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Autor do livro Marketing eleitoral chega aos EUA para acompanhar a eleição presidencial

marketing_eleitoral

Carlos Manhanelli, autor do livro Marketing Eleitoral – O passo a passo do nascimento de um candidato, chega hoje aos Estados Unidos para acompanhar a eleição presidencial, juntamente com um Seminário Especial de Campanhas Eleitorais promovido pela George Washington University em Washington DC. Manhanelli é publicitário, jornalista, radialista, administrador de empresas com especialização em Propaganda e Marketing pela ESPM, MBA em Marketing pela USP, pós-graduado em Ciência Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo. Professor no curso “Máster en Asesoramiento de Imagen y Consultoría Política (MAICOP)” da Universidad Pontificia de Salamanca – Espanha. Foi eleito pelos leitores da revista americana Campaigns & Elections como um dos melhores consultores políticos da Ibero – América, fazendo parte do seu “hall da fama”. Autor, co-autor e coordenador de dezesseis livros sobre a matéria, entre ekes :

 Sobre o livro:

Marketing Eleitoral – O passo a passo do nascimento de um candidato
Sinopse: Este é um manual prático para orientar o consultor político-eleitoral, através de informações claras, slides, modelos e planilhas, sobre como apresentar um projeto de marketing eleitoral a um candidato a cargo eletivo em qualquer esfera, além de esclarecer as dúvidas mais frequentes sobre o trabalho desse tipo de consultoria.
Editora: Geração Editorial
Autor: Carlos Manhanelli
Número de páginas:
144
Preço: R$ 24,90

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R7: Jornalista americano lança livro sobre o Brasil

Fonte: Portal R7

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Em livro, jornalista do ‘NYT’ diz o que pensa sobre o Brasil

No livro “Brasil em Alta”, Larry Rohter, jornalista norte-americano do “New York Times”, descreve como o país é visto pelo mundo. O volume apresenta um conteúdo enciclopédico sobre a cultura, política e economia brasileira.

Rohter, que Lula quis expulsar do país por criticá-lo, estuda o Brasil há quatro décadas e, por ser estrangeiro, é capaz de analisar as nossas mazelas e vantagens com relativa imparcialidade.

“Todo país, inclusive os Estados Unidos, vende uma imagem de si mesmo que não corresponde plenamente à realidade, isso porque a autoimagem é sempre diferente da visão do forasteiro”, explica.

A edição busca contextualizar as mudanças que transformaram um atrasado país agrícola, arruinado pela hiperinflação e pela ditadura militar em uma das maiores economias do mundo capaz de resistir à crise de 2008.

“É verdade que o Brasil conseguiu resistir à crise de 2008, graças a anos de políticas econômicas sensatas e responsáveis. Mas a sexta economia do mundo não tem como resistir uma crise geral que aflige as cinco primeiras economias mundiais”, diz o autor sobre os problemas na zona do Euro.

Larry Rohter foi correspondente da revista “Newsweek “e do jornal “The New York Times” no Brasil. O autor, que também assina “Deu no New York Times”, é reconhecido como especialista em assuntos brasileiros.

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Carlos Giannazi: Já selecionei trechos do Privataria Tucana que vou ler para o Serra



Carlos Giannazi: Já selecionei trechos do Privataria Tucana que vou ler para o Serra

publicado em 15 de julho de 2012 às 21:58

por Luiz Carlos Azenha

Carlos Giannazi, candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, pretende causar sensação nos debates apontando as contradições que envolvem seus adversários.

Professor, ele cumpriu dois mandatos de vereador e está no segundo mandato de deputado estadual, para o qual foi eleito em 2010 com cerca de 100 mil votos.

Por ter se dedicado especialmente às questões da educação pública, parece à vontade para debater com o candidato do PT, Fernando Haddad, ex-ministro da área nos governos Lula e Dilma, por seis anos.

“Ele [Haddad] se apresenta como um homem novo para um novo tempo, mas como ser novo com o Paulo Maluf, como ser novo com financiamento de campanha de empreiteiras, de construtoras, que tem provocado grande especulação imobiliária que o próprio PT critica”, diz.

Além disso, ele foca o que qualifica de “triste herança” deixada por Haddad dos tempos em que serviu como chefe de gabinete de João Sayad, secretário das Finanças no governo municipal petista de Marta Suplicy [2001-2005]. O candidato petista teria sido, segundo Giannazi, mentor intelectual do aumento de taxas e impostos, como a taxa do lixo, a taxa de luz, o ISS para pequenos profissionais liberais e a taxa de fiscalização que afetou pequenos comerciantes.

Gianazzi também critica Haddad pelo fato de que a educação pública “continua muito mal” depois da passagem do petista pelo Ministério da Educação.

Dentre outros pecados, Haddad teria dado continuidade a um processo de expansão da educação superior “precarizado”, envolvendo inclusive universidades privadas que, na avaliação de Gianazzi, prestam um péssimo serviço aos estudantes.

Mas, quando se trata do tucano José Serra, Giannazi diz que as contradições “são piores ainda”.

Ele acusa Serra de “destruir” o magistério estadual com a Lei 1093, que criou a quarentena dos professores contratados. Depois de um ano de contrato, a lei exige que eles passem pelo menos 200 dias afastados antes de voltar à sala de aula. A consequência disso, segundo Giannazi, é a falta de professores na rede, o que prejudica os estudantes. O candidato do PSOL quer perguntar a Serra se ele fará o mesmo com o magistério municipal, caso seja eleito.

Também pretende perguntar a Serra sobre “a farra dos pedágios”, a privatização da Nossa Caixa, os problemas no Metrô e na Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).

“Vou levar o livro da Privataria Tucana e vou ler trechos do livro que eu já selecionei, para que ele explique”, afirma o candidato.

Giannazi quer que Serra explique “o envolvimento da família dele” na abertura de contas bancárias em paraísos fiscais. “Ele vai ter de explicar, porque [o livro] tem cópias de documentos, de juntas comerciais, do Ministério Público, da Justiça. Até agora ele só falou que o livro é um lixo, mas não vou falar do livro, vou falar dos documentos”, declarou o candidato do PSOL.

Confira a entrevista no blog Via Mundo.

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Um livro esclarecedor sobre um dos conflitos mais sangrentos da humanidade


Por Jaime Spitzcovsky

O cientista político Jorge Zaverucha oferece neste livro uma oportunidade valiosa: enxergar o trágico conflito do Oriente Médio a partir de uma
perspectiva que foge do lugar comum e de clichês que rondam um dos mais complexos capítulos da História contemporânea. O autor, em texto conciso, didático e informativo, desafia análises superficiais sobre o tema e descortina cenários fundamentais para a compreensão das dificuldades em se atingir a paz.
Por exemplo, é imperioso lembrar a barragem de ameaças que pesa sobre Israel. O país enfrenta tentativas de aniquilação – verbais e reais – desde sua criação. Nos tempos do presidente egípcio Nasser, a promessa era “jogar os judeus ao mar”. Agora, os discursos do iraniano  Ahmadinejad falam em “varrer o inimigo do mapa”. Nas fronteiras, os fundamentalistas Hamas e Hezbollah proclamam o desejo de destruir uma nação integrante da ONU.
Parte significativa da comunidade internacional faz ouvidos moucos ao cerco a Israel. É como se o Estado judeu tivesse sempre de se comportar como se a vizinhança fosse formada apenas por regimes inequivocamente democráticos e seus inimigos representassem invariavelmente defensores de respeito aos direitos humanos.
Nas últimas décadas, a luta contra o Estado judeu abandonou as guerras simétricas, entre exércitos regulares, para apostar em ações a partir de áreas de população civil e em ofensivas de propaganda, na tentativa de derrotar Israel no campo político e diplomático, por meio da demonização e do isolamento da única democracia do Oriente Médio.
A estratégia produz alianças esquizofrênicas, soldadas pelo ódio a Israel e a seus aliados. Coloca, no mesmo barco, fundamentalistas muçulmanos e militantes de esquerda, que pisoteiam valores humanistas, como o respeito às liberdades individuais e de expressão, a minorias religiosas e sexuais.
Quando Israel comete um erro ou mesmo algo que possa ser interpretado como um equívoco, canhões da crítica disparam de forma intensa e  incessante. Nos momentos em que os palestinos são vítimas de outros países árabes, de suas disputas internas ou mesmo de seus próprios líderes, boa parte da comunidade internacional se cala.
O silêncio é um grave desserviço. Tanto palestinos como israelenses merecem, como qualquer nação, viver em segurança e em paz, com avanço econômico e tecnológico. E, sobretudo, com democracia. Afinal, a História desconhece confrontos armados entre duas democracias  consolidadas.

O livro traz com exclusividade a Carta de Princípios do Hamas traduzida do árabe.

PROMOÇÃO:

Siga a @geracaobooks, dê RT na frase e concorra a e exemplares do livro “Armadilha em Gaza – Fundamentalismo islâmico e guerra de propaganda contra Israel

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Participe até 23/07 às 23h59. O resultado será divulgado dia 24/07.

RESULTADO:

Confira os sete sorteados da promoção:

@Doctor_Fritz / @ Senhor_H /  @hugones84 / @MarioSerg1o / @guimcesar ( todos pertencem ao mesmo dono)
@sweet_lemmon
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Correção: Foram sorteados 5 exemplares para perfis diferentes, mas que pertencem a mesma pessoa. Por isso vamos sortear novamente os outros 4 exemplares. Confira a relação final dos sorteados:

@Doctor_Fritz / @ Senhor_H /  @hugones84 / @MarioSerg1o / @guimcesar ( todos pertencem ao mesmo dono)
@sweet_lemmon
@analucia_ss2
@marciasonoita
@camilinhamlopes
@BrinaSophie
@Pryss_Caldeira

 Sorteio realizado em 24/07/2012 às 11h23. Sorteio (correção) realizado em 25/07/2012 às 15h55.

OBS: Os vencedores devem enviar um email com os dados para adriana@geracaoeditorial.com.br.

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Release: Brasil em alta – A história de um país transformado, de Larry Rohter


RETRATO SEM RETOQUES DE UM BRASIL RENASCIDO


Jornalista norte-americano do
New York Times, que Lula quis expulsar do Brasil por criticá-lo, lança livro esclarecedor e altamente informativo sobre a moderna nação brasileira

Escrito com a bagagem cultural de quem estuda o Brasil há cerca de 40 anos, mas também com a imparcialidade e isenção de que só um estrangeiro é capaz, o livro Brasil em alta ­– a história de um país transformado, do conceituado jornalista norte-americano Larry Rohter, pode ser considerado uma enciclopédia em um volume sobre o Brasil moderno.

 Conhecedor do Brasil como poucos brasileiros, demonstrando uma notável familiaridade com a psique da sua sociedade e com o funcionamento de suas instituições, Larry Rohter discorre, neste livro extraordinário e ricamente informativo, sobre a história, os costumes, a economia, o povo, a terra, os recursos naturais, a cultura e a política do Brasil, com especial destaque para as mudanças que, nos últimos 20 anos, transformaram um atrasado país agrícola, arruinado pela hiperinflação e pela ditadura militar, numa emergente potência industrial e oitava economia do mundo, escolhida para sediar a Copa e os Jogos Olímpicos, em 2014 e 2016, respectivamente.

 Com incomparável profundidade de análise, o jornalista também explica por que, apesar de todos esses avanços, esta terra de grandes contrastes e contradições ainda permanece enfraquecida por mazelas sociais que remontam aos tempos da colonização, como clientelismo, fisiologismo e corrupção, forças retrógradas de diversos aspectos da vida brasileira que não só não morreram, como continuam dirigindo os rumos da nação.

Uma dessas contradições foi sentida pelo autor na própria pele ao protagonizar, em 2004, um episódio que demonstrou como, apesar da consolidação da democracia no Brasil, ainda existem políticos brasileiros que atentam contra a liberdade de imprensa. Correspondente do New York Times no Brasil durante muitos anos, Larry Rohter, em um artigo para o seu jornal, criticou o então presidente Lula pelo seu consumo excessivo de bebidas alcoólicas, ao que este, em represália, ordenou que o jornalista fosse expulso do país, utilizando a mesma lei da época da ditadura outrora usada para silenciar o próprio Lula. O presidente acabou tendo de suspender essa ordem, depois que o Superior Tribunal de Justiça emitiu uma liminar, criticando-o severamente por se exceder em sua autoridade. “No Estado democrático de direito não se pode submeter a liberdade às razões de conveniência ou oportunidade da Administração”, estabelecia a liminar. “E aos estrangeiros residentes no país, como aos brasileiros, são assegurados direitos e garantias fundamentais pela Constituição Federal.”

Brasil em alta é composto pelos seguintes capítulos:

1 – Uma história de altos e baixos

2 – Pecado e salvação ao sul do Equador

3 – O mito do paraíso racial

4 – O estilo de vida tropical

5 – Criatividade, cultura e “canibalismo”

6 – Gigante industrial, superpotência agrícola

7 – Energia para queimar: petróleo, etanol e hidreletricidade

8 – Amazônia: nacionalismo e paranoia na selva

9 – Virando um “país sério”

10 – Política depois de Lula e FHC

Na introdução, o autor escreve:

 À medida que o Brasil se torna mais próspero, poderoso e capaz de exercer liderança, seu engajamento com o resto do mundo cresce, bem como o número de razões para que os demais países se importem com o que os brasileiros pensam e fazem. Porém, há muitos aspectos do comportamento brasileiro que são incompreensíveis para os estrangeiros. Por que o Brasil permite a devastação em grande escala da Amazônia, cuja riqueza como ecossistema em funcionamento é vital para todos nós se quisermos evitar o aquecimento global? Por que se ressente tanto diante de sugestões sobre como reduzir essa destruição, especialmente quando vindas dos Estados Unidos? Por que existe tanta violência em suas cidades grandes? Por que uma sociedade construída sobre noções de cordialidade parece fazer vista grossa às terríveis desigualdades baseadas em classe econômica e raça? Por que procurou frustrar os esforços do Conselho de Segurança da ONU no sentido de reprimir o programa nuclear do Irã?

Outras questões cruciais para que o Brasil prossiga em sua rota ascendente são discutidas, e respondidas, neste livro. Entre elas, podemos mencionar as seguintes:

  •   Até onde é verdadeira a imagem que o Brasil tem, no resto do mundo, de terra do Carnaval, do samba, do futebol e da permissividade sexual?
  •  Será verdade que o povo brasileiro não é racista, como asseguram vários sociólogos?
  •  Por que no Brasil é tão difícil afastar políticos corruptos e impedir que continuem a exercer cargos de poder?
  •  De que maneira o famoso “jeitinho” brasileiro acaba sendo mais daninho do que vantajoso ao país?
  •  Por que, apesar do conceito de igualdade ser tão caro aos brasileiros, a sociedade brasileira ainda é uma das mais desiguais do mundo, com distâncias gigantescas entre as classes, as raças e os gêneros?

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Brasil em alta – a história de um país transformado
Autor: Larry Rohter
Tradutor: Paulo Schmidt e Wladir Dupont
Gênero:
Reportagem
Formato: 15,6 x 23cm
Peso: 350g
Págs: 392
ISBN: 9788581300467
Preço: R$ 39,90
Sinopse:
O PAÍS DO FUTURO TORNA-SE O PAÍS DO PRESENTE

 “Ninguém enxerga o Brasil com maior profundidade de análise do que Larry Rohter. Sua compreensão e profundo conhecimento do país fornecem uma visão muito precisa da sua dinâmica e cultura vibrante, bem como da rápida ascensão da sua economia e da sua transição de ditadura para democracia. Qualquer um que deseje conhecer o lugar do Brasil no mundo de hoje, precisa primeiro ler esse livro.”

Paulo Coelho

Reconhecido mundialmente como um dos maiores especialistas em assuntos brasileiros, o conceituado jornalista norte-americano Larry Rohter discorre, neste livro surpreendente e informativo como uma enciclopédia, sobre a história, a economia, o povo, os costumes, a terra, os recursos naturais, a cultura e a política do Brasil, com especial destaque para as mudanças que, nos últimos 20 anos, transformaram um atrasado país agrícola, arruinado pela hiperinflação e pela ditadura militar, numa moderna potência industrial e oitava economia do mundo, mas também explicando por que, apesar desses avanços, a nação continua vitimada pela desigualdade, o clientelismo, o fisiologismo e a corrupção, mazelas sociais que não só não morreram, como ainda dirigem os rumos do país.

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Lançamento do livro Sanguessugas do Brasil em Brasília


Sobre o livro:

Sanguessugas do Brasil
Autor: Lúcio Vaz
Gênero: Reportagem – Denúncia
Formato: 16 x 23 cm
Págs: 272
ISBN: 9788581300351
Preço: 35,90
Sinopse:
Veneno para os ratos
Você quer saber como os ratos roem o queijo enquanto você dorme após um dia exaustivo de trabalho honesto? Acorde no meio da noite para
surpreendê-los no Celeiro Brasil. Em Sanguessugas do Brasil, o escritor e jornalista Lúcio Vaz sai a campo para mostrar os bastidores da  corrupção que vem envergonhando o país nas últimas décadas. Não só envergonhando, mas empobrecendo a nação em todos os sentidos. Se já é difícil criticar alguém por um deslize qualquer, imagine, então, colher provas para desmascarar corruptos que até mandam matar os denunciantes. O repórter sai a campo de peito aberto, embora munido das cautelas da profissão.
Nesta obra, Lúcio Vaz nos surpreende ao esmiuçar 12 escândalos nacionais com uma linguagem rápida e leve, entremeada por passagens  pitorescas que humanizam o que poderia nos deixar simplesmente revoltados. Depois de ler as 12 denúncias que compõem este livro, só nos resta pressionar para que a impunidade esteja com os dias contados. Cada vez mais, a população vem saindo às ruas para protestar e mostrar a sua indignação. Guerrilheiro da palavra, Lúcio Vaz abre caminho ao nosso lado. Cada um luta como pode. Este livro é um veneno para os ratos.

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