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Isa Rosa: da vida real para as páginas do livro


Isa Rosa, personagem do livro de Roberto Weigand, ganha vida! A personagem, que foi inspirada em Isadora, filha do autor, esteve presente e causou alvoroço durante o lançamento do livro na estante da Geração Editorial no último domingo, 12, na Bienal do Livro. Os visitantes, principalmente as crianças, ficaram encantadas com a semelhança entre a personagem e a menina, que passou a tarde toda autografando e tirando fotos ao lado de seu pai.

 

Roberto Weigand estreou como autor de livros infantis com o título. Teve seu trabalho com capas de revista agraciado com dois Prêmios Esso de Jornalismo. Ilustrando livros infantis, recebeu os Prêmio Jabuti – Melhor Ilustração de livro infantil e Ofélia Fontes, além de três selos “Altamente Recomendável”, pela FNLIJ.

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Release: Isa Rosa, de Roberto Weigand

O mundo ideal, quando somos crianças, é aquele que pintamos. E nem precisa de lápis de cor, basta um pouco de imaginação que tudo pode mudar ao nosso redor. Quem, quando criança, nunca sonhou em colorir seu mundo da cor que quisesse?

E é exatamente o que acontece em Isa Rosa, do autor e ilustrador Roberto Weigand. Com um texto leve, em forma de poesia, Weigand apresenta o universo de Isa, a menina que adora a cor de rosa e que tem um sonho: viver em um mundo rodeado da sua cor favorita.

Eis então que uma fadinha surge e transforma tudo ao redor da menina. A partir daí, Isa experimenta a vida preenchida com muitos tons de rosa e descobre que um desejo pode torna-se realidade, e que essas escolhas podem trazer consequências.

A partir de uma fábula que brinca com as cores e sonhos, Weigand encontrou uma maneira encantadora para falar sobre diversidade e preconceito com as crianças.

Sobre o autor

Eu nasci em São Paulo, mas logo cedome mudei para o interior do estado.Morei, a partir dos 12 anos em Salvador,na Bahia. Em 1987 voltei para a capital paulista. Fiz minhas primeirasilustrações ainda estudante de arquitetura da USP. Trabalhando com jornalismo,recebi dois Prêmios Esso. Ilustrando livros infantis, recebi osprêmios Jabuti — Melhor Ilustração de livro infantil, Ofélia Fontes e os selos“Altamente Recomendável”, pela FNLIJ. Ilustrei histórias e contos deAna Maria Machado, Ruth Rocha, Rogério Andrade Barbosa, José PauloPaes e Flávio de Souza, entre outros.

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Isa Rosa
Autor: Roberto Weigand
Ilustrador: Roberto Weigand
Gênero: Infantil
Formato: 20,5 x 27,5 cm
Acabamento: Capa dura
Peso: 150g
Págs: 24
ISBN:9788581300825
R$ 29,90
Sinopse:

Isa é uma menina que ama
Somente a cor rosa.
Se não for rosa ela reclama,
Outras cores a deixam nervosa.
Entra em ação uma fada
Para lhe ensinar uma lição
E faz uma desordem danada
Até Isa mudar de opinião.
O que a fada fez então?
O que aconteceu com a menina?
Leia este livro na sua mão
E veja como a história termina.

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Geração Editorial na 22ª Bienal do Livro de São Paulo

A Geração Editorial participa da 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, maior evento do mercado editorial de livros do país. Nesta edição, a editora mais polêmica do país celebra os seus 20 anos de existência, honrando o seu slogan “uma editora de verdade”. A Geração, desde 1992, publica literatura de qualidade, com ousadia e independência, graças ao trabalho de Luiz Fernando Emediato, fundador e publisher, atualmente licenciado do cargo.

Durante a Bienal serão lançados mais de 10 títulos, entre eles “Lá Sou Amigo do Rei”, livro do jornalista Carlos Marques, “Loucamente Sua” de Rachel Gibson, “Branca de Neve”, clássica história dos irmãos Grimm que ganhou roupagem mais sombria graças às ilustrações de Camille Rose Garcia, entre outros. Na ocasião, também será apresentado o novo logo da editora, com criação da designer Silvana Mattievich.

O estande pequeno e charmoso, localizado na rua J 48, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, ficará aberto aos visitantes que desejarem conhecer o catálogo ou participar dos lançamentos, com a presença dos autores para sessões de autógrafos. Além disso, é possível adquirir títulos com até 50% de desconto, além de outras promoções especiais.

Confira, abaixo, a programação da Geração Editorial durante o evento.

Estande Geração
12/08 às 16h
Lançamento e sessão de autógrafos com Roberto Weigand, autor de “Isa Rosa”
16/08 às 14h Lançamento e sessão de autógrafos com Maria Elisa Alves, autora do livro infantil “E por que não?”
– Oficina de biscuit e aviãozinho de papel.
16/08 às 19h30 Lançamento e sessão de autógrafos com Amaury Ribeiro Jr., autor de “A Privataria Tucana”
18/08 às 17h Lançamento e sessão de autógrafos com Carlos Marques, autor de “Lá sou amigo do rei!”
Salão de Ideias
14/08 às 16h
Mesa redonda “Inconfidências Reais” com a participação de Paulo Rezzutti, autor de “Titilia e Demonão”.

22ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO
De 9 a 19 de Agosto de 2012
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – CEP 02012-021 São Paulo – SP

Horário de Visitação:
de 09 a 18 de agosto, das 10h às 22h
dia 19 de agosto, das 10h às 20h, com entrada até as 18h
http://www.bienaldolivrosp.com.br

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Branca de Neve agora em versão gótica

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Pra onde vão os brinquedos quebrados?

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Aqui, os livros viram arquitetura



Artista suíço cria instalações que complementam arquitetura de uma igreja com livros descartados. Tem colunas, vitrais e até uma porta em arco, preenchida com obras que parecem flutuar

Por Casa e Jardim Online



A feira anual de livros usados é um dos atrativos de um charmoso vilarejo chamado Romainmôtier, na Suíça. O evento, hospedado na antiga igreja da cidade, passou a se destacar ainda mais desde 2005, quando o artista local Jan Reymond passou a criar instalações com as obras que sobravam. Uma delas preenche um dos arcos da construção, que ainda guarda características do Império Romano, com livros que parecem suspensos no ar. Na verdade, eles estão presos por fios de náilon transparentes.



Outro exemplo dos trabalhos assinados por Reymond são as pilhas de publicações que imitam o formato de uma coluna de sustentação para as portas da igreja. Com o mesmo material, o artista também já simulou paredes inteiras, com direito a vitrais de mentirinha, formado por livros e negativos de fotos descartados. A feira acontece sempre no mês de setembro. Nas fotos, você confere algumas das instalações do artista, que também tem um ateliê onde os móveis são todos feitos de livros. As imagens foram divulgadas no Flickr do fotógrafo Tim Tom.

 

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Mercado editorial brasileiro cresce pouco e preço do livro diminui

 
Por Maria Fernanda Rodrigues

Novos números mostram valores irrisórios do e-book e crescimento do segmento de livros técnicos

Estimado em R$ 4,8 bilhões, o mercado editorial brasileiro está produzindo mais e imprimindo mais. Em termos de faturamento, no entanto, o crescimento de 2011 comparado ao de 2010 foi mínimo, de apenas 0,81% – já descontada a inflação e somadas as vendas das editoras para livrarias e leitor final e também para o Governo. Se excluídas dessa conta as expressivas compras do Governo, sobretudo o Federal, que sustentam muitas editoras, o que se registrou, no último ano, foi queda real de 3,27%. As informações são da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2011, revelada nesta quarta-feira, 11, em São Paulo.

Feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores (Snel), a pesquisa ouviu 178 editoras, uma amostra considerada por Leda Paulani, da Fipe, como suficiente estatisticamente. São cerca de 500 as editoras ativas no País.

Para Karine Pansa, presidente da CBL, 2011 foi um ano ruim para todos os setores da economia se comparado ao anterior. “Livro não é produto de primeira necessidade, como o arroz e o feijão, e vai ser o primeiro item a deixar de ser comprado.” Mas ela ressalta que o mercado está seguro. “Estamos vivendo um momento de estabilidade com tranquilidade por saber que o mercado está estruturado para se manter mesmo em momentos difíceis”, comenta Pansa.

E está sendo um momento difícil especialmente para o segmento de obras gerais, que registrou queda de 11,07% no faturamento – caindo de pouco mais de R$ 1 bilhão em 2010 para R$ 903 milhões em 2011. Essa queda tem sido contínua. Em 2010, o faturamento já tinha ficado 6,38% menor do que o do ano anterior.

Também ganhou-se menos dinheiro com os livros religiosos – R$ 464 milhões em 2011 contra R$ 494 milhões em 2010. Aqui, vale lembrar que a edição anterior da pesquisa mostrava que o setor era o que mais crescia. Se agora a queda é de 6%, em 2010 o crescimento foi de 24%.

Quem cresceu mesmo em 2011 foi o segmento de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP). Ele faturou R$ 910 milhões contra os R$ 739 milhões de 2010. O aumento, de 23,10%, pode ser relacionado ao boom da educação superior, expresso no aumento de estudantes universitários e numa maior demanda por livros técnicos, apontou Leda.

Os didáticos ainda são responsáveis pela maior fatia deste mercado e o setor teve um crescimento de 7,87% em relação a 2010, quando o faturamento foi de R$ 1,1 bilhão. O setor fechou 2011 com R$ 1,18 bilhão.

Produção. Foram produzidos, no total, 58.192 títulos em 2011 – em 2010 o número era 54.754. Desse total, 20.405 foram feitos em primeira edição e 37.787 se referem a reimpressões; 4.686 são títulos traduzidos e 53.506 de autores brasileiros. Em exemplares produzidos, o número foi parecido: 492.579.094 (2010) e 499.796.286 (2011).

Outro dado que chama a atenção refere-se às tiragens das obras em primeira edição, que ficaram 33,39% menores em 2011, totalizando 90.112.709 exemplares impressos. A Fipe diz que uma mudança na nomenclatura da questão na pesquisa pode ter influenciado na conta, mas há outros fatores.

Para Karine Pansa, existe hoje a necessidade de ter mais e mais títulos em primeira edição para garantir maior espaço de exposição nas livrarias. Sonia Jardim, presidente do Snel, concorda: “Com a competição, a estratégia das editoras muda. Elas ampliam a oferta de lançamentos e diminuem a tiragem, e rezam para alguma coisa funcionar. Se funciona, você entra então na reimpressão.” Foram reimpressos 409.683.577 exemplares, 14,66% a mais do que no ano passado.

Venda. Dos R$ 4,8 bilhões que o mercado editorial fatura, R$ 3,4 bilhões são de venda para livrarias e outros canais de distribuição e R$ 1,3 bilhão para o Governo – e esse valor depende sempre dos programas de compra vigentes naquele ano.

As livrarias ainda são o lugar preferido dos brasileiros para comprar livros. Elas são responsáveis por 44% dos exemplares vendidos e por 60% do que se fatura com livro no País. Em termos de faturamento, aparecem na sequência distribuidores (20,5%), porta a porta (4,97%), escolas (2,8%), igrejas e templos (1,74%). Supermercado, banca de jornal e internet são alguns dos outros canais de venda.

O segmento de venda porta a porta, que tinha 16,6% do mercado em 2009 em número de exemplares comercializados, saltou para 21,6% em 2010 e fechou 2011 com 9,07%. A crise da Avon, responsável por boa parte dessas vendas, e o aumento da participação de igrejas e templos na venda de livros (4,03% em 2011 contra 1,47% em 2010) podem ter sido alguns dos fatores deste desempenho. O faturamento desse canal, apesar de menor que os outros, também teve um bom crescimento – de R$ 18 milhões em 2010 para R$ 60 milhões no ano passado.

Foram vendidos, em 2011, 469.468.841 exemplares – dos quais 283.984.382 para o mercado e 185.484.459 para o Governo.

Preço. O livro está ligeiramente mais barato e hoje custa, em média, R$ 12,15. Em 2010, o valor era R$ 12,94. O valor pago pelo governo, no entanto, ficou em R$ 7,48. Esses números não são comparáveis, já que por comprarem em quantidades altíssimas, os órgãos responsáveis por essas negociações fazem o preço. Por outro lado, esse valor mais baixo do livro para o consumidor final pode estar relacionado ao aumento da oferta de obras mais econômicas, como as em formato de bolso.

O preço do livro tem ficado mais barato a cada ano e o setor se preocupa. “A competição entre as editoras é alta e chega uma hora que isso tem que ter um limite. Olhamos com preocupação para o futuro. Quando vemos que o crescimento está abaixo da inflação e do PIB temos que estar atentos. Daqui a pouco vamos pagar para comprarem nossos livros e isso é impossível”, diz Sonia Jardim.

Digital. Pela primeira vez, a pesquisa da Fipe incluiu os e-books. “Estamos na fase de investimento. Como o número é pequeno, qualquer crescimento é geométrico, mas o número é inexpressivo”, comenta Sonia. Foram vendidos, no total, 5.235 itens digitais – de arquivos em PDF a aplicativos. O faturamento ficou em R$ 868 mil.

A chegada da Amazon também esteve em pauta na apresentação da pesquisa. “Esperamos que a Amazon venha aumentar o mercado, não acabar com nenhum elo da cadeia e nem assombrar nenhum editor. Esperamos, então, que ela venha complementar a oferta de títulos e aumentar a possibilidade de distribuição de uma maneira mais igualitária dentro do nosso país, já que não temos livrarias em todos os municípios”, comenta Karine Pansa.

“Olhamos com algum temor para o que aconteceu no mercado americano. A segunda maior cadeia de livrarias ter quebrado lá é uma preocupação. Esperamos que a entrada de um player desses, com um poder de fogo enorme, não venha dar uma chacoalhada no nosso mercado e que todos consigam conviver em paz e harmonia. Que a Amazon venha para fazer crescer o mercado, e não para desestabilizá-lo”, avalia Sonia Jardim.

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