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3ª Bienal do Livro de Minas


Fonte: Publishnews

Começa dia 18, sexta-feira, em Belo Horizonte, a Bienal do Livro de Minas. Até o dia 27 de maio são aguardados cerca de 250 mil visitantes. E a Geração Editorial marca presença (Estande F05 e D01/E04). A programação cultural conta com atividades para o público de todas as idades e com a participação de mais de 150 convidados.  O grande homenageado será o escritor Bartolomeu Campos de Queirós, falecido em janeiro deste ano, será o grande homenageado da Bienal.

Confira a programção que une diversão, conteúdo de qualidade e inúmeras atrações capazes de seduzir todo o tipo de público.

 
Café Literário – O principal centro de debates do evento receberá jornalistas, escritores e personalidades. Amyr Klink, Ana Maria Machado, André Trigueiro, Carlos Alberto Sardenberg, Edney Silvestre, Fabrício Carpinejar, Lucas Figueiredo, Mary Del Priore, Míriam Leitão, Patricya Travassos e Sérgio Abranches são alguns dos confirmados. A seleção de mediadores trará para o evento alguns dos principais nomes das letras em Minas Gerais. Estarão lá Adriano Macedo, Carlos Herculano Lopes, Cristina Agostinho, Dagmar Braga, Leo Cunha, Luís Giffoni e Sérgio Fantini. A programação tem curadoria do jornalista e produtor cultural Afonso Borges.
Território Jovem – O espaço levará aos leitores os principais temas desta geração: os conflitos da adolescência e as temáticas do momento. Está confirmada a participação da escritora Thalita Rebouças, que segue firme no posto de autora preferida dos adolescentes, com quase um milhão de livros vendidos, e do escritor Pedro Bandeira, considerado um dos 25 autores mais admirados do Brasil. Também estarão lá para um bate-papo o escritor André Vianco e o jornalista Maurício Kubrusly.Borges também é o nome por trás da seleção dos convidados do Território Jovem.
Livro Encenado – Grandes atores serão convidados para fazer leituras dramatizadas de clássicos da literatura. Estão confirmados Arlete Salles, Antônio Calloni e Milton Gonçalves. De acordo com o curador Carlos Gradim, serão trabalhados quatro eixos centrais na programação: amor, felicidade, ódio e morte. O espaço abrigará ainda tributos ao dramaturgo Nelson Rodrigues e ao escritor Lúcio Cardoso, cujos centenários de nascimento são comemorados este ano.
Mundo dos Livros – Espaço para que as crianças e seus pais possam descobrir o universo da literatura. Ganharão os palcos contações de histórias, esquetes teatrais e apresentações musicais. O Mundo dos Livros terá curadoria da educadora Sandra Bittencourt, do Instituto Aletria.
Bienal em Quadrinhos – As histórias em quadrinhos têm aumentado sua presença no mercado editorial brasileiro. A cada ano, crescem os números de títulos disponíveis e de editoras que publicam este gênero. O Bienal em Quadrinhos será o espaço reservado para esta arte. Com curadoria de Afonso Andrade, a programação estará focada no processo criativo dos quadrinhos e na interação com o público. Por lá, passarão diversos quadrinistas para sessões de autógrafos, bate-papos, lançamentos, improvisações, entre outras novidades.
 
Goleada Literária – Trará discussões relacionadas ao futebol, tema não só de diversos livros como de conversas acaloradas por todo o país. Será um animado bate-papo entre autores, jornalistas esportivos e personalidades do mundo do futebol. Sob coordenação de Bob Faria, já estão confirmados Gustavo Poli, Marcos Eduardo Neves, Paulo César Vasconcellos, Rogério Corrêa, Teixeira Heizer e Maurício Noriega.

Serviço:
3ª Bienal do Livro de Minas
ExpoMinas
Avenida Amazonas, 6.030
Gameleira – Belo Horizonte – MG
Mais informações no site: http://www.bienaldolivrominas.com.br/

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A política de uma geração

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Luiz Fernando Emediato não disfarça o cansaço. Dormiu pouco, está com sono e, mesmo assim, pouco antes de embarcar para Brasília, no final da tarde da segunda-feira, dia 12, concede alguns minutos para fotos e para resumir seu trabalho à frente da Geração Editorial, empresa que vem tocando desde 1992 e que tem dado espaço para que muitas histórias não sejam enterradas com seus personagens. Histórias não apenas contadas, mas vividas e sofridas por muita gente. Histórias que afetaram e afetam, de uma maneira ou de outra, todos os brasileiros e que privilegiam apenas alguns dentro das tramas e das trapaças.

 Emediato afirma que está nisso “quase que acidentalmente” e que o negócio tem muito de sua personalidade. Lembra que desde criança ninguém nunca mandou nele, e por isso não tem até hoje “muita noção do perigo”. Um exemplo foi o conto “De Como Estrangular um General”, escrito no início dos anos 70, quando o regime militar investia contra os opositores. Os contos e novelas escritos por Emediato, publicados em três livros, entre 1977 e 1978, voltam agora num único volume Trevas no Paraíso, organizado pelo escritor Luiz Ruffato.

Loucuras ou não, foi na Geração Editorial que o professor e jornalista João Carlos Teixeira Gomes pôde apresentar a obscura biografia de Antonio Carlos Magalhães e toda sorte de atitudes espúrias cometidas por um político beneficiário do regime militar, num reinado de mais de 40 anos de poder absoluto, que o converteu em uma espécie de dono da Bahia.

E foi a Geração quem aceitou o desafio de publicar Memórias das Trevas, obra recusada antes por cerca de 20 editoras que, apesar de reconhecerem o mérito e a alta qualidade do trabalho de Teixeira Gomes, tiveram receio de levá-la aos leitores e que vendeu 80 mil exemplares. Foi também com Emediato que Palmério Dória pôde contar, em Honoráveis Bandidos, toda a trama que levou a família Sarney a controlar o Maranhão, fazendo do estado uma extensão de sua casa, beneficiando parentes e amigos. E o controle que exerce também no Senado até hoje.

Mais recentemente, as luzes se voltaram para A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Júnior, que, durante anos, pesquisou sobre as privatizações promovidas pelo governo de Fernando Henrique Cardoso por intermédio do então ministro de Planejamento,  José Serra. Na apresentação, a obra é descrita como um resumo do que foi “a verdadeira pirataria praticada com o dinheiro público em benefício de fortunas privadas”.

A privataria de Ribeiro Júnior envolve Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-tesoureiro das campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, o próprio Serra e três de seus parentes: Verônica Serra, sua filha, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marín Preciado. Embora Serra e sua família sejam o assunto central do livro, os tentáculos vão muito além.

Sobre a obra, Serra foi conciso: “É um lixo”. Verônica Serra divulgou nota contestando toda a documentação apresentada. Ela chamou “os autores” das suspeitas de “caluniadores” e “difamadores” e avisou que eles serão processados judicialmente.

A executiva nacional do PSDB afirmou que os dados do livro “não provam nada” e também anunciou, em dezembro, que iria processar o autor do livro.

Agora os holofotes da Geração Editorial serão acesos para Sanguessugas, assinado pelo jornalista Lúcio Vaz. Com lançamento previsto para dentro de 15 dias, Emediato conta que o livro vai mostrar “como funcionam os bastidores da corrupção em Brasília e seus personagens, como deputados, senadores, ministros e servidores”. Segundo Emediato, trata-se de um livro “com muitos vilões, poucos heróis, muitos crimes e nenhuma punição”.

“E cada obra editada neste caminho nos revela que o grau de nossa cidadania ainda é baixo, muito baixo. Na Noruega, por exemplo, também há corrupção – mínima, mas há”, conta Emediato. “Então quando alguém é pego, tem direito até a tratamento psiquiátrico.” É que lá o nível de civilização é tão elevado e a renda tão bem distribuída que a sociedade quer saber o que leva um norueguês a se corromper. “Para eles, uma coisa de louco”, arremata Emediato. A seguir, os principais trechos da entrevista respondida por e-mail.

Diário do Comercio – O Brasil é isso: A Privataria Tucana, Honoráveis Bandidos, Sanguessugas ?

Luiz Fernando Emediato – O Brasil é mais do que isso. Para nós, da Geração Editorial, é também Operação Araguaia , no qual revelamos os documentos secretos das Forças Armadas, que elas diziam não existir e que estão disponíveis na internet para todo mundo ver. São as Memórias das Trevas , que derrubou Antonio Carlos Magalhães. É A lei da Selva , que tem o ponto de vista dos militares sobre a guerrilha do Araguaia, e por aí vai. Costumo dizer que somos uma “editora de verdade”. Nós corremos atrás da verdade ou das muitas verdades sobre muitos e variados fatos.

DC – Temas desse porte estão nos livros por que não têm espaço nas delegacias nem nos tribunais?

Emediato – A Justiça no Brasil não existe democraticamente. É sabido. Existe para quem pode pagar. A mulher que rouba um shampoo num supermercado é presa em flagrante, vai para a cadeia e a Justiça resiste em soltá-la. O jornalista endinheirado que mata a amante demora a ser preso. O empresário corruptor e o político ou servidor público corruptos, mesmo quando descobertos, não são presos. A Justiça demora demais, e os crimes prescrevem. Torna-se urgente uma reforma do Judiciário. E, desgraçadamente, sabemos desde recentemente que boa parte dos juízes também está corrompida. O problema é que a corrupção é uma espécie de praga ou vírus, que contamina todas as instituições, do Congresso e do Executivo à Igreja, ao Judiciário e às Forças Armadas. Se existisse justiça e punição, a corrupção diminuiria. Ela é menor na China, porque lá os corruptos, quando são encontrados, são fuzilados, e a família do morto ainda paga a bala.

DC – Tomando  A Privataria Tucana como exemplo, você acredita que vivemos num País singular? A pergunta é em função da Justiça. Ou o autor e os editores erraram e deveriam, por isso, ser punidos, ou a história contada, os fatos descritos são totalmente verídicos e, neste caso, todos os acusados deveriam ser punidos. E o que ocorre? Nada.

Emediato – Mesmo admitindo que o livro possa conter erros pontuais, parece que as denúncias são tão verdadeiras em sua essência que os denunciados preferiram se calar. Isso é bastante estranho. Eu, que fiz trabalho voluntário na presidência de um fundo social, fui “denunciado” por uma revista – injustamente, é claro –  e a processei. Quero, exijo reparação. Creio que a imprensa deve ser livre, totalmente livre, para investigar e denunciar, mas tem que responder por seus erros.

DC – Em sua opinião, por que os envolvidos não recorreram à Justiça? Por que o PSDB – e me refiro à cúpula nacional – esbravejou, esbravejou e nada?

Emediato – Não sei. Devem temer alguma coisa, você não acha? No caso do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, autor de A Privataria Tucana, um personagem de seu livro, Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, o processou no passado por causa de reportagem na imprensa, mas o Amaury provou na Justiça que havia escrito a verdade e Ricardo Sérgio perdeu a ação e teve de pagar as custas do processo e os honorários dos advogados. Podemos concluir disso que só processa alguém aquele que tem absoluta certeza de sua inocência? Talvez sim.

DC – Quando você dispõe para os brasileiros obras como  A Privataria Tucana, Honoráveis Bandidos, entre outras, o que você espera além de boas vendas?

Emediato – Eu nunca imagino que um livro de reportagem vai vender no Brasil mais de 10 mil exemplares. Honoráveis Bandidos ter vendido 100 mil exemplares até agora e Privataria Tucana ter vendido 120 mil exemplares em 60 dias é, para mim, uma surpresa. Quando publico livros como esses, eu não penso só nas vendas, eu penso no compromisso que uma editora de verdade tem não só com a arte e a literatura, mas também com a história. Se eu quisesse só vender livros eu publicaria manuais de autoajuda e romances de vampiros. É só ir ao mercado internacional, comprar, editar e vender para os incautos que consomem “autoajuda” e para adolescentes que se iniciam na leitura.

DC – Corrupção dá dinheiro para quem não participa dela?

Emediato– Não, corrupção dá dinheiro para quem é altamente corrupto e é bem sucedido nessa atividade indigna.

DC – Corrupção é um bom tema?

Emediato – Corrupção, violência, opressão, amor, política, filosofia, psicologia, tudo é tema.

Fonte: http://www.dcomercio.com.br/index.php/politica/sub-menu-politica/84874-a-politica-de-uma-geracao

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Mario Grieco, escritor de “Você, Presidente”, da Geração Editorial, doa seus direitos autorais para ONG

O autor do livro “Você, presidente”, Mario Grieco, que discute como as empresas podem utilizar melhor o capital humano numa época em que as pessoas é que fazem a diferença, doou a renda oriunda dos direitos autorais de sua obra para a ONG “Gotas de Flor com Amor”. A entidade, localizada na capital paulista, tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social de crianças, adolescentes e suas famílias em situação de risco, por meio de ações nas áreas sócio-educacional, cultural, ambiental, de geração de renda e saúde tradicional e alternativa.

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Lançamento do livro Você, Presidente, de Mario Grieco

Com mais de 20 anos de liderança no setor farmacêutico, Mario Grieco aplica seu vasto conhecimento da vida empresarial para derrubar mitos, rever conceitos e traçar – por um viés humanístico, simples e objetivo – o caminho que deve ser seguido pelos empresários do presente e do futuro.

Muito mais que um livro sobre gestão de pessoas, Você, Presidente é um notável vade-mécum de como melhor utilizar o capital humano numa época em que a tecnologia está ao alcance de todos, e em que os seres humanos, com suas emoções, sentimentos, experiências e capacidade, é que fazem a diferença.

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Honoráveis Bandidos já é o quarto livro de não-ficção mais vendido do Brasil

O livro Honoráveis Bandidos, de Palmério Dória, subiu para a quarta colocação nas listas de mais vendidos.

A obra foi lançada no final de setembro e já foram vendidos mais de 28 mil exemplares, o que caracteriza o livro da Geração Editorial como um best-seller para os padrões brasileiros.

Três edições já se esgotaram. Agora será lançada uma quarta, como noticiou o site da Livraria da Folha.

Clique aqui para ler a matéria completa e confira abaixo a lista de livros mais vendidos do momento.

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Lançamento da Geração no site Terra Magazine

O livro A Nuvem ainda nem foi lançado e já conseguiu um belo espaço na mídia. O jornalista Claudio Leal, do Terra Magazine, fez uma entrevista apaixonante com o jornalista Sebastão Nery, autor deste que é o mais novo lançamento da Geração Editorial. O livro representa os 50 anos de vida profissional e política de Nery. O primeiro capítulo já está disponível no site da Geração.

Clique aqui e conheça o livro A Nuvem

Sebastão Nery lança memórias: “Espremi a minha vida” (Entrevista ao Terra Magazine)

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Leia antes!

O filme sobre Papisa Joana faturou 4,4 milhões de dólares nos primeiros 4 dias de exibição na Alemanha, com 370 mil espectadores em 461 cinemas. A expectativa é que o filme chegue no Brasil até o final do ano.

Então ainda dá tempo de correr pra livraria e saber tudo sobre esta intrigante história antes com o livro lançado no Brasil pela Geração Editorial. Conheça mais sobre a obra clicando aqui.

Aproveite e veja o primeiro capítulo do livro em nosso site.

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