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Antes de partir, de Bronnie Ware, é o mais vendido na lista da Livraria da Folha

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Leia a resenha na íntegra aqui.

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Release: Antes de partir

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Antes de partir relata os maiores arrependimentos de dezessete pacientes terminais acompanhados pela cuidadora australiana Bronnie Ware  

A morte nos amedronta e ponto final. Mas dizem que o antídoto para ela é viver intensamente todos os dias, tendo a coragem de experenciar uma vida honesta com nós  mesmos. Este é o grande segredo do livro Antes de partir, que traz lições preciosas dos relatos de dezessete pacientes terminais, transformando a experiência daqueles que estão prestes a dar seu último suspiro num alento para todos nós.

A responsável por reunir essas histórias inspiradoras foi a australiana Bronnie Ware, que passou a trabalhar como cuidadora apenas para sobreviver, mas que, aos poucos, foi se apaixonando pela profissão, tendo a sensibilidade de aprender filosofia com os últimos suspiros de seus pacientes. “Cada casa era uma sala de aula diferente”, diz Bronnie em sua obra Antes de partir, cujo título original é The top five regrets of the dying: a life transformed by the dearly departing, algo como Os cinco maiores arrependimentos dos que estão morrendo: a vida transformada (revista) na hora da partida.

Antes de reunir as principais histórias num livro, Bronnie, que também é compositora de músicas populares na Austrália, publicou alguns relatos em seu blog, sempre trocando os nomes dos pacientes, para proteger a privacidade deles e dos familiares. A repercussão a assustou, pois recebeu a “visita” de mais de um milhão de internautas em pouco tempo. Ela estava no caminho certo, como prova este livro de grande sucesso. A autora afirma que embora seu livro fale abertamente sobre morte e arrependimentos, na verdade, ela quis mesmo falar sobre  vida, coragem e esperança.

A obra fica ainda mais interessante quando acompanhamos a trajetória da própria escritora em busca da felicidade, não antes de passar por pensamentos suicidas e uma forte depressão, justamente no momento em que estava prestes a colher os frutos de anos de trabalho. As vidas e as lições vão se entrelaçando. As lições da morte vão dando lugar à vida, a uma consciência maior sobre esta preciosidade que temos dificuldade de entender.

Baseada nos relatos de seus pacientes, Bronnie nos ensina, por exemplo, que ser quem somos exige muita coragem; que o valor verdadeiro não está no que possuímos; que o que importa é como vivemos as nossas vidas; que podemos fazer alguma diferença positiva; que a vida não nos deve nada, nós é que devemos a nós mesmos; que a gratidão por todos os dias ao longo do caminho é a chave para reconhecer e curtir a felicidade agora; que a culpa é tóxica; que a solidão não é a falta de pessoas, mas de compreensão e aceitação; que é possível inventar vidas e demolir prisões criadas por nós mesmos. Enfim, ao falar da morte, a escritora nos revela que a percepção do tempo limitado pode aumentar a nossa consciência pela vida e nos induzir a tratá-la como uma preciosidade, que, realmente, ela é.

Esta obra mostra que a morte é a nossa grande conselheira por uma vida melhor. Vamos ouvi-la com atenção, em vez de temê-la.

Sobre a autora
Bronnie Ware é escritora, cantora ecompositora australiana. Ficou conhecida através de seu blog pessoal, em que compartilhava as principais histórias e experiências de seus pacientes à beira da morte. Com o sucesso do blog, decidiu publicar o seu primeiro livro, Antes de partir. Seu site oficial é o http://www.bronnieware.com

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Antes de partir
Autora: Bronnie Ware
Tradutor: Chico Lopes
Gênero: Desenvolvimento Pessoal
Formato: 15,6x23cm
Páginas: 316
ISBN: 9788581301051
Preço: R$29,90
Editora: Jardim dos Livros
Sinopse:
Eis que, ao falar da morte, Bronnie Ware nos enche de vida nestas preciosas páginas. Sem a intenção de escrever um livro de autoajuda, ela acaba nos revelando lições imorredouras. E nos ensina que ser quem somos exige muita coragem; que o valor verdadeiro não está no que possuímos; que o que importa é como vivemos as nossas vidas; que podemos fazer alguma diferença positiva; que a vida não nos deve nada, nós é que devemos a nós mesmos; que a gratidão por todos os dias ao longo do caminho é a chave para reconhecer e curtir a felicidade agora; que a culpa é tóxica; que a solidão não é a falta de pessoas, mas de compreensão e aceitação; que é possível inventar vidas e demolir prisões criadas por nós mesmos. Enfim, ao falar da morte, baseada nos relatos de dezenas de pacientes terminais, a escritora nos revela que a percepção do tempo limitado pode aumentar a consciência que temos da vida, esta preciosidade indefinível. É perda de tempo tentar defini-la — o mundo é espelho, reflexo de nós mesmos.

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Geração Editorial distribui abraços durante a Bienal do Livro


 
Milhares de abraços foram distribuídos nos últimos dias 11 e 12 durante a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, maior evento do mercado editorial de livros do país. Os abraços continuarão sendo distribuídos ao longo de toda essa semana no estande da Geração Editorial (na rua J48).

Bombeiros, crianças, oficiais da Polícia Militar, idosos e muitos outros visitantes da Bienal pararam no estante editora para ganhar muitos abraços. Foram contados mais de dois mil distribuídos só no último final de semana.

A ação carinhosa promove o livro Abrace-me Apertado, da Dra. Sue Johnson, um estudo de como tornar duradouros os relacionamentos amorosos, que acaba de ser lançado pela editora.

Para visualizar os vídeos desta ação, basta clicar nos links http://bit.ly/Nllap8 e http://bit.ly/NcINM2

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Lançamento: Abrace-me apertado, da Dra. Sue Johnson

Deixar-se conhecer e conhecer o outro é a chave para um relacionamento profundo

Este é o principal mote de Abrace-me apertado –  Sete conversas para um amor duradouro,
da psicoterapeuta Sue Johnson

Não, não se trata de uma nova teoria do abraço. É algo bem mais profundo. Mais que um livro de autoajuda, é um livro de “alta ajuda”.. Traz as lições que a psicoterapeuta inglesa Sue Johnson tirou das suas centenas de entrevistas com casais nos últimos 25 anos, o que lhe valeu diversos prêmios, entre os quais “Relevante Contribuição ao Campo da Terapia de Casais e Familiar”, da American Association for Marriage and Family Therapy, e “Pesquisa sobre a Família”, da American Family Therapy Academy.

A autora constatou que a maioria dos desentendimentos acontecem por não conseguirmos expressar o que realmente sentimos, com medo de abrir a guarda e admitir pontos fracos. Assim, ela desenvolveu uma nova terapia para casais – Terapia Focada nas Emoções (TFE) –, encontrando respostas para uma questão intrigante: por que as pessoas lutam tanto para conseguir com que justamente a pessoa amada corresponda às suas expectativas? Estudos feitos nos últimos 15 anos mostram que de 70% a 75% dos casais que se submetem à TFE se recuperam da angústia e estão felizes em seus relacionamentos, diz a autora.

“Este livro oferece aos que se amam um novo mundo, uma nova percepção sobre como amar, e como amar bem”, assegura Sue Johnson, que atualmente mora e trabalha no Canadá. Ela cita o sociólogo James House, da Universidade de Michigan, segundo o qual o isolamento emocional é um risco mais perigoso para a saúde do que o fumo ou a pressão alta, sobretudo nos dias atuais, em que o isolamento se aprofunda em todas as sociedades.

A teoria do apego (TFE) ensina que a pessoa amada é nosso abrigo na vida. Quando essa pessoa está emocionalmente indisponível ou impassível, nos sentimos desamparados, sozinhos e indefesos. Somos tomados por emoções — irritação, tristeza, dor, e acima de tudo, medo. Perder a conexão com a pessoa amada coloca em risco nosso sentido de segurança. A base desta obra compõe-se de sete conversas com o objetivo de encorajar um tipo especial de receptividade emocional, que é a chave para um amor duradouro entre casais.

A psicoterapeuta constata também que somos naturalmente relutantes em enfrentar nossas vulnerabilidades. “Vivemos numa sociedade que diz que devemos ser fortes, ser invulneráveis. Nossa tendência é ignorar ou negar nossa fragilidade. Talvez sejamos ainda mais relutantes a confessar uma fragilidade à pessoa amada. Vai nos tornar menos atraentes, pensamos”. A verdade, diz ela, é que nunca criaremos uma conexão realmente forte e segura se não permitimos à pessoa amada nos conhecer completamente e, assim, interromper um desentendimento antes que ele se transforme num abismo intransponível. Não há trauma maior do que ser magoado exatamente pelas pessoas com quem contamos para nos dar apoio e nos proteger. A escritora enfatiza que uma relação amorosa resistente, profunda e prazerosa não é um sonho, mas um objetivo alcançável para todos nós. E isso muda tudo. “Descobrimos que a TFE não apenas ajuda a curar os relacionamentos, mas cria relacionamentos que nos curam”, frisa Sue Johnson.

Sobre a autora:
Como uma das criadoras da Terapia Focada na Emoção (TFE), a dra. Sue Johnson dirige atualmente o Couple and Family Institute and International Center for Excellence in Emotionally Focused Therapy (EFT ou TFE em português), em Ottawa, no Canadá. É também docente da Clinical Psychology, na Universidade de Ottawa e na Universidade de San Diego, Califórnia, além de membro da American Psychological Association.

Autora de numerosos livros, em seus mais de 25 anos de atuação a psicoterapeuta já recebeu numerosas honrarias por seu trabalho, entre elas o Prêmio por Relevante Contribuição ao Campo da Terapia Familiar e de Casais, da American Association for Marriage and Family Therapy, e o Prêmio de Pesquisa sobre a Família, da American Family Therapy Academy.

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Abrace-me apertado: Sete conversas para um amor duradouro
Autora: Dra. Sue Johnson
Tradutor: Samuel Dirceu
Gênero:
Autoajuda
Formato: 15,6 x 23 cm
Págs: 336
Peso: 455g
ISBN: 9788563420244
R$ 29,90
Sinopse:
Sabe aquele filminho que dizem se passar nas nossas cabeças na hora da morte? Pois bem, este filme pode ter um final feliz. Porque somos os atores principais, e as pessoas com quem atuamos são tão importantes quanto nós, especialmente se forem nossos pares amorosos, pessoas próximas. Obcecada desde criança por salvar a relação entre casais, a psicoterapeuta inglesa Sue Johnson “entrou” na vida de centenas de seres atormentados pelo que ela chama de “Diálogo do demônio”, quando fazemos da nossa convivência um verdadeiro inferno, sem saber que o céu paira sobre nossas cabeças.
Esta obra nos auxilia a emparelhar com a pessoa amada, receber uma golfada fresca de ar no rosto, estampar um sorriso sincero, dar um abraço apertado nela e seguir juntos na mesma direção. É um convite convincente ao encontro de si mesmo e do outro.

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Release: As Equilibristas – Bruna Gasgon

TODOS PRECISAM SABER O QUE É SER EQUILIBRISTA

Foi-se o tempo em que a mulher era somente dona de casa e suas preocupações limitavam-se a cuidar do marido, dos filhos, das refeições e da arrumação da casa. Essas tarefas tradicionalmente femininas, que tanto exigem em termos de energia e tempo, nunca foram e ainda hoje não são reconhecidas nem valorizadas. Pelo contrário.

Demorou muito, mas a partir dos anos 80 a mulher desejou trabalhar fora, desejou cargos melhores, desejou salários mais altos, desejou ser competitiva e ter os mesmos direitos profissionais, salariais, sexuais e caseiros que os homens. Esse maravilhoso desejo juntou-se às tarefas domésticas, ao casamento, aos cuidados com os filhos, com o marido, com a aparência, e então surgiu a chamada Tripla Jornada feminina. Com ela iniciaram-se também os conflitos conjugais e familiares, pois nem sempre a mulher estava à espera do marido em casa com o jantar na mesa ou com a libido em alta, e nem sempre os filhos recebiam a atenção que queriam e precisavam. Isso gerou na mulher uma angustiante sensação de estar devendo alguma coisa, de não estar cumprindo seu “papel” e nem fazendo o que se espera dela.

As equilibristas tem como objetivos principais livrar as mulheres desse fardo e fazer uma homenagem às que vivem se equilibrando em várias jornadas. Com uma abordagem moderníssima e picante, este livro desvenda também o mistério da prisão de ventre da mulher.

SOBRE A AUTORA:

Bruna Gasgon é consultora em comunicação, palestrante, publicitária, atriz, diretora de teatro e tem vários trabalhos teatrais e empresariais especialmente direcionados ao público feminino. As Equilibristas é um dos cinco livros da Coleção Mulheres no Comando, os quais escreveu a partir de sua observação e estudos sobre o comportamento da mulher ao longo do século XX até os dias de hoje. Ela tem tratado desse tema sempre com um olhar crítico, bem humorado e polêmico, propondo discussões definitivas sobre assuntos tabus que envolvem a mulher.

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As equilibristas
Autora: Bruna Gasgon
Formato: 13,5×20,5
Categoria: Desenvolvimento Pessoal
Páginas: 168
ISBN: 978-85- 63420-14-5
Cód. de Barras: 978-85- 63420-14-5
Peso: 220g
Sinopse:
É IMPOSSÍVEL SE EQUILIBRAR O TEMPO TODO
Casar, ter filhos e trabalhar fora é uma escolha da mulher, a chamada Tripla Jornada. Ela exige muito esforço, dedicação, organização, altruísmo, generosidade, paciência, disposição física e energia.
No entanto, é impossível ser uma excelente dona de casa, esposa dedicada, amante esfuziante, mãe exemplar, profissional brilhante, ótima aluna e ainda ter uma aparência jovem, descansada e bem cuidada. Nem sempre a mulher está disposta a fazer sexo com o marido quando chega cansada do trabalho, nem sempre pode ficar com o filho doente, a casa nem sempre está arrumada e nem o jantar pronto na hora em que a família quer comer.
Coisas assim são normais, porém inúmeras mulheres não se perdoam por elas, e os homens menos ainda. Chega disso! Perfeição não existe e o mundo, que ainda é muito masculino, precisa parar de ser tão exigente com as mulheres. Mas sobretudo você, Mulher Equilibrista, precisa parar de se cobrar tanto e jogar fora as correntes que a impedem de caminhar tranquila sobre a corda bamba

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