula Maia, Andréa del Fuego, Ana Ferreira, Állex Leilla, Cecilia Prada, Heloisa Seixas, Juliana Frank, Leila Guenther, Luisa Geisler (autora de apenas 21 anos e que é uma das revelações da literatura brasileira), Márcia Denser, Marilia Arnaud e Tércia Montenegro.

“Hot dog”, de Állex Leilla, flagra uma mulher no trânsito que de repente se depara com um “ex-amigo” – e aí lhe ocorrem imagens intensas, de instantes que ela passou com o rapaz; a mulher revive ao volante cenas de sexo bizarro. “Enquanto seu lobo não vem”, de Ana Ferreira, é escrito em forma de carta, da mulher para o marido pedófilo.

“A sesta”, de Ana Miranda, é um conto notável – ativa o apetite do leitor ao associar os campos semânticos do sexo e do paladar. “Perversão”, de Ana Paula Maia, é a história de um homem casado cujo prazer erótico está em seduzir outras mulheres e dispensá-las após um jantar romântico, deixando-as arrasadas. “O amante de mamãe”, de Andréa del Fuego, é demolidor – a mãe e o pai, as aparências preservadas, optam pela traição; a filha almeja um amante como o da mãe.

Cecilia Prada, em “Insólita flor do sexo”, de um erotismo requintado, relata as descobertas de uma menina de 13 anos num colégio de freiras (tem o desejo despertado por uma das freiras que parece “um homem” e que a menina, retocando-lhe a figura, imagina ser seu “namorado”).

“Romance de calçada”, de Juliana Frank, é magistral – trata-se de uma pequena obra-prima da narrativa sadomasoquista. “Pérolas absolutas”, de Heloisa Seixas, traz como protagonista uma mulher que circula de carro na noite e se depara com um travesti – a narrativa expõe os subterrâneos, as sombras por onde os seres, solitários e sequiosos, deslizam na grande cidade. “Romã”, de Leila Guenther, é a história de Lia e sua relação com um professor de psicologia. No conto um incesto é insinuado.

Luisa Geisler tem apenas 21 anos e é uma das revelações da literatura brasileira. “Penugem”, com um narrador-personagem astuto, aparentando não ser o que de fato é (um pedófilo, “espectador” de sua própria filha), é um conto estupendo. As protagonistas de Márcia Denser são irônicas, liberadas, permissivas – uma das melhores cenas de sexo de nossa literatura é a do desfecho de “O animal dos motéis”.

Marilia Arnaud é uma contista impiedosa – o premiado “Senhorita Bruna” é sobre ciúme e vingança (traz uma frenética cena de masturbação). “Curiosidade”, Tércia Montenegro, com a protagonista numa varanda, “nua e indefesa”, induzida pelo parceiro, explora o tema do exibicionismo. “Um caso familiar”, também de Tércia, é um conto imaginativo e impactante – Jéssica, a amiga da narradora, pratica sexo (ménage) com Rubem e a avó deste.

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5050 versões de amor e prazer
Organizador: Rinaldo de Fernandes
Acabamento: Brochura
Formato: 15,6×23
Páginas: 360
Categoria: Contos
ISBN: 9788581301228
Preço: R$34,90
Editora: Geração Editorial
Sinopse:
Ao reunir 13 autoras brasileiras de alto nível – algumas delas já veteranas, como Márcia Denser e Cecília Prada, e outras, como Luísa Geisler, de 21 anos, extremamente jovens – esta coletânea fascina por unir esses dois atributos: histórias de altíssima voltagem erótica e plena qualidade artística.

 

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Lançamento de “No hospital de brinquedos”, de Domingos Pellegrini no Londrix 2012


SOBRE O LIVRO:

No Hospital de Brinquedos
Autor: Domingos Pellegrini
Gênero: Infantil
Formato: 20,5 x 27,5 cm.
Págs: 36
ISBN: 978-85-8130-043-6
Ilustrador: Cláudio Martins
Preço: 19,90
Sinopse
Quando um brinquedo se quebra, pode ir parar no Hospital de Brinquedos. Ninguém fi ca contente de estar lá. Cada um deles reclama de alguma coisa. O tanque de guerra quer paz. A pianola quer barulho. O palhaço quer ser jogado para lá e para cá. O cavalinho não quer ser esquecido. Todos eles têm medo: será que amanhã acabarão na lata do lixo? Então o dinossauro de pelúcia explica que os brinquedos quebrados estão ali por um motivo muito importante. Qual será?

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